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	<title>Baía de Guanabara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Baía de Guanabara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Projetos Águas da Guanabara ultrapassa 2 mil toneladas de resíduos retirados e avança para novas fases</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 14:44:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Projeto Águas da Guanabara atingiu um marco histórico ao ultrapassar a marca de 2 mil toneladas de resíduos retirados de rios, manguezais, praias e ilhas da região. A iniciativa, que entra em seu quarto ano de atuação, segue em expansão com o início da 13ª fase em Magé e da 11ª fase em São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Águas da Guanabara atingiu um marco histórico ao ultrapassar a marca de 2 mil toneladas de resíduos retirados de rios, manguezais, praias e ilhas da região. A iniciativa, que entra em seu quarto ano de atuação, segue em expansão com o início da 13ª fase em Magé e da 11ª fase em São Gonçalo, Itaboraí e no distrito de Itambi, reforçando sua presença em pontos estratégicos da Baía de Guanabara.</p>
<p>Criado em 2022, o projeto vem se consolidando como uma das principais ações de recuperação ambiental aliadas à transformação social no estado do Rio de Janeiro. Com equipes atuando diariamente em campo, são retiradas, em média, cerca de duas toneladas de resíduos por dia, evitando que o lixo continue degradando ecossistemas sensíveis e impactando a atividade pesqueira.</p>
<p><em>“Ultrapassar a marca de 2 mil toneladas retiradas mostra a força do projeto e o compromisso com a recuperação da Baía de Guanabara. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo e do envolvimento direto das comunidades locais”,</em> destaca Luiz Claudio Stabille Furtado, presidente da Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Desde 2022, o Águas da Guanabara atua diretamente na área do parque, contribuindo para a conservação ambiental e a recuperação de um território que foi profundamente afetado pelo vazamento de óleo na Baía de Guanabara, em 2000.</p>
<p>Hoje, a região apresenta sinais concretos de regeneração, com a recuperação de áreas de manguezal e o retorno de diversas espécies de aves e vida marinha.</p>
<p><strong>Impacto ambiental e social</strong></p>
<p>Mais do que os números expressivos, o Águas da Guanabara se diferencia pelo impacto direto nas comunidades tradicionais. Ao todo, mais de 2,2 mil pescadores artesanais já foram beneficiados, participando ativamente das ações de coleta, triagem e monitoramento ambiental.</p>
<p>A iniciativa garante geração de renda, oferece melhores condições de trabalho e promove capacitação, fortalecendo a pesca artesanal, atividade historicamente afetada pela poluição das águas.</p>
<p><em>“Esse projeto mudou a realidade de muitos pescadores. A gente limpa o nosso ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo, consegue levar sustento para casa com mais dignidade”</em>, afirma Gilberto Alves, presidente da colônia Z8, em São Gonçalo.</p>
<p>Além da geração de renda, a retirada de resíduos contribui diretamente para a recuperação da fauna e flora locais. A diminuição do lixo nos manguezais e cursos d’água reduz danos às redes de pesca, melhora a qualidade da água e favorece o retorno de espécies importantes para o equilíbrio ambiental.</p>
<p><strong>Atuação em áreas estratégicas da Baía de Guanabara</strong></p>
<p>No âmbito do Projeto Águas da Guanabara, foi realizado um mapeamento entre dezembro de 2025 e março de 2026 com o objetivo de avaliar as áreas que já haviam sido alvo de ações de limpeza.</p>
<p>O que foi encontrado é alarmante.</p>
<p>Em poucos meses, as mesmas áreas voltaram a ser tomadas por uma quantidade expressiva de resíduos, evidenciando um problema grave e contínuo: o descarte irregular de lixo por parte da população.</p>
<p>Esse lixo não desaparece. Ele tem destino. E esse destino são os manguezais.</p>
<p>Ambientes essenciais para a vida marinha estão sendo sufocados por resíduos, afetando diretamente a fauna e comprometendo o sustento de pescadores que dependem desses ecossistemas para sobreviver.</p>
<p>Mas há também resistência e trabalho contínuo sendo realizado.</p>
<p>O projeto mantém a exposição permanente “Transformar”, no Parque Natural Municipal Barão de Mauá, onde visitantes podem conhecer de perto a dimensão das ações e os impactos positivos gerados ao longo dos anos.</p>
<p>Em Magé, as equipes concentram esforços em áreas de alta relevância ecológica, como a Área de Proteção Ambiental de Guapimirim e a APA Estrela, regiões reconhecidas como berçários da vida marinha.</p>
<p>Já em Itaboraí e Itambi, o trabalho tem caráter estratégico ao interceptar resíduos que chegam pelos rios antes de atingirem a Baía de Guanabara, funcionando como uma barreira ambiental.</p>
<p>Todo o material recolhido passa por pesagem, triagem e destinação adequada, contribuindo para a redução de impactos ambientais e para o fortalecimento da economia circular.</p>
<p><em>“Ver mais de 2 mil toneladas de lixo fora do ecossistema e saber que mais de 2,2 companheiros de pesca hoje têm uma condição de vida melhor mostra que o projeto é um verdadeiro divisor de águas para a nossa região”</em>, ressalta Elaine Cristina, presidente da colônia de pescadores Z-9 em Magé.</p>
<p>Ainda assim, o cenário atual deixa um alerta urgente. Não basta recuperar, é preciso preservar.</p>
<p>Até quando o esforço de anos será comprometido pela falta de responsabilidade no descarte do lixo?</p>
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		<title>Baía de Guanabara afunda em chorume: 3 milhões de litros despejados por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 11:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
		<category><![CDATA[chorume]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Baía de Guanabara, um dos cartões-postais mais emblemáticos do Brasil, recebe diariamente 3 milhões de litros de chorume – resíduo tóxico gerado pela decomposição do lixo. O dado alarmante foi divulgado pelo movimento ambiental Baía Viva, que aponta o despejo de 1 bilhão de litros por ano e cobra ações efetivas do poder público. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baía de Guanabara, um dos cartões-postais mais emblemáticos do Brasil, recebe diariamente 3 milhões de litros de chorume – resíduo tóxico gerado pela decomposição do lixo. O dado alarmante foi divulgado pelo movimento ambiental Baía Viva, que aponta o despejo de <em>1 bilhão de litros por ano</em> e cobra ações efetivas do poder público.</p>
<p>Segundo o ambientalista Sérgio Ricardo Potiguara, o Rio de Janeiro vive uma “crise do chorume”, com lixões desativados ainda acumulando resíduos de forma precária. Ele destaca que só o antigo lixão de Gramacho é responsável por metade da produção diária do chorume na região metropolitana. Parte desse resíduo sequer passa por tratamento adequado, sendo diluído irregularmente em estações de esgoto.</p>
<p>O impacto vai além do meio ambiente: comunidades pesqueiras empobrecem, a biodiversidade entra em colapso e a saúde pública é ameaçada. Mesmo com programas como o Lixão Zero e promessas bilionárias de investimento, especialistas como os professores Adacto Ottoni (UERJ) e Carlos Canejo (UVA) denunciam falhas estruturais, omissão e monitoramento precário por parte do estado.</p>
<p>O Inea, órgão estadual do meio ambiente, afirma que não há evidências de despejo irregular, mas admite que nem todos os aterros tratam corretamente o chorume. Já a sociedade civil, cansada de promessas, exige transparência, fiscalização e ações imediatas para evitar o colapso total da baía.</p>
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		<title>Programa Guanabara Azul renova promessas sobre o futuro da baía</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Sep 2023 22:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançado pelo governo fluminense, o programa Guanabara Azul é mais um capítulo das promessas para o futuro de um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro. Dessa vez, a aposta está na estruturação de uma governança capaz de viabilizar simultaneamente crescimento econômico e preservação ambiental. O desafio é grande. Embora na imagem aérea, a Baía [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado pelo governo fluminense, o programa Guanabara Azul é mais um capítulo das promessas para o futuro de um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro. Dessa vez, a aposta está na estruturação de uma governança capaz de viabilizar simultaneamente crescimento econômico e preservação ambiental. O desafio é grande. Embora na imagem aérea, a Baía de Guanabara abraçada pelo Cristo Redentor revele sua indiscutível beleza, há farto material fotográfico que documenta uma intensa degradação ao longo das últimas décadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com a expectativa de mudar o cenário, diferentes projetos foram lançados desde os anos 1990. Há pouco mais de duas semanas, um novo passo foi dado com vistas à melhoria ambiental do corpo hídrico. A lei que criou o programa Guanabara Azul foi assinado pelo vice-governador, que acumula o cargo de secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha, durante o Green Rio, evento voltado para negócios, inovação e pesquisa em bioeconomia e sustentabilidade.</p>
<p>O <a href="https://leisestaduais.com.br/rj/decreto-n-48666-2023-rio-de-janeiro-dispoe-sobre-o-programa-guanabara-azul-e-cria-o-centro-integrado-de-gestao-da-baia-de-guanabara-cigbg-sem-aumento-de-despesa" target="_blank" rel="noopener">Decreto nº 48.666</a> cria também o Centro Integrado de Gestão da Baía de Guanabara (CIGBG), que tem entre suas atribuições viabilizar e coordenar a integração de instituições e entidades, executar intervenções diretas, captar recursos para projetos, apoiar a criação de um sistema de monitoramento de dados e implantar um observatório envolvendo o comitê de bacia hidrográfica, universidades e centros de pesquisa.</p>
<p>O CIGBG terá um conselho gestor presidido pelo secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, a quem compete nomear sete pessoas para integrar um comitê técnico-científico. O decreto define ainda que um conselho consultivo será formado por representantes de órgãos públicos, empresas privadas, entidades da sociedade civil e da academia.</p>
<p>Na semana passada, foi anunciado o primeiro desdobramento do programa. Thiago Pampolha assinou, em Paris, um acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), para elaborar um plano de ação com vistas a tornar o Rio de Janeiro uma &#8220;metrópole azul&#8221;.</p>
<figure id="attachment_69375" aria-describedby="caption-attachment-69375" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Mesmo-poluida-a-Baia-de-Guanabara-e-fonte-de-renda-para-milhares-de-pescadores-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-69375" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Mesmo-poluida-a-Baia-de-Guanabara-e-fonte-de-renda-para-milhares-de-pescadores-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Mesmo Poluída, A Baía De Guanabara é Fonte De Renda Para Milhares De Pescadores - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Mesmo-poluida-a-Baia-de-Guanabara-e-fonte-de-renda-para-milhares-de-pescadores-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Mesmo-poluida-a-Baia-de-Guanabara-e-fonte-de-renda-para-milhares-de-pescadores-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Mesmo-poluida-a-Baia-de-Guanabara-e-fonte-de-renda-para-milhares-de-pescadores-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69375" class="wp-caption-text">Mesmo poluída, a Baía de Guanabara é fonte de renda para milhares de pescadores &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Segundo o vice-governador, o programa Guanabara Azul se desenvolverá em três frentes. Caberá à OCDE apresentar um diagnóstico da situação atual e elaborar um plano de ação, considerando os diferentes agentes que se relacionam com a Baía de Guanabara, incluindo municípios do seu entorno e empresas sediadas na região. Além disso, haverá editais públicos no valor de R$ 3 milhões para fomentar projetos de tecnologia e inovação em bioeconomia.</p>
<p>Por fim, será estruturado um sistema robusto para monitorar os dados, em parceria com o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Usando imagens de satélite e equipamentos tecnológicos, o sistema permitirá acompanhar, em tempo real, informações variadas como temperatura, movimento das correntes marítimas, movimentos de poluição, deslocamentos de embarcações e lançamento de efluentes, que são resíduos provenientes da atividade humana.</p>
<p>&#8220;Nós vamos ter sistematizado tudo o que acontece na Baía de Guanabara de forma permanente e ao vivo. A gente vai ter esse mapa e nós vamos conseguir utilizar essa ferramenta como uma otimização das políticas públicas. Qualquer tipo de interação com o espelho d&#8217;água ou com fundo de baía será sistematizado. Isso vai dar um controle muito grande para gente poder, inclusive, fazer simulações de contenção a dano ambiental. Por exemplo, se tiver um derramamento de óleo hoje, a gente tem dificuldade de descobrir sua origem. Se a gente não consegue diagnosticar, a gente não tem como cobrar o responsável para reverter o dano no tempo adequado&#8221;, disse Pampolha, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Segundo ele, esses dados contribuirão para o cumprimento do plano de ação que será entregue a partir do acordo com a OCDE.</p>
<blockquote><p>&#8220;A partir do momento que tivermos esse diagnóstico, teremos um comitê técnico científico que vai nortear, através de metas e indicadores, o que cada município, cada setor da indústria, cada empresa, cada agente que se relaciona com a Baía de Guanabara tem que fazer. O estado deverá estabelecer mecanismos regulatórios para poder cobrar a efetividade do que a gente identificar como meta.&#8221;</p></blockquote>
<p>Pampolha afirma que o governo fluminense está empenho em promover a chamada <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-04/economia-azul-rj-buscara-startups-para-enfrentar-desafios-ambientais" target="_blank" rel="noopener">economia azul</a>, conceito que vem sendo atrelado a projetos de sustentabilidade no uso dos recursos do mar. Nesse sentido, foi lançado em abril o programa Blue Rio, voltado para <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-04/economia-azul-rj-buscara-startups-para-enfrentar-desafios-ambientais" target="_blank" rel="noopener">buscar tecnologias inovadoras</a> e apoiar <em>startups</em> no desenvolvimento de soluções para problemas locais. Com o Guanabara Azul, no entanto, a ideia é ter um olhar mais focado para a Baía de Guanabara.</p>
<p>&#8220;Nossa preocupação principal é estabelecer a governança da Baía de Guanabara. Então é um programa que irá atuar pela despoluição, mas vai além. Muita gente interage com a baía, mas pouca gente se responsabiliza pelas consequências das práticas do dia a dia. Por exemplo, abandono de embarcações. Quem é o responsável por fiscalizar isso? É a Marinha, a Capitania dos Portos, a prefeitura, o governo do estado? Fica sempre uma coisa muito solta e não existe uma responsabilização porque falta uma governança. Precisamos definir quem vai ficar responsável pelo quê&#8221;, diz.</p>
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<figure id="attachment_69372" aria-describedby="caption-attachment-69372" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Embarcacoes-abandonadas-na-Baia-de-Guanabara-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-69372" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Embarcacoes-abandonadas-na-Baia-de-Guanabara-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Embarcações Abandonadas Na Baía De Guanabara - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Embarcacoes-abandonadas-na-Baia-de-Guanabara-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Embarcacoes-abandonadas-na-Baia-de-Guanabara-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/17-Embarcacoes-abandonadas-na-Baia-de-Guanabara-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69372" class="wp-caption-text">Embarcações abandonadas na Baía de Guanabara &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h2>Degradação</h2>
<p>Na última terça-feira (12), o governo fluminense mobilizou agentes públicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Polícia Militar para fixar uma barreira sanitária que funcionará 24 horas por dia no bairro Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O objetivo foi bloquear pontos onde é comum o descarte irregular de detritos.</p>
<p>Em Jardim Gramacho, funcionava um lixão desativado em 2012. No entanto, diante da falta de fiscalização, resíduos continuaram a ser despejados no local inclusive por grupos criminosos, levando contaminação à Baía de Guanabara.</p>
<blockquote><p>&#8220;Iniciativas de fiscalização e controle como essa serão orientadas pelo nosso plano de ação. Tudo isso vai estar sistematizado no Guanabara Azul&#8221;, afirma Pampolha.</p></blockquote>
<h2>Repercussão</h2>
<p>O programa do governo fluminense, por enquanto, é visto com desconfiança por pesquisadores e ambientalistas preocupados com a Baía de Guanabara. Para o Movimento Baía Viva, criado na década de 1980, trata-se de uma iniciativa de gabinete. &#8220;É mais um programa governamental criado sem a participação da sociedade civil e das comunidades pesqueiras&#8221;, diz o ecologista Sergio Ricardo, cofundador do Movimento Baia Viva. Para ele, é preciso democratizar essas decisões.</p>
<p>Por sua vez, o pesquisador, biólogo e ativista Mário Moscatelli vê boa vontade por parte do governo, mas manifesta receio: &#8220;é a primeira vez que nós temos um vice-governador sendo secretário de Ambiente. Então a secretaria subiu de patamar. Eu já participei de algumas agendas a convite do vice-governador. Estive com ele em áreas onde outros secretários nunca estiveram. Existe disponibilidade de tempo dele para visitar áreas degradadas de manguezais. Mas não basta só ter vontade política. Claro que vontade política é fundamental para as coisas andarem. Mas é preciso materializar em ações. Não dá mais para esperar projetos mirabolantes&#8221;, diz.</p>
<p>Moscatelli avalia que a história da Baía de Guanabara é marcada pela má gestão de recursos públicos e pede urgência para iniciar a execução de projetos que de fato tragam melhorias ambientais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Acompanho desde os anos 1990. É impressionante o que se produziu de papel e de consultorias que não trouxeram benefício ambiental nenhum ou praticamente nenhum&#8221;, diz ele.</p></blockquote>
</div>
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		<title>Baía de Guanabara tem neste sábado um dia de limpeza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/baia-de-guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 18:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Baía de Guanabara passa neste sábado (25) por um dia de limpeza, e o trabalho promete ser intenso, uma vez que a quantidade de lixo e a poluição na região é um problema antigo. Para realizar a tarefa, a Rede de Conservação Águas da Guanabara (Redagua), que promove a ação, juntou os Projetos Coral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baía de Guanabara passa neste sábado (25) por um dia de limpeza, e o trabalho promete ser intenso, uma vez que a quantidade de lixo e a poluição na região é um problema antigo. Para realizar a tarefa, a Rede de Conservação Águas da Guanabara (Redagua), que promove a ação, juntou os Projetos Coral Vivo, Guapiaçu, Meros do Brasil e Uçá, patrocinados pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, na segunda edição do <em>Clean Up Bay</em> – Dia de Limpeza da Baía de Guanabara.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Esta é a segunda edição do Dia de Limpeza da Baía de Guanabara, inspirado no <em>Clean Up Day</em>, ação mundial promovida anualmente no terceiro sábado de setembro para um mundo sem lixo. Mais uma vez, a ação faz parte do calendário Rio 2030, que inclui ações de educação sustentável com a intenção de sensibilizar a população do estado para a necessidade de cuidados com o meio ambiente.</p>
<p>“O impacto do que queremos causar com este evento, na verdade, é no dia a dia das pessoas. Que elas se envolvam, participem e se sintam impactadas por verem tanto lixo na praia, por verem tantos sacos de lixo coletados e repensem as ações rotineiras de casa, como o próprio descarte do lixo, como o consumismo desenfreado. A ideia é que haja reflexão sobre o que se pode fazer a respeito,” disse a coordenadora geral do Projeto Coral Vivo, a oceanógrafa Flávia Guebert, em entrevista.</p>
<p>Segundo o Coral Vivo, o objetivo de eventos como este é impactar e surpreender as pessoas com a quantidade de lixo escondida na praia, porque a paisagem acaba disfarçando um pouco, e com o que elas podem fazer dentro de casa mesmo”, completou Flávia. Ela informou que ações semelhantes também são realizadas anualmente no estado da Bahia, onde funciona a sede do projeto.</p>
<p>“Estamos na Década do Oceano, que vai de 2021 a 2030, então, a ideia é que olhar para o mar e ver o mar como nosso jardim, o jardim da nossa casa, porque todos dependemos do mar. O oceano regula o nosso clima, nos dá alimento, traz recursos financeiros para quem trabalha com diversas atividades, mas não é só exploração, é cuidado também”, afirmou.</p>
<p>O trabalho de coleta, triagem e destinação de resíduos vai começar às 9h em cinco pontos diferentes nos municípios de São Gonçalo (Praia das Pedrinhas), Niterói (praias de Itaipu e Boa Viagem), Magé (Praia de Piedade), Cachoeiras de Macacu (Rio Macacu) e Tanguá (Rio Caceribu), na região metropolitana do Rio. Depois da coleta e da triagem, o material recolhido será classificado, registrado e pesado.</p>
<p>A bióloga e educadora ambiental do Projeto Meros do Brasil Luana Seixas elogiou a extensão dos pontos incluídos na ação deste sábado e destacou também o aumento de demanda de voluntários para esta edição. “Comparativamente à edição do ano passado, que foi mais para o meio do ano, nesta, aumentamos nossos pontos de atuação, o que mostra que vieram demandas de pessoas dessas regiões. No ano passado, tínhamos quatro pontos. Para nós, é um indicador de transformações e mudanças e, comparativamente, também um aumento dos voluntários.”</p>
<p>O projeto é comprometido com a preservação e recuperação dos meros (<em>Epinephelus itajara</em>), uma espécie de peixe ameaçada por capturas ilegais e pela falta de qualidade da água de manguezais e de áreas de foz dos rios da Baía de Guanabara. De acordo com Luana, este é mais um motivo para a realização de ações como o Dia da Limpeza.</p>
<p>“O declínio da população [de meros] em território nacional está muito ligado à intervenção humana. A pesca é um problema, mas lógico também que estamos usando o ambiente em que o peixe vive, que são áreas costeiras, áreas de manguezal, ou mar aberto, em esportes, pescaria ou como lixo que, sendo levado, acaba prejudicando essa espécie de peixe para o local em que ele está sob ameaça”, acrescentou a bióloga.</p>
<p>Para o presidente da organização não governamental (ONG) Guardiões do Mar e coordenador do Projeto Uçá, de preservação de caranguejos, Pedro Belga, a velocidade das mudanças climáticas torna cada vez mas evidente a necessidade de realizar ações deste tipo para redução da quantidade de lixo e sensibilização das populações. Por isso, o biólogo diz que é importante fazer o evento na Baía de Guanabara, que costuma estar no inconsciente coletivo das pessoas como algo ruim.</p>
<p><em>“Quando se consegue criar uma data específica para tratar de limpeza e colocar as pessoas do bem, juntas, isso ajuda em uma emergência, na urgência que a gente tem. Quanto mais eventos sobre o tema, quanto mais voluntários se engajam, mais se consegue espalhar a corrente do bem e acelerar essa urgência em mobilizar as pessoas para as questões do resíduo sólido, da conservação ambiental e obviamente das emergências climáticas”</em>, disse ele.</p>
<p>Pedro Belga revelou que, no começo do Projeto Caranguejo Uçá de preservação na espécie na Baía de Guanabara, os catadores entediam que seriam transformados em coletores de lixo. “Hoje eles entendem que, ao tirar um sofá do mangue, aquele espaço ocupado pelo sofá estará disponível para que novas tocas de caranguejo se espalhem. Eles ganham a longo prazo. Hoje existem catadores de caranguejo e pescadores artesanais na Baía de Guanabara muito envolvidos na questão do resíduo sólido, porque entenderam que o lixo diminui a economia, a atividade deles e as áreas de trabalho”, acrescentou.</p>
<p>Os voluntários inscritos no Clean Up Bay receberam capacitação <em>online</em> na quarta-feira (22), com o objetivo de formar lideranças para limpeza de praias e outros ambientes, com orientações sobre o uso adequado de equipamentos de proteção individual, extensão da área a ser trabalhada, dinâmica da atividade e tudo o que o voluntário precisa para participar do dia de limpeza, ou organizar a atividade semelhante em sua própria comunidade. Segundo o biólogo, mais de 100 voluntários participaram da capacitação. “Há um interesse maior das pessoas, que querem fazer. Só não sabem como. Às vezes, as pessoas não percebem como é simples cuidar com pequenos atos.”</p>
<p>A guia de turismo Natália Gonçalves, que tem especialização em atrativos naturais, de 26 anos, moradora de Cachoeiras de Macacu, está entre os voluntários que passaram pela capacitação. Natália fez um curso de condutores de trilha no Projeto Guapiaçu, que considera muito importante para a cidade, e disse que, no trabalho, sempre se depara com muito desrespeito à natureza.</p>
<p>“O ser humano precisa de uma educação ambiental absurda, porque é muito lixo. Uma vez, na saída de um passeio em um poço, vimos que uma família deixou uma sacola pendurada no galho da árvore. Para chegar ao poço, tem que fazer trilha. Será que essas pessoas não têm consciência de que lá não vai passar caminhão de lixo, de que não tem coleta?”, indagou.</p>
<p>Natália disse que, desde pequena, interessa-se por questões relacionadas ao meio ambiente e é assim que gosta de educar o filho Paulo César, de 6 anos. “Uma vez também eu estava tomando banho de rio com meu filho, e ele viu uma pessoa jogar uma tampinha de garrafa, na mesma hora ele falou: ‘mãe isso é errado’. Ele estava certo.”</p>
<h2>Coleta</h2>
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<figure id="attachment_58542" aria-describedby="caption-attachment-58542" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Baia-de-Guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-58542" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Baia-de-Guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C499&#038;ssl=1" alt="Baía De Guanabara Tem Neste Sábado Um Dia De Limpeza - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="499" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Baia-de-Guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Baia-de-Guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Baia-de-Guanabara-tem-neste-sabado-um-dia-de-limpeza-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C496&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58542" class="wp-caption-text">Além de coletar resíduos, iniciativa visa chamar a atenção para o cuidado com o meio ambiente &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Na edição anterior, em junho de 2022, em apenas uma hora de trabalho, foram recolhidos 530 quilos de resíduos em 180 metros de faixas de areia. Desse volume, 39% eram resíduos plásticos encontrados sob diferentes formas, desde itens maiores, como sacos de plástico, redes de pesca e fragmentos de isopor, até lacres e anéis de plástico das embalagens de bebidas.</p>
<p>Na coleta foram encontrados ainda canudos e brinquedos, que podem provocar lesões nos peixes, mamíferos e aves marinhas.</p>
<p>O <em>Clean Up Bay </em>conta com apoio do Projeto Do Mangue ao Mar, em convênio com a Transpetro, nas atividades desenvolvidas na Praia de Piedade, em Magé.</p>
<p>Como ocorreu no ano passado, o Dia de Limpeza da Baía de Guanabara tem a participação de Moçambique, que fará ação semelhante em uma de suas praias, a de Macaneta, em ação de limpeza realizada pela Cooperativa de Educação Ambiental Repensar.</p>
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		<title>Museu do Amanhã comemora 7 anos com exposição sobre Baía de Guanabara</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/museu-do-amanha-comemora-7-anos-com-exposicao-sobre-baia-de-guanabara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2022 01:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
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<p>Para marcar o seu sétimo aniversário, o Museu do Amanhã inaugurou a exposição interativa <em>Baía em Movimento</em>. Trata-se de uma instalação que, por meio de uma série de vídeos, leva o visitante a uma viagem pela vida marinha local e estimula reflexões sobre os desafios a serem superados nos próximos anos, como o despejo de esgoto e lixo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Museu do Amanhã abriu as portas em 17 de dezembro de 2015 e foi um dos equipamentos culturais construídos dentro do processo de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro. Projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava e concebido conjuntamente pela prefeitura do Rio e pela Fundação Roberto Marinho, ele é mantido com a apoio de mantenedores e patrocinadores privados. Seu objetivo é discutir o futuro, os impactos da atividade humana sobre o planeta e os caminhos para um mundo mais sustentável.</p>
<p>A exposição <em>Baía em Movimento </em>teve início ontem (16). Ela busca chamar atenção para a necessidade de mobilização social e de engajamento em torno da regeneração da Baía de Guanabara. O visitante pode acompanhar imagens subaquáticas com tartarugas, peixes e arraias. Por meio de uma maquete, também é possível conferir o relevo e suas ondulações, a malha de rios que desaguam ali, sua vegetação original e áreas urbanizadas. Já em painel interativo, o público tem acesso a depoimentos de especialistas, ativistas, além de fotos de períodos diversos.</p>
<p>Patrocinada pela Águas do Rio e pelo Instituto Aegea, concessionárias do serviço de água e esgoto em municípios fluminenses, a exposição pode ser visitada de terça a domingo, incluindo feriados. Os ingressos variam entre R$ 15 e R$ 30, mas há gratuidades para crianças até 5 anos, guias de turismo, estudantes e professores da rede pública, moradores de bairros vizinhos, entre outros grupos.</p>
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