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	<title>aves &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mais de 500 espécies de aves podem ser extintas em 100 anos, alerta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Extinção]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica Nature Ecology &#38; Evolution alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica <em>Nature Ecology &amp; Evolution</em> alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais fatores de risco.</p>
<p>De acordo com os cientistas, o número projetado é três vezes maior que todas as extinções de aves registradas desde o ano 1500. Espécies vulneráveis como o pássaro-guarda-chuva-de-pescoço-pelado, o calau-de-capacete e o pássaro-sol-de-barriga-amarela estão entre as mais ameaçadas.</p>
<p>O estudo analisou quase 10 mil espécies, com base em dados da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Os pesquisadores alertam que, mesmo com a redução imediata das ameaças humanas, cerca de 250 espécies ainda correm risco e exigem programas complementares de conservação, como reprodução assistida e restauração de ecossistemas.</p>
<p>“Estamos diante de uma crise de extinção sem precedentes. Reduzir as ameaças humanas é urgente, mas não será suficiente. Precisamos de ações direcionadas às aves mais raras”, afirmou a pesquisadora Kerry Stewart, principal autora do artigo.</p>
<p>A pesquisa mostra que aves de grande porte são mais vulneráveis à caça e ao clima extremo, enquanto aves com asas largas sofrem mais com a degradação do habitat. Além disso, destaca que preservar apenas 100 das espécies mais singulares pode evitar até 68% da perda de diversidade funcional, fundamental para a manutenção de ecossistemas saudáveis.</p>
<p>“O fim da destruição dos habitats salvaria a maioria das aves, mas evitar a caça e mortes acidentais é essencial para proteger aquelas com funções ecológicas únicas”, concluiu a professora Manuela Gonzalez-Suarez, coautora do estudo.</p>
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		<title>Confirmado primeiro caso de gripe aviária em aves comerciais no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confirmado-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-em-aves-comerciais-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 10:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Aviária]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza Aviária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta quinta-feira (16) o primeiro caso de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em um plantel de aves comerciais no Brasil. O foco foi detectado em uma granja matrizeira no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. Com a confirmação, o Brasil terá de suspender temporariamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta quinta-feira (16) o primeiro caso de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em um plantel de aves comerciais no Brasil. O foco foi detectado em uma granja matrizeira no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Com a confirmação, o Brasil terá de suspender temporariamente a exportação de aves para a China, conforme previsto em contratos comerciais. Essa é a primeira vez que a doença atinge o sistema de avicultura comercial do país — os registros anteriores envolviam apenas aves silvestres ou de subsistência.</p>
<p>Em nota, o Mapa destacou que não há risco no consumo de carne de frango ou ovos, e que a gripe aviária não é transmitida por alimentos. O vírus representa baixo risco para humanos, afetando principalmente trabalhadores com exposição direta a aves infectadas.</p>
<h3>Medidas de contenção</h3>
<p>O ministério informou que já foram adotadas as ações previstas no Plano Nacional de Contingência para Influenza Aviária, com foco na contenção e erradicação imediata do foco, preservando a capacidade produtiva do setor e o abastecimento nacional.</p>
<p>A pasta também notificou oficialmente a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), os Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, os parceiros comerciais do Brasil e os demais entes da cadeia produtiva.</p>
<p>&#8220;O Serviço Veterinário oficial está treinado e equipado para o enfrentamento da doença&#8221;, ressaltou o Mapa.</p>
<p>Desde 2006, a gripe aviária de alta patogenicidade tem sido registrada com maior frequência em países da Ásia, África e Europa, mas até agora não havia atingido a avicultura industrial brasileira — um dos maiores setores exportadores de proteína animal do mundo.</p>
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