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	<title>atos antidemocráticos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>atos antidemocráticos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Psicanalistas analisam ataque de 8/1 como fruto de uma revolução imaginária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 14:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque ocorrido em 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, é interpretado por psicanalistas como resultado de uma revolução fantasiosa e anacrônica. Segundo Tales Ab´Sáber, professor de filosofia da psicanálise na Universidade Federal de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque ocorrido em 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, é interpretado por psicanalistas como resultado de uma revolução fantasiosa e anacrônica. Segundo Tales Ab´Sáber, professor de filosofia da psicanálise na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os manifestantes agiram motivados por uma &#8220;revolução imaginária&#8221; que já estava completamente fora do contexto político e estratégico do país.</p>
<p>O movimento violento aconteceu dez dias após Bolsonaro deixar o Brasil e com o novo governo já empossado. Ab´Sáber aponta que, embora não houvesse condições reais para um golpe de Estado, o ataque foi resultado de um fanatismo alimentado durante meses por acampamentos em frente a quartéis e tentativas frustradas de paralisações de caminhoneiros. “A dimensão popular do golpe foi mantida, mesmo depois que a parte estratégica militar foi abandonada”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Todas as condições estavam dadas para o fanatismo da extrema-direita, como dizem os psicanalistas, passar ao ato. Não conseguiram mais se conter, mesmo porque eles estavam construindo esse ataque há um mês e meio, na frente dos quartéis, nas tentativas de paralisação dos caminhoneiros no Brasil inteiro. Era um movimento de fato.”</p></blockquote>
<p>O psicanalista Christian Dunker, professor da USP, reforça que o evento foi sustentado por uma narrativa messiânica e um &#8220;negacionismo histórico&#8221;, com referências a velhos medos, como o comunismo. Ele observa que a expectativa de um ato de ruptura já permeava o imaginário coletivo, alimentada pela retórica golpista. Em visita aos acampamentos bolsonaristas antes do ataque, Dunker relatou ter encontrado pessoas em desespero, muitas solitárias ou endividadas, com discursos exaltados e comportamento delirante.</p>
<p>A falta de ação do ex-presidente para desmobilizar seus apoiadores também foi destacada por Ab´Sáber como um fator que contribuiu para o caos. “Bolsonaro não apenas se omitiu, mas deixou que a expectativa de golpe permanecesse viva entre seus seguidores, mesmo quando já não havia viabilidade estratégica”, afirmou.</p>
<p>Os especialistas ressaltam que a resposta a atos como os do 8 de janeiro deve incluir um rigoroso cumprimento do rito jurídico. “As pessoas precisam entender que tentativa de golpe é crime. É essencial que consolidemos a Constituição não apenas legalmente, mas também em nosso imaginário coletivo e emocional”, concluiu Ab´Sáber.</p>
<p>Até o momento, a defesa de Jair Bolsonaro não respondeu às solicitações de posicionamento sobre as análises feitas. O espaço permanece aberto para manifestação.</p>
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		<title>Moraes se declara impedido de julgar presos por ameaças à sua família</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-se-declara-impedido-de-julgar-presos-por-ameacas-a-sua-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 20:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família. No entanto, em seguida, se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças. Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família. No entanto, em seguida, se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças.</p>
<p>Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças à sua família. Ele justificou a manutenção das prisões afirmando que os autos indicam a prática de atos para “restringir o exercício livre da função judiciária”, especialmente no que diz respeito à apuração dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Para o ministro, “a manutenção das prisões preventivas é a medida razoável, adequada e proporcional para garantia da ordem pública, com a cessação da prática criminosa reiterada”, escreveu.</p>
<p>Moraes manteve a relatoria sobre a parte do inquérito que aponta a prática do crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais (Art. 359-L do Código Penal). Foi em função desse crime que Raul Fonseca de Oliveira e Oliveirino de Oliveira Júnior foram presos pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (31).</p>
<p>Já em relação aos crimes de ameaça e perseguição (Art. 147 e 147-A do Código Penal), que teriam sua família como alvo, Moraes se declarou impedido, sob a justificativa de que, apenas nesse ponto, ele é interessado direto no caso, não podendo, portanto, ser também o julgador. É a primeira vez que o ministro reconhece o impedimento em um caso sobre tentativa de golpe.</p>
<p>Ao manter a prisão dos suspeitos, Moraes transcreveu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo o qual o conteúdo de mensagens trocadas pelos dois fazia referência a “comunismo” e “antipatriotismo”.</p>
<p>Para a PGR, a comunicação entre os suspeitos “evidencia com clareza o intuito de, por meio das graves ameaças a familiares do Ministro Alexandre de Moraes, restringir o livre exercício da função judiciária pelo magistrado do Supremo Tribunal Federal à frente das investigações relativas aos atos que culminaram na tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito em 8.1.2023”.</p>
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		<title>Moraes manda soltar coronel da PMDF acusado de omissão no 8 de janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-manda-soltar-coronel-da-pmdf-acusado-de-omissao-no-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 13:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liberdade provisória ao coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, que era comandante do Departamento de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas por apoiadores do ex-presidente. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liberdade provisória ao coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, que era comandante do Departamento de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas por apoiadores do ex-presidente. A decisão foi assinada nesta segunda-feira (13).</p>
<p>Naime estava preso desde 7 de fevereiro do ano passado, sob suspeita de não ter cumprido seus deveres funcionais durante os atos golpistas. Em fevereiro deste ano, ele se tornou réu no caso, junto com outros seis integrantes da antiga cúpula da PMDF.</p>
<p>Para Moraes, Naime não representa mais risco à apuração do caso, uma vez que passou recentemente para a reserva da PMDF, não tendo mais ingerência em assuntos da corporação. É o mesmo entendimento que levou à soltura de outros quatro coronéis.</p>
<h2>Audiência</h2>
<p>Mesmo solto, Naime não poderá comparecer a uma cerimônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em que seu filho receberá a carteira de advogado, porque o evento coincide com uma audiência de instrução já marcada, decidiu Moraes.</p>
<p>O coronel deverá, ainda, usar tornozeleira eletrônica e está proibido de sair do Distrito Federal. Outras medidas cautelares são o comparecimento semanal em juízo, o recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana, a proibição de usar redes sociais e a suspensão de eventuais autorizações para o porte de armas.</p>
<h2>Acusação</h2>
<p>Segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Naime cometeu os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e violação dos deveres funcionais, todos pela via da omissão.</p>
<p>Pela peça de acusação, ele teria conspirado desde o ano anterior, junto com os demais denunciados, em favor de um levante popular pró-Bolsonaro e, no 8 de janeiro de 2023, deixou deliberadamente que os crimes fossem cometidos pelos vândalos.</p>
<p>A PGR disse haver “uma profunda contaminação ideológica de parte dos oficiais da PMDF denunciados, que se mostraram adeptos de teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais e de teorias golpistas”.</p>
<p>A defesa de Naime nega as acusações e alega que a PGR não conseguiu delinear as condutas supostamente criminosas do coronel.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>STF condena mais 29 réus pelos atos golpistas de 8/1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-condena-mais-29-reus-pelos-atos-golpistas-de-8-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 15:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para condenação de mais 29 réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília. O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou pela aplicação de penas que variam de 14 a 17 anos de prisão. Ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para condenação de mais 29 réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou pela aplicação de penas que variam de 14 a 17 anos de prisão.</p>
<p>Ele foi acompanhado pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luiz Fux.</p>
<p>Os ministros Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram pela condenação, mas com ressalvas quanto as penas dos réus.</p>
<p>Já os ministros Luís Roberto Barroso, presidente da Corte, André Mendonça e Nunes Marques divergiram do relator. A votação ocorre no plenário virtual, no qual os ministros têm um período para votar remotamente, sem deliberação presencial.</p>
<p>Os ministros tinham até as 23h59 desta segunda-feira (5) para informar o voto. A sessão foi iniciada em 15 de dezembro de 2023.</p>
<p>Cada processo é julgado individualmente, ou seja, as penas serão conhecidas apenas ao final do processo em razão das divergências entre os ministros.</p>
<p>Todos os réus foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de associação criminosa armada, dano qualificado, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Até o momento, esse é o maior conjunto de ações penais julgadas simultaneamente.</p>
<p>Na última sexta-feira (2), a Corte iniciou o julgamento, também virtual, de 12 réus pelos mesmos crimes. O relator Alexandre de Moraes votou pela condenação. A sessão termina no dia 9 de fevereiro.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Pacheco afirma que poderes estão vigilantes contra &#8220;Traidores da Pátria&#8221; e reforça compromisso com a democracia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pacheco-afirma-que-poderes-estao-vigilantes-contra-traidores-da-patria-e-reforca-compromisso-com-a-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 01:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodrigo Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional, fez um pronunciamento durante a cerimônia &#8220;Democracia Inabalada&#8221; no Senado Federal, reafirmando o compromisso dos poderes com o Estado Democrático e condenando os atos golpistas ocorridos há um ano. Ele destacou a importância de preservar a Constituição e repudiou qualquer tentativa de usurpar o poder de maneira inconstitucional. “Estaremos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional, fez um pronunciamento durante a cerimônia &#8220;Democracia Inabalada&#8221; no Senado Federal, reafirmando o compromisso dos poderes com o Estado Democrático e condenando os atos golpistas ocorridos há um ano. Ele destacou a importância de preservar a Constituição e repudiou qualquer tentativa de usurpar o poder de maneira inconstitucional.</p>
<p><em>“Estaremos sempre abertos ao debate, ao pluralismo e ao dissenso. Nunca toleraremos a violência, o golpismo, o exercício arbitrário de razões, o desrespeito à vontade do povo brasileiro”,</em> enfatizou Pacheco. Ele chamou os golpistas de &#8220;inimigos da democracia&#8221; e alertou para o uso de desinformação, vandalismo e ódio como ferramentas para angariar apoio.</p>
<p>O presidente do Congresso ressaltou a força das instituições republicanas respaldadas pelo poder que emana do povo. Ele enfatizou que a verdadeira força não precisa de demonstrações vãs ou bravatas, mas sim do respaldo popular, da lei e da Constituição.</p>
<p>Pacheco também defendeu a necessidade de união para superar a polarização política no Brasil, destacando que a colaboração é essencial para fortalecer a nação. Durante o evento, anunciou a retirada das grades que circundavam o prédio do Congresso desde os ataques do ano anterior, simbolizando a abertura do Legislativo ao povo brasileiro.</p>
<p>A cerimônia também incluiu a reinauguração de uma obra de Burle Marx, vandalizada em 8 de janeiro do ano anterior, e a apresentação da réplica da Constituição, furtada do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia, mas recuperada sem danos. Ambas as ações destacaram a resiliência das instituições e a importância de preservar o patrimônio democrático.</p>
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		<title>Polícia Federal cumpre mandado contra general da reserva</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-cumpre-mandado-contra-general-da-reserva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (29), a 18ª fase da Operação Lesa Pátria. A meta é identificar mais participantes dos ataques contra as sedes dos Três Poderes no 8 de janeiro deste ano, em Brasília. A PF estima que o prejuízo causado pelos danos ao patrimônio público durante as manifestações chegue a R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (29), a 18ª fase da Operação Lesa Pátria. A meta é identificar mais participantes dos ataques contra as sedes dos Três Poderes no 8 de janeiro deste ano, em Brasília. A PF estima que o prejuízo causado pelos danos ao patrimônio público durante as manifestações chegue a R$ 40 milhões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), um mandado de busca e apreensão está sendo cumprido, em Brasília, contra um general da reserva, suspeito de ter participado dos atos. A Polícia Federal, até o momento, não informou o nome do militar, que teve ativos e valores bloqueados.</p>
<p>“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido”, informou, em nota, a Polícia Federal.</p>
</div>
</div>
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		<title>Advogados apontam violação de direitos de presos após 8 de janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/advogados-apontam-violacao-de-direitos-de-presos-apos-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 22:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma audiência pública no Senado debateu nesta quinta-feira (13) a prisão de envolvidos na invasão e no ataque às sedes dos Três Poderes nos atos golpistas do dia 8 de janeiro. Representantes dos presos, advogados afirmaram haver violações de direitos humanos das mais de 200 pessoas que continuam detidas no Complexo Penitenciário da Papuda e na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Uma audiência pública no Senado debateu nesta quinta-feira (13) a prisão de envolvidos na invasão e no ataque às sedes dos Três Poderes nos atos golpistas do dia 8 de janeiro. Representantes dos presos, advogados afirmaram haver violações de direitos humanos das mais de 200 pessoas que continuam detidas no Complexo Penitenciário da Papuda e na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a Colmeia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A presidente da Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de janeiro, Gabriela Fernanda Ritter, relatou situações vividas por familiares dos detidos e afirmou que muitas pessoas que se encontram presas se manifestaram de forma ordeira e pacífica durante o acampamento montado em frente ao Quartel-General (QG) do Exército, em Brasília e não participaram dos atos e depredação.</p>
<p>“No dia 8 de janeiro, eu lembro que, quando começaram a chegar as imagens lá de todo aquele cenário de guerra, foi muito assustador. Eu lembro que eu e nossa família nos ajoelhamos e ficamos desesperados porque nós sabemos que os nossos familiares, as pessoas que vieram para Brasília não tinham essa intenção, não vieram para esse absurdo que aconteceu”, disse.</p>
<p>Gabriela classificou como ilegais as prisões, disse ainda que as pessoas estão tendo o seu direito de defesa cerceado e que não está havendo a individualização das condutas imputadas aos presos. Diante do cenário descrito, familiares resolveram fundar no dia 28 de abril a associação “para dar voz às famílias e às vítimas&#8221;.</p>
<p>“Não estamos aqui para defender quem cometeu um crime, quem vandalizou, mas a gente quer que essas pessoas tenham direito de se defender”, afirmou. “É necessário fazer a distinção adequada de quem esteve lá para se manifestar pacificamente e de quem vandalizou, para não penalizar injustamente pessoas inocente”, completou.</p>
<p>A subdefensora pública-geral do Distrito Federal, Emmanuela Saboya, disse que a Defensoria Pública tem acompanhado diariamente a situação dos presos. Ela disse ter recebido relatos de que o acesso aos presídios estaria sendo dificultado. Emmanuela Saboya disse ainda ter ouvido reclamações sobre a falta de conforto das celas e sobre a alimentação fornecida dos presos.</p>
<p>A defensora disse que o órgão não atua nesses casos porque os crimes imputados a esses presos são federais e que cabe a Defensoria Pública da União acompanhar essas pessoas. Segundo Emmanuela, um relatório sobre a situação dos presos foi encaminhado ao órgão.</p>
<p>“Existe uma superlotação, desde os primeiros dias, vimos que em cela para oito pessoas tinham 16, mas tem colchões para todos”, disse.</p>
<p>Representando a defesa dos processados pelos atos do dia 8 de janeiro, a advogada Carolina Siebra criticou as prisões e disse que houve violações dos direitos dessas pessoas, uma vez que, segundo ela, as audiências de custódia dos envolvidos na invasão de prédios públicos no dia 8 de janeiro e dos acampados na frente do QG do Exército ocorreram de maneira irregular.</p>
<p>“Vimos juízes que foram delegados para fazer aquele ato e, no caso da minha assistida, o juiz lia um <em>script</em> e no final a gente fazia pedidos mais diversos, pessoas que tinham comorbidades pediam a saída da prisão, aí o Ministério Público também lia um <em>script</em>”, criticou a advogada, que classificou o episódio de “absurdo”.</p>
<p>No dia 18 de janeiro, a Justiça finalizou as audiências de custódia de 1.410 pessoas suspeitas de participar dos atos golpistas. Do total, os promotores e procuradores enviaram 1.408 pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF), entre prisões preventivas, liberdade provisória com medidas cautelares e relaxamento de prisão.</p>
<p>A advogada criticou a inclusão de pessoas presas em frente ao QG do Exército com o argumento de que não há previsão legal para a Corte julgar essas pessoas. Ela afirmou ainda que muitas pessoas nem sabiam onde fica a sede do STF.</p>
<p>“As pessoas do QG não chegaram nem perto do STF. E eles estão sendo julgados pelo STF. A falta de individualização faz com que isso aconteça, a gente coloque todo mundo dentro de uma panela e bata essa caldo e vai todo mundo nesse comboio”, disse.</p>
<p>Em junho, a maioria dos ministros do Supremo aceitou denúncia contra mais 45 acusados de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro. Com o resultado parcial do julgamento, a Corte chega ao número de 1.290 réus desde o início das investigações.</p>
<p>Entre os investigados está Antônio Claudio Alves Ferreira, acusado de destruir o relógio de Dom João VI, trazido ao Brasil em 1808. O item estava no Palácio do Planalto e foi lançado ao chão durante a invasão ao prédio.</p>
<p>Também se tornaram réus Marcelo Fernandes Lima, investigado por furtar uma réplica da Constituição que estava no STF, e Wiliam da Silva, acusado de furtar a toga de um dos ministros. Todos foram identificados por câmeras de segurança.</p>
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		<title>CPMI dos atos antidemocráticos será instalada dia 25</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cpmi-dos-atos-antidemocraticos-sera-instalada-dia-25/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CPIs]]></category>
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		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará os atos antidemocráticos de 8 de janeiro será instalada na próxima quinta-feira (25), às 9h. Deputados e senadores vão apurar os ataques em que o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos e depredados em Brasília. A duração inicial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará os atos antidemocráticos de 8 de janeiro será instalada na próxima quinta-feira (25), às 9h. Deputados e senadores vão apurar os ataques em que o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos e depredados em Brasília.</p>
<p>A duração inicial dos trabalhos será de seis meses. A comissão será composta por 32 titulares, divididos igualmente entre deputados e senadores. A maioria dos partidos já indicou seus membros.</p>
<p>No entanto, caso a composição ainda não esteja completa no momento da instalação, caberá ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciar os nomes. Após instalada, serão definidos o presidente e o relator da comissão.</p>
<h2>Parlamentares</h2>
<p>Pelo bloco parlamentar da Resistência Democrática (PSB, PT, PSD e Rede) foram indicados os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSB-BA) e Eliziane Gama (PSD-MA), Fabiano Contarato (PT-ES), Rogério Carvalho (PT-SE) e Ana Paula Lobato (PSB-MA). Pelo bloco Vanguarda (P, Novo) foram indicados os senadores Magno Malta (PL-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE). Pelo bloco Aliança (PP e Republicanos), os senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Damares Alves (Republicanos-DF).</p>
<p>Pelo bloco União, PP, Federação PSDB Cidadania, PDT, PSB, Avante, Solidariedade e Patriota os indicados são os deputados Arthur Maia (União-BA), Duarte (PSB-MA), Duda Salabert (PDT-MG), Carlos Sampaio (PSDB-SP) e um cargo ainda está vago.</p>
<p>Já o bloco MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC escolheu os deputados Rodrigo Gambale (Podemos-SP), Paulo Magalhães (PSD-BA), Aluísio Mendes (Republicanos-MA) e ainda há um cargo vago.</p>
<p>O PL indicou os deputados André Fernandes (CE), Delegado Ramagem (RJ) e Filipe Barros (PR). O bloco PCdoB, PT e PV escolheu os deputados Rubens Pereira Júnior (PT-MA), Rogério Correia (PT-MG) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). O PSOL escolheu a deputada Erika Hilton (SP).</p>
<p>O bloco parlamentar Democracia (PDT, MDB, PSDB, Podemos, União) tem seis vagas, mas ainda não fez  indicações.</p>
<h2>STF</h2>
<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) já formou maioria para tornar 795 denunciados réus por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, em Brasília. Outro bloco com 250 denúncias está em análise pelo plenário virtual do STF, modalidade em que os ministros depositam seus votos eletronicamente, sem deliberação presencial.  https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/stf-tem-maioria-para-tornar-reus-mais-245-denunciados-por-atos-golpistas</p>
<p>Até o momento, apenas os ministros André Mendonça e Nunes Marques têm votado contra. Para eles, as denúncias não conseguiram individualizar a contento a conduta das pessoas presas no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. As divergências também argumentam que os casos deveriam ser remetidos para a primeira instância da Justiça Federal.</p>
<p>Também já foram aceitas denúncias contra 220 pessoas acusadas de incitarem os atos golpistas. A maioria foi presa em frente ao QG do Exército, onde pedia intervenção militar diante do resultado das eleições, no dia seguinte aos atos golpistas. Essas pessoas respondem também por outros crimes como associação criminosa.</p>
<p>Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou 1.390 acusações formais ao Supremo, todas contra pessoas que participaram diretamente dos atos de vandalismo ou que incitaram a violência. Até o momento, ninguém foi denunciado por financiar ou idealizar os atos golpistas.</p>
<h2>Comissões</h2>
<p>Com a instalação desse colegiado, o Congresso Nacional terá quatro CPIs em funcionamento. As outras três instaladas são exclusivas da Câmara dos Deputados: a do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), a das apostas esportivas e a das Americanas.</p>
<p>As CPIs das Americanas e do MST terão 27 titulares e igual número de suplentes. A terceira terá 34 titulares e 34 suplentes. As comissões têm poderes de investigação semelhantes às autoridades judiciais. Podem convocar autoridades, requisitar documentos e quebrar sigilos pelo voto da maioria dos integrantes.</p>
<h2>MST</h2>
<p>No requerimento de criação da CPI do MST, parlamentares afirmam querer investigar o “real propósito [das invasões], assim como dos seus financiadores”. Entre os titulares do colegiado há deputados de partidos como PP, PL, União Brasil, MDB, Republicanos e PSDB. Partidos de esquerda estão representados pelas deputadas do PSOL Sâmia Bomfim (SP) e Talíria Petrone (RJ).</p>
<p>A comissão será presidida pelo deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS) e terá a relatoria do deputado Ricardo Salles (PL-SP).</p>
<h2>Americanas</h2>
<p>Em janeiro, o grupo Americanas revelou inconsistências fiscais de R$ 20 bilhões e dívidas de R$ 43 bilhões. Na ocasião, a 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro aceitou o pedido de recuperação judicial do grupo, composto pelas empresas Americanas S.A., B2W Digital Lux e JSM Global. Elas são responsáveis por marcas como Lojas Americanas, Americanas.com, Submarino, Shoptime e Hortifruti, entre outras.</p>
<p>A comissão será presidida pelo deputado Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE). Para relator, foi escolhido o deputado Carlos Chiodini (MDB-SC).</p>
<h2>Futebol</h2>
<p>Investigações do Ministério Público de Goiás (MPGO) revelaram, em abril, a manipulação de resultados em seis jogos da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2022. Além disso, partidas de campeonatos estaduais também estão sob investigação.</p>
<p>De acordo com o MPGO, os atletas envolvidos receberiam entre R$ 70 mil e R$ 100 mil por pênaltis cometidos, escanteios e cartões amarelos e vermelhos nas partidas. A manipulação de resultados daria vantagem a apostadores.</p>
<p>As operações foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Coordenadoria de Segurança Institucional e Inteligência (CSI) do estado.</p>
<p>O deputado Julio Arcoverde (PP-PI) será o presidente da comissão. Os deputados André Figueiredo (PDT-CE), Daniel Agrobom (PL-GO) e Ricardo Silva (PSD-SP) serão respectivamente primeiro, segundo e terceiro vice-presidentes. O requerimento de criação da CPI é de autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), que também será o relator da comissão.</p>
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		<title>Fachin vota por tornar réus mais 200 denunciados por atos golpistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fachin-vota-por-tornar-reus-mais-200-denunciados-por-atos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 15:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Fachin]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o terceiro a votar por tornar réus mais 200 denunciados na investigação dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e amplamente depredadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Assim como o ministro Dias Toffoli, Fachin acompanhou integralmente o voto do relator dos inquéritos sobre o caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes. O recebimento de mais de 200 denúncias está sendo julgado em plenário virtual, em que os votos são depositados eletronicamente, sem deliberação presencial. A sessão começou na terça-feira (25) e segue até as 23h59 da próxima segunda-feira (1º).</p>
<p>Uma primeira leva com 100 denúncias foram aceitas na semana passada, por 8 votos a 2. Somente os ministros André Mendonça e Nunes Marques divergiram dos demais. Eles foram os únicos que defenderam que as denúncias deveriam ser julgadas pela primeira instância da Justiça Federal.</p>
<p>No voto desta semana, Moraes ressaltou que os envolvidos nos atos de 8 de janeiro tentaram “destruir o regime democrático e suas instituições, pregando a violência, pleiteando a tirania, o arbítrio, a violência e a quebra dos princípios republicanos”.</p>
<p>Uma nova leva de 250 denúncias está marcada para ser julgada na próxima semana, em sessão virtual marcada para começar na próxima terça-feira (2). Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou 1.390 acusações formais ao Supremo, todas contra pessoas que participaram diretamente dos atos de vandalismo ou que incitaram a violência. Até o momento, ninguém foi denunciado por financiar ou idealizar os atos golpistas.</p>
<p>A situação é inédita para o Supremo, que nunca tinha se debruçado sobre tantas denúncias simultâneas sobre um mesmo caso. As sessões virtuais foram a maneira encontrada por Moraes e pela presidente do Supremo, Rosa Weber, para lidar com tamanho volume de pessoas processadas. A medida, contudo, tem sido criticada por advogados.</p>
<p>A previsão é de que o recebimento de todas as denúncias seja apreciado até junho. Em seguida, deve ter início a fase da ação penal, com nova instrução processual e possível produção de novas provas e colheita de novos depoimentos, inclusive a pedido das defesas. Não há prazo definido para o julgamento final.</p>
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		<title>78 mandados são cumpridos em nove estados e no DF na oitava fase da operação Lesa Pátria</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/78-mandados-sao-cumpridos-em-nove-estados-e-no-df-na-oitava-fase-da-operacao-lesa-patria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 14:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Lesa Pátria]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Três Poderes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) iniciou hoje (17) a oitava fase da Operação Lesa Pátria, como resultado das investigações em curso para identificar indivíduos que participaram, financiaram ou incitaram atos antidemocráticos que resultaram na invasão, vandalização e destruição do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e da sede do Supremo Tribunal Federal (STF) em 8 de janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) iniciou hoje (17) a oitava fase da Operação Lesa Pátria, como resultado das investigações em curso para identificar indivíduos que participaram, financiaram ou incitaram atos antidemocráticos que resultaram na invasão, vandalização e destruição do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e da sede do Supremo Tribunal Federal (STF) em 8 de janeiro.</p>
<p>De acordo com a instituição, esta fase envolve a execução de 32 mandados de prisão preventiva e 46 de busca e apreensão em dez estados: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo.</p>
<p>A primeira fase da Operação Lesa Pátria ocorreu em 20 de janeiro deste ano, com o objetivo de investigar supostos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.</p>
<p>Os mandados de prisão e busca e apreensão são parte dos esforços contínuos da PF para levar os responsáveis pelos atos violentos à justiça. Os alvos incluem pessoas que participaram diretamente dos atos, bem como aquelas que financiaram ou fomentaram a sua realização. As investigações são conduzidas com rigor e com total respeito ao Estado Democrático de Direito.</p>
<p>A PF reitera seu compromisso com a investigação e a repressão de qualquer forma de violência ou ataque à democracia e às instituições democráticas. A operação visa garantir que os responsáveis sejam responsabilizados pelo seu comportamento criminoso e que a ordem constitucional seja preservada.</p>
<h2>Balanço</h2>
<p>Até a deflagração da sétima fase em 7 de março, a ação da PF na Operação Lesa Pátria era temporária e já havia resultado na execução de 29 mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e 109 de busca e apreensão. Os números foram sendo atualizados e a PF em breve deve divulgar os dados mais recentes.</p>
<p>Sete inquéritos foram instaurados para investigar os fatos e as responsabilidades: três específicos contra parlamentares que participaram dos atos, um contra financiadores, um contra autores intelectuais, um contra os executores materiais e outro contra as autoridades do Distrito Federal, incluindo o governador Ibaneis Rocha, que foi afastado do cargo, o ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres e o ex-comandante-geral da Polícia Militar, Fábio Vieira.</p>
<p>Além das prisões preventivas realizadas durante as diversas fases da Operação Lesa Pátria, um total de 2.151 pessoas suspeitas de participar dos atos foram presas entre 8 e 9 de janeiro no acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército em Brasília. Dentre eles, 294 (86 mulheres e 208 homens) permanecem no sistema penitenciário do Distrito Federal, enquanto os demais foram soltos por não representarem mais riscos à sociedade e às investigações.</p>
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