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	<title>Ataques &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ataques &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>EUA realizam ataques mortais contra o Estado Islâmico no noroeste da Nigéria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 13:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (25) que forças norte-americanas realizaram “numerosos ataques” mortais contra posições do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no noroeste da Nigéria. Segundo o chefe da Casa Branca, a ofensiva foi uma resposta direta à escalada de violência atribuída à organização, especialmente contra comunidades cristãs. Em publicação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (25) que forças norte-americanas realizaram “numerosos ataques” mortais contra posições do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no noroeste da Nigéria. Segundo o chefe da Casa Branca, a ofensiva foi uma resposta direta à escalada de violência atribuída à organização, especialmente contra comunidades cristãs.</p>
<p>Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os ataques foram conduzidos sob suas ordens diretas como comandante-em-chefe das Forças Armadas e classificou a ação como “poderosa e mortífera”. “Eu já havia avisado esses terroristas de que, se não acabassem com o massacre de cristãos, pagariam caro. E, na noite passada, pagaram”, escreveu o presidente, acrescentando que o então chamado “Departamento de Guerra” realizou “ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer”.</p>
<p>Até o momento, a Casa Branca não divulgou detalhes sobre a operação, tampouco informações sobre alvos específicos, número de vítimas ou impactos militares da ofensiva. O anúncio também não foi acompanhado de um comunicado oficial do Pentágono.</p>
<p>No mesmo texto, Trump acusou o Estado Islâmico de promover ataques violentos contra “cristãos inocentes em níveis não vistos em muitos anos, até mesmo séculos”, reforçando o tom de endurecimento da política norte-americana em relação à atuação de grupos jihadistas na África Ocidental.</p>
<p>No mês passado, o presidente já havia declarado que ordenara ao Pentágono o início do planejamento de uma possível ação militar na Nigéria, após denúncias de perseguição religiosa e assassinatos em massa. Como parte dessa estratégia, o Departamento de Estado anunciou, nas últimas semanas, restrições à concessão de vistos para cidadãos nigerianos e seus familiares envolvidos em atos de violência contra cristãos.</p>
<p>Recentemente, os Estados Unidos também classificaram a Nigéria como “país de particular preocupação”, nos termos da Lei da Liberdade Religiosa Internacional, instrumento legal que permite a adoção de sanções diplomáticas e políticas contra governos acusados de tolerar ou não coibir violações graves à liberdade religiosa.</p>
<p>“O nosso país não permitirá que o terrorismo radical islâmico prospere”, afirmou Trump, sinalizando que novas ações militares poderão ser desencadeadas caso o Estado Islâmico mantenha suas atividades violentas na região.</p>
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		<title>Rússia lança novo ataque com mísseis hipersônicos e drones contra a Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-lanca-novo-ataque-com-misseis-hipersonicos-e-drones-contra-a-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes. Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes.</p>
<p>Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, conhecidos por não retornarem após o ataque. As autoridades ucranianas informaram que o objetivo da ofensiva foi, novamente, destruir infraestruturas energéticas e logísticas em diversas partes do país.</p>
<p>Em contrapartida, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter abatido 71 drones ucranianos em dez regiões, incluindo a Crimeia, território anexado em 2014. De acordo com o órgão, 29 drones foram interceptados na região de Briansk, sete em Kursk, três na Crimeia e outros sete sobre o Mar Negro.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio à escalada de ações ofensivas dos dois lados, com a Ucrânia buscando enfraquecer o reabastecimento do Exército russo e comprometer a exportação de petróleo e derivados, uma das principais fontes de financiamento de Moscou.</p>
<p>A guerra, que começou em 24 de fevereiro de 2022, segue sem perspectivas de cessar-fogo, com as forças russas intensificando o uso de armas de alta tecnologia, como os mísseis hipersônicos, capazes de atingir velocidades superiores a Mach 10 (dez vezes a velocidade do som).</p>
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		<title>Escalada na guerra: Rússia e Ucrânia trocam ataques com mísseis em meio a impasse diplomático</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escalada-na-guerra-russia-e-ucrania-trocam-ataques-com-misseis-em-meio-a-impasse-diplomatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
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					<description><![CDATA[Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Segundo autoridades ucranianas, seis pessoas morreram, entre elas duas crianças, em ataques russos contra Kiev e regiões vizinhas. As explosões também provocaram apagões em várias partes do país, dificultando as operações de resgate.</p>
<p>Em resposta, as Forças Armadas da Ucrânia confirmaram o uso de mísseis franco-britânicos Storm Shadow, lançados de aeronaves, contra uma fábrica de produtos químicos na região russa de Bryansk, no sul do país.</p>
<h3>Impasse diplomático</h3>
<p>Na semana passada, Trump e Putin haviam concordado em realizar uma cúpula na Hungria, mas o plano esfriou após conversas entre diplomatas dos dois países. A Casa Branca informou que o presidente norte-americano “não tem planos imediatos” de se encontrar com o líder russo.</p>
<blockquote><p>“Trump não quer uma reunião desperdiçada”, afirmou um porta-voz do governo dos EUA. Moscou, por sua vez, diz compartilhar da mesma visão.</p></blockquote>
<p>Ainda assim, o Kremlin assegura que os preparativos continuam. O porta-voz Dmitry Peskov declarou que as datas ainda não estão definidas e que “muitas informações falsas estão circulando” sobre o tema.</p>
<h3>Pressão por acordo de paz</h3>
<p>Fontes ouvidas pela Reuters afirmam que a Rússia reiterou suas condições para um eventual acordo, exigindo que a Ucrânia ceda o controle total da região de Donbas, no sudeste do país — uma proposta prontamente rejeitada por Kiev e pela comunidade internacional.</p>
<p>Trump havia sugerido um cessar-fogo imediato nas atuais linhas de frente, mas a ideia foi descartada por ambos os lados.</p>
<blockquote><p>“É um processo difícil, mas é para isso que servem os diplomatas”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, à agência estatal RIA.</p></blockquote>
<p>Enquanto as negociações permanecem estagnadas, o conflito segue em escalada, com ataques cada vez mais letais e um cenário diplomático cada vez mais incerto sobre o futuro da guerra no Leste Europeu.</p>
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		<title>EUA e Reino Unido realizam novos ataques contra rebeldes Houthis em resposta a ações no Mar Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[Na noite de segunda-feira (22), forças dos Estados Unidos e do Reino Unido conduziram novos ataques contra os rebeldes houthis no Iêmen, em resposta às contínuas ações do grupo no Mar Vermelho. A operação, coordenada entre ambos os governos e com o apoio de Austrália, Bahrein, Canadá e Países Baixos, teve como alvo oito posições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite de segunda-feira (22), forças dos Estados Unidos e do Reino Unido conduziram novos ataques contra os rebeldes houthis no Iêmen, em resposta às contínuas ações do grupo no Mar Vermelho. A operação, coordenada entre ambos os governos e com o apoio de Austrália, Bahrein, Canadá e Países Baixos, teve como alvo oito posições estratégicas dos houthis, buscando &#8220;perturbar e degradar&#8221; suas capacidades.</p>
<p>Os ataques foram direcionados, segundo comunicado conjunto, a um ponto de armazenamento subterrâneo dos houthis, bem como a locais de mísseis e vigilância aérea. A operação visa responder aos ataques contínuos do grupo rebelde à navegação internacional e comercial no Mar Vermelho, assim como a navios de guerra.</p>
<p>O Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou que os ataques foram realizados em legítima defesa, visando reduzir as tensões e restaurar a estabilidade na região. A operação envolveu aviões da Força Aérea Real, utilizando bombas guiadas de precisão, com o objetivo de minimizar riscos de vítimas civis.</p>
<p>Grant Shapps, ministro britânico da Defesa, destacou que os ataques têm como propósito enfraquecer o arsenal dos houthis e impedir que representem uma ameaça ao comércio global e à vida de marinheiros inocentes. Quatro caças Typhoon foram empregados na ação.</p>
<p>Esta é a segunda operação conjunta desde o início de janeiro, refletindo a determinação dos EUA e do Reino Unido em enfraquecer as capacidades militares dos houthis, que têm recebido apoio do Irã. Alvos incluíram sistemas de mísseis, lançadores, sistemas de defesa aérea, radares e instalações de armazenamento de armas.</p>
<p>O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, em declarações nesta terça-feira, reafirmou o compromisso de &#8220;continuar a reduzir&#8221; a capacidade dos houthis para realizar ataques no Mar Vermelho. Ele ressaltou que os houthis atacam indiscriminadamente a navegação na região, buscando fechar uma via marítima vital.</p>
<p>Os rebeldes houthis, por sua vez, afirmam que esses ataques reforçam a determinação do povo iemenita em cumprir sua responsabilidade moral e humanitária para com os oprimidos em Gaza. Antes da confirmação oficial, a agência de notícias houthi denunciou os ataques, mencionando investidas contra a capital Sanaa e outras províncias do Iêmen.</p>
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		<item>
		<title>Coalizão liderada pelos EUA e aliados realiza ataques contra houthis em busca de estabilidade no Mar Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 13:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, os Estados Unidos, o Reino Unido e oito países aliados emitiram uma declaração conjunta anunciando uma ação militar direcionada contra o grupo rebelde houthis no Iêmen, com o objetivo declarado de desanuviar as tensões e restaurar a estabilidade no Mar Vermelho. A declaração ressalta o compromisso compartilhado com a liberdade de navegação, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, os Estados Unidos, o Reino Unido e oito países aliados emitiram uma declaração conjunta anunciando uma ação militar direcionada contra o grupo rebelde houthis no Iêmen, com o objetivo declarado de desanuviar as tensões e restaurar a estabilidade no Mar Vermelho.</p>
<p>A declaração ressalta o compromisso compartilhado com a liberdade de navegação, o comércio internacional e a segurança dos marinheiros diante de ataques considerados ilegais e injustificáveis. Os países envolvidos incluem Austrália, Bahrein, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Os ataques aéreos realizados na noite de quinta-feira pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido foram uma resposta aos ataques dos houthis no Mar Vermelho, intensificados desde o início do conflito entre Israel e o Hamas em outubro do ano passado. A coalizão internacional considera esses ataques uma ameaça à navegação internacional e à estabilidade da região.</p>
<p>Rússia e China expressaram preocupações com a escalada das tensões, condenando os ataques liderados pelos EUA e destacando a necessidade de contenção para evitar uma propagação ainda maior do conflito. A China instou todas as partes envolvidas a manterem a calma.</p>
<p>A ação militar coordenada atingiu mais de uma dúzia de locais usados pelos houthis, incluindo a capital do Iêmen, Sanaa, e outras cidades sob controle dos rebeldes apoiados pelo Irã. A resposta dos houthis foi rápida, prometendo continuar os ataques a navios ligados a Israel no Mar Vermelho.</p>
<p>A Rússia criticou os ataques liderados pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido, considerando-os uma distorção das resoluções do Conselho de Segurança da ONU e acusando as potências ocidentais de desrespeitar o direito internacional. A porta-voz russa Maria Zajarova afirmou que os bombardeios visam a escalada na região para atingir objetivos destrutivos.</p>
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		<item>
		<title>Especialistas defendem espaços de expressão de sentimentos em escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialistas-defendem-espacos-de-expressao-de-sentimentos-em-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 14:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[A cultura de diálogo que fortaleça os valores democráticos nas escolas é um dos caminhos apontados por educadores para frear o aumento de ataques em escolas do país. Antes incomum, os crimes têm exigido atenção das autoridades e gerado alerta entre famílias e estudantes. Catarina de Almeida, professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cultura de diálogo que fortaleça os valores democráticos nas escolas é um dos caminhos apontados por educadores para frear o aumento de ataques em escolas do país. Antes incomum, os crimes têm exigido atenção das autoridades e gerado alerta entre famílias e estudantes.</p>
<p>Catarina de Almeida, professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), vê as instituições de ensino mais vulneráveis por motivos que não estão ligados à falta de instrumentos de segurança.</p>
<blockquote><p>&#8220;As escolas têm sido perseguidas quando tratam de temas como educação sexual, questões de gênero, racismo, misoginia. Temos inclusive muitos parlamentares que expõem a figura do professor ou da professora. E isso é uma questão muita séria para a saúde psíquica desses professores. Ainda passam para a sociedade a ideia de que qualquer pessoa pode entrar numa escola e dizer o que ela deve ou não fazer &#8220;, avalia.</p></blockquote>
<p>Segundo Catarina, a redução de componentes curriculares de ciências humanas e sociais aplicadas &#8211; história, filosofia, sociologia e geografia &#8211; no ensino médio fazem com que estudantes tenham dificuldades de compreender noções de justiça, solidariedade, respeito aos direitos humanos e combate aos preconceitos de qualquer natureza. Ao mesmo tempo, Catarina defende a criação de políticas públicas para capacitar as comunidades escolares e familiares a identificar alterações comportamentais nos jovens e observarem o conteúdo digital consumido por crianças e adolescentes.</p>
<p>Para a educadora Telma Vinha, coordenadora de pesquisa realizada pela Unicamp sobre casos de ataques em escolas por alunos ou ex-alunos, é preciso desenvolver, por meio de políticas públicas, uma cultura de diálogo nas escolas que fortaleçam os valores democráticos. Ela defende a criação espaços de expressão de sentimento, voltados para fomentar um clima positivo na convivência, e também espaços de mediação de conflitos que podem envolver assembleias coletivas e reuniões privadas onde os estudantes aprendem a usar o diálogo em substituição à violência.</p>
<blockquote><p>“Hoje os profissionais da educação atuam como bombeiro. Só atuam depois que os conflitos entre alunos já estão ocorrendo na escola. É preciso criar um clima positivo de convivência capaz de evitar que eles surjam. Mas só é possível capitaneado pelo Ministério da Educação, por secretarias estaduais de educação. Não dá para responsabilizar individualmente cada escola&#8221;.</p></blockquote>
<p>Ainda segundo ela, quando ocorrem esses episódios, muitas das soluções apresentadas se baseiam apenas em medidas de segurança. “Nos Estados Unidos, o excesso de aparato de segurança nas escolas não resolve. Lá tem detector de metal, câmeras 3D, e os casos continuam ocorrendo”, alertou.</p>
<p>Paralelamente aos projetos que envolvem a escola, a ampliação do trabalho de inteligência é considerada fundamental. Na semana passada, mensagens contendo ameaças de ataque a uma escola do Rio de Janeiro foram encontradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública durante monitoramento na internet. O conteúdo foi encaminhado à Polícia Civil, que apreendeu uma adolescente de 12 anos, órfã de mãe e, segundo as investigações, com problemas de relacionamento na instituição de ensino, onde seria vítima de <em>bullying</em>. De acordo com os policiais, ela admitiu ser a autora das mensagens.</p>
<p>Em 2021, um jovem de 16 anos também foi apreendido em Goiânia após a identificação de conversas onde ele anunciava admitia ser fã do nazismo e afirmava estar pronto para cometer algum ataque em escola, pois teria facilidade em acessar material bélico. Telma observa que hoje não há uma plataforma centralizada de denúncia, onde estudantes possam ir quando veem algo na internet ou em grupos privados.</p>
<p>“Às vezes contam para o diretor, que não sabe o que fazer e faz um boletim na delegacia do bairro&#8221;, relata. Ela avalia que a criação de um canal unificado facilitará com que as denúncias sejam feitas e permitirá que elas sejam levadas mais à sério e sejam investigadas com inteligência.</p>
<h2>Armas de fogo</h2>
<p>Nem todos os episódios de violência em ambiente escolar estão relacionados com armas de fogo. Ainda assim, de acordo com o levantamento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as armas de fogo foram usadas em mais da metade dos casos: 12 dos 22 ataques. Em seis episódios, o jovem teve acesso ao armamento em casa.</p>
<p>O documento produzido pelo grupo mobilizado pelo professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Daniel Cara, compilou dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública para apontar os efeitos das políticas de flexibilização das normas para compra de armas adotadas durante o governo de Jair Bolsonaro, entre 2018 e 2022.  No período, o número de registros de armas em mãos de caçadores, atiradores e colecionadores quase sextuplicou alcançando a marca de 673.818.</p>
<p>“Esses dados são fundamentais para a desconstrução da narrativa que coloca essa violência na conta das escolas, que apontam soluções fáceis, que geralmente, culpabilizam as instituições escolares”, apontam os pesquisadores. Eles cobram alterações normativas e legais que revertam esse quadro.</p>
<h2>Mudanças na legislação</h2>
<p>No documento, educadores defendem atualizações no Código Penal para tipificar condutas relacionadas à cooptação e recrutamento de crianças e adolescentes por grupos e ideologias de extremistas de direita. Também advogam pela tipificação da fabricação, comercialização, distribuição e veiculação de símbolos, emblemas, distintivos ou propaganda de teor supremacista que façam ou não uso da cruz suástica.</p>
<p>Uma outra mudança fundamental na ótica dos pesquisadores é a adoção de um novo marco regulatório para a internet que seja capaz de oferecer mecanismos contra a circulação de discursos de ódio e desinformação promovidos não apenas por grupos neonazistas, mas também por lideranças públicas políticas e sociais que ganharam visibilidade em diversos lugares do mundo onde a extrema-direita cresceu nos últimos anos. Fóruns virtuais, chats, redes sociais e aplicativos como Telegram, Whatsapp e Discord se tornaram espaços de disseminação desses conteúdos.</p>
<p>A responsabilização das plataformas pelas publicações dos usuários exige alterações no Marco Civil da Internet e é um assunto controverso que vem gerando debates institucionais. O tema esteve em pauta no mês passado em uma audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Telma Vinha observa que fóruns de grupos neonazistas se encontravam anteriormente na chamada <em>Deep Web</em>, que não é indexada em sistemas de busca e é de acesso mais restrito, demandando navegadores específicos. “Nos últimos anos, eles passaram para a superfície da internet. É de fácil acesso através das redes sociais”, afirma.</p>
<p>Os pesquisadores da Unicamp possuem <em>prints</em> de mensagens ameaçadoras encontradas em redes sociais. Uma dessas postagens, em que o autor afirma já ter armas, vestimentas e um parceiro na escola que topou executar seu plano, continha 43 curtidas. A publicação ficou cerca de um mês no Twitter.</p>
<p>A forma de funcionamento dos algoritmos das redes sociais também gera preocupação: ao curtir uma mensagem desse teor ou assistir um vídeo contendo discurso de ódio, outros perfis e publicações similares são recomendados. E além de facilitar o acesso a esses conteúdos, muitos deles são monetizados a partir de publicidade direcionada pela própria plataforma.</p>
<h2>Abordagem jornalística</h2>
<p>Cuidados que a mídia deve ter ao reportar um ataque foram discutidos em webinário promovido pela Jeduca, uma associação formada por jornalistas que cobrem educação.</p>
<p>Pesquisadores consideram que determinados tipos de cobertura podem influenciar novos episódios. Segundo Catarina, é preciso uma abordagem jornalística que evite dar notoriedade ao autor do ataque, uma vez que este é exatamente o seu objetivo e a atenção da mídia é percebida como recompensa. Ela considera inadequado mostrar imagens da ação e dar relevância à história de vida do autor. “A exposição aumenta o status social daquele que provocou o ataque, gerando uma notoriedade que é desejada por outros”, observa.</p>
<p>Em sua visão, o detalhamento da história de vida do autor acaba por individualizar o caso podendo, por exemplo, passar a ideia equivocada de que ele está unicamente relacionado com um quadro de depressão. Ela reitera que se trata de um fenômeno mais complexo. &#8220;Ficar dizendo que o autor estava se vingando por ter sofrido bullying e falar das origens do atirador pode fazer com outros jovens se identifiquem&#8221;, acrescenta a pesquisadora.</p>
<p>Além disso, as extensas coberturas com o relato minucioso, que revelam o passo a passo do plano de ataque, podem proporcionar disseminação de informação indesejada. &#8220;Os autores buscam observar aquilo que outros já fizeram. Como eles não se conhecem, onde eles buscam obter essas informações? Na mídia. Então a mídia pode influenciar na proliferação desses ataques realizados por jovens em escolas&#8221;, avalia Catarina.</p>
<p>A pesquisadora afirma que há projetos de lei em tramitação no Congresso inspirados em medidas adotadas na Nova Zelândia, onde é proibido noticiar informações sobre o autor do ataque e sobre os procedimentos utilizados. Ela também observa que diretrizes já elaboradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para cobertura de casos de suicídio também podem ser válidas para reportagens sobre ocorrências de ataques em escolas. A entidade recomenda evitar o sensacionalismo, não mostrar vídeos e fotografias da ação, não fornecer descrição passo a passo dos métodos.</p>
<p>Para Catarina, é preciso reduzir o tempo de cobertura midiática sobre os ataques. De outro lado, ele acredita que a imprensa pode contribuir para o enfrentamento da situação se focar nas punições, se retratar a ação como algo vergonhoso e se, passado o calor do momento, acompanhar e cobrar a implementação de propostas.</p>
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		<title>AIEA: Zaporizhia é uma região que não pode ser atacada em nenhuma situação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[central nuclear]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação militar especial]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante visita à Central Nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, expressou sua preocupação com o aumento da atividade militar na região. Apesar disso, o diretor da agência se mostrou otimista com a possibilidade de uma solução diplomática para a questão. Em comunicado, a agência destacou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante visita à Central Nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, expressou sua preocupação com o aumento da atividade militar na região. Apesar disso, o diretor da agência se mostrou otimista com a possibilidade de uma solução diplomática para a questão.</p>
<p>Em comunicado, a agência destacou a importância de se &#8220;abster de atacar ou utilizar a central para ataque&#8221; sob qualquer circunstância, considerando a central nuclear a maior da Europa.</p>
<p>A região ainda apresenta vestígios de bombardeios e as acusações mútuas entre Rússia e Ucrânia persistem. Enquanto a Rússia defende a presença de suas forças na central para impedir sabotagens ucranianas, a Ucrânia alega que a Rússia utiliza as instalações como escudo para proteção de seus soldados e equipamentos militares.</p>
<p>A Organização das Nações Unidas propõe a criação de uma zona desmilitarizada, mas Grossi prefere concentrar-se em medidas realistas que possam ser aprovadas por ambas as partes.</p>
<p>Nas últimas semanas, a Ucrânia e a Rússia se culparam mutuamente pelos bombardeios na unidade e em áreas próximas, e também se acusaram de tentativas de boicotar a visita dos especialistas da ONU.</p>
<p>A missão da Agência Internacional de Energia Atômica tem como objetivo ajudar a proteger o local. A segurança de Zaporizhia tem sido uma das maiores preocupações da comunidade internacional desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.</p>
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