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	<title>aumento do IOF &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fazenda admite rever aumento do IOF após pressão dos bancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 13:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda sinalizou, nesta quarta-feira (28), que poderá rever pontos do decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão foi tomada após reunião do ministro Fernando Haddad com os presidentes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e das quatro maiores instituições financeiras do país. Segundo o secretário-executivo da Fazenda, Dario [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Fazenda sinalizou, nesta quarta-feira (28), que poderá rever pontos do decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão foi tomada após reunião do ministro Fernando Haddad com os presidentes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e das quatro maiores instituições financeiras do país.</p>
<p>Segundo o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, os argumentos apresentados pelos bancos &#8220;sensibilizaram&#8221; o governo. As instituições alertaram que o aumento do IOF poderá elevar o custo efetivo total das operações de crédito para empresas entre 14,5% e 40% no curto prazo.</p>
<p>“Discutimos alternativas trazidas pela Febraban e outras que o governo apresentou. É natural que avancemos nesse debate sobre alternativas a itens isolados desse ajuste no IOF”, afirmou Durigan.</p>
<p>O presidente da Febraban, Isaac Sidney, ressaltou que o setor bancário é contrário ao aumento, mas defendeu um &#8220;debate construtivo&#8221;, oferecendo sugestões para aumentar receitas e reduzir despesas públicas, com o objetivo de reverter parcialmente o reajuste do imposto.</p>
<p>“Acreditamos que o equilíbrio das finanças públicas não deve ocorrer via aumento de impostos, sobretudo os regulatórios. O ministro Haddad demonstrou disposição em construir alternativas”, disse Sidney.</p>
<p>O governo inicialmente previa reforçar o caixa em R$ 20,5 bilhões em 2025 com o aumento das alíquotas do IOF. Parte das medidas foi revogada na semana passada, reduzindo a arrecadação prevista em cerca de R$ 2 bilhões.</p>
<p>Durigan alertou que qualquer revisão nas medidas terá de ser compensada no Orçamento de 2025, o que pode resultar em novos contingenciamentos. Ele destacou ainda a abertura do governo para dialogar com o Congresso Nacional sobre o tema.</p>
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