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	<title>Aumento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Aumento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Aos 90 anos, Alcoólicos Anônimos registra aumento da participação feminina</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aos-90-anos-alcoolicos-anonimos-registra-aumento-da-participacao-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AA. 90 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste 10 de junho, o Alcoólicos Anônimos (AA) completa 90 anos de fundação com um dado marcante: o número de reuniões exclusivamente femininas cresceu 44,7% desde a pandemia, revelando uma crescente presença de mulheres na luta contra a dependência do álcool. Hoje, são cerca de 65 reuniões desse tipo — presenciais e online — realizadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste 10 de junho, o Alcoólicos Anônimos (AA) completa 90 anos de fundação com um dado marcante: o número de reuniões exclusivamente femininas cresceu 44,7% desde a pandemia, revelando uma crescente presença de mulheres na luta contra a dependência do álcool. Hoje, são cerca de 65 reuniões desse tipo — presenciais e online — realizadas em todo o Brasil.</p>
<p>O caso da pernambucana I.F., de 42 anos, ilustra essa mudança. Após uma separação e em meio às dificuldades da pandemia, ela desenvolveu uma relação nociva com a bebida. Ao ver uma reportagem sobre o AA em 2020, decidiu procurar ajuda. “Acordei e comecei a beber pela manhã. Aquilo me assustou. Foi quando encontrei uma reunião virtual só com mulheres”, conta. Ali, ouviu histórias parecidas com a sua e, desde então, não saiu mais do grupo. “A participação no AA me salvou da destruição.”</p>
<figure id="attachment_84111" aria-describedby="caption-attachment-84111" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84111" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Integrantes-do-grupo-Alcoolicos-Anonimos-que-completa-90-anos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Integrantes Do Grupo Alcoólicos Anônimos, Que Completa 90 Anos - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Integrantes-do-grupo-Alcoolicos-Anonimos-que-completa-90-anos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Integrantes-do-grupo-Alcoolicos-Anonimos-que-completa-90-anos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Integrantes-do-grupo-Alcoolicos-Anonimos-que-completa-90-anos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Integrantes-do-grupo-Alcoolicos-Anonimos-que-completa-90-anos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84111" class="wp-caption-text">Integrantes do grupo Alcoólicos Anônimos, que completa 90 anos, contam suas histórias &#8211; Foto: Alcóolicos Anônimos/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Segundo a presidente da Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil (JUNAAB), a psicóloga Lívia Pires Guimarães, o alcoolismo entre mulheres é subnotificado por conta do estigma social. “Elas costumam beber dentro de casa, o que torna o problema invisível”, explica. O ambiente online, no entanto, permitiu que mais mulheres tivessem acesso ao acolhimento oferecido pela irmandade.</p>
<p>Criado em 1935 nos Estados Unidos, o AA é um grupo sem fins lucrativos onde pessoas compartilham experiências e oferecem apoio mútuo para a superação do alcoolismo. As reuniões são gratuitas, anônimas e organizadas pelos próprios membros.</p>
<p>As histórias de transformação são muitas. R.S., de 61 anos, no Piauí, teve seu primeiro contato com a bebida aos 6 anos. Vindo de uma família marcada pelo alcoolismo, ele chegou ao AA em 1992 e está há 33 anos em abstinência. “Na adolescência, perdi o controle. No meu primeiro emprego, gastei todo o salário com bebida”, relata.</p>
<figure id="attachment_84112" aria-describedby="caption-attachment-84112" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-84112" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Participacao-feminina-nas-reunioes-do-AA-aumentou-apos-a-pandemia-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Participação Feminina Nas Reuniões Do AA Aumentou Após A Pandemia - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Participacao-feminina-nas-reunioes-do-AA-aumentou-apos-a-pandemia-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Participacao-feminina-nas-reunioes-do-AA-aumentou-apos-a-pandemia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Participacao-feminina-nas-reunioes-do-AA-aumentou-apos-a-pandemia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/10-Participacao-feminina-nas-reunioes-do-AA-aumentou-apos-a-pandemia-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84112" class="wp-caption-text">Participação feminina nas reuniões do AA aumentou após a pandemia &#8211; Foto Alcóolicos Anônimos/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Já Natali, de 67 anos, morador de São Paulo, começou a beber aos 13, após a morte do pai. Aos 21, perdeu a noiva e viu a dor agravar sua dependência. “O AA me mostrou que sou capaz de ser quem sempre fui, mas que o álcool não deixava.”</p>
<p>As reuniões — virtuais ou presenciais — continuam sendo uma oportunidade para que mais pessoas encontrem um caminho possível para a sobriedade. Como lembra I.F., “basta dar o primeiro passo”.</p>
<p><em>Para participar de uma reunião dos Alcoólicos Anônimos, acesse</em>: <a href="https://www.alcoolicosanonimos.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.alcoolicosanonimos.org.br</a></p>
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		<title>Câmara aprova aumento de deputados federais para 531 a partir de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 14:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (6) um projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Casa. A mudança, motivada pelo crescimento populacional registrado no Censo de 2022, passa a valer a partir da legislatura de 2027. O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (6) um projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Casa. A mudança, motivada pelo crescimento populacional registrado no Censo de 2022, passa a valer a partir da legislatura de 2027.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator Damião Feliciano (União-PB) ao PLP 177/23, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ). Em vez de aplicar o critério proporcional estabelecido pela antiga Lei Complementar 78/93 — agora revogada — o relator propôs um acréscimo político negociado, que evita a perda de vagas por estados que veriam sua representação encolher com a nova contagem populacional.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de um acréscimo modesto de 3,5%, enquanto a população nos últimos 40 anos cresceu mais de 40%&#8221;, justificou Feliciano, ressaltando que retirar cadeiras de determinadas regiões — especialmente do Nordeste, que perderia oito vagas — significaria reduzir sua força política e capacidade de captação de recursos federais.</p>
<p>A proposta surge após decisão do Supremo Tribunal Federal, que em agosto de 2023 reconheceu omissão do Congresso na atualização da distribuição de cadeiras conforme a Constituição. A ação foi movida pelo governo do Pará, estado cuja população cresceu significativamente nas últimas décadas.</p>
<p>O projeto segue agora para análise do Senado.</p>
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		<title>Rio de Janeiro discute medidas para conter avanço do feminicídio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-discute-medidas-para-conter-avanco-do-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 14:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio de Janeiro enfrenta uma escalada preocupante nos casos de feminicídio, com um crime registrado a cada 72 horas, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O estado ocupa a quinta posição no ranking global de feminicídios, conforme levantamento do Ministério Público Estadual. Diante desse cenário, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro enfrenta uma escalada preocupante nos casos de feminicídio, com um crime registrado a cada 72 horas, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O estado ocupa a quinta posição no ranking global de feminicídios, conforme levantamento do Ministério Público Estadual.</p>
<p>Diante desse cenário, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizou, nesta terça-feira (18), uma audiência pública na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para discutir soluções e reforçar as políticas de proteção às vítimas de violência doméstica.</p>
<p><strong>Ampliação da Rede de Proteção</strong></p>
<p>A presidente da comissão, deputada Renata Souza (PSOL), defendeu a criação de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) em municípios onde o serviço ainda não está disponível. <em>&#8220;Indicamos a necessidade de ampliar as DEAMs para garantir que as vítimas recebam atendimento adequado e se sintam seguras e acolhidas&#8221;</em>, destacou a parlamentar.</p>
<p>Dados do ISP revelam que 84% dos feminicídios registrados no estado ocorreram dentro das residências das vítimas e, em 22% dos casos, os filhos presenciaram o crime.</p>
<p>A deputada Dani Balbi (PCdoB) alertou para a deficiência orçamentária nas políticas públicas voltadas às mulheres, que recebem menos de 0,5% do orçamento estadual. <em>&#8220;Precisamos nos articular para fortalecer os direitos das mulheres e garantir mais investimentos nessa área&#8221;</em>, afirmou.</p>
<p><strong>Relato de uma sobrevivente</strong></p>
<p>Graciele Silva, integrante do Movimento de Mulheres de São Gonçalo, compartilhou sua experiência como sobrevivente de uma tentativa de feminicídio em outubro de 2024. Seu agressor, que possuía 34 passagens pela polícia, sendo 16 relacionadas à violência contra mulheres, tentou assassiná-la com 15 facadas dentro de um consultório odontológico. &#8220;Eu poderia ter sido mais uma estatística. Peço que o Estado priorize políticas efetivas para combater esse crime&#8221;, declarou emocionada.</p>
<p><strong>Feminicídio: uma crise nacional</strong></p>
<p>A socóloga Munah Malek, representante do Levante Feminista contra o Feminicídio, comparou a situação da violência contra a mulher no Brasil a um &#8220;cenário de guerra&#8221;. <em>&#8220;A cada ano, pelo menos 1.400 mulheres são assassinadas no país, somando 14 mil mortes em uma década. Além disso, cerca de 21,4 milhões de violências são cometidas contra as mulheres, atingindo, em sua maioria, mulheres negras&#8221;</em>, alertou.</p>
<p>Já a promotora do Ministério Público Estadual, Eveleen Oliveira, ressaltou que apenas a aplicação da lei não é suficiente para conter a violência. <em>&#8220;Nosso papel é garantir o processo legal, mas é fundamental atuar de forma preventiva, com políticas públicas mais eficazes. O Ministério Público está comprometido em fortalecer a rede de proteção às mulheres</em>&#8220;, concluiu.</p>
<p>A audiência reforçou a urgência de medidas concretas para conter o feminicídio no estado e garantir a segurança das mulheres, pressionando o governo a ampliar investimentos na área e reforçar a fiscalização de políticas públicas já existentes.</p>
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		<item>
		<title>Usuários do Metrô no Rio Protestam Contra Aumento da Tarifa para R$ 7,50</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/usuarios-do-metro-no-rio-protestam-contra-aumento-da-tarifa-para-r-750/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 02:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jonrla Expresso carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Metrô Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifa]]></category>
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					<description><![CDATA[No primeiro dia do aumento na tarifa do transporte público, passageiros do metrô do Rio de Janeiro expressam sua indignação. Desde a última sexta-feira (13), o valor do bilhete subiu para R$ 7,50, ante os anteriores R$ 6,90. Anteriormente, o governo de Cláudio Castro (PL) subsidiava R$ 0,30 da tarifa cheia de R$ 7,20, fazendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia do aumento na tarifa do transporte público, passageiros do metrô do Rio de Janeiro expressam sua indignação. Desde a última sexta-feira (13), o valor do bilhete subiu para R$ 7,50, ante os anteriores R$ 6,90.</p>
<p>Anteriormente, o governo de Cláudio Castro (PL) subsidiava R$ 0,30 da tarifa cheia de R$ 7,20, fazendo com que os usuários pagassem o valor de R$ 6,90. Esse subsídio universal havia sido estabelecido em 2022 para mitigar os impactos da crise financeira decorrente da pandemia de Covid-19.</p>
<p>No entanto, a gestão interrompeu esse desconto e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) aprovou o aumento. Dessa forma, o reajuste ultrapassou a inflação do último ano, que foi de 4,5%. O Rio de Janeiro tornou-se novamente o único estado a não subsidiar universalmente a tarifa do metrô, mantendo-a como a mais cara do país.</p>
<p>Embora o governo fluminense mantenha um programa de tarifa social para pessoas com renda mensal de até R$ 3.205,20, os usuários continuam insatisfeitos. O publicitário Leonard Brunno, 30, residente em Coelho Neto, na zona norte, relata que despende cerca de R$ 280 mensais somente no deslocamento casa-trabalho até a Central do Brasil. Mesmo cadastrado na tarifa social pela empresa em que trabalha, ele considera o custo elevado.</p>
<p>A MetrôRio informa que, dos 45 milhões de passageiros transportados de janeiro a março deste ano, 12,3 milhões utilizaram a tarifa social, o que representa aproximadamente 30% dos passageiros pagantes diários.</p>
<p>A manicure Thamiris Boaventura, 35, relata que ficou sem o direito à tarifa social devido a uma renda mensal levemente superior ao teto estabelecido. Ela teme que o aumento da tarifa afete seus rendimentos, pois se desloca entre bairros da zona sul para atender seus clientes.</p>
<p>Os usuários também criticam a falta de conexão do metrô com outras cidades da região metropolitana, especialmente na Baixada Fluminense, onde não há estações. Além disso, lamentam a ausência de inauguração de novas estações, com obras paralisadas há anos, como no caso da estação da Gávea, que teve seus trabalhos interrompidos desde 2015.</p>
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		<item>
		<title>Número de casos de dengue em 2024 ultrapassa os registros de 2023 em cinco estados e no DF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-casos-de-dengue-em-2024-ultrapassa-os-registros-de-2023-em-cinco-estados-e-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde revelam uma preocupante realidade: pelo menos cinco estados e o Distrito Federal já acumulam mais casos de dengue nas primeiras semanas de 2024 do que em todo o ano de 2023. Até a última segunda-feira (4), o Amapá registrou 1.950 casos prováveis da doença, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde revelam uma preocupante realidade: pelo menos cinco estados e o Distrito Federal já acumulam mais casos de dengue nas primeiras semanas de 2024 do que em todo o ano de 2023.</p>
<p>Até a última segunda-feira (4), o Amapá registrou 1.950 casos prováveis da doença, superando os 1.237 casos de todo o ano anterior. O Amazonas contabilizou 8.304 casos prováveis, ante os 6.450 de 2023. Em Goiás, houve um aumento de 69.737 para 69.718 casos prováveis. No Rio de Janeiro, o salto foi de 49.330 para 92.445 casos prováveis. Em Roraima, o número subiu de 237 para 299 casos prováveis. Já no Distrito Federal, a situação é mais alarmante, com 117.588 casos prováveis, comparados aos 38.584 registrados em todo o ano passado.</p>
<p>Os coeficientes de incidência também são preocupantes. No Amapá, são 265,9 casos para cada 100 mil habitantes; no Amazonas, 210,7; em Goiás, 988,4; no Rio de Janeiro, 575,8; em Roraima, 47; e no Distrito Federal, 4.174,1.</p>
<p>Diante dessa explosão de casos, Acre, Distrito Federal, Goiás e Rio de Janeiro decretaram emergência em saúde pública. Minas Gerais, embora não tenha ultrapassado os registros de 2023, está próximo desse cenário, com 407.977 casos prováveis contabilizados nas primeiras semanas de 2024, contra 408.393 em todo o ano anterior.</p>
<p>Além disso, Espírito Santo, Santa Catarina e São Paulo também declararam emergência em saúde pública devido ao aumento expressivo de casos de dengue neste ano. Os números são alarmantes: o Espírito Santo contabiliza 43.743 casos prováveis, Santa Catarina 35.536 e São Paulo 217.633, todos superando os registros de 2023.</p>
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		<title>Dengue no Rio tem número de casos seis vezes maior que o esperado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dengue-no-rio-tem-numero-de-casos-seis-vezes-maior-que-o-esperado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 19:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O boletim semanal Panorama da Dengue, divulgado sexta-feira (16) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), mostrou que o estado está com um número de casos prováveis de dengue seis vezes acima do limite máximo esperado para esta época do ano, de acordo com a série histórica dos últimos dez anos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O boletim semanal Panorama da Dengue, divulgado sexta-feira (16) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), mostrou que o estado está com um número de casos prováveis de dengue seis vezes acima do limite máximo esperado para esta época do ano, de acordo com a série histórica dos últimos dez anos. Houve quatro óbitos confirmados: dois no município do Rio de Janeiro, um em Mangaratiba e um em Itatiaia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A análise mostrou ainda que a tendência de aumento na transmissão de casos se mantém pela nona semana consecutiva. De janeiro até 15 de fevereiro, foram registrados 41.252 casos de dengue em todo o estado, número equivalente a 80% dos casos notificados em todo o ano de 2023, quando o Rio de Janeiro teve 51.479 casos da doença.</p>
<p>Elaborado pelo Centro de Inteligência em Saúde (CIS) da SES-RJ, o boletim usa um modelo de cálculo epidemiológico conhecido como <em>nowcasting</em>, que leva em conta o atraso de inserção de dados no sistema de vigilância. O período analisado pelo boletim corresponde à Semana Epidemiológica 6 (SE 6), que vai de 04/02/2024 a 10/02/2024, incluindo o período de carnaval. Foram registrados nesse período 6.593 casos. Com base no modelo de análise, a secretaria estima que mais de 25 mil novos casos devem ser registrados para o período. Ou seja, cerca de 19 mil registros ainda devem entrar no sistema.</p>
<p>O Panorama da Dengue apresenta também o indicador Excesso de Casos (EC), que mostra quantas vezes o número de casos registrados excede o limite máximo considerado dentro do esperado para o momento atual. Por essa métrica, as regiões Metropolitana I &#8211; que inclui a capital e Baixada Fluminense &#8211; e Serrana são as que apresentam o maior excesso de casos (20 vezes e 5,6 vezes, respectivamente). Em seguida vêm as regiões Centro-Sul (EC = 4,7 vezes) e Baía de Ilha Grande (EC aproximado de 3 vezes), onde estão Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba.</p>
<p>Segundo a secretária de estado de Saúde, Claudia Mello, a pasta vem monitorando o crescimento da transmissão em todo o estado e oferecendo apoio aos 92 municípios, com treinamento de profissionais com os protocolos de diagnóstico e tratamento dos pacientes e envio de insumos, equipamentos e medicamentos para montagem de salas de hidratação nos municípios, entre outras ações.</p>
<p>“Mas é importante também que a população esteja junto conosco neste momento, com uma série de medidas para controlar e eliminar focos de dengue dentro de casa, onde ficam 80% dos criadouros do <em>Aedes aegypti</em>”, afirmou Claudia, em nota.</p>
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		<title>Cresce Número de Vagas para Estagiários com Mais de 50 Anos, Aponta Pesquisa do CIEE Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 14:23:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[CIEE/RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Estágios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 50 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo CIEE Rio revela um aumento significativo na contratação de estagiários com mais de 50 anos. Em outubro de 2022, o estado do Rio contava com 2.324 estagiários nessa faixa etária, e esse número saltou para 2.720 em um ano, representando um crescimento de 17%. A pesquisa, que ouviu mais de 100 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo CIEE Rio revela um aumento significativo na contratação de estagiários com mais de 50 anos. Em outubro de 2022, o estado do Rio contava com 2.324 estagiários nessa faixa etária, e esse número saltou para 2.720 em um ano, representando um crescimento de 17%. A pesquisa, que ouviu mais de 100 mil estagiários em todo o Brasil durante os processos de seleção de outubro de 2022 a outubro de 2023, destaca o Rio de Janeiro como o segundo estado com o maior número de estagiários acima de 50 anos, ficando atrás apenas de São Paulo (63%), seguido por Bahia (7%) e Pará (3%).</p>
<p>No estado do Rio, 465 estagiários 50+ estão atuando em grandes empresas, abrangendo diversas áreas, com destaque para Pedagogia (80%), Direito (15%), Serviço Social (3%) e Ciências Contábeis (2%). Além disso, há dois estagiários 50+ de Nível Técnico, sendo 340 mulheres e 125 homens.</p>
<p>O CEO do CIEE Rio, Gustavo Coppola, destaca que esses números têm potencial para crescer, considerando o envelhecimento da população. Ele ressalta a importância de as empresas começarem a se preocupar com práticas de gestão da idade, recrutamento, seleção e treinamentos inclusivos para pessoas mais maduras.</p>
<p><em>“São números que tendem a crescer, uma vez que a população está envelhecendo. Estima-se que 57% dos brasileiros ativos terão 45 anos ou mais em 2040. As empresas precisam começar a se preocupar agora em lidar com as práticas de gestão da idade, fazer recrutamentos, seleções e treinamentos que incluam essas pessoas.” pontua o CEO do CIEE Rio, Gustavo Coppola.</em></p>
<p>A pesquisa também revela que 63% dos entrevistados buscam uma graduação e qualificação mais maduras para melhorar a situação financeira, enquanto 26% estão realizando uma nova faculdade para se atualizar e melhorar a empregabilidade. Além disso, 11% buscam recomeçar uma nova carreira, estudando na profissão que sempre sonharam, mas não puderam seguir quando eram mais jovens.</p>
<p>Coppola destaca que empresas que adotaram programas para maiores de 50 anos observam que esses profissionais são mais responsáveis, seguros, dedicados ao trabalho e agregam muito com sua experiência e visão de mundo. A pesquisa enfatiza que a diversidade geracional no ambiente de trabalho é benéfica para as empresas, contribuindo para um ambiente mais completo. A possibilidade de ter várias gerações trabalhando juntas é vista como positiva.</p>
<p><em> “As empresas que adotaram os programas para maiores de 50 anos dizem que profissionais mais velhos se mostram mais responsáveis, seguros, dedicados ao trabalho e agregam muito com sua experiência e visão de mundo. Nossa surpresa foi muito positiva. A possibilidade de ter uma, duas e até quatro gerações trabalhando juntas é muito bom para as empresas porque é na diversidade que a gente se completa”,</em> reafirma Coppola</p>
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		<title>Casos de dengue no Brasil aumentam 17,5% em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-dengue-no-brasil-aumentam-175-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 15:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Ministério da Saúde indicam que os casos prováveis de dengue no Brasil aumentaram 17,5% em 2023 em relação ao ano passado. As ocorrências passaram de 1,3 milhão de casos em 2022 para 1,6 milhão de casos este ano. Já a taxa de letalidade ficou em 0,07% nos dois anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Ministério da Saúde indicam que os casos prováveis de dengue no Brasil aumentaram 17,5% em 2023 em relação ao ano passado. As ocorrências passaram de 1,3 milhão de casos em 2022 para 1,6 milhão de casos este ano. Já a taxa de letalidade ficou em 0,07% nos dois anos, somando 1.053 mortes confirmadas em 2023 e 999 no ano passado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Fatores como a variação climática, o aumento das chuvas, o número de pessoas suscetíveis às doenças e a mudança na circulação de sorotipo do vírus são fatores que podem ter contribuído para esse crescimento”,</em> avaliou o ministério em nota. Os estados com maior incidência de dengue são Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás.</p>
<h2>Chikungunya</h2>
<p>Em relação à chikungunya, até dezembro de 2023, foram notificados 145,3 mil casos da doença no país, com taxa de incidência de 71,6 casos por 100 mil habitantes. Em comparação com o mesmo período de 2022, quando foram notificados 264,3 mil casos (123,9 casos por 100 mil habitantes), a redução foi de 42,2%. Este ano, foram confirmados ainda 100 óbitos provocados pela doença. As maiores incidências estão em Minas Gerais, no Tocantins e Espírito Santo.</p>
<h2>Zika</h2>
<p>Já os dados de zika foram coletados pela pasta até o fim de abril de 2023. Ao todo, foram notificados 7,2 mil casos da doença, com taxa de incidência de 3,6 casos por 100 mil habitantes. Houve aumento de 289% em relação ao mesmo período de 2022, quando 1,6 mil ocorrências da doença foram notificadas. Até o momento, há registro de um óbito por zika em investigação.</p>
<h2>Criadouros</h2>
<p>O Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) indicam que, em 2023, 74,8% dos criadouros do mosquito da dengue estão nos domicílios, como em vasos e pratos de plantas, garrafas retornáveis, pingadeiras, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósitos de construção (sanitários estocados, canos).</p>
<p>Os números mostram ainda que depósitos de armazenamento de água elevados (caixas d’água, tambores, depósitos de alvenaria) e no nível do solo (tonel, tambor, barril, cisternas, poço, cacimba, cisterna) aparecem como segundo maior foco de procriação dos mosquitos, com 22%, enquanto depósitos de pneus e lixo têm 3,2%.</p>
<p>A pesquisa é realizada pela amostragem de imóveis e criadouros com água positivos para larvas de <em>Aedes aegypti</em> no âmbito municipal. Os estados consolidam os dados dos municípios e encaminham ao ministério.</p>
<h2>Mudanças climáticas</h2>
<p>Em nota, a pasta destacou que a projeção de aumento de casos de dengue no próximo verão brasileiro se deve a fatores como a combinação entre calor e chuva intensos, possíveis efeitos do El Niño, conforme aponta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Outro agravante é o ressurgimento recente dos sorotipos 3 e 4 do vírus no Brasil.</p>
<p>“Com as mudanças climáticas, altas temperaturas e períodos chuvosos, a expectativa é que o número de criadouros aumente. Por esse motivo, é preciso o empenho da sociedade para eliminar os criadouros e evitar água parada. As medidas são simples e podem ser implementadas na rotina. O Ministério da Saúde sugere que a população faça uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana.”</p>
<p>“Para garantir a proteção contra o mosquito vetor das arboviroses, o Ministério da Saúde encaminha um biolarvicida aos estados e municípios, de acordo com a situação epidemiológica local e com a demanda. O produto representa uma alternativa eficiente no controle das larvas dos mosquitos, com baixo impacto ambiental.”</p>
<h2>Controle</h2>
<p>Ainda em nota, o ministério informou estar alerta e monitorar constantemente o cenário das arboviroses no Brasil. Como parte das ações de enfrentamento às doenças, a pasta anunciou R$ 256 milhões para o fortalecimento da vigilância das arboviroses. “O momento é de intensificar os esforços e as medidas de prevenção por parte de todos para reduzir a transmissão das doenças.”</p>
<p>“Para evitar o agravamento dos casos, a população deve buscar o serviço de saúde mais próximo ao apresentar os primeiros sintomas. Cerca de 11,7 mil profissionais de saúde foram capacitados em 2023 para manejo clínico, vigilância e controle de arboviroses.”</p>
<p>Do valor total do investimento, R$ 111,5 milhões serão efetivados até o fim deste ano, em parcela única, para fortalecer as ações de vigilância e contenção do <em>Aedes aegypti</em> – sendo R$ 39,5 milhões para estados e o Distrito Federal e R$ 72 milhões para municípios. Além disso, haverá repasse de R$ 144,4 milhões para fomentar ações de vigilância em saúde em todo o país.</p>
<h2>Vacina</h2>
<p>A Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) analisa neste momento a incorporação da vacina Qdenga ao Sistema Único de Saúde (SUS). Nessa quinta-feira (7), o ministério abriu consulta pública sobre o tema. Considerando o cenário epidemiológico, a comissão já recomendou a incorporação do imunizante inicialmente para localidades e públicos prioritários a serem definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).</p>
<p>A definição dos grupos e localidades deve considerar as regiões de maior incidência e transmissão da dengue e as faixas etárias de maior risco para agravamento da doença. A restrição de público, segundo o ministério, também leva em conta a capacidade de fornecimento das doses por parte da fabricante.</p>
<p>Todas as recomendações de incorporação de medicamentos e insumos feitas pela Conitec são submetidas à consulta pública por um período de 20 dias. A pasta destacou, entretanto, que, considerando a projeção epidemiológica para o próximo verão, com a possibilidade de aumento de casos de dengue, a consulta ficará aberta pelo prazo de dez dias.</p>
<h2>Método Wolbachia</h2>
<p>O governo federal anunciou ainda a ampliação do chamado método Wolbachia. A estratégia consiste na liberação de Aedes aegypti injetados com a bactéria <em>Wolbachia</em>, que inibe a transmissão de doenças. A proposta é que esses mosquitos se reproduzam com outros <em>Aedes aegypti </em>locais e ajudem a estabelecer uma nova população de insetos, todos portando a bactéria e, consequentemente, não transmitindo doenças.</p>
<p>O método <em>Wolbachia</em> está sendo expandido atualmente para Natal, Uberlândia (MG), Presidente Prudente (SP), Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Joinville (SC). A estratégia já é utilizada em Campo Grande (MS), Petrolina (PE), Belo Horizonte (MG), Niterói (RJ) e no Rio de Janeiro.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Durante coletiva de imprensa, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou a importância de ações coordenadas de combate às arboviroses, de esclarecimento junto à população e de acompanhamento epidemiológico e cientifico das doenças.</p>
<blockquote><p>“Esta semana, voltei da COP28 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] e, pela primeira vez, tivemos um evento dedicado à saúde na programação oficial.”</p></blockquote>
<p>“Sabemos que, com as mudanças climáticas e o processo de aquecimento, há um impacto geral na saúde e, em especial, nos grupos mais vulneráveis. Há também um impacto muito acentuado em relação às arboviroses”, disse, ao citar o que classifica como um cenário desafiador.</p>
<p><em>“Esse desafio está dentro daquilo que vemos como doenças de determinação ambiental e social porque afetam sobremaneira os grupos mais vulneráveis. É onde vemos esse impacto maior. Não só pela circulação do vírus, pela transmissão via Aedes aegypti e pelos criadouros de larva, mas também porque vemos essa situação em relação aos cuidados clínicos necessários.”</em></p>
<p>Nísia lembrou que o país já possui conhecimento científico validado que permite uma maior proteção da população.</p>
<p><em>“Estamos, neste momento, já pactuando muitas ações com estados e municípios. Como tudo que se faz no SUS, não é possível fazer de gabinete. Entre essas ações, destaco o fortalecimento da vigilância, o controle de vetores. Para isso, contamos com muitos meios no SUS e estamos destinando R$ 256 milhões.”</em></p>
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		<title>Aumento nos casos de covid-19 ressurge no Japão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aumento-nos-casos-de-covid-19-ressurge-no-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 14:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento gradual de casos de covid-19 é observado no Japão, de acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social. Após o governo ter reclassificado a doença para a mesma categoria da gripe sazonal em 8 de maio, os relatórios de casos têm sido coletados semanalmente, em vez de diariamente, de cerca de cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aumento gradual de casos de covid-19 é observado no Japão, de acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social. Após o governo ter reclassificado a doença para a mesma categoria da gripe sazonal em 8 de maio, os relatórios de casos têm sido coletados semanalmente, em vez de diariamente, de cerca de cinco mil instituições médico-hospitalares designadas em todo o país.</p>
<p>Durante a semana que terminou em 14 de maio, cada instituição identificou, em média, 2,63 mil casos de coronavírus. Esse número aumentou para 3,55 na semana seguinte e para 3,63 na semana que acabou em 28 de maio. Essa tendência de aumento se mantém por oito semanas consecutivas, desde abril, após uma queda gradual desde o pico da oitava onda de infecções em dezembro passado.</p>
<p>O Ministério da Saúde também monitora semanalmente o número de novos pacientes hospitalizados por covid-19. Durante a oitava onda, em dezembro, esse total ultrapassou 20 mil, mas desde a reclassificação tem variado entre dois mil e três mil.</p>
<p>Embora a contagem de casos esteja relativamente baixa no momento, o Ministério da Saúde alerta a população para estar preparada para uma possível onda de infecções durante o verão e adotar as medidas necessárias para prevenir a propagação do vírus.</p>
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		<title>Petrobras eleva valor da gasolina para distribuidoras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-eleva-valor-da-gasolina-para-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 14:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuidoras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 25 de Janeiro, a Petrobras irá elevar o valor médio de venda de sua gasolina A para distribuidoras de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, um aumento de R$ 0,23 por litro. De acordo com a empresa, essa alteração é coerente com a evolução dos preços de referência e segue a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de 25 de Janeiro, a Petrobras irá elevar o valor médio de venda de sua gasolina A para distribuidoras de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, um aumento de R$ 0,23 por litro.</p>
<p>De acordo com a empresa, essa alteração é coerente com a evolução dos preços de referência e segue a prática de preços da empresa, &#8220;que busca equilibrar seus preços com o mercado, sem repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba”, diz a nota da companhia.</p></blockquote>
<p>A mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba. Lembrando que no dia 7 de dezembro, o preço médio de venda da gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passou de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, redução de R$ 0,20 por litro.</p>
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