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	<title>Assédio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Assédio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fenaj e Sindicatos Apoiam Repórter da EBC Após Assédio em Paris</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fenaj-e-sindicatos-apoiam-reporter-da-ebc-apos-assedio-em-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 15:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
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		<category><![CDATA[Olimpíada 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Jornalistas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas dos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo expressaram solidariedade à repórter Verônica Dalcanal, da TV Brasil, após ela ser vítima de assédio sexual em Paris no sábado (3). Dalcanal está na capital francesa para cobrir os Jogos Olímpicos de 2024. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas dos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo expressaram solidariedade à repórter Verônica Dalcanal, da TV Brasil, após ela ser vítima de assédio sexual em Paris no sábado (3). Dalcanal está na capital francesa para cobrir os Jogos Olímpicos de 2024.</p>
<p>Enquanto fazia a cobertura das atividades dos atletas brasileiros, durante um intervalo na transmissão de uma partida da Série B do Campeonato Brasileiro, três homens se aproximaram da jornalista e começaram a cantar. Um deles beijou seu rosto sem consentimento, ação que foi imediatamente repelida por Verônica. Outro homem repetiu o ato, sendo novamente rejeitado pela repórter.</p>
<p>Em nota, a Fenaj e os sindicatos repudiaram o incidente, enfatizando a necessidade de garantir a segurança das profissionais de comunicação, especialmente em um evento de grande porte como as Olimpíadas, onde há uma igualdade histórica entre o número de atletas homens e mulheres.</p>
<p>&#8220;A agressão sofrida por Verônica é uma violência grave contra a mulher e uma intimidação misógina ao exercício do jornalismo. O corpo de uma mulher não é público e seu espaço profissional deve ser respeitado. As mulheres enfrentaram muitos obstáculos para conquistar seu lugar na cobertura esportiva, e não haverá retrocesso. Esses comportamentos devem ser investigados e reprimidos&#8221;, diz a nota.</p>
<h4><strong>Apoio Institucional</strong></h4>
<p>A Fenaj e os sindicatos instaram a EBC a prestar apoio integral à jornalista e a tomar uma posição pública firme contra o assédio, além de acionar as autoridades competentes. Ofereceram ainda apoio jurídico a Verônica Dalcanal.</p>
<p>A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República considerou o assédio &#8220;inaceitável&#8221; e garantiu todo o apoio necessário à profissional. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, ressaltou a importância do respeito às mulheres em todos os espaços: &#8220;Não é aceitável que se pensem proprietários de nossos corpos, e que jornalistas e outras mulheres em posições de destaque sejam submetidas a tais situações&#8221;.</p>
<p>Jean Lima, presidente da EBC, manifestou sua solidariedade, classificando o assédio como inadmissível, especialmente contra jornalistas em pleno exercício de suas funções. Cidinha Matos, diretora de Jornalismo da EBC, também condenou o ocorrido: &#8220;É uma agressão não apenas à jornalista, mas a todas as mulheres e ao espírito olímpico, em uma edição onde as mulheres, especialmente as brasileiras, estão conquistando seu merecido protagonismo&#8221;.</p>
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		<title>Petrobras cria grupo de trabalho para apurar denúncias de assédio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-cria-grupo-de-trabalho-para-apurar-denuncias-de-assedio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 14:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou a criação de um grupo de trabalho para rever os procedimentos internos de recebimento e tratamento das denúncias de assédio e importunação sexual contra mulheres. De acordo com a estatal, esse grupo deve apresentar os resultados do diagnóstico e as medidas imediatas até o dia 20 deste mês. A nova gestão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Petrobras anunciou a criação de um grupo de trabalho para rever os procedimentos internos de recebimento e tratamento das denúncias de assédio e importunação sexual contra mulheres. De acordo com a estatal, esse grupo deve apresentar os resultados do diagnóstico e as medidas imediatas até o dia 20 deste mês.</p>
<p>A nova gestão da companhia informou que serão revistos os processos de proteção às denunciantes e de aplicação de punições, assim como as atribuições das áreas que são responsáveis pela apuração dos casos. Também serão propostas ações para conscientização e prevenção de assédio em toda a companhia.</p>
<p>O grupo será coordenado pela gerente executiva de saúde, Meio Ambiente e Segurança, Daniele Lomba, que se reportará diretamente à Diretoria Executiva e terá representantes de áreas administrativas e operacionais. Através desses registros, a companhia poderá tomar as medidas cabíveis para apuração e aplicação de sanções e reforça seu compromisso com a proteção às vítimas e a privacidade e o acolhimento às denúncias.</p>
<p>A Petrobras divulgou ainda um <a href="https://www.contatoseguro.com.br/petrobras" target="_blank" rel="noopener">canal de denúncia</a> para as funcionárias que tenham passado ou estejam vivenciando situações de assédio sexual.</p>
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</div>
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		<title>Não é não: lei é garantia contra importunação sexual no carnaval</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nao-e-nao-lei-e-garantia-contra-importunacao-sexual-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 18:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Importunação Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Carnaval é época de diversão e durante a folia acontece muita paquera. No entanto, o que não é consentido é considerado crime: a Lei 13.718, em vigor desde 2018, criminaliza os atos de importunação sexual e divulgação de cenas de estupro, nudez, sexo e pornografia. A pena para as duas condutas é prisão de 1 a 5 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Carnaval é época de diversão e durante a folia acontece muita paquera. No entanto, o que não é consentido é considerado crime: a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13718.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.718</a>, em vigor desde 2018, criminaliza os atos de importunação sexual e divulgação de cenas de estupro, nudez, sexo e pornografia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pena para as duas condutas é prisão de 1 a 5 anos. A importunação sexual foi definida em termos legais como a prática de ato libidinoso contra alguém sem a sua anuência “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro&#8221;.</p>
<p>Atos considerados por muitos como parte da festa como passar a mão no corpo de alguém ou roubar um beijo hoje são tipificados como crime de importunação sexual. Beijo à força ou qualquer outro ato consumado mediante violência ou grave ameaça, impedindo a vítima de se defender, de acordo com a mesma lei, configura crime de estupro. Beijo, portanto, só consentido.</p>
<p>A psiquiatra Danielle Admoni, especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria, explica porque, apesar da lei, é tão difícil o entendimento de que “não é não”, principalmente pelos homens.</p>
<p>“Muitas vezes o ‘não’ é entendido como: ‘ela quer, mas quer dar uma de difícil’, ‘ela quer, mas está com vergonha’, e isso é terrível porque essa pessoa está falando não, e não é não. Mesmo que ela fale de forma educada, ou sorrindo, não é não. Mas a pessoa que está do outro lado não tem esse entendimento por essa questão sociocultural, de que ele está acima.”</p>
<p>A pedagoga Claudia Petry, especialista em Sexologia Clínica e em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina, concorda que, mesmo com a lei, a questão é cultural, mas principalmente de não saber lidar com as frustrações.</p>
<p>“Nossa sociedade, ao longo da nossa história, foi muito permissiva para as questões do homem sobre a mulher. Assim, formamos no passado, e também no presente, uma sociedade em que o homem pensa ter o poder &#8211; e posse &#8211; e, que pode ter tudo o que quer, não aprendendo a lidar com quaisquer frustrações e principalmente, com os direitos da mulher ou de qualquer outra pessoa. Ouvir um &#8216;não&#8217; – e aceitá-lo – é respeitar o livre arbítrio do outro e tirar do abusador o ‘poder’ de fazer o que quer”.</p>
<p>Já a psicóloga Monica Machado, especialista em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, alerta que, em caso de violências, abuso ou importunação, é preciso procurar ajuda psicológica.</p>
<p>“Não deixe de falar com pessoas próximas e procure ajuda profissional. Muitas mulheres se sentem envergonhadas e preferem se calar. No entanto, essa ferida pode gerar um trauma e transtornos psicológicos. Guardar para si é alimentar a continuidade da situação e não pensar que alguém próximo também pode ser vítima algum dia”, reforça.</p>
<h2>Medidas de prevenção</h2>
<p>Mesmo com a tipificação de crime e ações governamentais para acolhimento às vítimas, algumas dicas de especialistas podem ajudar a se proteger no carnaval:</p>
<p>Cuidado com os golpes da bebida: não aceite bebidas de estranhos e não deixe seu copo sozinho na mesa. Essas medidas impedem que os abusadores coloquem qualquer tipo de substância que possa deixar a vítima desorientada e assim facilitar o abuso.</p>
<p>Apito: tenha em mãos um apito e uma caneta marca texto preta, para riscar um “X” (símbolo de socorro) na palma da mão e deixar visível, caso precise. “Estas técnicas já ajudaram muitas mulheres a se livrar de situações de risco”, ressalta a psicóloga Monica Machado.</p>
<p>Mantenha contato com seu grupo de amigos: antes de sair, crie um grupo com os amigos que estarão com você. Caso se perca deles ou precise de ajuda, contate-os pelo grupo. Vale ainda marcar um ponto de referência, de preferência, que seja movimentado. “Evite ficar sozinha. Mesmo em meio à multidão, você será um alvo fácil, principalmente para homens sob efeito de álcool/drogas. Ao se sentir perseguida ou em situação vulnerável, busque um policial próximo ou entre em um estabelecimento”, aconselha a sexóloga Claudia Petry.</p>
<p>Cuidado com o celular e pertences: além de cuidar de sua integridade física, cuide também de seus pertences. Leve o mínimo possível para a folia. Guarde seu celular em uma ‘doleira’, por baixo da roupa, assim como a cópia da sua identidade e o dinheiro. Evite pagar por PIX e delete todos os aplicativos de banco. Além da violência sexual, os abusadores podem roubar a vítima também.</p>
<p>Atenção no transporte público: na volta para casa, seja de metrô ou ônibus, procure sentar perto do motorista ou de outras pessoas, principalmente se for tarde da noite. Evite ficar isolada e dormir no banco. Se estiver de carro, certifique-se de que não há ninguém próximo ao ir embora. Também evite estacionar em ruas desertas.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>Se presenciar ou for vítima de importunação sexual, as denúncias podem ser feitas para o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher ou procurando diretamente a Guarda Municipal da sua cidade ou a Polícia Militar, ligando 190.</p>
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