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	<title>astronomia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Céu de primavera promete espetáculo: chuva de meteoros Orionídeas poderá ser vista em todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva de Meteoros]]></category>
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					<description><![CDATA[Os céus brasileiros se preparam para um espetáculo natural de rara beleza: a chuva de meteoros Orionídeas, que atingirá seu pico de observação nas madrugadas desta terça (21) para quarta (22) e de quarta (22) para quinta (23). De acordo com o Observatório Nacional (ON), o fenômeno poderá ser visto em todas as regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os céus brasileiros se preparam para um espetáculo natural de rara beleza: a chuva de meteoros Orionídeas, que atingirá seu pico de observação nas madrugadas desta terça (21) para quarta (22) e de quarta (22) para quinta (23). De acordo com o Observatório Nacional (ON), o fenômeno poderá ser visto em todas as regiões do país, com excelente visibilidade entre meia-noite e o amanhecer.</p>
<p>A chuva é formada por fragmentos do cometa Halley, que deixa rastros de poeira e rochas ao passar pelo Sistema Solar. Quando esses detritos entram na atmosfera terrestre, queimam e produzem os riscos luminosos que cruzam o céu. Segundo o astrônomo Marcelo De Cicco, coordenador do Projeto Exoss, os meteoros serão “extremamente rápidos e brilhantes, chegando a impressionantes 66 quilômetros por segundo”.</p>
<p>O nome Orionídeas vem da constelação de Órion, uma das mais reconhecíveis do céu, onde estão as famosas Três Marias. É dessa região que os meteoros parecem “nascer”, próximos à estrela Betelgeuse — embora possam surgir em qualquer ponto do firmamento.</p>
<h3>Como observar o fenômeno</h3>
<p>O pico da Orionídeas acontece em um momento privilegiado: a Lua Nova, com apenas 2% de iluminação, deixará o céu mais escuro e facilitará a observação. Em condições ideais, será possível ver de 15 a 20 meteoros por hora.</p>
<p>Não é necessário telescópio ou qualquer equipamento especial — apenas um local escuro, longe das luzes urbanas e céu limpo. Especialistas recomendam cerca de 30 minutos de adaptação à escuridão para os olhos se ajustarem antes da observação.</p>
<h3>Ciência e espetáculo</h3>
<p>Mais do que um show visual, a Orionídeas tem também importância científica. O estudo das chuvas de meteoros ajuda a calcular o volume e o período de entrada de detritos na Terra, contribuindo para a segurança de satélites e missões espaciais.</p>
<p>Além disso, a análise da composição dos meteoros fornece informações valiosas sobre a origem dos cometas e a formação do Sistema Solar.</p>
<p>Descoberto em 1705 por Edmond Halley, o cometa que dá origem ao fenômeno passa pela Terra a cada 75 a 76 anos. Sua última aparição foi em 1986, e a próxima está prevista para 2061. Até lá, os fragmentos que deixou seguem cruzando os céus — garantindo, a cada outubro, uma das mais belas experiências de observação astronômica.</p>
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		<title>Brasil integra projeto de supertelescópio para mapear céu por 10 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-integra-projeto-de-supertelescopio-para-mapear-ceu-por-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 14:29:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Legacy Survey of Space and Time]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos empreendimentos mais grandiosos da astronomia moderna, o supertelescópio a ser usado pelo projeto Legacy Survey of Space and Time (LSST), inicia em breve a sua fase operacional. Todas as noites, durante dez anos, ele mapeará o céu do Hemisfério Sul e disponibilização as informações para a comunidade científica. O Brasil fará parte da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos empreendimentos mais grandiosos da astronomia moderna, o supertelescópio a ser usado pelo projeto Legacy Survey of Space and Time (LSST), inicia em breve a sua fase operacional. Todas as noites, durante dez anos, ele mapeará o céu do Hemisfério Sul e disponibilização as informações para a comunidade científica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Brasil fará parte da empreitada internacional inédita de US$ 1 bilhão, ao lado dos EUA, do Chile, que hospeda o observatório, e de 43 grupos de pesquisa internacionais de 28 países. Para isso, um acordo de cooperação científica até 2038 acaba de ser assinado pelo Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LineA), do Brasil, com o SLAC National Accelerator Laboratory, associado da Universidade Stanford, que representa o Departamento de Energia americano.</p>
<p>Na semana que vem, já começam os testes com a câmera e, em setembro, serão produzidas as primeiras imagens do telescópio. A parceria garante a participação de 170 brasileiros no projeto, 80% deles jovens pesquisadores, além de estudantes e técnicos, envolvendo 26 instituições de ensino de 12 estados que formam o Grupo de Participação Brasileiro conhecido por BPG-LSST.</p>
<p>Instalado em Cerro Pachón, no Chile, o supertelescópio de 8,4 metros de diâmetro, com a maior câmera digital do mundo, de ultradefinição, com 3,2 bilhões de pixels, representa um avanço monumental na observação do Universo e vai escanear o céu para capturar imagens detalhadas de “objetos” (estrelas, galáxias, asteroides) no espaço.</p>
<p>Sob a liderança do Observatório Vera C.Rubin, dos EUA, será feito um levantamento fotométrico do Hemisfério Sul, com imagens de altíssima resolução com seis diferentes filtros de cores. Cada posição será observada mil vezes, em dez anos, com grande profundidade, produzindo um filme do Universo jamais feito.</p>
<p>A contrapartida do Brasil será a gestão de um grande centro de dados para armazenamento e processamento de parte das informações geradas pelo LSST. Uma equipe de tecnologia da informação desenvolveu e vai operar um software de Big Data com características únicas.</p>
<p>Em 2021, o LIneA iniciou a implantação desse centro de dados, conhecido como Independent Data Access Center (IDAC), que fará parte de uma rede mundial formada por outros centros internacionais. Anualmente, será produzido um imenso catálogo com dezenas de bilhões de objetos, que pode chegar a cerca de 37 bilhões em dez anos.</p>
<p>O astrofísico Luiz Nicolaci da Costa, diretor do Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LineA), informa que já haverá dados disponíveis a partir do segundo semestre. “Os jovens pesquisadores terão acesso privilegiado aos dados e poderão fazer ciência de qualidade. Esse projeto é único. É uma mudança de paradigma. O universo está numa expansão acelerada e isso está sendo causado pela energia escura”, disse.</p>
<p>Segundo Nicolaci, o objetivo do projeto é entender a natureza dessa energia escura, conhecimento de fundamental importância para a física básica. “O projeto para fazer isso tem que observar um volume de espaço enorme. Então o que ele vai fazer é se dedicar a fotografar o Hemisfério Sul por dez anos, todas as noites. Esse projeto vai explorar um volume do universo gigantesco, sem precedentes. É uma oportunidade única para o Brasil participar num projeto de vanguarda”, explicou.</p>
<p>O LSST, diz o diretor do LIneA, não apenas ampliará nossa compreensão do universo, mas redefinirá a forma como os dados astronômicos serão analisados e interpretados. A expectativa é que a experiência permita ao país desenvolver novas soluções computacionais para gerenciar e processar grandes volumes de dados, além de avançar no campo da inteligência artificial.</p>
<p>A Associação LIneA é um legado do programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), uma parceria entre o CNPq e fundações de apoio à pesquisa estaduais. É o único da área de astronomia e dá sustentação às atividades científicas do INCT, mantendo um centro multiusuário de e-ciência e um intenso programa de desenvolvimento de projetos e plataformas científicas.</p>
<p>O Observatório Vera C. Rubin é operado pela Association of Universities for Research in Astronomy (AURA) e foi financiado, em conjunto, pela Fundação Nacional de Ciência dos EUA (NSF) e pelo Departamento de Energia dos EUA (DOE). Desde 2015, o Brasil se integrou ao projeto. O Linea, responsável pela contrapartida brasileira, ainda busca recursos para viabilizar a iniciativa, estimada em R$ 6 milhões anuais, basicamente para o custeio da equipe de operação do centro de dados e de desenvolvimento de software para analisar o grande volume de informações coletadas.</p>
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		<title>É hoje: Observatório Nacional retransmitirá ao vivo eclipse solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 15:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Oservatório Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um eclipse solar poderá ser observado hoje (30), a partir de algumas regiões remotas do planeta. Apesar de não visível para quem estiver em território brasileiro, o fenômeno poderá ser acompanhado por todos, graças à retransmissão que será feita pela página do Observatório Nacional no YouTube. O fenômeno astronômico terá início às 15h45, mas a transmissão, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Um eclipse solar poderá ser observado hoje (30), a partir de algumas regiões remotas do planeta. Apesar de não visível para quem estiver em território brasileiro, o fenômeno poderá ser acompanhado por todos, graças à retransmissão que será feita pela página do <a href="https://www.youtube.com/user/observatorionacional" target="_blank" rel="noopener">Observatório Nacional</a> no YouTube.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O fenômeno astronômico terá início às 15h45, mas a transmissão, com comentários da astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, começará um pouco antes, às 15h.</p>
<p>Este eclipse só poderá ser observado, a olho nu, por quem estiver na parte sul da América do Sul, especialmente no extremo do continente, onde o eclipse será mais intenso, abrangendo entre 40% e 54% do disco do Sol. Poderá ser visto também em partes da Antártica e na parte sul dos oceanos Pacífico e Atlântico.</p>
<p>Quem acompanhar a retransmissão comentada do Observatório Nacional verá também outras atrações interessantes prometidas pela astrônoma Josina Nascimento. Além de explicar detalhadamente como ocorrem os eclipses, ela disponibilizará imagens de um outro eclipse. Este, observado a partir de Marte.</p>
<p>“São imagens obtidas do ponto de vista marciano, flagradas pelo <em>rover</em> (astromóvel) Perseverance, que está em Marte. O vídeo mostra o momento em que a lua Fobos passou em frente ao Sol. É imperdível”, disse a astrônoma.</p>
<h2>Lua entre o Sol e a Terra</h2>
<p>Eclipses solares ocorrem quando a Lua fica entre o Sol e a Terra, projetando uma sombra sobre o planeta. A sombra mais escura, onde toda a luz solar é bloqueada, é chamada umbra. Em torno da umbra se define a sombra mais clara, a penumbra, onde a luz solar é parcialmente bloqueada.</p>
<p>Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial. “E, nos casos em que não há definição da umbra, como nos eclipses solares de 2022, temos somente eclipse parcial.”</p>
<p>Em média, um eclipse total do Sol ocorre a cada 18 meses, mas, por serem visíveis somente em estreita faixa sobre a Terra, parecem muito raros.</p>
<h2>Cuidados para a observação</h2>
<p>A observação de eclipses solares nunca deve ser feita a olho nu, nem com óculos escuros, chapas de raio X ou filmes fotográficos, porque a claridade e o calor do Sol podem danificar seriamente a retina.</p>
<p>Uma sugestão dada por especialistas aos interessados em fazer esse tipo de observação é que procurem, em lojas de ferragens ou de materiais de construção, o chamado vidro de solda. A tonalidade desse vidro deve ser, no mínimo, 14. O vidro deve ser colocado diante dos olhos para uma observação segura do Sol.</p>
<h2>Outras retransmissões</h2>
<p>Diante do grande interesse causado pela astronomia, o Observatório Nacional tem feito diversas <em>lives </em>(transmissões ao vivo), nas quais comenta eventuais fenômenos que estejam ocorrendo.</p>
<p>Josina fará outra transmissão, neste domingo (1º), às 4h, na qual mostrará imagens e comentará a conjunção entre os dois planetas mais brilhantes: Júpiter e Vênus. “Essa <em>live</em> será muito especial porque mostraremos algo que não é visível a olho nu: a participação de Netuno nesse alinhamento”, disse a astrônoma.</p>
<p>“Isso será possível porque mostraremos imagens captadas a partir dos telescópios de astrônomos profissionais e amadores, parceiros do Observatório”, completou.</p>
<p>Para acessar esta e todas outras <em>lives </em>comentadas por astrônomos do Observatório Nacional, clique <a href="https://www.youtube.com/user/observatorionacional" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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