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	<title>Ataque no Irã &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ataque no Irã &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>EUA definem regras rígidas para bloqueio no Estreito de Ormuz e navios recuam diante do risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:41:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos detalharam os parâmetros do bloqueio naval no Estreito de Ormuz, estabelecendo regras que autorizam a interceptação de embarcações que não cumprirem as diretrizes impostas pela operação militar. A medida já provocou reação imediata no transporte marítimo, com ao menos dois navios desistindo da travessia e alterando suas rotas. De acordo com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos detalharam os parâmetros do bloqueio naval no Estreito de Ormuz, estabelecendo regras que autorizam a interceptação de embarcações que não cumprirem as diretrizes impostas pela operação militar. A medida já provocou reação imediata no transporte marítimo, com ao menos dois navios desistindo da travessia e alterando suas rotas.</p>
<p>De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), qualquer embarcação que tente entrar ou sair da área bloqueada sem autorização poderá ser abordada, desviada ou até capturada. O perímetro de controle inclui regiões estratégicas próximas ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico, ampliando o alcance da operação.</p>
<p>A resposta do setor marítimo foi imediata. Após o anúncio das regras, pelo menos dois petroleiros mudaram de direção e abandonaram a passagem pelo estreito, indicando que operadores já consideram elevado o risco de navegação na região.</p>
<p>Apesar do endurecimento das medidas, os EUA indicaram que o bloqueio não pretende interromper totalmente a navegação internacional. Embarcações com destino a portos não iranianos podem continuar transitando, desde que sigam os protocolos estabelecidos e mantenham comunicação com as forças navais americanas.</p>
<p>Além disso, exceções foram previstas para cargas humanitárias, como alimentos e medicamentos, que poderão cruzar a área sob inspeção prévia.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, responsável por cerca de 20% do transporte global de petróleo. Qualquer restrição no fluxo de navios na região tende a impactar diretamente os preços internacionais de energia e a logística global.</p>
<p>A decisão americana ocorre em meio ao agravamento das tensões com o Irã, após o fracasso de negociações diplomáticas. O bloqueio representa mais um capítulo da escalada no Oriente Médio e aumenta a preocupação de analistas sobre possíveis impactos econômicos e riscos de confronto direto na região.</p>
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		<title>Irã atinge centro energético no Catar e lança mísseis contra a Arábia Saudita</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ira-atinge-centro-energetico-no-catar-e-lanca-misseis-contra-a-arabia-saudita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região. De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região.</p>
<p>De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do Catar, sofreu impactos de mísseis, provocando incêndios e danos significativos às instalações. A estatal QatarEnergy relatou prejuízos consideráveis após o ataque.</p>
<p>Na Arábia Saudita, as forças de defesa informaram ter interceptado mísseis balísticos disparados em direção à capital, Riad, além de neutralizar uma tentativa de ataque com drones contra uma instalação de gás no leste do país.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio ao agravamento do conflito envolvendo o Irã e seus adversários, após ofensivas anteriores dos Estados Unidos e de Israel contra estruturas energéticas iranianas. Em resposta, Teerã havia sinalizado que poderia atingir alvos estratégicos ligados à produção de petróleo e gás em países do Golfo.</p>
<p>A intensificação das ações militares já impacta o mercado internacional, com reflexos nos preços do petróleo e preocupações sobre a segurança do fornecimento global de energia. A região do Golfo concentra algumas das principais reservas e rotas de exportação do mundo, o que amplia o alcance das consequências econômicas e geopolíticas do conflito.</p>
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		<title>Irã alerta para possível disparada do petróleo a US$ 200 em meio à escalada da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia. A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia.</p>
<p>A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais na região do Golfo Pérsico, em meio à guerra iniciada após ofensivas aéreas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o território iraniano. Segundo estimativas divulgadas no contexto do conflito, cerca de 2 mil pessoas já morreram, a maioria em áreas do Irã e do Líbano.</p>
<p>Apesar da intensificação dos bombardeios conduzidos por Washington e Tel Aviv, autoridades indicam que o Irã mantém capacidade de resposta militar. O país realizou ataques contra Israel e contra alvos no Oriente Médio, enquanto amplia ações no mar que afetam o tráfego de navios na região.</p>
<p>Na quarta-feira (11), três embarcações teriam sido atingidas em águas do Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária iraniana declarou que os disparos foram direcionados a navios que não teriam obedecido a ordens emitidas por suas forças militares.</p>
<p>O aumento da tensão no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo transportado no mundo, elevou as preocupações com possíveis interrupções no fornecimento global de energia. Fontes indicam que o Irã teria instalado minas na região, dificultando a circulação de embarcações.</p>
<p>Diante do risco de um choque no mercado energético, a Agência Internacional de Energia (AIE) recomendou a liberação de cerca de 400 milhões de barris das reservas estratégicas de petróleo mantidas por países consumidores. A medida busca reduzir a volatilidade e conter a pressão sobre os preços.</p>
<p>Mesmo com a possibilidade de intervenção no mercado, o alerta iraniano reforça a percepção de que o conflito pode provocar um impacto prolongado na oferta global de petróleo, com reflexos nos preços da energia, no transporte e nas economias ao redor do mundo.</p>
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		<title>Governo anuncia monitoramento do mercado de combustíveis diante da guerra no Oriente Médio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-monitoramento-do-mercado-de-combustiveis-diante-da-guerra-no-oriente-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>De acordo com o anúncio oficial, a estratégia inclui o fortalecimento da análise de dados sobre os preços praticados nos postos de combustível, tanto na ponta de venda ao consumidor quanto ao longo da cadeia de distribuição. O objetivo é identificar e coibir possíveis aumentos abusivos que possam repercutir de forma injustificada no bolso do consumidor brasileiro.</p>
<p>O monitoramento deverá contemplar a gasolina, o diesel e outros derivados de petróleo, levando em conta variações cambiais, custos de importação e repasses aos preços finais. Autoridades afirmaram que estão atentos às informações sobre oferta e demanda globais, especialmente porque o Oriente Médio corresponde a uma das principais regiões produtoras e exportadoras de petróleo do mundo.</p>
<p>O governo também informou que manterá diálogo com representantes dos setores produtivo e de distribuição de combustíveis para acompanhar eventuais efeitos da guerra no custo dos derivados no mercado doméstico. O acompanhamento inclui a análise da formação de preços praticados pelas distribuidoras e a fiscalização de postos de revenda para garantir competitividade e transparência.</p>
<p>Em nota conjunta, Economia e ANP ressaltaram que, embora “a volatilidade dos mercados internacionais” seja um fator externo, não se deve tolerar “transferências automáticas de aumentos de custo para o consumidor quando não estiverem devidamente justificadas”.</p>
<p>As medidas de vigilância fazem parte de um conjunto de ações voltadas para preservar a estabilidade dos preços internos e proteger os consumidores, especialmente em um cenário de incertezas geopolíticas que pode impactar o abastecimento de combustíveis e a inflação de preços ao consumidor.</p>
<p>Especialistas consultados pelo governo destacam que o acompanhamento rigoroso dos preços é fundamental para mitigar choques de oferta e demanda que possam resultar em aumentos repentinos, além de evitar práticas anticoncorrenciais no setor.</p>
<p>Ainda não foram anunciadas medidas específicas de subsídios ou cortes de tributos, mas autoridades indicaram que essas opções podem ser avaliadas caso a pressão sobre os preços dos combustíveis se intensifique nas próximas semanas.</p>
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		<title>Alta dos preços do petróleo acende sinal de alerta no G7 em meio à guerra no Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:18:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia.</p>
<p>Nesta segunda-feira (9), os ministros das Finanças do G7 realizaram reunião de emergência para avaliar os efeitos da escalada do conflito sobre os preços do barril de petróleo, que chegou a se aproximar de US$ 120, o maior patamar em quatro anos, após temores de interrupção prolongada no transporte marítimo pelo Estreito de Hormuz — passagem estratégica por onde circula cerca de um quinto do petróleo exportado mundialmente.</p>
<p>O aumento nos valores foi impulsionado tanto pela redução de oferta de alguns grandes produtores quanto pelas incertezas geradas pelos combates, que afetaram terminais de exportação e rotas vitais de escoamento de combustíveis.</p>
<figure id="attachment_89131" aria-describedby="caption-attachment-89131" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89131" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Fumaça Sobe Após Explosão Depois Que EUA E Israel Lançaram Ataques Contra O Irã Em 2 De Março De 2026 - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89131" class="wp-caption-text">Fumaça sobe após explosão depois que EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 2 de março de 2026 &#8211; Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via Reuters &#8211; Proibido reprodução</figcaption></figure>
<p>Durante as conversas, os representantes do G7 discutiram a possibilidade de liberar parte das reservas de petróleo mantidas em estoque como medida preventiva para aliviar a pressão sobre os preços. Essa estratégia passaria por uma coordenação com a Agência Internacional de Energia (IEA), que gerencia estoques estratégicos de vários países participantes.</p>
<p>Até o momento, no entanto, os membros ainda não chegaram a um consenso sobre o uso dessas reservas emergenciais, com alguns ministros sinalizando que o grupo “ainda não está pronto” para implementar a medida, embora concordem que ela faz parte das opções a serem consideradas caso a crise na oferta se agrave.</p>
<p>A disparada nos preços do petróleo não apenas pressiona os custos de energia e combustíveis nos mercados consumidores, mas também levanta preocupações sobre efeitos mais amplos na economia global, como aumento da inflação e redução do crescimento, caso a instabilidade persista.</p>
<p>Especialistas econômicos e autoridades do G7 continuam monitorando de perto a evolução do conflito e seus desdobramentos nos mercados de energia, com a possibilidade de novas reuniões e coordenações internacionais enquanto a guerra no Irã segue em curso e as incertezas quanto à normalização da produção e do transporte de petróleo permanecem elevadas.</p>
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		<item>
		<title>Ataques de Israel atingem Beirute em meio à escalada da guerra; Trump defende participação na escolha do novo líder do Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel lançou ataques aéreos contra Beirute nesta sexta-feira (6), ampliando a ofensiva militar iniciada há uma semana ao lado dos Estados Unidos contra o Irã e seus aliados na região. O bombardeio ocorreu após o Exército israelense ordenar a evacuação completa dos subúrbios ao sul da capital libanesa, uma medida considerada inédita pela dimensão do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel lançou ataques aéreos contra Beirute nesta sexta-feira (6), ampliando a ofensiva militar iniciada há uma semana ao lado dos Estados Unidos contra o Irã e seus aliados na região. O bombardeio ocorreu após o Exército israelense ordenar a evacuação completa dos subúrbios ao sul da capital libanesa, uma medida considerada inédita pela dimensão do território afetado.</p>
<p>Durante a madrugada, explosões e intensos clarões iluminaram o céu na região sul da cidade. As Forças Armadas de Israel informaram ter realizado 26 ondas de ataques noturnos, mirando centros de comando e depósitos de armas do Hezbollah, grupo xiita aliado de Teerã e uma das principais forças políticas e militares do Líbano desde os anos 1980.</p>
<p>A ofensiva ocorre após o Hezbollah lançar disparos contra Israel nesta semana em resposta à morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, atingido por bombardeios israelenses no primeiro dia do conflito.</p>
<p>Moradores da região relataram fuga em massa e improvisação de abrigos nas ruas da capital libanesa. “Estamos dormindo aqui nas ruas &#8212; alguns em carros, outros na rua, outros na praia”, disse Jamal Seifeddin, 43 anos, que deixou os subúrbios do sul de Beirute e passou a noite no centro da cidade. “Nunca dormi assim no chão. Fui forçado a isso. Ninguém trouxe sequer um cobertor.”</p>
<p>Israel já realizou diversas operações militares no Líbano ao longo das últimas décadas, incluindo uma campanha de bombardeios em 2024 que enfraqueceu significativamente o Hezbollah. Ainda assim, a intensidade dos ataques desta sexta-feira foi considerada uma das mais severas já registradas na capital libanesa.</p>
<p>Além das ações no Líbano, Israel também lançou uma nova série de ataques contra o Irã, afirmando que os alvos incluíam infraestrutura na capital Teerã.</p>
<p>No território israelense, explosões foram ouvidas enquanto sistemas de defesa aérea eram acionados para interceptar mísseis disparados pelo Irã. A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter realizado uma operação combinada com mísseis e drones, direcionada a áreas estratégicas no centro de Tel Aviv.</p>
<p>Durante a madrugada, drones iranianos também atingiram a base aérea norte-americana de Al Udeid, no Catar, considerada a maior instalação militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. Autoridades do país informaram que não houve registro de vítimas.</p>
<p>Paralelamente à escalada militar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deseja participar da escolha do próximo líder supremo do Irã, cargo que deverá ser ocupado após a morte de Khamenei.</p>
<p>“Teremos que escolher essa pessoa junto com o Irã”, afirmou Trump em entrevista por telefone concedida à Reuters na quinta-feira.</p>
<p>O líder supremo iraniano é tradicionalmente selecionado por um conselho de especialistas religiosos e precisa ser um clérigo xiita de alto escalão. A declaração do presidente norte-americano amplia o alcance político da disputa e pode dificultar negociações rápidas para encerrar o conflito.</p>
<p>Israel tem declarado abertamente que busca derrubar o atual sistema político iraniano. Já Washington afirma que seu objetivo é impedir que o Irã amplie sua influência militar fora de suas fronteiras, ao mesmo tempo em que incentiva movimentos internos contra o governo de Teerã.</p>
<p>Até o momento, o Irã não respondeu oficialmente às declarações de Trump. O governo iraniano classificou a guerra como um ataque não provocado e considera a morte de Khamenei um assassinato.</p>
<p>Autoridades do país afirmam que o processo para escolha de um novo líder supremo está em andamento. Inicialmente, havia expectativa de que a sucessão fosse definida rapidamente, com o filho de Khamenei, Mojtaba, apontado como principal candidato. No entanto, o adiamento por tempo indeterminado do período oficial de três dias de luto pelo aiatolá, anunciado na quarta-feira, pode ter alterado o cronograma da transição de poder.</p>
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		<title>Escalada do conflito no Oriente Médio leva 100 mil pessoas a abrigos no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:18:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza. Segundo o representante da ONU, os deslocados estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza.</p>
<p>Segundo o representante da ONU, os deslocados estão distribuídos em aproximadamente 477 abrigos. Ainda existem cerca de 57 locais com alguma capacidade disponível, mas o sistema de acolhimento está próximo do limite devido ao rápido aumento do número de pessoas em busca de proteção.</p>
<p>A movimentação em massa ocorre em meio à intensificação do conflito entre Israel e o grupo Hezbollah, sediado no Líbano. Nas últimas horas, o Exército israelense emitiu ordens para que moradores deixassem áreas dos subúrbios ao sul de Beirute — regiões onde o Hezbollah possui forte presença — além de partes do Vale do Bekaa, no leste do país. Um dia antes, também foi recomendada a evacuação de uma faixa do sul libanês.</p>
<p>Imran Riza destacou que o volume e a rapidez das ordens de retirada são incomuns no contexto do país. “O que vimos nos últimos dias é, eu diria, sem precedentes em termos da escala aqui no Líbano dos alertas, das ordens de deslocamento e da reação, do pânico também, que tudo isso criou”, afirmou.</p>
<p>Ele também relatou que as ordens de evacuação provocaram congestionamentos e confusão entre a população, que muitas vezes não sabia para onde se dirigir. “As pessoas estavam se deslocando por toda parte e não sabiam para onde ir. Então, sim, acho que teremos um aumento no número de pessoas rapidamente”, disse.</p>
<p>O coordenador lembrou ainda que, durante a guerra entre Israel e Hezbollah em 2024, mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no Líbano. Naquela ocasião, a maioria dos deslocados acabou buscando abrigo fora das instalações oficiais, cenário que pode se repetir caso a crise atual continue se intensificando.</p>
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		<title>Crise no Oriente Médio leva países asiáticos a adotar medidas para reduzir consumo de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Países asiáticos]]></category>
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					<description><![CDATA[O impacto da crise no Oriente Médio já começa a afetar diretamente o abastecimento de energia em diversos países da Ásia. Fortemente dependentes do petróleo proveniente da região e das rotas de transporte que passam pelo Estreito de Ormuz, governos asiáticos passaram a adotar medidas para limitar o consumo de combustíveis e reduzir a pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto da crise no Oriente Médio já começa a afetar diretamente o abastecimento de energia em diversos países da Ásia. Fortemente dependentes do petróleo proveniente da região e das rotas de transporte que passam pelo Estreito de Ormuz, governos asiáticos passaram a adotar medidas para limitar o consumo de combustíveis e reduzir a pressão sobre seus mercados internos.</p>
<p>Entre os países que já anunciaram iniciativas estão Índia, Paquistão, Indonésia, Bangladesh e Filipinas. As ações incluem desde campanhas de economia de energia até mudanças na rotina de trabalho e busca por novos fornecedores de petróleo.</p>
<p>Nas Filipinas, onde quase todo o combustível consumido é importado, as autoridades orientaram a população a reduzir o uso de ar-condicionado e evitar deslocamentos considerados não essenciais. O governo também avalia implementar uma semana de trabalho de quatro dias como forma de diminuir o consumo energético.</p>
<p>Na Índia, a estratégia adotada envolve a ampliação das compras de petróleo russo. O país já vinha adquirindo grandes volumes do combustível com desconto e, diante da instabilidade no Oriente Médio, passou a reforçar essa alternativa para garantir o abastecimento interno.</p>
<p>O Japão optou por medidas voltadas à proteção dos consumidores, buscando minimizar os impactos do aumento dos preços da energia. Já a Tailândia tem intensificado negociações com outros mercados internacionais para garantir novas fontes de fornecimento de petróleo e gás natural.</p>
<p>No contexto dessa reorganização energética, os Estados Unidos autorizaram temporariamente a entrega de petróleo russo à Índia, mesmo com as sanções impostas a Moscou. A autorização, anunciada pelo Departamento do Tesouro norte-americano, tem validade de um mês e segue em vigor até 3 de abril de 2026.</p>
<p>Segundo o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, a medida busca evitar desabastecimento e preservar o funcionamento do mercado global de energia. “Essa medida temporária não trará vantagens financeiras significativas ao governo russo, uma vez que apenas autoriza transações relativas a petróleo já bloqueado no mar”, afirmou em publicação na rede social X.</p>
<p>Bessent também declarou que a operação ajudará a aliviar os efeitos da instabilidade provocada pela crise regional. “A venda à Índia vai aliviar a pressão causada pela tentativa do Irã de sequestrar a energia mundial”, acrescentou.</p>
<p>O Departamento do Tesouro destacou ainda que a autorização não inclui petróleo de origem iraniana. Desde 2022, os Estados Unidos, a União Europeia e países do G7 vêm aplicando sucessivos pacotes de sanções ao setor petrolífero russo com o objetivo de reduzir a capacidade financeira de Moscou de sustentar a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Apesar dessas restrições, a Índia ampliou significativamente as compras de petróleo russo nos últimos anos. Vendido a preços abaixo do mercado internacional, o combustível passou a ter como principais destinos China e Índia, que se consolidaram entre os maiores compradores do produto.</p>
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		<title>China suspende exportações de gasolina e diesel em meio à guerra envolvendo o Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da República Popular da China determinou que as principais refinarias do país suspendam as exportações de gasolina e diesel em resposta à escalada do conflito militar envolvendo o Irã. A medida foi adotada para preservar os estoques domésticos de combustíveis diante das incertezas no mercado internacional de energia. Segundo informações de mercado, autoridades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da República Popular da China determinou que as principais refinarias do país suspendam as exportações de gasolina e diesel em resposta à escalada do conflito militar envolvendo o Irã. A medida foi adotada para preservar os estoques domésticos de combustíveis diante das incertezas no mercado internacional de energia.</p>
<p>Segundo informações de mercado, autoridades chinesas orientaram empresas do setor de refino a interromper novos contratos de exportação e rever embarques previstos para os próximos meses. A decisão ocorre em um momento em que o conflito no Oriente Médio ameaça comprometer o fluxo de petróleo bruto, matéria-prima essencial para a produção de combustíveis.</p>
<p>A instabilidade está ligada à intensificação da guerra na região do Golfo, que afeta rotas estratégicas de transporte de energia. Uma das maiores preocupações é o impacto sobre o Estreito de Ormuz, passagem marítima responsável por uma parcela significativa do comércio global de petróleo. Interrupções no tráfego de navios-petroleiros nesse corredor podem reduzir drasticamente o fornecimento mundial de energia.</p>
<p>A decisão de Pequim faz parte de uma série de medidas adotadas por países asiáticos para priorizar o consumo interno diante do risco de escassez de combustíveis. Analistas avaliam que o bloqueio temporário das exportações pode pressionar ainda mais os mercados internacionais, já impactados pelo aumento dos preços do petróleo e pela volatilidade provocada pela guerra.</p>
<p>Especialistas do setor energético também apontam que a redução das vendas externas por grandes produtores e refinadores tende a restringir a oferta global de diesel e gasolina, contribuindo para a elevação dos custos de energia em diversas regiões. A evolução do conflito e a situação das rotas de transporte de petróleo deverão definir o impacto real dessas medidas no mercado internacional.</p>
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		<title>Escalada militar no Oriente Médio provoca deslocamento de 275 mil pessoas, alerta ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acnur]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Refugiados]]></category>
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					<description><![CDATA[A intensificação dos confrontos no Oriente Médio já obrigou cerca de 275 mil pessoas a deixarem suas casas desde o início dos ataques contra o Irã, de acordo com informações divulgadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). O número reúne deslocados internos e pessoas que cruzaram fronteiras em busca de segurança diante da escalada militar. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensificação dos confrontos no Oriente Médio já obrigou cerca de 275 mil pessoas a deixarem suas casas desde o início dos ataques contra o Irã, de acordo com informações divulgadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). O número reúne deslocados internos e pessoas que cruzaram fronteiras em busca de segurança diante da escalada militar.</p>
<p>Segundo dados apresentados por agências humanitárias da ONU, os deslocamentos ocorrem principalmente em áreas próximas aos bombardeios e em países vizinhos afetados pelo aumento das tensões. Comunidades inteiras passaram a abandonar suas residências por medo de novos ataques e da ampliação do conflito.</p>
<p>A crise se intensificou após ofensivas militares que atingiram alvos em território iraniano, ampliando o risco de confrontos diretos entre forças regionais e aliados internacionais. O cenário tem provocado preocupação entre organismos internacionais, que acompanham a possibilidade de uma expansão do conflito para outras áreas do Oriente Médio.</p>
<p>Além do deslocamento em massa, a ONU destaca que o agravamento da situação compromete o acesso da população a serviços essenciais, como atendimento médico, alimentação e abrigo. A destruição de infraestrutura e a interrupção de rotas de abastecimento dificultam a chegada de ajuda humanitária às regiões afetadas.</p>
<p>Agências internacionais também alertam que muitos dos países impactados já convivem com crises prolongadas e grande número de refugiados. Com o avanço das hostilidades, existe o risco de sobrecarga nos sistemas de assistência e acolhimento, o que pode ampliar ainda mais a emergência humanitária na região.</p>
<p>A organização segue monitorando os desdobramentos do conflito e reforçou o apelo por medidas diplomáticas capazes de reduzir a violência e garantir proteção às populações civis.</p>
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