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	<title>Ataque &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ataque &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Novo ataque a navio no Estreito de Ormuz intensifica crise e eleva alerta global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 11:16:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
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		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
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					<description><![CDATA[Um segundo navio foi alvo de ataque no Estreito de Ormuz em menos de 24 horas, ampliando o cenário de instabilidade em uma das regiões mais estratégicas para o comércio global. O novo incidente ocorreu a cerca de 78 milhas náuticas — aproximadamente 144 quilômetros — ao norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um segundo navio foi alvo de ataque no Estreito de Ormuz em menos de 24 horas, ampliando o cenário de instabilidade em uma das regiões mais estratégicas para o comércio global. O novo incidente ocorreu a cerca de 78 milhas náuticas — aproximadamente 144 quilômetros — ao norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações de monitoramento marítimo internacional.</p>
<p>De acordo com autoridades de segurança naval, embarcações que transitam pela área foram orientadas a redobrar a vigilância e relatar qualquer atividade suspeita, diante do aumento do risco de novos ataques.</p>
<h3>Ataques em sequência elevam tensão na região</h3>
<p>Horas antes do segundo incidente, outro ataque já havia sido registrado nas proximidades da costa iraniana. Relatos indicam que pequenas embarcações cercaram um navio graneleiro que navegava próximo à cidade de Sirik, no sudoeste do Irã, antes de lançar a ofensiva.</p>
<p>A repetição de ataques em curto intervalo de tempo reforça a percepção de escalada no conflito e amplia a preocupação entre armadores, operadores logísticos e governos.</p>
<h3>Região estratégica sob risco</h3>
<p>O Estreito de Ormuz é considerado um dos pontos mais sensíveis do planeta para o transporte de energia. A via marítima conecta o Golfo Pérsico ao oceano aberto e concentra uma parcela significativa do fluxo global de petróleo, tornando qualquer instabilidade local um fator de impacto internacional.</p>
<p>Desde o início de 2026, a região enfrenta uma crise geopolítica marcada por confrontos indiretos, ameaças militares e restrições à navegação. O cenário inclui ataques a embarcações, redução no tráfego marítimo e aumento expressivo nos custos logísticos.</p>
<h3>Conflito mais amplo agrava cenário</h3>
<p>Os ataques recentes ocorrem em meio a uma escalada envolvendo Irã, Estados Unidos e aliados, com disputas que envolvem controle da região, sanções econômicas e operações militares.</p>
<p>A tensão se intensificou após ações militares no início do ano, que desencadearam respostas do Irã e resultaram em restrições ao tráfego marítimo no estreito. Desde então, navios comerciais têm enfrentado riscos crescentes, incluindo ataques com drones, mísseis e abordagens por embarcações menores.</p>
<h3>Impactos no comércio e na segurança global</h3>
<p>A sequência de incidentes levanta preocupações sobre possíveis impactos no fornecimento global de petróleo e no equilíbrio econômico internacional. Com o estreito operando sob risco constante, empresas de navegação e seguradoras já adotam medidas de precaução, incluindo suspensão de rotas e aumento de custos operacionais.</p>
<p>Especialistas avaliam que a continuidade dos ataques pode provocar efeitos em cadeia, como alta nos preços de energia, atrasos logísticos e pressão sobre mercados internacionais.</p>
<h3>Risco de nova escalada</h3>
<p>A repetição de ataques em curto espaço de tempo indica que a crise no Estreito de Ormuz está longe de uma solução imediata. A presença de forças militares na região, combinada com ações hostis contra embarcações comerciais, mantém o risco de uma escalada ainda maior.</p>
<p>Diante desse cenário, autoridades internacionais acompanham a situação com preocupação, enquanto o tráfego marítimo segue sob forte tensão em uma das rotas mais importantes do mundo.</p>
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		<title>Irã atinge centro energético no Catar e lança mísseis contra a Arábia Saudita</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ira-atinge-centro-energetico-no-catar-e-lanca-misseis-contra-a-arabia-saudita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região. De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região.</p>
<p>De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do Catar, sofreu impactos de mísseis, provocando incêndios e danos significativos às instalações. A estatal QatarEnergy relatou prejuízos consideráveis após o ataque.</p>
<p>Na Arábia Saudita, as forças de defesa informaram ter interceptado mísseis balísticos disparados em direção à capital, Riad, além de neutralizar uma tentativa de ataque com drones contra uma instalação de gás no leste do país.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio ao agravamento do conflito envolvendo o Irã e seus adversários, após ofensivas anteriores dos Estados Unidos e de Israel contra estruturas energéticas iranianas. Em resposta, Teerã havia sinalizado que poderia atingir alvos estratégicos ligados à produção de petróleo e gás em países do Golfo.</p>
<p>A intensificação das ações militares já impacta o mercado internacional, com reflexos nos preços do petróleo e preocupações sobre a segurança do fornecimento global de energia. A região do Golfo concentra algumas das principais reservas e rotas de exportação do mundo, o que amplia o alcance das consequências econômicas e geopolíticas do conflito.</p>
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		<title>Anistia Internacional pede responsabilização por ataque a escola no Irã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anistia-internacional-pede-responsabilizacao-por-ataque-a-escola-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Anistia Internacional defendeu que os responsáveis pelo ataque a uma escola na cidade de Minab, no sul do Irã, sejam responsabilizados. Segundo investigação divulgada pela entidade, a ação teria sido realizada por forças dos Estados Unidos e resultou na morte de 168 pessoas, muitas delas crianças. De acordo com a organização de direitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A organização Anistia Internacional defendeu que os responsáveis pelo ataque a uma escola na cidade de Minab, no sul do Irã, sejam responsabilizados. Segundo investigação divulgada pela entidade, a ação teria sido realizada por forças dos Estados Unidos e resultou na morte de 168 pessoas, muitas delas crianças.</p>
<p>De acordo com a organização de direitos humanos, o ataque atingiu diretamente um prédio escolar cheio de estudantes, além de outras estruturas localizadas em um complexo adjacente ligado à Guarda Revolucionária Islâmica. A ofensiva teria sido realizada com armas guiadas, mas, segundo a entidade, não foram tomadas todas as precauções necessárias para evitar vítimas civis, o que caracterizaria violação do direito internacional humanitário.</p>
<p>A investigação aponta que as forças norte-americanas podem ter usado informações desatualizadas, pois o edifício que atualmente funcionava como escola teria feito parte, no passado, de instalações militares. Mesmo assim, a organização afirma que atacar um local civil protegido, como uma escola, é proibido pelas normas internacionais de guerra.</p>
<p>A diretora sênior de pesquisa e campanhas da Anistia Internacional, Erika Guevara-Rosas, classificou o episódio como um exemplo trágico do impacto da guerra sobre a população civil. Segundo ela, o local que deveria servir como espaço seguro de aprendizado acabou se transformando em cenário de uma “matança em massa”.</p>
<p>A organização informou que pretende apresentar suas conclusões e recomendações às autoridades dos Estados Unidos, pedindo investigações independentes e responsabilização dos envolvidos no planejamento e execução do ataque.</p>
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		<title>Irã intensifica ataques a bases e navios enquanto guerra no Oriente Médio se aprofunda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ira-intensifica-ataques-a-bases-e-navios-enquanto-guerra-no-oriente-medio-se-aprofunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel segue ganhando intensidade e novas frentes de confronto foram registradas nesta quarta-feira (11). As forças iranianas anunciaram ataques contra bases militares dos EUA e posições israelenses no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que pelo menos três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico, demonstrando a continuidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel segue ganhando intensidade e novas frentes de confronto foram registradas nesta quarta-feira (11). As forças iranianas anunciaram ataques contra bases militares dos EUA e posições israelenses no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que pelo menos três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico, demonstrando a continuidade da capacidade de retaliação de Teerã apesar dos bombardeios mais intensos da coalizão liderada por Washington e Tel Aviv.</p>
<p>No estratégico Estreito de Hormuz, importante rota de cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo, os impactos dos confrontos têm sido crescentes. Navios cargueiros, incluindo embarcações de bandeira tailandesa, japonesa e das Ilhas Marshall, foram atingidos por projéteis ou sofreram danos, elevando o total de ataques marítimos na região desde o início do conflito. Tripulantes tiveram de ser evacuados em ao menos um caso após incêndio a bordo.</p>
<p>O Irã também relatou o lançamento de mísseis contra uma base dos Estados Unidos no norte do Iraque, o quartel-general naval da Quinta Frota americana no Bahrein e posições israelenses, segundo relatos de agências de notícias internacionais. Explosões foram ouvidas no Bahrein, e ataques com drones perto do aeroporto de Dubai resultaram em ferimentos, embora operações no terminal não tenham sido interrompidas.</p>
<p>As hostilidades ocorrem enquanto o Pentágono descreve seus bombardeios sobre alvos iranianos como os mais intensos da guerra até o momento, em resposta às ações de Teerã. Autoridades iranianas, por sua vez, anunciaram que planejam atingir também alvos bancários norte-americanos e israelenses, numa sinalização de que a estratégia de retaliação pode continuar se expandindo.</p>
<p>O conflito vem provocando fortes repercussões no mercado global de energia. O acesso ao Estreito de Hormuz tem sido altamente precário, o que contribuiu para a volatilidade nos preços do petróleo e maior incerteza sobre o fornecimento de combustíveis e commodities.</p>
<p>Apesar de sinais de os mercados financeiros tentarem se estabilizar diante de expectativas de negociações diplomáticas, a continuidade dos ataques tanto em terra quanto no mar reforça a ausência de um cessar-fogo imediato e evidencia a expansão das operações militares na região.</p>
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		<item>
		<title>Presidente interina da Venezuela anuncia plano de defesa nacional com prazo de 100 dias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-interina-da-venezuela-anuncia-plano-de-defesa-nacional-com-prazo-de-100-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:01:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta quarta-feira (28) o início de um processo de reestruturação da estratégia de segurança nacional do país, com a elaboração de um novo “Plano de Defesa da Nação”. A iniciativa foi anunciada durante um evento em que Rodríguez foi reconhecida como comandante-chefe da Força Armada Nacional Bolivariana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta quarta-feira (28) o início de um processo de reestruturação da estratégia de segurança nacional do país, com a elaboração de um novo “Plano de Defesa da Nação”. A iniciativa foi anunciada durante um evento em que Rodríguez foi reconhecida como comandante-chefe da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), numa cerimônia oficial em Caracas.</p>
<p>Rodríguez estabeleceu um prazo de 100 dias para que o projeto seja concebido e apresentado, apelando à “máxima cooperação” de todas as entidades civis, militares e policiais envolvidas. Ela afirmou que o objetivo é definir diretrizes claras para um sistema defensivo que una todas as forças do país, em resposta ao que descreveu como um cenário de ameaças externas e internas.</p>
<p>O anúncio ocorre cerca de três semanas após uma operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro de 2026, que resultou na captura do presidente deposto Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, levados para os EUA para responder a acusações sob a justiça norte-americana — um episódio que impactou profundamente a política venezuelana.</p>
<p>Durante o pronunciamento, Delcy Rodríguez reforçou que a Venezuela está aberta ao diálogo político, mas se mantém firme em defender sua soberania e aplicar a lei no país. Ela também voltou a pedir a libertação de Maduro e Flores, enquanto defendeu que a nova defesa nacional será construída no respeito à Constituição venezuelana.</p>
<p>A movimentação acompanha um momento de grandes tensões geopolíticas para a Venezuela, com negociações diplomáticas e resistências internas ao contexto de intervenção externa, enquanto Rodríguez consolida sua liderança no país após os acontecimentos recentes.</p>
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		<item>
		<title>UE avança com acordo comercial com Mercosul apesar da oposição da França</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ue-avanca-com-acordo-comercial-com-mercosul-apesar-da-oposicao-da-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 17:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da população do bloco.</p>
<h3><strong>O que está em jogo</strong></h3>
<ul>
<li>Para países como Alemanha e Espanha, o pacto é estratégico: ajudaria a compensar perdas provocadas pelas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, e reduziria a dependência europeia da China, sobretudo em minerais críticos como o lítio.</li>
<li>A Comissão Europeia o classifica como o maior acordo tarifário já firmado pelo bloco.</li>
</ul>
<h3><strong>Resistência francesa</strong></h3>
<p>A França, maior produtora de carne bovina da UE, lidera a oposição. Paris considera o acordo “inaceitável”, alegando que abriria espaço para importações baratas de carne sul-americana sem atender aos padrões sanitários e ambientais exigidos na Europa.</p>
<ul>
<li>Agricultores têm realizado protestos contra o pacto.</li>
<li>Grupos ambientalistas, como o Friends of the Earth, chamam o tratado de “destruidor do clima”.</li>
</ul>
<h3><strong>Risco de bloqueio</strong></h3>
<p>O texto pode enfrentar resistência no Parlamento, onde Verdes e partidos de extrema direita são críticos, ou entre os governos, caso Polônia e Itália se unam à França na rejeição.</p>
<h3><strong>O que a UE e o Mercosul ganham</strong></h3>
<ul>
<li>Para a Europa: abertura do mercado sul-americano para carros, máquinas, produtos químicos, queijos, presuntos e vinhos.</li>
<li>Para o Mercosul: acesso facilitado ao mercado europeu, com tarifas menores para commodities agrícolas e ampliação do comércio.</li>
</ul>
<p>O acordo, se aprovado, seria um marco histórico para ambos os blocos, mas enfrenta um caminho político cheio de obstáculos.</p>
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		<item>
		<title>Polônia aciona caças por ataque russo no oeste da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/polonia-aciona-cacas-por-ataque-russo-no-oeste-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[espaço aéreo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no espaço aéreo do país desde as primeiras horas da manhã.</p>
<p>“Os caças de serviço foram posicionados em pares, e os sistemas de defesa aérea e radar em solo foram elevados ao nível máximo de alerta”, informou o comando militar polonês, por meio de publicação na rede social X.</p>
<p>Esse tipo de resposta já se tornou comum quando ataques russos se aproximam da fronteira da Polônia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Na noite de domingo (8), dezenas de mísseis e drones atingiram a cidade ucraniana de Rivne, segundo o prefeito local, Oleksandr Tretyak. O governador da região, Oleksandr Koval, afirmou que o ataque deixou ao menos um ferido. Kiev também foi atingida, com danos a edifícios residenciais.</p>
<p>O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, afirmou ter interceptado 49 drones ucranianos durante a noite, em regiões fronteiriças e na Chuvashia — a cerca de 600 quilômetros de Moscou.</p>
<p>Ainda na madrugada, a Ucrânia informou que drones atingiram o aeródromo de Savasleika, em Nizhny Novgorod, de onde partem aeronaves MiG-31K armadas com mísseis hipersônicos <em>Kinzhal</em>. De acordo com o Exército ucraniano, ao menos um MiG-31 e outro caça Su-30 ou Su-34 foram danificados.</p>
<p>Em outro ataque, uma fábrica russa de antenas para drones <em>Shahed</em>, que também produz componentes para bombas e armamentos, foi atingida, segundo nota divulgada pelo Estado-Maior da Ucrânia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ataque a comboio mumanitário da ONU em Gaza agrava crise alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ataque-a-comboio-mumanitario-da-onu-em-gaza-agrava-crise-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 14:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 5 de fevereiro, um comboio das Nações Unidas, responsável pelo transporte de alimentos cruciais, foi alvo de disparos por forças israelenses no centro de Gaza. A ação visava impedir o avanço em direção ao norte, uma região onde milhares de palestinos enfrentam a ameaça iminente da fome, revela uma investigação da CNN. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de fevereiro, um comboio das Nações Unidas, responsável pelo transporte de alimentos cruciais, foi alvo de disparos por forças israelenses no centro de Gaza. A ação visava impedir o avanço em direção ao norte, uma região onde milhares de palestinos enfrentam a ameaça iminente da fome, revela uma investigação da CNN.</p>
<p>Os veículos da UNRWA, a principal agência humanitária em Gaza, foram atacados enquanto estavam detidos em um ponto de verificação das Forças de Defesa de Israel (IDF), seguindo uma rota acordada previamente. O relatório interno da UNRWA compilou os eventos que precederam o ataque.</p>
<p>Apesar de não terem ocorrido ferimentos, a carga de um dos dez caminhões, contendo alimentos essenciais como farinha de trigo para a produção de pão, foi destruída. Juliette Touma, porta-voz da UNRWA, afirmou: &#8220;Um dos caminhões que transportava mantimentos foi atingido por fogo naval israelense.&#8221;</p>
<p>O diretor da UNRWA, Tom White, compartilhou imagens nas redes sociais, revelando um caminhão com danos evidentes. A análise das fotos e imagens de satélite pela CNN indicou que o comboio foi atingido na lateral voltada para o mar, sugerindo o uso de munição proveniente dessa direção.</p>
<p>Após o incidente, as Forças de Defesa de Israel anunciaram uma investigação, recusando-se a comentar sobre o ocorrido. Subsequentemente, a UNRWA decidiu suspender o envio de comboios de ajuda humanitária para o norte de Gaza, onde 51% das missões planejadas foram negadas pelas autoridades israelenses desde janeiro.</p>
<p>Com aproximadamente 300 mil pessoas vivendo ao norte de Wadi Gaza, a ONU estima que 16,2% das crianças enfrentam desnutrição aguda. A crise humanitária se agrava com o aumento da ofensiva militar israelense e as crescentes restrições à entrada de ajuda, resultando em mortes por fome.</p>
<p>Diante das acusações de colaboração com o Hamas, a UNRWA corre o risco de perder financiamento, comprometendo a capacidade de fornecer alimentos, água e medicamentos a milhões de deslocados na Faixa de Gaza que dependem desse auxílio para sobreviver.</p>
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		<title>Três médicos são assassinados na orla do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Barra da Tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Tiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Três médicos foram assassinados na madrugada desta quinta-feira (5) na cidade do Rio de Janeiro. Uma quarta vítima do ataque a tiros ficou ferida e foi encaminhada ao hospital.   Segundo a Polícia Militar, eles estavam em um quiosque na orla da Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, quando homens em um carro pararam [&#8230;]]]></description>
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<p>Três médicos foram assassinados na madrugada desta quinta-feira (5) na cidade do Rio de Janeiro. Uma quarta vítima do ataque a tiros ficou ferida e foi encaminhada ao hospital.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a Polícia Militar, eles estavam em um quiosque na orla da Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, quando homens em um carro pararam no local e dispararam contra as vítimas.</p>
<p>Os quatro profissionais atuam fora do Rio de Janeiro e estavam na cidade para participar de um congresso internacional de cirurgia minimamente invasiva de tornozelo e pé.</p>
<p>A Polícia Civil identificou os médicos mortos como Marcos de Andrade Corsato, Diego Ralf de Souza Bomfim e Perseu Ribeiro Almeida.</p>
<p>Diego Bomfim é irmão da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e cunhado do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).</p>
<p>Corsato, médico do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Universidade de São Paulo (USP), e Bomfim são registrados no Conselho de Medicina de São Paulo. Já Almeida é registrado no conselho baiano.</p>
<p>A vítima ferida no ataque  foi encaminhada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, no mesmo bairro. A Secretaria Municipal de Saúde informou que seu estado de saúde é estável.</p>
<p>O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios. Segundo a Polícia Civil, a perícia foi realizada no local, testemunhas são ouvidas e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.</p>
<p>Ainda de acordo com a polícia, as investigações estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.</p>
<p>Por meio de nota, o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP informou que “recebeu com consternação a notícia do falecimento de Marcos de Andrade Corsato, médico assistente dedicado e atuante do grupo de Tornozelo e Pé da instituição, bem como dos ex-residentes Diego Ralf Bomfim e Perseu Ribeiro Almeida. O IOT- HCFMUSP estende as condolências aos familiares e amigos”.</p>
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		<title>Atirador de escola no Paraná é encontrado morto em sua cela na cadeia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/atirador-de-escola-no-parana-e-encontrado-morto-em-sua-cela-na-cadeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 15:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Cambé]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Custódia de Londrina]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O atirador que entrou armado e matou dois jovens no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé, no Paraná, foi encontrado morto em sua cela, na Casa de Custódia de Londrina, na noite desta terça-feira (20). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-PR), por nota: “O Departamento de Polícia Penal [&#8230;]]]></description>
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<p>O atirador que entrou armado e matou dois jovens no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé, no Paraná, foi encontrado morto em sua cela, na Casa de Custódia de Londrina, na noite desta terça-feira (20).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-PR), por nota:</p>
<blockquote><p>“O Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (DEPPEN) já instaurou procedimento interno para apurar o caso. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) também iniciou investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido.”.</p></blockquote>
<p>O assassino, de 21 anos, estava preso desde a segunda-feira (19), após a tragédia. Em nota, o governo do Paraná informou que o ex-aluno teria entrado na escola alegando que solicitaria o seu histórico escolar. O atirador foi então detido e encaminhado para Londrina. O governador Ratinho Junior decretou luto oficial de três dias e lamentou o ocorrido.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, o atirador afirmou que o objetivo do ataque aos jovens era retaliar o &#8220;sofrimento e mágoa&#8221; que guardava do tempo em que estudou no colégio.</p>
<p>O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, disse que, em depoimento, o autor dos disparos confirmou não ter vínculo com as vítimas. Segundo Teixeira, o homem já tinha feito um ataque com faca em uma outra escola, no passado, e foi denunciado pelo Ministério Público. Na época, a Polícia Militar foi acionada, mas ele fugiu.</p>
<h2>Ataque</h2>
<p>O crime no Colégio Estadual Professora Helena Kolody é o mais recente de um total de três ataques com mortes contabilizados em escolas brasileiras em 2023. Desde janeiro, pelo menos seis pessoas morreram em razão de atos violentos praticados em colégios no país.</p>
<p>O Disque 100 recebe denúncias de ameaças de ataques a escolas. As informações podem ser feitas por WhatsApp, pelo número (61) 99611-0100. O Ministério da Justiça e Segurança Pública também dispõe de um canal para receber denúncias de violência escolar. Informações sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura.</p>
<p>As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.</p>
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