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		<title>Costa fluminense é corredor migratório de baleias-jubarte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 14:20:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 60 baleias-jubarte foram avistadas na costa fluminense, nos últimos dois meses. O litoral do Rio de Janeiro é um corredor migratório, por onde passam anualmente animais dessa espécie, nos meses de junho e julho. Elas vêm da Antártica em direção às áreas de reprodução e cria de filhotes, no Nordeste brasileiro. O corredor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 60 baleias-jubarte foram avistadas na costa fluminense, nos últimos dois meses. O litoral do Rio de Janeiro é um corredor migratório, por onde passam anualmente animais dessa espécie, nos meses de junho e julho. Elas vêm da Antártica em direção às áreas de reprodução e cria de filhotes, no Nordeste brasileiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O corredor migratório tornou-se objeto de estudo, desde o ano passado, do Projeto Ilhas do Rio, que já monitora os cetáceos há mais de uma década, na região do Monumento Natural das Ilhas Cagarras (Mona Cagarras) e em seu entorno.</p>
<p>Segundo a coordenadora de pesquisa dos cetáceos do Projeto Ilhas do Rio, Liliane Lodi, o número de ocorrências dessas baleias no Rio de Janeiro vem aumentando ano após ano.</p>
<blockquote><p>“É uma tendência, porque a população de baleias-jubarte em todo o hemisfério sul está crescendo. Isso tem sido observado no Brasil e na Austrália, com o fim da caça comercial. A população está voltando a se recuperar e o número de baleias tem aumentado”.</p></blockquote>
<h2>Filhote</h2>
<p>As expedições realizadas em alto mar pela equipe conduzida pelo Instituto Mar Adentro registram a fila de jubartes rumo à Região Nordeste e confirmam a presença da espécie no litoral carioca.</p>
<p>Nas últimas semanas, para surpresa da coordenadora Liliane Lodi, foi feito um registro inédito na área do Mona Cagarras: uma jubarte com um filhote recém-nascido, que recebeu o nome de Heloisa, em homenagem à Garota de Ipanema, Heloisa Pinheiro.</p>
<p>De acordo com Liliane, não é possível identificar o sexo dos filhotes e, por esse motivo, o nome escolhido pelos pesquisadores é uma mera brincadeira: “é uma brincadeira que os pesquisadores fazem para batizar os animais”.</p>
<p>Liliane destacou que o nascimento de uma jubarte em águas cariocas é um indicativo de que a costa fluminense pode vir a ser uma área de reprodução e cria dessa espécie de cetáceos, assim como Abrolhos, na Bahia.</p>
<figure id="attachment_52066" aria-describedby="caption-attachment-52066" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-52066" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Costa fluminense é corredor migratório de baleias-jubarte - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/08/13-Costa-fluminense-e-corredor-migratorio-de-baleias-jubarte-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-52066" class="wp-caption-text">Baleias-jubarte na costa fluminense &#8211; Bia Hetzel/Projeto Ilhas do Rio</figcaption></figure>
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<h2>Interação com golfilhos</h2>
<p>O “corredor migratório” ainda é pouco estudado no Brasil. Nas saídas de campo de 2022, os pesquisadores avistaram, por 28 vezes, grupos de até sete animais. Em uma das saídas, observou-se um grupo com sete baleias-jubarte em associação com 30 golfinhos do tipo flíper interagindo pacificamente.</p>
<p>O mesmo aconteceu em 2021, quando 400 golfinhos foram vistos junto às jubartes. “Mesmo após tantos anos de pesquisa, é sempre uma emoção muito forte avistar esses animais. É como se fosse sempre a primeira vez”, salientou Liliane.</p>
<p>As análises das fotos mostraram que 18 indivíduos foram identificados individualmente este ano, através de marcas naturais. O padrão de coloração branco e preto da região inferior da nadadeira caudal é único para cada indivíduo e funciona como uma impressão digital ou código de barras. “Dessa forma, pode-se traçar o histórico de vida desses animais”, comentou a pesquisadora.</p>
<h2>Continuidade</h2>
<p>Os pesquisadores vão continuar monitorando as jubartes, porque as pesquisas com esses animais são de longo prazo.</p>
<p>“Vai ter continuidade no monitoramento do corredor, em 2023, porque são pesquisas de muito longo prazo. A gente precisa de muitos anos para ter resultados, para ver se o número tem aumentado, se elas continuam passando pela área ou não. Isso precisa ser monitorado ao longo dos anos”.</p>
<p>Os pesquisadores desconhecem o local por onde as baleias retornam das áreas de reprodução e cria em direção à Antártica. “A gente só conhece quando elas estão subindo. Quando elas estão voltando, provavelmente, o fazem por áreas muito oceânicas e muito afastadas da costa, que não envolvem a nossa área de pesquisa”. Não há registros desses cetáceos descendo do Nordeste brasileiro.</p>
<h2>Estudo</h2>
<p>Há 10 anos, os pesquisadores do projeto monitoram os padrões de ocorrência, distribuição, comportamento e movimentos dos cetáceos. O estudo já registrou a ocorrência de seis espécies de cetáceos: baleia-jubarte (<em>Megaptera novaeangliae</em>), baleia-de-bryde (<em>Balaenoptera brydei</em>), baleia-franca-austral (<em>Eubalaena australis</em>), orca (<em>Orcinus orca</em>), golfinho-de-dentes-rugosos (<em>Steno bredanensis</em>) e golfinho-fliper (<em>Tursiops truncatus</em>).</p>
<p>Todas essas espécies se encontram no litoral carioca, especialmente no Mona Cagarras e na área compreendida entre a barra da Baía de Guanabara, praias da zona sul, suas ilhas e adjacências.</p>
<p>Essa região é reconhecida pela aliança internacional <em>Mission Blue</em> como um <em>Hope Spot</em> (ponto de esperança). Significa uma extensão com grande abundância e diversidade de espécies, <em>habitats</em> ou ecossistemas, com populações raras, ameaçadas ou endêmicas que carecem de proteção, pois constitui uma área crítica para a saúde dos oceanos.</p>
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