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	<title>Atos Golpistas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Atos Golpistas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF julga Bolsonaro e aliados em caso de tentativa de golpe</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-julga-bolsonaro-e-aliados-em-caso-de-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (24) o julgamento que pode transformar o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete de seus aliados em réus no caso da tentativa de golpe de Estado. O processo será analisado pela Primeira Turma da Corte, formada por cinco ministros, e pode resultar na abertura de uma ação penal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (24) o julgamento que pode transformar o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete de seus aliados em réus no caso da tentativa de golpe de Estado. O processo será analisado pela Primeira Turma da Corte, formada por cinco ministros, e pode resultar na abertura de uma ação penal contra os acusados.</p>
<p>A denúncia foi apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, em fevereiro deste ano e inclui oito integrantes do chamado “Núcleo 1”, considerados os principais articuladores da trama golpista. Entre os denunciados estão Bolsonaro, ex-ministros da Justiça, Defesa e Segurança Institucional, além de militares de alta patente.</p>
<h4>Estrutura do julgamento</h4>
<p>O julgamento será conduzido pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, e contará com os votos dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Segundo o regimento do STF, cabe às turmas do tribunal a análise de ações penais, sendo que esta fase do processo determinará se os acusados irão responder formalmente pelos crimes na Justiça.</p>
<p>A sessão começa às 9h30 e seguirá um rito estabelecido, incluindo a leitura do relatório da denúncia, as sustentações orais da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das defesas, além da votação sobre o recebimento da acusação. Se aceito, os envolvidos passam à condição de réus, podendo ser condenados ou absolvidos ao longo do processo.</p>
<h4>Acusações contra Bolsonaro e aliados</h4>
<p>De acordo com a PGR, Bolsonaro liderava uma organização criminosa que atuou entre julho de 2021 e janeiro de 2023, com o objetivo de romper a ordem democrática no país. O grupo teria elaborado um plano intitulado &#8220;Punhal Verde Amarelo&#8221;, que, segundo as investigações, incluía ações violentas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>A denúncia também aponta que Bolsonaro tinha conhecimento da chamada &#8220;minuta do golpe&#8221;, documento que estabelecia diretrizes para a ruptura institucional e a manutenção do ex-presidente no poder.</p>
<p>Os acusados podem responder por cinco crimes, cujas penas somadas ultrapassam 30 anos de prisão: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.</p>
<h4>Estratégia da defesa</h4>
<p>Antes do julgamento, os advogados de Bolsonaro apresentaram pedidos de anulação da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente. Além disso, solicitaram o afastamento dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino do caso, alegando parcialidade.</p>
<p>A defesa também argumenta que não teve acesso total às provas e solicitou que o julgamento ocorra no plenário completo do STF, e não na Primeira Turma.</p>
<h4>Próximos passos</h4>
<p>O STF ainda precisará analisar outras 26 denúncias relacionadas à tentativa de golpe, envolvendo os demais núcleos do esquema investigado. As acusações foram divididas pela PGR para facilitar a tramitação e garantir a análise individual de cada envolvido.</p>
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		<title>PGR pede condenação de ex-comandantes da PMDF por omissão no 8 de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pgr-pede-condenacao-de-ex-comandantes-da-pmdf-por-omissao-no-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 14:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[dia 8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegações finais pedindo a condenação de ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por omissão na contenção dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. O documento foi apresentado nesta sexta-feira (14) no âmbito da ação penal que investiga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegações finais pedindo a condenação de ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por omissão na contenção dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. O documento foi apresentado nesta sexta-feira (14) no âmbito da ação penal que investiga a conduta dos oficiais.</p>
<p>Entre os réus estão os coronéis Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, além do major Flávio Silvestre de Alencar e do tenente Rafael Pereira Martins. A PGR defende que eles sejam condenados à prisão e percam seus cargos na corporação.</p>
<h3>Acusações e omissão na contenção dos atos</h3>
<p>Os ex-comandantes são acusados de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e violação de normas internas da PMDF. Segundo Gonet, havia informações de inteligência alertando sobre os riscos de invasão aos prédios dos Três Poderes nos dias 7 e 8 de janeiro. No entanto, os oficiais teriam ignorado essas informações e elaborado um planejamento falho, permitindo que os ataques ocorressem.</p>
<p>“O comando da PMDF tinha pleno conhecimento do risco iminente de invasão a edifícios públicos e confrontos violentos, inclusive com indivíduos dispostos à morte, mas optou por ignorar essas informações, resultando na destruição de bens públicos e na ameaça direta às instituições democráticas”, argumentou o procurador.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, analisará as alegações finais da PGR e das defesas antes de liberar o processo para julgamento. Ainda não há data definida para a decisão.</p>
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		<title>Psicanalistas analisam ataque de 8/1 como fruto de uma revolução imaginária</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/psicanalistas-analisam-ataque-de-8-1-como-fruto-de-uma-revolucao-imaginaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 14:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque ocorrido em 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, é interpretado por psicanalistas como resultado de uma revolução fantasiosa e anacrônica. Segundo Tales Ab´Sáber, professor de filosofia da psicanálise na Universidade Federal de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque ocorrido em 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, é interpretado por psicanalistas como resultado de uma revolução fantasiosa e anacrônica. Segundo Tales Ab´Sáber, professor de filosofia da psicanálise na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os manifestantes agiram motivados por uma &#8220;revolução imaginária&#8221; que já estava completamente fora do contexto político e estratégico do país.</p>
<p>O movimento violento aconteceu dez dias após Bolsonaro deixar o Brasil e com o novo governo já empossado. Ab´Sáber aponta que, embora não houvesse condições reais para um golpe de Estado, o ataque foi resultado de um fanatismo alimentado durante meses por acampamentos em frente a quartéis e tentativas frustradas de paralisações de caminhoneiros. “A dimensão popular do golpe foi mantida, mesmo depois que a parte estratégica militar foi abandonada”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Todas as condições estavam dadas para o fanatismo da extrema-direita, como dizem os psicanalistas, passar ao ato. Não conseguiram mais se conter, mesmo porque eles estavam construindo esse ataque há um mês e meio, na frente dos quartéis, nas tentativas de paralisação dos caminhoneiros no Brasil inteiro. Era um movimento de fato.”</p></blockquote>
<p>O psicanalista Christian Dunker, professor da USP, reforça que o evento foi sustentado por uma narrativa messiânica e um &#8220;negacionismo histórico&#8221;, com referências a velhos medos, como o comunismo. Ele observa que a expectativa de um ato de ruptura já permeava o imaginário coletivo, alimentada pela retórica golpista. Em visita aos acampamentos bolsonaristas antes do ataque, Dunker relatou ter encontrado pessoas em desespero, muitas solitárias ou endividadas, com discursos exaltados e comportamento delirante.</p>
<p>A falta de ação do ex-presidente para desmobilizar seus apoiadores também foi destacada por Ab´Sáber como um fator que contribuiu para o caos. “Bolsonaro não apenas se omitiu, mas deixou que a expectativa de golpe permanecesse viva entre seus seguidores, mesmo quando já não havia viabilidade estratégica”, afirmou.</p>
<p>Os especialistas ressaltam que a resposta a atos como os do 8 de janeiro deve incluir um rigoroso cumprimento do rito jurídico. “As pessoas precisam entender que tentativa de golpe é crime. É essencial que consolidemos a Constituição não apenas legalmente, mas também em nosso imaginário coletivo e emocional”, concluiu Ab´Sáber.</p>
<p>Até o momento, a defesa de Jair Bolsonaro não respondeu às solicitações de posicionamento sobre as análises feitas. O espaço permanece aberto para manifestação.</p>
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		<item>
		<title>Lula concede indulto natalino com foco em grupos vulneráveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-concede-indulto-natalino-com-foco-em-grupos-vulneraveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 14:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Condenados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indulto Natalino]]></category>
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		<category><![CDATA[perdão da pena]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (23) o decreto que estabelece o indulto natalino de 2024, priorizando detentos em situação de vulnerabilidade. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial, beneficia condenados com HIV, câncer, deficiência, transtorno do espectro autista severo, além de gestantes e mães responsáveis pelo cuidado de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (23) o decreto que estabelece o indulto natalino de 2024, priorizando detentos em situação de vulnerabilidade. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial, beneficia condenados com HIV, câncer, deficiência, transtorno do espectro autista severo, além de gestantes e mães responsáveis pelo cuidado de crianças de até 12 anos.</p>
<h3>Quem Pode Ser Beneficiado</h3>
<p>Entre os critérios estabelecidos para o perdão da pena estão:</p>
<ul>
<li><strong>Gestantes com gravidez de alto risco</strong>.</li>
<li><strong>Mães e avós condenadas por crimes sem grave ameaça ou violência</strong>, desde que comprovem ser essenciais ao cuidado de crianças.</li>
<li><strong>Detentos em estágio terminal de doenças graves</strong> ou com deficiência severa, como paraplegia, tetraplegia ou cegueira.</li>
</ul>
<h3>Exclusões</h3>
<p>O decreto exclui uma série de condenados, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Participantes dos atos de 8 de janeiro</strong>, que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.</li>
<li>Condenados por <strong>crimes hediondos</strong>, tortura, terrorismo, racismo, lavagem de dinheiro, violência contra mulheres, crianças e adolescentes.</li>
<li><strong>Integrantes de facções criminosas</strong> ou envolvidos em abuso de autoridade e acordos de delação premiada.</li>
</ul>
<h3>Critérios e Validação</h3>
<p>As regras do indulto foram elaboradas pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, com validação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.</p>
<h3>Contexto Constitucional</h3>
<p>Conforme a Constituição, o indulto natalino é uma prerrogativa anual do presidente da República, sendo um instrumento humanitário que busca aliviar o sistema prisional em casos específicos. O decreto de 2024 reflete a atenção às situações de maior fragilidade, ao mesmo tempo em que mantém rigor com crimes considerados graves.</p>
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		<item>
		<title>STF Aproxima-se de decisão Final em condenação de Fátima de Tubarão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-aproxima-se-de-decisao-final-em-condenacao-de-fatima-de-tubarao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 01:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) já alcançou a maioria dos votos necessários para a condenação de Maria de Fátima Mendonça Jacinto, popularmente conhecida como &#8220;Fátima de Tubarão (SC)&#8221;, pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio público, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) já alcançou a maioria dos votos necessários para a condenação de Maria de Fátima Mendonça Jacinto, popularmente conhecida como &#8220;Fátima de Tubarão (SC)&#8221;, pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio público, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada. A decisão, que está sendo votada no plenário virtual da Corte, ainda aguarda a definição final sobre a duração da pena.</p>
<p>Maria de Fátima, de 67 anos, está detida desde janeiro de 2023, após ser alvo da Operação Lesa Pátria, conduzida pela Polícia Federal, que investiga a participação e o financiamento de indivíduos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p>Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Flavio Dino e Cármen Lúcia sugeriram uma pena de 17 anos de prisão. Já Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram por uma pena de 15 anos. A votação deverá ser concluída até as 23h59 desta quinta-feira (8).</p>
<p>Além da pena de reclusão, Maria de Fátima deverá pagar, de forma solidária com outros envolvidos, uma indenização de R$ 30 milhões pelos danos causados às sedes do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto.</p>
<p>A base da condenação foi o voto do relator Alexandre de Moraes, que detalhou a participação ativa de Fátima nos atos de vandalismo no STF. A ré foi identificada por meio de vídeos publicados nas redes sociais, nos quais aparece destruindo vidros, cadeiras, mesas e obras de arte no interior do edifício. Após ser identificada, foi presa pela Polícia Federal duas semanas após os ataques.</p>
<p>A defesa de Fátima, por meio das redes sociais, informou que pretende esgotar todos os recursos cabíveis dentro do regimento do STF para tentar reverter a condenação. Os advogados também consideram a possibilidade de levar o caso à Corte Interamericana de Direitos Humanos.</p>
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		<item>
		<title>Moraes Vota pela condenação de Fátima de Tubarão a 17 anos de prisão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-vota-pela-condenacao-de-fatima-de-tubarao-a-17-anos-de-prisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 20:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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		<category><![CDATA[Fátima de Tubarão]]></category>
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					<description><![CDATA[Presa desde janeiro de 2023, ela é ré por participar de atos golpistas. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (2) pela condenação de Maria de Fátima Mendonça Jacinto, conhecida como Fátima de Tubarão, a 17 anos de prisão. A catarinense de 67 anos foi acusada de participar dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Presa desde janeiro de 2023, ela é ré por participar de atos golpistas.</em></p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (2) pela condenação de Maria de Fátima Mendonça Jacinto, conhecida como Fátima de Tubarão, a 17 anos de prisão. A catarinense de 67 anos foi acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Fátima está presa desde janeiro de 2023, quando foi detida durante uma das fases da Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal, que investiga os envolvidos e financiadores dos atos antidemocráticos.</p>
<p>O voto de Moraes foi proferido durante um julgamento virtual da ação penal em que Fátima é ré pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.</p>
<p>Além da pena de prisão, Moraes também determinou que a acusada pague, de forma solidária, R$ 30 milhões pelos prejuízos causados pela depredação da sede do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto.</p>
<p>O ministro Flávio Dino também votou pela condenação. O julgamento virtual será encerrado na sexta-feira (9), faltando ainda os votos de nove ministros.</p>
<h4><strong>Detalhes da Condenação</strong></h4>
<p>Em seu voto, Moraes relatou que Fátima de Tubarão invadiu o edifício-sede do STF, quebrou vidros, cadeiras, mesas e obras de arte, além de ter postado os atos nas redes sociais. A identificação e prisão dela pela Polícia Federal ocorreram duas semanas após os atos, com base nos vídeos publicados.</p>
<p>&#8220;Em vídeo que circulou nas redes sociais, a denunciada é chamada por Fátima e identificada como uma moradora de Tubarão que estava ali quebrando tudo. A denunciada, por sua vez, grita e comemora, dizendo: &#8216;É guerra&#8217;. Afirma, ainda, que teria defecado no banheiro da Suprema Corte, sujando tudo, e encerra a gravação bradando que vai pegar o Xandão&#8221;, descreveu Moraes em sua decisão.</p>
<p>Pelas redes sociais, a defesa de Fátima afirmou que pretende esgotar todos os recursos previstos no regimento interno do STF contra a condenação. Os advogados também informaram que não descartam levar o caso para a Corte Interamericana de Direitos Humanos.</p>
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		<item>
		<title>PF investiga financiadores de ataques golpistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-financiadores-de-ataques-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 12:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Lesa Pátria]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal (PF) deu início a mais uma etapa da Operação Lesa Pátria, focada em identificar os financiadores e incentivadores dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram invadidas e vandalizadas. Conforme informações da PF, esta nova fase da operação envolve a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal (PF) deu início a mais uma etapa da Operação Lesa Pátria, focada em identificar os financiadores e incentivadores dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram invadidas e vandalizadas. Conforme informações da PF, esta nova fase da operação envolve a execução de 15 mandados de busca e apreensão, além de 12 mandados de busca pessoal, nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.</p>
<p>A ação inclui a determinação de bloqueio de bens, ativos e valores dos investigados. Estima-se que os danos causados ao patrimônio público durante os ataques possam chegar a R$ 40 milhões. Segundo a PF, os atos investigados podem configurar crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, e destruição ou deterioração de bens especialmente protegidos.</p>
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		<title>Moraes se declara impedido de julgar presos por ameaças à sua família</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-se-declara-impedido-de-julgar-presos-por-ameacas-a-sua-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 20:42:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família. No entanto, em seguida, se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças. Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família. No entanto, em seguida, se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças.</p>
<p>Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças à sua família. Ele justificou a manutenção das prisões afirmando que os autos indicam a prática de atos para “restringir o exercício livre da função judiciária”, especialmente no que diz respeito à apuração dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Para o ministro, “a manutenção das prisões preventivas é a medida razoável, adequada e proporcional para garantia da ordem pública, com a cessação da prática criminosa reiterada”, escreveu.</p>
<p>Moraes manteve a relatoria sobre a parte do inquérito que aponta a prática do crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais (Art. 359-L do Código Penal). Foi em função desse crime que Raul Fonseca de Oliveira e Oliveirino de Oliveira Júnior foram presos pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (31).</p>
<p>Já em relação aos crimes de ameaça e perseguição (Art. 147 e 147-A do Código Penal), que teriam sua família como alvo, Moraes se declarou impedido, sob a justificativa de que, apenas nesse ponto, ele é interessado direto no caso, não podendo, portanto, ser também o julgador. É a primeira vez que o ministro reconhece o impedimento em um caso sobre tentativa de golpe.</p>
<p>Ao manter a prisão dos suspeitos, Moraes transcreveu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo o qual o conteúdo de mensagens trocadas pelos dois fazia referência a “comunismo” e “antipatriotismo”.</p>
<p>Para a PGR, a comunicação entre os suspeitos “evidencia com clareza o intuito de, por meio das graves ameaças a familiares do Ministro Alexandre de Moraes, restringir o livre exercício da função judiciária pelo magistrado do Supremo Tribunal Federal à frente das investigações relativas aos atos que culminaram na tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito em 8.1.2023”.</p>
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		<title>STF: Maioria rejeita pedido de HC preventivo a Bolsonaro em caso de trama golpista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 14:57:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[habeas corpus]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter uma decisão que negou um habeas corpus preventivo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, nas investigações sobre sua possível participação em uma trama golpista. O habeas corpus foi apresentado pelo advogado Djalma Lacerda, que não faz parte da equipe de defesa do ex-presidente. Segundo a legislação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter uma decisão que negou um habeas corpus preventivo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, nas investigações sobre sua possível participação em uma trama golpista.</p>
<p>O habeas corpus foi apresentado pelo advogado Djalma Lacerda, que não faz parte da equipe de defesa do ex-presidente. Segundo a legislação, qualquer pessoa pode solicitar um HC em nome de outra. O relator, ministro Nunes Marques, já havia negado o pedido em março.</p>
<p>Um recurso da defesa de Bolsonaro está sendo julgado nesta semana no plenário virtual do Supremo. A sessão de julgamentos encerra-se às 23h59 desta sexta-feira (17). Além de Marques, outros cinco ministros já votaram pela rejeição do HC. São eles: Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Edson Fachin.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre a trama golpista, declarou-se impedido de participar. Os demais ministros ainda não proferiram seus votos.</p>
<p>No seu voto, Nunes Marques invocou uma súmula do Supremo que estabelece que não cabe habeas corpus contra decisão colegiada do próprio tribunal. O ministro também afirmou não enxergar uma &#8220;ilegalidade evidente&#8221; que justificasse a superação da aplicação da súmula.</p>
<p>Bolsonaro é suspeito de estar envolvido em uma conspiração na cúpula do seu governo com o objetivo de permanecer no poder. Segundo as investigações, atos preparatórios para um golpe de Estado foram realizados no final de 2022, após a derrota do ex-presidente em sua tentativa de reeleição.</p>
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		<title>Ministro do STF liberta ex-assessor de Bolsonaro envolvido em trama golpista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 14:51:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[operação Tempus Veritatis]]></category>
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					<description><![CDATA[Na quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a libertação do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor direto do ex-presidente Jair Bolsonaro e suspeito de participar de uma trama golpista. Ao conceder a liberdade a Câmara, Moraes estabeleceu medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a libertação do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor direto do ex-presidente Jair Bolsonaro e suspeito de participar de uma trama golpista.</p>
<p>Ao conceder a liberdade a Câmara, Moraes estabeleceu medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal em juízo e proibição de sair do Distrito Federal. Além disso, o coronel está proibido de se comunicar com outros investigados ou usar redes sociais. Ele também teve seu porte de armas cancelado e estava detido no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília.</p>
<p>Câmara foi preso durante a Operação Tempus Veritatis, realizada em 8 de fevereiro pela Polícia Federal, sob suspeita de envolvimento em atos preparatórios para um golpe de Estado, visando manter Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022. Sua defesa nega qualquer participação.</p>
<p>De acordo com um relatório da PF, Câmara teria monitorado o ministro Moraes como parte do suposto plano de golpe, além de trabalhar em estreita coordenação com Bolsonaro.</p>
<p>A decisão de Moraes de soltar o coronel seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou o grupo criminoso investigado desarticulado e a liberdade de Câmara como não ameaçadora para as investigações em curso.</p>
<p>A Agência Brasil está tentando contato com a defesa de Câmara, que sempre negou envolvimento em qualquer conspiração golpista.</p>
<p>Na mesma semana, em uma investigação paralela sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, Moraes determinou a libertação do coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, o último membro da antiga cúpula da PMDF que estava detido. Barreto foi denunciado pela PGR por omissão durante os ataques que resultaram na invasão e depredação da sede dos Três Poderes.</p>
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