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	<title>Baixa Renda &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Senac abre vagas para curso gratuito em Comércio Exterior para pessoas negras de baixa renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 00:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assistente de Serviços de Comércio Exterior]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto Raízes Comex]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma nova etapa do projeto Raízes Comex, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), está oferecendo o curso gratuito de Assistente de Serviços de Comércio Exterior. São 220 vagas, em 10 municípios do país. As aulas serão presenciais, com carga horária de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma nova etapa do projeto Raízes Comex, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), está oferecendo o curso gratuito de Assistente de Serviços de Comércio Exterior. São 220 vagas, em 10 municípios do país. As aulas serão presenciais, com carga horária de 160 horas e com certificação reconhecida nacionalmente. A intenção é promover a capacitação profissional de pessoas negras de baixa renda, na área de Comércio Exterior, por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG).</p>
<p>Os interessados devem ter 16 anos ou mais, ensino médio completo ou em curso, e atender aos critérios de renda e raça definidos pelo programa. A formação capacita para atuação em operações de importação e exportação, com foco em logística, despacho aduaneiro, gestão de custos e documentação — áreas com crescente demanda por profissionais qualificados.</p>
<p>São dois períodos distintos de inscrições, conforme a localidade: o primeiro período, até o dia 30 de junho, é para as pessoas que moram nas cidades de Rio Grande (RS), Fortaleza (CE), Joinville e Itajaí (SC), Santos (SP), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). Já em Paranaguá (PR) e Vitória (ES) as inscrições poderão ser feitas de 01 a 31 de julho. A data de início das aulas e os horários variam de acordo com a cidade. Estão sendo ofertadas 20 vagas para cada turma.</p>
<p>Mais informações sobre critérios, documentação e inscrições estão disponíveis na <a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/comercio-exterior/dpfac/promocao-das-exportacoes-e-cultura-exportadora/raizes-comex/capacitacao-tecnica-e-empoderamento-para-insercao-profissional-2/senac/curso-assistente-de-servicos-em-comercio-exterior" target="_blank" rel="noopener">página oficial do programa Raízes Comex</a></p>
<p>Esta nova fase representa um aprimoramento da estratégia definida no Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre Senac e MDIC, que busca oferecer formação profissional acessível a pessoas negras com renda per capita de até 2 salários-mínimos.</p>
<p>“A oferta desses cursos está totalmente afinada à missão do Senac de educar para o trabalho, de forma inclusiva e inovadora, alcançando um número cada vez maior de brasileiros. Assim, ampliamos as possibilidades de inserção profissional da população negra neste setor estratégico para o desenvolvimento do país e impulsionamos nossa cultura exportadora”, completa o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.</p>
<p>“O Raízes Comex é uma ponte para reduzir desigualdades e conectar talentos a um setor vital para a economia. Cada vaga ocupada por uma pessoa negra em Comércio Exterior é uma porta aberta para que talentos antes invisibilizados possam contribuir com o país, mostrando ao mundo que o Brasil valoriza sua diversidade como ativo econômico “, afirma Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC.</p>
<p><strong>Sobre o Programa Raízes Comex</strong></p>
<p>O Raízes Comex é um programa do MDIC que tem o objetivo de aumentar a participação de pessoas negras no setor de Comércio Exterior. Por meio de ações estratégicas, como capacitação e suporte para o desenvolvimento profissional; visibilidade internacional de produtos e serviços oferecidos por empreendedores negros; e reconhecimento de empresas que promovem diversidade racial em Comércio Exterior; o programa contribui para reduzir desigualdades históricas e estruturais, conectando jovens negros a carreiras no Comércio Exterior.</p>
<p>Lançado em novembro de 2024, o programa já ofertou, até o momento, cerca 920 vagas de forma online e presencial em Comércio Exterior, por meio de parcerias com o Senac, o Instituto Procomex, o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros (SINDASP).</p>
<p><strong>Sobre o Senac</strong></p>
<p>O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac – está empenhado em fortalecer a educação profissional e técnica no Brasil há mais de sete décadas. Por meio de parcerias estratégicas, oferta cursos de excelência e implementa projetos que atendem às necessidades do setor produtivo e da sociedade. Com presença em todo o território nacional, atua na formação de mão de obra especializada para o setor de comércio de bens, serviços e turismo, promovendo inclusão, inovação e desenvolvimento social. . Saiba mais em <a href="http://www.senac.br" target="_blank" rel="noopener">www.senac.br</a>.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Inscrições para o curso gratuito de Assistente de Serviços de Comércio Exterior</strong></p>
<p>As vagas estão distribuídas em duas fases. São 20 vagas por cidade:</p>
<p>De 3 a 30 de junho: Rio Grande (RS); Fortaleza (CE); Joinville e Itajaí (SC); Santos (SP); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA);</p>
<p>De 1 a 31 de julho: Paranaguá (PR) e Vitória (ES).</p>
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		<title>Acordo prevê reestruturação do Cadastro Único</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acordo-preve-reestruturacao-do-cadastro-unico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 16:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício]]></category>
		<category><![CDATA[Cadúnico]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MDS]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo judicial assinado por Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Defensoria Pública da União (DPU) e Advocacia-Geral da União (AGU) vai reestruturar o Cadastro Único (CadÚnico), de forma a facilitar o acesso aos programas sociais do governo federal. Além de garantir o benefício a cidadãos que atendam aos requisitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Acordo judicial assinado por Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Defensoria Pública da União (DPU) e Advocacia-Geral da União (AGU) vai reestruturar o Cadastro Único (CadÚnico), de forma a facilitar o acesso aos programas sociais do governo federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Além de garantir o benefício a cidadãos que atendam aos requisitos dos programas, o acordo prevê, em caráter emergencial, o repasse de R$ 200 milhões a municípios e estados em março e abril, para auxiliar na reestruturação da rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas), possibilitando a busca ativa pelas pessoas que têm direito aos benefícios sociais.</p>
<p>“Nesta ação, o olhar será especial nos grupos de população em reconhecido grau de extrema vulnerabilidade, como pessoas em situação de rua, povos indígenas e crianças submetidas ao trabalho”, informou o MDS.</p>
<p>Para tanto, serão capacitados 12 mil agentes nas 12 unidades do Suas no país, de forma a aprimorar a capacidade de atendimento da assistência social.</p>
<h2>Programas</h2>
<p>Em nota, o ministro do MDA, Wellington Dias, disse que, de imediato, “milhões de pessoas terão as portas abertas” para acessarem programas sociais. “Um direito que foi negado a essas pessoas, que foram lá no Centro Referência de Assistência Social (Cras) de algum município do Brasil, se cadastraram, preencheram requisitos e ficaram de fora. Pessoas que nem direito à inscrição tiveram, enquanto outros com renda bem elevada estão recebendo”, disse o ministro.</p>
<p>De acordo com a pasta, o CadÚnico representa a “porta de entrada para 32 programas sociais do Governo Federal”. Sua reconstrução teve início em meio às articulações feitas no âmbito do Suas.</p>
<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, informou que a iniciativa não trata apenas de sistema, cadastro, processo e ato administrativo. “Estamos falando de vidas; de pessoas que precisam muito do amparo do Estado”, disse.</p>
<p>Segundo o MDS, o acordo foi possível a partir uma ação de 2020 da Defensoria Pública da União que questionou a paralisação das atividades de cadastramento e atualização do CadÚNico durante a pandemia da covid-19.</p>
<p>Também favoreceram a chegada a um acordo a desestruturação da rede descentralizada de atendimento às famílias no Suas; a falta de articulação federativa e de orientação aos municípios e à sociedade; e o aumento de número de cadastros com divergência de renda.</p>
<p>O acordo prevê que o MDS deverá disponibilizar novas funcionalidades no aplicativo do Cadastro Único “para que as pessoas que nele ingressaram de forma incorreta, cadastrando-se isoladamente, ainda que morem com suas famílias, possam solicitar o cancelamento do cadastro feito de forma equivocada, seguida de nova inclusão da família de forma correta”.</p>
<p>Está também previsto, entre as novas funcionalidades do aplicativo, a opção de desligamento voluntário do programa.</p>
</div>
</div>
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		<title>Desigualdade socioeconômica refletida nas mortes por câncer no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desigualdade-socioeconomica-refletida-nas-mortes-por-cancer-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2023 15:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção Primária à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[baixa escolaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Renda]]></category>
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		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[tumores]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o estudo do Observatório de Atenção Primária da Umane, baseado no último levantamento do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, mais da metade das mortes por câncer no Brasil (55%) acontece entre pessoas de baixa escolaridade e renda. A Umane é uma organização sem fins lucrativos dedicada à articulação de iniciativas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o estudo do Observatório de Atenção Primária da Umane, baseado no último levantamento do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, mais da metade das mortes por câncer no Brasil (55%) acontece entre pessoas de baixa escolaridade e renda. A Umane é uma organização sem fins lucrativos dedicada à articulação de iniciativas para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde.</p>
<p>Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade apontam que, em 2020, entre as 229.300 pessoas que faleceram em decorrência de tumores (benignos ou malignos) no Brasil, 55% (126.555 pessoas) tinham até 7 anos de estudo. Aqueles com entre 8 e 11 anos de escolaridade representam 20% das mortes e 9,2% das vítimas tinham 12 anos ou mais de estudo. Esses dados destacam a relação entre a menor escolaridade e renda com o aumento da mortalidade por câncer.</p>
<p>Segundo dados, 52% das mortes por tumores (benignos ou malignos) ocorrem em homens e 48% em mulheres. Além disso, 59,2% das vítimas têm mais de 65 anos.</p>
<p>Rafaela Alves Pacheco, diretora de Comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e médica sanitarista e professora da Universidade Federal de Pernambuco, afirma que uma melhoria na qualidade de vida pode prevenir uma parte dessas mortes.</p>
<p>“Os cânceres são múltiplos, mas têm uma relação muito próxima com a qualidade de vida, a organização das cidades, a preservação dos biomas, a alimentação, as condições emocionais, de trabalho e de acesso aos direitos humanos, assim como com a educação, o transporte, a qualidade de vida e os acessos à saúde. Todas essas perspectivas vão nos aproximar ou distanciar de um cuidado efetivo em relação aos cânceres de um modo geral”, diz Rafaela.</p>
<p>A especialista acredita que o fortalecimento da atenção primária à saúde e da medicina de família e comunidade podem melhorar a situação. “É preciso garantir o cuidado integral em saúde, a prevenção, a promoção e o acesso [a tratamentos] em qualquer situação do câncer. Então, é garantir o fortalecimento dos sistemas de saúde”, recomenda.</p>
<p>A médica destaca que o câncer não seleciona pessoas com base na classe social, mas as populações de baixa renda sofrem mais com as suas consequências.“Em relação ao câncer, todas as classes sociais são atingidas, mas existem os rincões de pobreza e miséria. Então, é bastante diferente para quem é mais pobre e não tem acesso e, por conseguinte, acabam tendo maior incidência de cânceres, de um modo geral.”</p>
<p>A opinião da especialista é que a solução para esse problema é a implementação de ações de equidade em saúde. “Precisa dar mais para quem precisa mais. Se temos populações que são mais vulneráveis aos cânceres, estas precisarão ter aporte de recursos e de providências sanitárias e sociais diferenciados. Nesse sentido, fortalecer o sistema universal de saúde é fortalecer a atenção primária, com as equipes de estratégia de saúde da família que estão mais próximas de onde as pessoas moram e trabalham.”</p>
<h2>Promoção à saúde</h2>
<p>De acordo com a sanitarista, é necessário assegurar que essa população tenha uma maior oferta de promoção à saúde e fácil acesso aos serviços de atenção primária em saúde. “Na perspectiva da prevenção de saúde, precisamos ter protocolos estruturados, linhas de cuidado que farão a detecção precoce, o rastreamento baseado em evidências e protocolos clínicos, quando realmente são necessários e podem diminuir tanto a morbidade quanto a mortalidade, inclusive garantindo cuidados paliativos, garantindo que o paciente consiga ter uma sobrevida e uma qualidade de vida diante do que é possível.”</p>
<p>Rafaela ressalta que nem todas essas questões são responsabilidade da atenção primária à saúde. “Estão em outros níveis de atenção, mas podem e devem estar de forma conectada com a atenção primária à saúde, com o melhor para cada uma dessas situações.”</p>
<p>De acordo com a médica, existem políticas públicas para melhorar o acesso da população de baixa escolaridade à informação, mas a complexidade desses problemas requer ações intersetoriais.“O problema é sanitário, mas também é ambiental e social. Então nós vamos precisar de muitas mãos, e de muitos setores da sociedade civil organizada e das políticas públicas que estejam atuando conjuntamente”.</p>
<p>A médica aponta uma série de fatores precisam ser considerados além dos cuidados em educação e saúde.“O próprio sistema educacional brasileiro pode e deve ajudar, sobretudo com as crianças, adolescentes e adultos jovens, garantindo esse conhecimento, esse automonitoramento, a melhora da própria escolaridade, o que vai fazer também com que o acesso à própria educação e à saúde aconteça de forma mais partilhada e impactante. A garantia da alimentação saudável, de atividade físicas, do combate ao tabagismo, da melhora dos índices ponderais, na perspectiva da obesidade”, exemplifica Rafaela.</p>
<p>Para Rafaela, a luta contra o câncer também envolve o controle da alimentação, incluindo a redução do uso de agrotóxicos e aditivos químicos, bem como a mitigação da poluição do ar, água e florestas. “Com o respeito aos nossos biomas, a garantia de políticas públicas indutoras de acesso à alimentação saudável, à comida de verdade, que não seja repleta de ultraprocessados, para que haja melhora metabólica e de bem-estar. Precisamos diminuir o sal na alimentação, de um modo geral. Não é só o saleiro da pessoa, precisa ter um regramento que garanta que as opções disponíveis sejam de fato compatíveis com a saúde de boa parte da população.”</p>
<p>A médica destaca que o elevado número de hipertensos e diabéticos no Brasil contribui para o surgimento de cânceres e outros problemas de saúde. “A alimentação melhorando, torna-se menos inflamatória e menos cancerígena”, destaca.</p>
<h2>Papel dos agentes</h2>
<p>Segundo o Dr. Gilberto Amorim, especialista em Oncologia D&#8217;Or no Rio de Janeiro, muitos dos elementos que contribuem para o risco de diversos tipos de câncer podem ser modificados ou minimizados. Para alcançar esse objetivo, ele destaca a importância do papel dos profissionais de saúde.</p>
<p>“A população com baixa escolaridade precisa conhecer mais esses fatores de risco e, aí, o alcance dos agentes de saúde é maior do que de qualquer outro profissional da área. Por exemplo, a obesidade é um fator de risco para vários tipos de doença. Por isso, é fundamental que o agente de saúde alerte aquela pessoa sobre os riscos para o diabetes e doenças vasculares e também para vários cânceres”, diz o oncologista.</p>
<p>O Dr. Gilberto Amorim, do Oncologia D&#8217;Or do Rio de Janeiro, destaca a importância do agente de saúde na prevenção do câncer. Ele afirma que muitos dos fatores de risco podem ser modificados ou reduzidos através do trabalho dos agentes de saúde. Eles possuem uma comunicação acessível para a população mais desfavorecida, com uma linguagem clara e compreensível, e possuem capacidade de atingir amplamente todo o Brasil. “Eles podem falar de muitas coisas e contribuir para reduzir o risco de determinados tipos de câncer.”</p>
<p>De acordo com o médico, a prevenção dos tipos mais comuns de câncer em adultos é geralmente baseada no controle dos principais fatores de risco, como o fumo, o consumo excessivo de álcool, uma alimentação inadequada e a obesidade.</p>
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