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	<title>Assembleia geral &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Assembleia geral &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Defesa da democracia e metas climáticas marcam despedida de Lula dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 13:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclui nesta quarta-feira (24) sua agenda em Nova York, após participar da abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU. Pela manhã, ele coordenou a 2ª edição do evento Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo, ao lado dos presidentes Gabriel Boric (Chile) e Pedro Sánchez (Espanha), reunindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclui nesta quarta-feira (24) sua agenda em Nova York, após participar da abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU. Pela manhã, ele coordenou a 2ª edição do evento Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo, ao lado dos presidentes Gabriel Boric (Chile) e Pedro Sánchez (Espanha), reunindo lideranças de cerca de 30 países. A iniciativa busca fortalecer a cooperação internacional diante de ameaças como desinformação, discurso de ódio e enfraquecimento institucional.</p>
<p>No período da tarde, Lula copresidirá, com António Guterres, secretário-geral da ONU, o Evento Especial sobre Clima para Chefes de Estado e de Governo. O encontro reforça a preparação para a COP30, em Belém, em novembro, e deve estimular países a atualizarem suas NDCs (compromissos de redução de emissões). O Brasil promete cortar de 59% a 67% de suas emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>No discurso de abertura da Assembleia Geral, Lula defendeu que o combate às mudanças climáticas esteja no centro da ONU, sugerindo um conselho de monitoramento climático global e lançando o mecanismo de conservação das florestas tropicais, proposto pelo Brasil.</p>
<p>A viagem também registrou um episódio diplomático inesperado: um encontro informal entre Lula e Donald Trump nos bastidores da Assembleia. O presidente norte-americano elogiou o brasileiro e indicou interesse em uma reunião nos próximos dias, o que foi confirmado pelo Planalto.</p>
<p>Encerrando a agenda, Lula dará uma entrevista coletiva para avaliar os resultados da visita antes de embarcar rumo ao Brasil, com chegada prevista em Brasília na madrugada de quinta-feira (25).</p>
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		<title>Lula participa de conferência da ONU sobre Palestina em Nova York</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-participa-de-conferencia-da-onu-sobre-palestina-em-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta segunda-feira (22), na sede da ONU, em Nova York, com líderes globais para discutir a solução pacífica da questão palestina. O encontro, convocado por França e Arábia Saudita, tem como foco a implementação da proposta de dois Estados. O governo brasileiro espera que a conferência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta segunda-feira (22), na sede da ONU, em Nova York, com líderes globais para discutir a solução pacífica da questão palestina. O encontro, convocado por França e Arábia Saudita, tem como foco a implementação da proposta de dois Estados.</p>
<p>O governo brasileiro espera que a conferência estimule mais países a reconhecerem formalmente a Palestina. No domingo (21), Reino Unido, Canadá e Austrália anunciaram apoio ao reconhecimento, condenando os ataques de Israel em Gaza e responsabilizando também o Hamas pelos atentados de 2023.</p>
<p>Lula chegou aos Estados Unidos no domingo (21) e, como tradição desde 1955, será o primeiro chefe de Estado a discursar na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23).</p>
<p>Além da pauta palestina, a agenda do presidente inclui a participação no encontro <em>Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo</em>, na quarta-feira (24), e em um debate sobre crise climática, que o Brasil vai copresidir ao lado do secretário-geral da ONU, António Guterres.</p>
<p>Lula também deve reforçar em Nova York a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que será lançado em Belém, e participar de discussões sobre adaptação às mudanças climáticas.</p>
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		<title>Lula: mudança climática e desigualdade são principais desafios globais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-mudanca-climatica-e-desigualdade-sao-principais-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 16:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou do evento, em 2003.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Volto hoje para dizer que mantenho minha inabalável confiança na humanidade. Naquela época, o mundo ainda não havia se dado conta da gravidade da crise climática. Hoje, ela bate às nossas portas, destrói nossas casas, nossas cidades, nossos países, mata e impõe perda e sofrimento aos nossos irmãos, sobretudo aos mais pobres”, disse Lula.</p>
<p>Ele expressou condolências às vítimas do terremoto no Marrocos e das tempestades que atingiram a Líbia e o estado do Rio Grande do Sul, no Brasil.</p>
<p>Segundo o presidente, para vencer as desigualdades, é preciso vencer a resignação e a falta vontade política daqueles que governam o mundo.</p>
<p>“A fome, tema central da minha fala neste Parlamento mundial 20 anos atrás, atinge hoje 735 milhões de seres humanos que vão dormir esta noite sem saber se terão o que comer amanhã. O mundo está cada vez mais desigual. Os dez maiores bilionários têm mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade”, acrescentou.</p>
<p>Este ano, o tema do debate geral é “Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerando ações para a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável rumo à paz, prosperidade, ao progresso e à sustentabilidade para todos”. No debate geral, os chefes dos Estados-membros da ONU são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral.</p>
<p>Cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas, seguido do presidente dos Estados Unidos. Essa tradição vem desde os princípios da organização, no fim dos anos 1940.</p>
<p>Esta é a oitava vez que o presidente Lula abre o debate dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim.</p>
<p>O presidente desembarcou em Nova York na noite do último sábado (16), onde participou de reuniões com empresários e autoridades estrangeiras. Amanhã (20), ele se encontrará com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky. Lula será recebido ainda pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com quem lançará uma iniciativa global para promoção do trabalho decente.</p>
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		<title>Lula vai à Assembleia Geral da ONU, em Nova York</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-vai-a-assembleia-geral-da-onu-em-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 22:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da 78ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos, que neste ano tem o tema Paz, Prosperidade, Progresso e Sustentabilidade. O presidente permanecerá no país de 19 a 21 de setembro. Como ocorre todos os anos, o presidente do Brasil, fará [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da 78ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos, que neste ano tem o tema Paz, Prosperidade, Progresso e Sustentabilidade. O presidente permanecerá no país de 19 a 21 de setembro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Como ocorre todos os anos, o presidente do Brasil, fará o discurso inaugural de chefes de Estado, na abertura do debate geral, que concentrará os líderes dos 193 países membros da ONU. Antes, nos dias 16 e 17 de setembro, o presidente Lula estará em Havana, capital de Cuba, para participar da Cúpula de Líderes do G77 + China.</p>
<p>Os detalhes das duas viagens internacionais foram anunciados, em Brasília, pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), nesta quinta-feira (14).</p>
<h2>Assembleia Geral</h2>
<p>O secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do MRE, embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, destacou que a viagem a Nova York é o ponto alto da agenda internacional do presidente Lula, este ano, após presença em seguidos encontros estrangeiros, como do Brics (bloco composto por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do grupo G20.</p>
<p>Sem revelar o teor do discurso que o presidente Lula fará na abertura da Assembleia Geral da ONU, o embaixador Carlos Cozendey disse apenas que será a oportunidade para que o presidente Lula diga à comunidade internacional e, também, aos próprios brasileiros, quais são as linhas principais da política externa brasileira, em diferentes temas.</p>
<h2>Agendas bilaterais</h2>
<p>O presidente Lula participará, ainda Nova York, de uma série de encontros bilaterais. Até o momento, o Itamaraty confirma o encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres; com o diretor da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom; e com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.</p>
<p>De acordo com o Itamaraty, nesse último encontro, com a liderança norte-americana, os dois presidentes devem anunciar um plano em defesa da criação de vagas de trabalho decente ao redor do mundo, com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A iniciativa poderá contar com a participação de outros países interessados. <em>“É uma iniciativa global para o avanço dos direitos trabalhistas na economia do século 21. A ideia é que um grupo de países, com apoio da OIT, crie uma agenda de discussão e programas de ação para o futuro do trabalho decente”</em>, disse o embaixador.</p>
<p>Outros encontros do presidente brasileiro, em Nova York, ainda poderão ser agendados pelo MRE.</p>
<h2>Agendas da ONU</h2>
<p>Nos dias 18, 19 e 20, a Organização das Nações Unidas convidou os países membros da entidade a participarem de duas reuniões, classificadas de alto nível, quando os debates ocorrem com os chefes de Estado.</p>
<p>O embaixador Cozendey adiantou que ainda não está confirmada a presença do presidente Lula nessas duas reuniões.</p>
<p>A primeira é a Cúpula dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos na Agenda 2030 da ONU. O objetivo é dar reforço político ao cumprimento das 17 metas relacionadas a aspectos ambientais e sociais, aprovadas ainda em 2015.</p>
<p><em>“É uma espécie de revisão de meio de período desses objetivos de desenvolvimento sustentável. Há uma série de avaliações feitas pelos organismos técnicos das Nações Unidas e de outros organismos internacionais, que indicam que, durante a pandemia, houve dificuldade de avançar no cumprimento desses objetivos e, até mesmo, um certo retrocesso em alguns desses objetivos”</em>, esclareceu o embaixador Carlos Cozendey.</p>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, ainda convocou os chefes de Estado a participarem, no dia 20, da Cúpula de Ambição Climática. O objetivo é incentivar os governos a avançarem no cumprimento dos objetivos da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCC, em inglês) e o Acordo de Paris, firmado na 21ª Conferência das Partes (COP 21) e, se for o caso, até redefinirem compromissos ambientais para combater as mudanças climáticas.</p>
<p><em>“Sabemos que o UNFCC tem as suas reuniões das partes, as COPs, realizadas anualmente. E teremos, em 2025, a COP 30, aqui no Brasil. Será um momento importante de redefinição dos compromissos nacionais”</em>, disse o secretário.</p>
<h2>Reuniões ministeriais</h2>
<p>O presidente Lula viajará aos Estados Unidos acompanhado de uma comitiva de ministros, que ainda terá os nomes confirmados.</p>
<p>Os ministros deverão participar de diversas reuniões temáticas nas áreas de direitos humanos, saúde, desarmamento, entre outras.</p>
<p>O embaixador Carlos Cozendey confirmou que o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, representará o Brasil em reuniões do grupo L69, que defende a expansão dos membros permanentes e não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, órgão central que trata de ameaças à paz e segurança internacionais.</p>
<p><em>“Não é uma reforma simples e não depende da vontade do Brasil. Então, é um trabalho de construção ao longo de muitos anos”</em>, disse.</p>
<p>Além desse tema, estão também marcadas reuniões de ministros dos países do Brics, do Fórum de Diálogo entre Índia, Brasil e África do Sul (Ibas), do Mercosul, e do grupo de chanceleres da América do Sul.</p>
<p>O MRE informou ainda que ocorrerão três reuniões sobre saúde, com ministros da área para tratar da prevenção, prontidão e resposta a pandemias, com a negociação de um acordo internacional para estabelecer regras de cooperação; da cobertura universal de saúde para discutir experiências como a praticada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil; do combate à tuberculose, pela emergência da doença.</p>
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