<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Assassinato &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/assassinato/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Jun 2024 16:04:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Assassinato &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Viúva e amigos criam instituto em homenagem a Dom Phillips</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/viuva-e-amigos-criam-instituto-em-homenagem-a-dom-phillips/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 16:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77366</guid>

					<description><![CDATA[Em homenagem ao jornalista britânico Dom Phillips, assassinado há dois anos, sua viúva Alessandra Sampaio e amigos inauguraram o Instituto Dom Phillips, uma organização sem fins lucrativos destinada a perpetuar a paixão de Phillips pela Amazônia. Phillips, que trabalhou como correspondente internacional para veículos como o The Guardian, visitou a Amazônia pela primeira vez em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem ao jornalista britânico Dom Phillips, assassinado há dois anos, sua viúva Alessandra Sampaio e amigos inauguraram o Instituto Dom Phillips, uma organização sem fins lucrativos destinada a perpetuar a paixão de Phillips pela Amazônia. Phillips, que trabalhou como correspondente internacional para veículos como o The Guardian, visitou a Amazônia pela primeira vez em 2015 e foi profundamente impactado pela região.</p>
<p><strong>Propósito do Instituto</strong></p>
<p>O Instituto Dom Phillips visa &#8220;ecoar as vozes da Amazônia&#8221; e disseminar os conhecimentos tradicionais das populações amazônicas. A iniciativa busca abordar questões socioeconômicas e ambientais, destacando a necessidade de proteção tanto da floresta quanto das comunidades locais.</p>
<p>Alessandra Sampaio, diretora-presidente do instituto, ressaltou a importância de trazer à tona as narrativas das pessoas que cuidam do bioma amazônico. &#8220;O Dom entendia que há um grande problema social e econômico na Amazônia, com muita gente exercendo atividades criminosas por falta de opções, e que há várias questões sobre as quais temos que falar, não só a sustentabilidade e a proteção, mas também às pessoas, que são muito desassistidas&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Contexto do Assassinato</strong></p>
<p>Dom Phillips foi assassinado enquanto viajava para entrevistar líderes indígenas e ribeirinhos na Terra Indígena Vale do Javari, a segunda maior área de usufruto exclusivo indígena no Brasil. Phillips estava acompanhado de Bruno Pereira, um indigenista que havia se licenciado da Funai por discordar das políticas do governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-77368" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=1170%2C700&#038;ssl=1" alt="Bruno Dom - Expresso Carioca" width="1170" height="700" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=1142%2C683&amp;ssl=1 1142w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/05-bruno-dom-1-Expresso-Carioca.png?resize=1140%2C682&amp;ssl=1 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Missão e Valores</strong></p>
<p>O Instituto Dom Phillips se dedica a projetos educacionais que promovem um conhecimento descolonizado sobre a Amazônia, desenvolvendo iniciativas que partem do território para o território e para o mundo. &#8220;Escolhemos a educação como ferramenta para promover um conhecimento descolonizado sobre e para a Amazônia&#8221;, afirma o texto de apresentação da entidade.</p>
<p><strong>Ações e Desafios</strong></p>
<p>A instituição enfatiza a urgência de ações concretas para a preservação da vida na Amazônia, tanto do bioma quanto dos seus defensores. Alessandra Sampaio destacou a importância do trabalho das entidades da sociedade civil na cobrança de justiça e proteção para os defensores da floresta.</p>
<p><strong>Processo Judicial</strong></p>
<p>O Ministério Público Federal denunciou cinco indivíduos pelo assassinato de Dom Phillips e Bruno Pereira. O processo judicial está em andamento, mas a data do julgamento ainda não foi marcada. Alessandra prefere não comentar o trâmite processual, mas reforça a necessidade de mais suporte e proteção para aqueles que continuam defendendo a região.</p>
<p><strong>Homenagem e Compromisso</strong></p>
<p>A criação do Instituto Dom Phillips representa um esforço para honrar o legado do jornalista, reconhecendo a importância de suas contribuições e seu profundo compromisso com a Amazônia. &#8220;Sempre que voltava das suas viagens à Amazônia, o Dom voltava muito mobilizado&#8230; Ele dizia: &#8216;Ale, se as pessoas conhecessem e entendessem a Amazônia, se elas soubessem de todas as belezas, toda a potencialidade [da região], se engajariam na proteção da floresta'&#8221;, lembrou Alessandra.</p>
<p>A entrevista completa com Alessandra Sampaio será transmitida no programa Repórter Brasil nesta quarta-feira (5), às 19h.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77366</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Chiquinho Brazão afirma ter tido uma &#8220;Ótima Relação&#8221; com Marielle Franco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chiquinho-brazao-afirma-ter-tido-uma-otima-relacao-com-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 20:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquinho Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=75541</guid>

					<description><![CDATA[Chiquinho Brazão, deputado federal detido sob acusação de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, afirmou durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que mantinha uma &#8220;ótima relação&#8221; com a vereadora. Durante a reunião da CCJ, Brazão declarou que houve apenas uma &#8220;simples discordância de pontos de vista&#8221; entre ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chiquinho Brazão, deputado federal detido sob acusação de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, afirmou durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que mantinha uma &#8220;ótima relação&#8221; com a vereadora.</p>
<p>Durante a reunião da CCJ, Brazão declarou que houve apenas uma &#8220;simples discordância de pontos de vista&#8221; entre ele e Marielle, relacionada a um projeto de lei sobre condomínios irregulares na cidade do Rio de Janeiro. Ele destacou que Marielle estava ao seu lado em uma luta comum, defendendo uma área de interesse especial.</p>
<p>O relatório da Polícia Federal citou a divergência em torno de um projeto de lei como uma possível motivação para o assassinato de Marielle. O relator do caso na CCJ, deputado Darci de Matos (PSD-SC), defendeu a manutenção da prisão de Brazão, argumentando que esta respeitou as exigências constitucionais.</p>
<p>No entanto, o advogado de Chiquinho Brazão, Cleber Lopes de Oliveira, pediu a revogação da prisão, alegando que não houve flagrante no caso e que a prisão preventiva não está prevista na Constituição para detenção de parlamentares. Ele também contestou a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) para decretar a prisão, argumentando que o crime ocorreu antes do mandato de Brazão.</p>
<p>Os deputados Gilson Marques (Novo-SC) e Roberto Duarte (Republicanos-AC) pediram vista do processo, alegando falta de tempo para analisar os documentos relacionados ao caso.</p>
<p>A sessão da CCJ foi marcada por debates acalorados, com parlamentares argumentando tanto a favor quanto contra a prisão de Chiquinho Brazão, destacando a complexidade e a sensibilidade do assunto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75541</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Polícia Federal prende três suspeitos de encomendar a morte de Marielle Franco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-prende-tres-suspeitos-de-encomendar-a-morte-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 15:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=75442</guid>

					<description><![CDATA[Neste domingo (24), a Polícia Federal desencadeou a Operação Murder Inc, investigando os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Os principais alvos dessa operação são Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal pelo Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo (24), a Polícia Federal desencadeou a Operação Murder Inc, investigando os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Os principais alvos dessa operação são Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal pelo Rio de Janeiro, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.</p>
<p>A operação também inclui a execução de 12 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro, emitidos pelo Supremo Tribunal Federal, com a colaboração da Procuradoria-Geral da República e do Ministério Público do Rio de Janeiro. Além disso, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro e a Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, prestam apoio à ação.</p>
<p>O foco da operação está nos autores intelectuais dos assassinatos, com investigações também sobre possíveis crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.</p>
<p>A Agência Brasil está buscando contato com as defesas dos acusados. Em declaração ao UOL em janeiro deste ano, Domingos Brazão afirmou que não conhecia e não se recordava da vereadora Marielle Franco. Por sua vez, Chiquinho Brazão divulgou uma nota em 20 de março, após as especulações sobre seu suposto envolvimento como mandante, afirmando estar surpreso com as acusações e destacando que seu relacionamento com Marielle sempre foi amistoso e cordial.</p>
<p>Nas redes sociais, Anielle Franco, irmã de Marielle e ministra da Igualdade Racial, expressou gratidão pelo empenho da PF, governo federal, Ministério Público e ministro do STF Alexandre de Moraes. Ela considera que estão mais próximos da justiça e vê este como um grande passo para obter as respostas tão aguardadas sobre quem ordenou o assassinato de Marielle e por quê.</p>
<p>Também nas redes sociais, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, destacou que medidas adotadas desde o início do mandato do presidente Lula foram cruciais para esclarecer o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Ele afirmou que o governo federal continuará seu papel no combate às quadrilhas violentas que cometem crimes graves contra as famílias brasileiras, e que a continuidade das investigações certamente esclarecerá outros crimes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75442</post-id>	</item>
		<item>
		<title>MPRJ Solicita júri popular e manutenção de prisão para acusado na morte de Marielle Franco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mprj-solicita-juri-popular-e-manutencao-de-prisao-para-acusado-na-morte-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 21:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=74895</guid>

					<description><![CDATA[A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, solicitando que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, solicitando que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridas em 14 de março de 2018.</p>
<p><strong>Principais Pontos das Alegações Finais</strong></p>
<ul>
<li><strong>Julgamento no Tribunal do Júri:</strong> Os promotores Eduardo Morais Martins e Mario Jessen Lavareda pedem que Suel seja julgado pelo Tribunal do Júri por homicídio duplamente qualificado contra Marielle e Anderson, além de uma tentativa de homicídio duplamente qualificado contra Fernanda Chaves, assessora da vereadora.</li>
<li><strong>Receptação e Prisão Preventiva:</strong> Além dos crimes relacionados às mortes, a acusação inclui a solicitação para que Suel seja julgado por receptação referente ao veículo Cobalt usado no crime. Os promotores também pleiteiam a manutenção da prisão preventiva do réu em um presídio federal de segurança máxima.</li>
<li><strong>Operação Élpis:</strong> Suel foi preso em julho do ano passado na Operação Élpis, realizada pela Polícia Federal e MPRJ, assumindo as investigações desde o início de 2023.</li>
<li><strong>Condenações Anteriores:</strong> Suel já havia sido condenado em 2021 a 4 anos de prisão por atrapalhar investigações, cumprindo pena em regime aberto. Em 2020, ele foi preso na Operação Submersos II.</li>
<li><strong>Liderança Criminosa:</strong> Segundo o MPRJ, Suel e o ex-policial militar Ronnie Lessa, denunciados anteriormente, lideravam o esquema criminoso associado às mortes de Marielle e Anderson. Ambos estão detidos devido à sua suposta participação nos homicídios.</li>
</ul>
<p>O desfecho deste caso será aguardado com atenção, representando um passo significativo na busca por justiça no caso Marielle Franco e Anderson Gomes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">74895</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estado brasileiro julgado por omissão em crimes contra sem-terra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estado-brasileiro-julgado-por-omissao-em-crimes-contra-sem-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Corte IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador rural]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=73870</guid>

					<description><![CDATA[O Estado brasileiro enfrentará julgamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) nos dias 8 e 9 de fevereiro, na Costa Rica, por suposta negligência nas investigações e falta de responsabilização pelos assassinatos e desaparecimentos forçados de líderes de trabalhadores sem-terra na Paraíba. Serão analisados os casos do assassinato do trabalhador rural Manoel Luiz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado brasileiro enfrentará julgamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) nos dias 8 e 9 de fevereiro, na Costa Rica, por suposta negligência nas investigações e falta de responsabilização pelos assassinatos e desaparecimentos forçados de líderes de trabalhadores sem-terra na Paraíba.</p>
<p>Serão analisados os casos do assassinato do trabalhador rural Manoel Luiz da Silva, em 1997, e de Almir Muniz da Silva, líder rural e defensor dos direitos humanos desaparecido em 2002. Ambos os crimes ocorreram na Paraíba, em um contexto de conflitos de terras e luta pela reforma agrária.</p>
<p>Os casos foram levados à Corte IDH pela Associação dos Trabalhadores Rurais do Assentamento Almir Muniz, pela Comissão Pastoral da Terra da Paraíba e pelas organizações Dignitatis e Justiça Global, que apelaram ao órgão internacional para cobrar a responsabilidade do Estado brasileiro por esses crimes.</p>
<p>&#8220;Esta é uma oportunidade para a Corte se pronunciar mais detalhadamente sobre a relação entre a ausência de uma estrutura fundiária justa, a luta pela terra e a violência contra aqueles que lutam por ela&#8221;, comentou o advogado da Justiça Global, Eduardo Baker.</p>
<h4><strong>Caso Manoel Luiz</strong></h4>
<p>Na quinta-feira (8), a Corte analisará se o Estado brasileiro foi omisso e não cumpriu sua obrigação de investigar e punir os responsáveis pelo assassinato de Manoel Luiz da Silva. Manoel foi morto a tiros em São Miguel de Taipu (PB) em maio de 1997, deixando para trás sua esposa, grávida de dois meses, e um filho de quatro anos.</p>
<p>Antes de o caso ser julgado pela Corte IDH, foi investigado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que encaminhou o processo para julgamento da instituição vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p>Ao concluir seu parecer em novembro de 2021, a CIDH afirmou que, apesar das numerosas evidências apontando os responsáveis pelo crime, &#8220;a omissão da polícia em relação às diligências essenciais impossibilitou a persecução penal dos responsáveis, incluindo o autor intelectual&#8221;.</p>
<p>O representante da Comissão Pastoral da Terra na Paraíba, João Muniz, destacou que o caso de Manoel Luiz é apenas um entre muitos agricultores assassinados no Brasil por lutarem pela terra.</p>
<h4><strong>Caso Almir Muniz</strong></h4>
<p>Na sexta-feira (9), a Corte IDH julgará o caso de Almir Muniz da Silva, que desapareceu em 29 de junho de 2002 em Itabaiana (PB). Na época, Almir era uma liderança ativa na associação de trabalhadores rurais do município e denunciava a formação de milícias privadas no estado.</p>
<p>A investigação da CIDH aponta o envolvimento de policiais civis no desaparecimento do trabalhador, indicando também a falta de diligências na investigação do caso.</p>
<p>Se o Estado brasileiro for considerado culpado, a Corte IDH pode determinar que o país tome medidas para reparar as famílias afetadas e para evitar futuros crimes dessa natureza.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">73870</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Morte de jovem que marcou movimento negro ainda tem questões em aberto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/morte-de-jovem-que-marcou-movimento-negro-ainda-tem-questoes-em-aberto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 13:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro Unificado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=71769</guid>

					<description><![CDATA[Até os dias de hoje, depois de 45 anos, não se sabe o local exato em que Robson Luz foi torturado pela polícia. O jovem, então com 22 anos de idade, foi levado após ser acusado por vizinhos de ter roubado uma caixa de frutas. Morreu ao ser hospitalizado devido aos ferimentos causados pelas pancadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até os dias de hoje, depois de 45 anos, não se sabe o local exato em que Robson Luz foi torturado pela polícia. O jovem, então com 22 anos de idade, foi levado após ser acusado por vizinhos de ter roubado uma caixa de frutas. Morreu ao ser hospitalizado devido aos ferimentos causados pelas pancadas e choques elétricos. O inquérito aberto para apurar as circunstâncias do crime não apontou, entretanto, o local exato onde o rapaz foi supliciado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pergunta fica sem resposta mesmo com o desarquivamento do processo, que durante décadas não pode ser acessado nem por pesquisadores, nem por familiares. Só em 2022, depois de um longo processo, o pesquisador Lucas Scaravelli conseguiu ter em mãos os documentos. O material foi digitalizado pelo Centro de Pesquisa e Documentação Histórica Guaianás (CPDOC).</p>
<p>A pesquisadora da organização Renata Eleutério, diz que as informações são de que ele foi preso no 44º Distrito Policial, de Guaianases, zona leste paulistana. Porém, há indícios de que ele foi levado para outro local no período em que esteve sob poder dos policiais. “No processo, em um dos depoimentos, o rapaz indica que ele foi retirado daquela delegacia e levado para outro lugar. E aí depois foi jogado na delegacia, retirado de lá e jogado em qualquer outro canto”, revela a pesquisadora.</p>
<h2>Movimento Negro Unificado</h2>
<p>IMG</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A brutalidade do assassinato ocorrido em maio de 1978 impulsionou, nos meses seguintes, a criação do Movimento Negro Unificado (MNU). Em 7 de julho aconteceu o histórico protesto nas escadarias do Theatro Municipal, no centro da cidade de São Paulo. Foi em uma das atividades preparatórias para essa manifestação que a advogada e escritora Lenny Blue de Oliveira se aproximou da organização. “Uma semana antes, nós fomos panfletar ali no miolo [do centro histórico paulistano], onde era a rua Direita”, lembra.</p>
<p>“O caso Robson foi o fundamento daquele grupo em 7 de julho. O movimento negro foi criado antes, mas a pedra basilar é a base da violência cometida contra o Robson”, acrescenta a ativista, que integra até hoje o MNU.</p>
<p>A partir da violência sofrida pelo jovem, o movimento negro, segundo Lenny, denunciou o sistema prisional e a polícia como instituições racistas, destinada essencialmente a perseguir a população negra. “O assassinato de Robson casou com esse princípio, todo preso como um preso político”, enfatiza.</p>
<p>O sofrimento de Robson deixava claro que a tortura não era reservada apenas aos que faziam oposição política à ditadura militar. “A polícia depois de uma semana pegou somente ele, sendo que eram um grupo de várias pessoas que pegaram uma caixa de frutas. Mas somente ele sofreu a sevícia, não por coincidência o único preto retinto do grupo”, diz o pesquisador Lucas Scaravelli.</p>
<h2>Desarquivamento difícil</h2>
<p>Mesmo décadas depois do crime e sem nenhum sigilo decretado oficialmente, o pesquisador diz que enfrentou diversos obstáculos para chegar até os arquivos do caso. “Não foi fácil, teve umas idas e vindas”, conta sobre os obstáculos que surgiam com justificativas burocráticas “Nos foi impedido várias vezes o cadastro [para poder consultar os documentos], sem nenhuma justificativa, eu tenho a sequência de e-mails das negativas do tribunal do júri”, detalha.</p>
<p>Foi preciso recorrer a juízes e promotores para, por meio da influência dessas pessoas, finalmente chegar aos arquivos. “Essas pessoas conseguiram fazer o desarquivamento do processo por um tempo limitado”, diz. Para conseguir manipular o material, Scaravelli recorreu ao CPDOC, “que reúne pessoas lá de Guaianases, da periferia, que já têm uma formação em história e ciências sociais, nas áreas humanas, e com essa pesquisa em arquivos”.</p>
<h2>Pequena vitória</h2>
<p>Apesar do caso ter ocorrido ainda durante a ditadura, os policiais acusados de envolvimento no caso acabaram exonerados da polícia após a condenação criminal. “Embora continuem com sua vida civil preservadas, é uma vitória. Eu estou olhando para essa perspectiva do copo cheio”, avalia o pesquisador, ao comparar o caso com de ativistas políticos assassinados pela repressão do regime. “Zuzu Angel, Vladimir Herzog, a família Telles, entre outros, se arrastam na Justiça ainda hoje, sem nenhuma vitória concreta e sem a finalização do trânsito em julgado”.</p>
<p>“Foi uma vitória os policiais terem sido afastados”, reitera Lenny sobre a punição aos policiais José Maximino Reis, José Pereira de Matos e ao delegado Luiz Alberto Abdalla, condenados pela morte, mas que não chegaram a cumprir pena de prisão.</p>
<p>“A gente tem que relembrar porque isso mostra que as coisas não mudaram, que o racismo ficou mais técnico e mais abrangente”, acrescenta a militante ao destacar que o caso de Robson não foi único durante a ditadura e que situações semelhantes ainda se repetem no Brasil.</p>
<p>“A gente chama de democrático [o regime pós 1988], embora a gente não viva a integridade do significado da democracia, nem no sentido grego, nem no sentido moderno”, enfatiza Scaravelli.</p>
<p>Em 1996, a viúva de Robson, Sueli, recebeu uma indenização pela morte.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">71769</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Equador Declara Estado de Emergência Após Assassínio de Candidato</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/equador-declara-estado-de-emergencia-apos-assassinio-de-candidato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 15:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Candidato]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[estado de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=68037</guid>

					<description><![CDATA[Na noite desta quarta-feira (9), o presidente conservador do Equador, Guillermo Lasso, emitiu uma declaração de estado de emergência de 60 dias no país, em resposta ao assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, de 59 anos. Além disso, foram decretados três dias de luto nacional em respeito ao ocorrido. O assassinato do candidato presidencial, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite desta quarta-feira (9), o presidente conservador do Equador, Guillermo Lasso, emitiu uma declaração de estado de emergência de 60 dias no país, em resposta ao assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, de 59 anos. Além disso, foram decretados três dias de luto nacional em respeito ao ocorrido.</p>
<p>O assassinato do candidato presidencial, que ocorreu ao término de um evento de campanha, abalou profundamente a nação sul-americana, onde a crescente violência relacionada ao tráfico de drogas é uma grande preocupação para os eleitores.</p>
<p>Nas redes sociais, vídeos circulam mostrando Villavicencio cercado por seus apoiadores, sendo escoltado por seguranças até um veículo que o aguardava, quando os disparos foram ouvidos.</p>
<p>Fernando Villavicencio era conhecido por suas fortes críticas à corrupção e ao crime organizado. Como jornalista, ele expôs a administração do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017). A morte de Villavicencio provocou indignação entre seus seguidores. O trágico evento ocorreu apenas 11 dias antes das eleições presidenciais.</p>
<p>Villavicencio havia sido condenado a 18 meses de prisão por difamação e críticas dirigidas ao ex-chefe de Estado. Ele buscou refúgio em uma região indígena no Equador e, mais tarde, obteve asilo no Peru, retornando posteriormente ao seu país após a saída de Correa do cargo. Devido a ameaças que enfrentava, ele se deslocava sob proteção policial.</p>
<p>Embora informações não oficiais indiquem a ocorrência de cerca de 30 tiros, com o candidato presidencial sendo atingido na cabeça, houve também o registro de outros nove feridos. As autoridades relatam que o suspeito do ataque também foi morto.</p>
<h2>Feridos</h2>
<p>Entre os nove feridos está uma candidata a deputada e dois agentes policiais, de acordo com informações do Ministério Público. Atualmente, equipes do Ministério Público e da polícia estão colhendo evidências no local do crime e também no centro médico para onde as vítimas foram levadas.</p>
<p>O ministro do Interior, Juan Zapata, assegurou que o ataque foi perpetrado por assassinos contratados, intensificando ainda mais a gravidade do ocorrido.</p>
<p>O atentado aconteceu após um comício liderado por Fernando Villavicencio em um coliseu situado em uma região central e movimentada da capital. Um atirador desconhecido abriu fogo contra o candidato à presidência, em um contexto de eleições gerais extraordinárias previstas para 20 de agosto.</p>
<p>O partido de Villavicencio, o Movimiento Construye, havia levantado discussões sobre a suspensão da campanha devido à escalada da violência política, que incluiu o assassinato em julho do presidente da Câmara de Manta. No entanto, Villavicencio se opôs a essa suspensão, caracterizando-a como um ato de covardia.</p>
<p>Na terça-feira anterior ao ataque, o candidato havia apresentado um relatório à Procuradoria-Geral da República relacionado a um negócio petrolífero. Detalhes específicos desse documento ainda não foram divulgados. Villavicencio detinha cerca de 7,5% de apoio nas pesquisas, colocando-o em quinto lugar entre oito candidatos.</p>
<p>Poucos dias antes de ser assassinado, ele mencionou em um programa de televisão pública que estava sob várias ameaças de morte, presumivelmente provenientes do líder de uma gangue chamado Choneros, conhecido como Fito, que o instava a parar de mencionar seu nome.</p>
<p>Além de Villavicencio, outros candidatos às eleições presidenciais incluem o ambientalista Yaku Pérez, a ex-deputada Luisa González, o especialista em segurança Jan Topic, o ex-vice-presidente Otto Sonnenholzner, o político Daniel Hervas, o empresário Daniel Noboa e o candidato independente Bolívar Armijos. O combate à criminalidade figura como uma das principais promessas dos candidatos que buscam suceder o presidente conservador Guillermo Lasso.</p>
<p>Após uma reunião do Gabinete de Segurança do Estado, Guillermo Lasso comunicou à nação que as eleições gerais extraordinárias, programadas para 20 de agosto, serão mantidas, mas que forças militares serão destacadas para garantir a segurança dos eleitores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">68037</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Candidato à presidência do Equador é morto em Quito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/candidato-a-presidencia-do-equador-e-morto-em-quito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 10:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Candidato]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[Quito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=68031</guid>

					<description><![CDATA[O presidente equatoriano, Guillermo Lasso, utilizou sua conta no Twitter para confirmar o trágico assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio. Em sua postagem, Lasso expressou profunda indignação e consternação diante desse terrível ato e prestou solidariedade à esposa e filhas de Villavicencio. Ele assegurou que o crime não ficará sem punição e se comprometeu a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente equatoriano, Guillermo Lasso, utilizou sua conta no Twitter para confirmar o trágico assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio. Em sua postagem, Lasso expressou profunda indignação e consternação diante desse terrível ato e prestou solidariedade à esposa e filhas de Villavicencio. Ele assegurou que o crime não ficará sem punição e se comprometeu a tomar medidas firmes em relação a esse acontecimento.</p>
<p>O presidente do Equador declarou que planeja acionar as autoridades do Conselho Nacional Eleitoral e da Corte Nacional de Justiça para conduzir uma investigação abrangente sobre o caso. Ele ressaltou que o crime organizado ultrapassou limites inaceitáveis e enfatizou que a lei será aplicada rigorosamente para punir os responsáveis.</p>
<p>Momentos antes do pronunciamento de Guillermo Lasso, a Ecuavisa, uma rede de televisão local, juntamente com uma associação de imprensa local, já noticiavam o assassinato do candidato durante um comício de campanha que ocorria no norte de Quito na quarta-feira (9).</p>
<p>Vale ressaltar que as eleições presidenciais do Equador estão programadas para ter seu primeiro turno em 20 de agosto. Fernando Villavicencio, embora não fosse um dos favoritos para avançar ao segundo turno, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, lideradas por Luísa Gonzales, do partido Revolução Cidadã, seu assassinato trágico lança uma sombra sobre o processo eleitoral e a estabilidade política do país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">68031</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Justiça anula depoimentos de réus em caso Bruno e Dom</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-anula-depoimentos-de-reus-em-caso-bruno-e-dom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 19:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[habeas corpus]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59710</guid>

					<description><![CDATA[A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu nessa terça-feira (16) acolher, em parte, um habeas corpus da defesa dos três acusados pelo assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, mortos em junho do ano passado em uma emboscada na região amazônica. Pela decisão, devem ser anulados e colhidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu nessa terça-feira (16) acolher, em parte, um <em>habeas corpus</em> da defesa dos três acusados pelo assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, mortos em junho do ano passado em uma emboscada na região amazônica.</p>
<p>Pela decisão, devem ser anulados e colhidos novamente os depoimentos dos réus Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima, que foram ouvidos na semana passada em audiência do caso.</p>
<p>Testemunhas de defesa também devem ser ouvidas, determinou o TRF1 depois de o juiz Fabiano Verli, responsável pelo caso na primeira instância, ter negado as oitivas.</p>
<p>Nos depoimentos da semana passada, os réus voltaram atrás na confissão que haviam feito à polícia e passaram a sustentar uma versão segundo a qual agiram em legítima defesa. Foi a primeira vez que os três se manifestaram perante o juiz.</p>
<p>Com a decisão do TRF1, segue em aberta a possibilidade de que defesa e acusação solicitem novas diligências, como juntada de documentos, expedição de ofícios e requerimento de informações.</p>
<p>Ao final da instrução da ação penal, as partes no processo deverão ter a oportunidade de apresentar suas alegações finais. Em seguida, o juiz responsável deverá decidir se o caso irá a júri popular. Não há prazo para essa decisão.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O correspondente do jornal britânico <em>The Guardian</em> e o indigenista foram executados em junho de 2022. Eles articulavam um trabalho conjunto para denunciar crimes socioambientais na região do Vale do Javari, onde há a maior concentração de povos isolados e de contato recente do mundo.</p>
<p>Dom Phillips pretendia, inclusive, publicar um livro sobre as questões que afetam o território e fazia apuração das informações, na época. Na Terra Indígena Vale do Javari, encontram-se 64 aldeias de 26 povos, com cerca de 6,3 mil pessoas.</p>
<p>As autoridades policiais colocaram sob suspeita pelo menos oito pessoas, por possível participação nos homicídios e na ocultação dos cadáveres. No final de outubro de 2022, o suposto mandante do assassinato, Rubens Villar Pereira, foi posto em liberdade provisória após pagar fiança de R$ 15 mil.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59710</post-id>	</item>
		<item>
		<title>PF: &#8216;Colômbia&#8217; foi mandante de assassinatos de Bruno e Dom Phillips</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-colombia-foi-mandante-de-assassinatos-de-bruno-e-dom-phillips/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 23:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=56992</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) concluiu que Rubens Villar Coelho, conhecido como Colômbia, é o mandante das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, assassinados no Vale do Javari (AM), no início de junho do ano passado. Em outubro, Colômbia havia sido posto em liberdade provisória após pagar fiança de R$ 15 mil. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Polícia Federal (PF) concluiu que Rubens Villar Coelho, conhecido como Colômbia, é o mandante das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, assassinados no Vale do Javari (AM), no início de junho do ano passado. Em outubro, Colômbia havia sido posto em liberdade provisória após pagar fiança de R$ 15 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em dezembro, no entanto, ele foi novamente preso pela PF por ter violado as condições impostas para sua liberdade provisória. A informação foi repassada hoje (23) pelo superintendente da Polícia Federal no estado, Alexandre Fontes.</p>
<p>Segundo a PF, ao longo da investigação foram identificados vários indícios da participação de Colômbia como mandante do crime. Fontes disse que o conjunto probatório, formado por diversos laudos periciais, permitiu à polícia apontar Colômbia como o mandante.</p>
<blockquote><p>“Temos provas que ele [Colômbia] fornecia as munições para o Jefferson e o Amarildo, as mesmas encontradas no caso. Ele pagou o advogado inicial de defesa do Amarildo&#8221;, disse o superintendente.</p></blockquote>
<p>Fontes disse ainda que um relatório foi encaminhado à Justiça com mais seis indiciamentos pelos crimes de duplo homicídio qualificado e ocultação dos cadáveres. Antes, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado; Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima por duplo homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de corpos.</p>
<p>“Tínhamos anteriormente três nomes. Identificamos o irmão do Amarildo, ele forneceu a arma de fogo para o Amarildo. Ele vai responder por partícipe do homicídio&#8221;, disse Fontes.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Registros apontam para desentendimentos anteriores entre o ex-servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai) Bruno Pereira e Pelado, que é suspeito de envolvimento com a pesca ilegal na região. Segundo as investigações, Bruno e Dom foram emboscados e mortos depois que Bruno pediu a Dom que fotografasse o barco dos acusados, de forma a atestar a prática de pesca ilegal.</p>
<p>Bruno foi morto com três tiros &#8211; um deles pelas costas. Já Dom foi assassinado apenas por estar junto com Bruno no momento do crime.</p>
<p>Na última sexta-feira (20), as audiências de instrução e julgamento dos três acusados pelos assassinatos foram suspensas pelo juiz da Vara de Federal de Tabatinga, Fabiano Verli. Os depoimentos estavam previstos para ocorrer a partir desta segunda-feira e terminar na quarta-feira (25).</p>
<p>Na decisão, Verli apontou a falta de salas disponíveis para receber os réus para os depoimentos e disse que houve “lamentável falta de comunicação entre nós, da Justiça Pública”.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56992</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
