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	<title>Arthur Lira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Arthur Lira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Arthur Lira defende liberação de emendas e cumpre acordos entre Poderes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por suspeita de falta de transparência e determinar a abertura de um inquérito pela Polícia Federal.</p>
<h3>Contexto da decisão</h3>
<p>A suspensão está relacionada a emendas de comissão, cuja execução teria violado os critérios de transparência exigidos pelo STF. Além disso, Dino determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) audite os repasses e que a Polícia Federal investigue possíveis irregularidades no uso dos recursos.</p>
<p>A decisão reforça o entendimento do STF, que em 2022 considerou inconstitucionais alguns repasses que não obedeciam às regras de distribuição. Após isso, o Congresso aprovou uma resolução ajustando as normas, mas o PSOL questionou a medida, levando o tema novamente à Justiça.</p>
<h3>Defesa de Lira</h3>
<p>Lira enfatizou que os atos relacionados às emendas foram conduzidos de forma alinhada com o Judiciário e as regras estabelecidas pela portaria do governo federal publicada em dezembro. Ele destacou uma reunião recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar do tema.</p>
<p>&#8220;Com o fim do recesso natalino, os ministros do governo federal devem esclarecer todos os procedimentos adotados. Todos os atos foram feitos dentro dos acordos entre Executivo e Legislativo e nas conversas com o Poder Judiciário, obedecendo os trâmites legais internos&#8221;, afirmou Lira.</p>
<p>O presidente da Câmara informou ainda que apresentará esclarecimentos ao ministro Flávio Dino nesta sexta-feira (27) e ressaltou que o Legislativo está comprometido em cumprir as exigências legais.</p>
<h3>Reuniões e negociações</h3>
<p>Lira havia convocado uma reunião por videoconferência com líderes partidários nesta quinta-feira, mas o encontro foi adiado devido a uma reunião presencial com o presidente Lula. Durante o dia, Lira manteve conversas com alguns líderes para discutir os desdobramentos da suspensão e as próximas ações a serem tomadas.</p>
<h3>Histórico das emendas</h3>
<p>A polêmica em torno das emendas parlamentares ganhou destaque em 2022, quando o STF declarou inconstitucionais repasses realizados sem critérios claros de transparência. Desde então, o governo federal buscou regulamentar o pagamento por meio de uma portaria que estabeleceu novas diretrizes e permitiu a liberação dos recursos de forma mais controlada.</p>
<p>Em agosto deste ano, Dino suspendeu novamente os pagamentos e ordenou auditorias detalhadas. A recente portaria publicada pelo governo visava destravar os repasses, mas a nova decisão do STF reforça a necessidade de maior rigor na gestão e fiscalização desses recursos.</p>
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		<title>Arthur Lira escolhe Hugo Motta como candidato à presidência da Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arthur-lira-escolhe-hugo-motta-como-candidato-a-presidencia-da-camara-dos-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Candidato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (29), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) como seu candidato à presidência da Casa para a eleição que ocorrerá em 1º de fevereiro de 2025. Lira destacou Motta como o candidato com maior capacidade de construir consenso, enfatizando sua habilidade em unir diferentes correntes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (29), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) como seu candidato à presidência da Casa para a eleição que ocorrerá em 1º de fevereiro de 2025. Lira destacou Motta como o candidato com maior capacidade de construir consenso, enfatizando sua habilidade em unir diferentes correntes políticas. “O deputado Hugo Motta demonstrou capacidade de aliar polos antagônicos com diálogo, leveza e altivez”, afirmou Lira durante o anúncio.</p>
<p>Hugo Motta, no quarto mandato como deputado federal, foi descrito por Lira como alguém preparado para dar continuidade aos trabalhos da Câmara em um tom conciliador. “Ele vai saber manter a marcha da Câmara, seguindo a mesma receita que tantos bons frutos deu ao Brasil”, complementou Lira, ao lado de Motta e outros aliados.</p>
<p>Além de Motta, os deputados Elmar Nascimento (União Brasil-BA) e Antônio Britto (PSD-BA) são cogitados como possíveis concorrentes ao cargo. Em relação à concorrência, Lira declarou que mantém uma postura de neutralidade e que sua escolha por Motta não inibirá os demais de buscarem apoio dentro da Câmara. “Mantive um diálogo aberto e franco com os outros deputados e pedi que buscassem viabilizar suas candidaturas junto aos colegas. Sem convergência, não há governabilidade”, afirmou.</p>
<h4><strong>PL da Anistia e a Comissão Especial</strong></h4>
<p>Em meio à disputa pela presidência da Câmara, Lira anunciou também a criação de uma Comissão Especial para tratar do polêmico Projeto de Lei 2.858/2022, conhecido como PL da Anistia, que propõe isenção de penas para envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A criação da comissão, segundo Lira, visa desassociar a tramitação do projeto das negociações eleitorais para a presidência da Câmara. “O tema merece o devido debate, mas não pode ser convertido em elemento de disputa política”, explicou Lira. Com a formação da comissão, o projeto poderá se estender por até 40 sessões no plenário.</p>
<h4><strong>O Perfil de Hugo Motta</strong></h4>
<p>Hugo Motta é médico e ingressou na Câmara dos Deputados em 2011, eleito pelo PMDB, e atualmente representa o partido Republicanos, associado à Igreja Universal do Reino de Deus. Em sua trajetória política, Motta se destacou como relator da PEC do orçamento de guerra, que autorizou despesas emergenciais durante a pandemia de Covid-19. Durante a operação Lava Jato, em 2015, ele também presidiu a CPI da Petrobras, que investigou as denúncias de corrupção na estatal.</p>
<p>Com essa decisão, Lira inicia o movimento de sucessão na Câmara, sinalizando a prioridade de continuidade e diálogo em sua escolha. A eleição, com previsão para o início de 2025, deve contar com outros candidatos e debates intensos nas próximas semanas.</p>
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		<title>Arthur Lira propõe limitar ações no Supremo Tribunal Federal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arthur-lira-propoe-limitar-acoes-no-supremo-tribunal-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2024 13:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ação direta de inconsticucionalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), expressou sua intenção de elevar o critério para quem pode ingressar com ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) no Supremo Tribunal Federal, inclusive contra decisões do Congresso. Ele fez essas declarações durante a abertura da 89ª ExpoZebu, realizada em Uberaba (MG), neste sábado (27), promovida pela Associação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), expressou sua intenção de elevar o critério para quem pode ingressar com ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) no Supremo Tribunal Federal, inclusive contra decisões do Congresso. Ele fez essas declarações durante a abertura da 89ª ExpoZebu, realizada em Uberaba (MG), neste sábado (27), promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).</p>
<p>Lira enfatizou a necessidade de uma emenda constitucional para implementar essa mudança nas ADIs, exigindo a aprovação de três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49), em dois turnos em cada casa parlamentar.</p>
<p>As ADIs, previstas na Constituição Federal, atualmente podem ser propostas por diversas entidades, incluindo presidentes, mesas de assembleias legislativas e governadores. Lira questionou a eficácia do processo legislativo quando uma decisão é contestada por meio de uma ADI no Supremo, sugerindo que isso mina a autoridade do Congresso.</p>
<p>Além disso, o presidente da Câmara prometeu focar em nova legislação relacionada ao desmatamento ilegal e exploração de minério ilegal no país durante seu mandato até janeiro de 2025.</p>
<p>Em relação à reforma tributária, Lira anunciou a intenção de votar sua regulamentação durante seu mandato, sem a nomeação de um relator único. Ele propôs a formação de grupos de trabalho com deputados sem interesses diretos nas áreas a serem tratadas, a fim de simplificar os 500 artigos do projeto.</p>
<p>Lira garantiu que o agronegócio, assim como saúde e educação, receberá um tratamento especial na regulamentação da nova legislação tributária. Ele criticou as manifestações do movimento Abril Vermelho, pró-reforma agrária, argumentando que a segurança jurídica no campo é fundamental para a produção agrícola.</p>
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		<title>Minirreforma eleitoral será apresentada na próxima segunda-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/minirreforma-eleitoral-sera-apresentada-na-proxima-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 22:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O parecer da minirreforma eleitoral discutido na Câmara dos Deputados será apresentado na próxima segunda-feira (11). A previsão era apresentar o texto nesta quarta-feira (6), mas o Grupo de Trabalho (GT) criado para analisar e votar a minirreforma encerrou a reunião sem um texto definitivo. Segundo a assessoria de imprensa do relator, o deputado Rubens Pereira Júnior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O parecer da minirreforma eleitoral discutido na Câmara dos Deputados será apresentado na próxima segunda-feira (11). A previsão era apresentar o texto nesta quarta-feira (6), mas o Grupo de Trabalho (GT) criado para analisar e votar a minirreforma encerrou a reunião sem um texto definitivo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa do relator, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), a apresentação e a votação do parecer no GT foram adiadas porque o relator recebeu novas sugestões de mudanças na legislação eleitoral que devem ser incluídas no texto.</p>
<p>Com a lei exige que mudanças nas regras eleitorais sejam publicadas um ano antes do pleito, a minirreforma precisa ser sancionada até o dia 5 de outubro para poder valer nas eleições municipais de 2024. O presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP/AL) prometeu conclui a votação na próxima semana para dar tempo de o Senado analisar a proposta.</p>
<p>Rubens Pereira Júnior tem afirmado que temas mais complexos, que não tenham consenso, não estarão no seu parecer. Entre os temas que devem ser abordados, estão: federação partidária, propaganda eleitoral, prestação de contas eleitorais, inelegibilidade, financiamento de campanhas e violência política contra mulheres.</p>
<p>“Nós evitamos assuntos polêmicos, se tiver um assunto muito polêmico inviabiliza o debate e não é aprovado no Plenário. Procuramos simplificar os processos e desburocratizar”, explicou o relator em entrevista à <em>TV Câmara</em> realizada nesta quarta-feira.</p>
<h2>Sobras eleitorais</h2>
<p>O relator disse que o tema mais polêmico discutido na minirreforma é o das “sobras eleitorais”. Atualmente, as cadeiras das Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas estaduais e da Câmara dos Deputados são preenchidas pelos partidos ou federações que alcançam o chamado quociente eleitoral, que é o cálculo que define quantos votos são necessários para ocupar uma vaga.</p>
<p>Se, por exemplo, forem 100 mil votos válidos para 10 vagas existentes, o quociente eleitoral será 10 mil votos. Esse é o mínimo que um partido precisa ter na eleição para eleger um deputado.</p>
<p>Depois de ocupadas essas vagas pela regra do quociente eleitoral, ainda sobram cadeiras que não foram ocupadas pelos partidos. Afinal, se um partido teve 55 mil votos, ele ganha cinco cadeiras pelo exemplo usado acima, sobrando ainda 5 mil votos.</p>
<p>Essas “sobras”, pela regra aprovada em 2021, serão preenchidas pelos partidos que conseguiram, pelo menos, 80% do quociente eleitoral e pelos candidatos com um número mínimo de votos de 20% desse quociente.&#8221;</p>
<p>“Esse assunto está sendo debatido no Supremo Tribunal Federal (STF) e, na dúvida, a Câmara vai ter que colocar algo no lugar”, explicou Rubens Pereira que acrescentou que esse deve ser um tema decidido sem consenso, pelo voto no Plenário.</p>
</div>
</div>
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		<title>Reforma tributária deve ser votada ainda neste semestre na Câmara</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-tributaria-deve-ser-votada-ainda-neste-semestre-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), disse na sexta-feira (19) em reunião no Rio de Janeiro, com governadores do Sul e Sudeste, que a proposta de reforma tributária vai ser votada em plenário da Casa ainda neste semestre, logo após a votação do arcabouço fiscal, previsto para a semana que vem. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), disse na sexta-feira (19) em reunião no Rio de Janeiro, com governadores do Sul e Sudeste, que a proposta de reforma tributária vai ser votada em plenário da Casa ainda neste semestre, logo após a votação do arcabouço fiscal, previsto para a semana que vem.</p>
<p>“O desenvolvimento regional é uma necessidade clara e óbvia para que a gente não tenha uma reforma tributária que aumente as desigualdades econômicas e estruturais no país”, disse.</p>
<p>Lira acrescentou que “partindo desse princípio, a Câmara vem cumprindo com transparência o seu papel, trazendo todos os interessados para o debate para que as suas sugestões, opiniões, reclamações e tendências e preocupações possam ser alcançadas no texto do relator e nós possamos fazer essa alteração por uma segurança jurídica no nosso país por uma simplificação nessa divisão”</p>
<p>Lira disse ainda que outra preocupação é com a divisão de impostos mais justa do âmbito federativo. “Essas são discussões que nós vamos travar na Câmara Federal logo após a votação do arcabouço fiscal já na próxima semana”.</p>
<h2>Encontro</h2>
<p>Os governadores das regiões Sul e Sudeste estiveram reunidos, no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, para avaliar propostas da reforma tributária que está em discussão na Câmara dos Deputados. No encontro, não compareceram os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e de Minas Gerais, Romeu Zema.</p>
<p>O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, abriu o encontro do Consórcio de Integração do Sul e Sudeste (Cosud). A reunião foi solicitada pelos deputados Agnaldo Ribeiro, relator da reforma tributária, e Reginaldo Lopes, coordenador do grupo de trabalho da reforma.</p>
<p>Cláudio Castor disse que “somos favoráveis a ideia de uma reforma na qual os estados podem colaborar. Fundamental para o Brasil, mas também achamos que há posições onde os estados podem, sim, colaborar. Isso porque cada decisão que for tomada lá em Brasília depois acaba mexendo no dia a dia de quem está governando”.</p>
<p>O governador disse tem a perspectiva de continuar o diálogo e o debate para aprofundar os termos da reforma.</p>
<p>Já o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, lembrou que hoje os estados usam incentivos financeiros e tributários para poder atrair empreendimentos em desenvolvimento para os seus estados. “Cada um fez a sua política e a hora que você leva para o seu destino você tira esse poder dos estados, naturalmente, e o Brasil tem que ter uma política de desenvolvimento regional para que não haja uma concentração da riqueza em grandes estados consumidores. Essa é a preocupação que nós manifestamos, porque há muitas diferenças ainda nesse país. Então, conhecer o texto, receitas dos estados em cada unidade da nossa federação, foi a nossa principal preocupação”.</p>
</div>
</div>
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		<title>Lira diz ao STF que tramitação de MPs é assunto interno do Congresso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lira-diz-ao-stf-que-tramitacao-de-mps-e-assunto-interno-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 14:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Medidas Provisórias]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse hoje (24) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a questão da tramitação de medidas provisória no Congresso é assunto interno da Casa.  Em manifestação enviada a pedido da Corte, Lira defendeu que não cabe decisão judicial sobre a questão. “Trata-se de assunto que vem sendo discutido no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse <span id="OBJ_PREFIX_DWT1653_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (24) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a questão da tramitação de medidas provisória no Congresso é assunto interno da Casa. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em manifestação enviada a pedido da Corte, Lira defendeu que não cabe decisão judicial sobre a questão.</p>
<p>“Trata-se de assunto que vem sendo discutido no âmbito do Congresso, com objetivo de se buscar a melhor solução para o processo legislativo aplicável às medidas provisórias”, afirmou.</p>
<p>A discussão sobre as MPs chegou ao Supremo por meio de um mandado de segurança protocolado pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) para obrigar Lira a designar as comissões mistas para análise de medidas provisórias, rito que foi suspenso durante a pandemia de covid-19 e permitiu a votação das matérias diretamente no plenário da Câmara e do Senado.</p>
<p>Na ação, Vieira pretende que o Supremo suspenda o ato conjunto da Câmara e do Senado que, em março de 2020, flexibilizou as regras de tramitação. Segundo o parlamentar, a manutenção do modelo dá poderes extraordinários ao presidente da Câmara, que pode definir os relatores das MPs e o envio da matéria ao Senado às vésperas do prazo de caducidade.</p>
<p>O relator do processo é o ministro Nunes Marques. Não há prazo para decisão.</p>
</div>
</div>
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		<title>Câmara entrega à PGR notícia-crime contra vândalos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-entrega-a-pgr-noticia-crime-contra-vandalos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 20:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), entregou, na manhã de hoje (16), ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a notícia-crime com informações sobre a apuração interna sobre a invasão e depredação da Casa, em 8 de janeiro. O documento inclui dados de pessoas presas pela Polícia Legislativa. “O mínimo que podemos exigir” é a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), entregou, na manhã de hoje (16), ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a notícia-crime com informações sobre a apuração interna sobre a invasão e depredação da Casa, em 8 de janeiro. O documento inclui dados de pessoas presas pela Polícia Legislativa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O mínimo que podemos exigir” é a punição dos já identificados e dos que ainda serão identificados, disse Lira durante o encontro. “Muito mais do que a depredação do patrimônio público, mas por atentar contra as instituições, pelo risco que o Brasil correu”, afirmou o presidente da Câmara.</p>
<p>Nesta segunda-feira (16), Aras informou já ter 40 denúncias prontas, e que novas denúncias contra pessoas flagradas em atos de vandalismo no Senado e na Câmara devem ser apresentadas em breve, junto com a solicitação de outras medidas cautelares. “O Ministério Público tomará todas as medidas”, disse Aras.</p>
<p>Aras frisou haver sete inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar a condutas no dia 8 de janeiro. Entre os pedidos já feitos pelo Ministério Público Federal (MPF), está a investigação contra três deputados eleitos e, também, a inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro entre os investigados. As medidas já foram autorizadas pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Mais cedo, em entrevista coletiva, ao ser questionado sobre a punição aos três parlamentares do PL eleitos que participaram dos atos de invasão a prédios públicos, Lira disse não ver evidências contra eles ou “nenhum ato que corroborasse com os inquéritos”.</p>
<p>Ao ser perguntado sobre a inclusão de Bolsonaro entre os investigados, Lira respondeu que “cada um responde pelo que faz”. O presidente da Câmara acrescentou que “temos que ter calma neste momento, investigar todos os aspectos. Nossa fala não muda. Todos os que estiveram envolvidos com esses atos de vandalismo devem ser punidos”.</p>
<p>Na semana passada, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSL-MG), também foi ao gabinete de Aras pedir punição rápida aos vândalos identificados pela Polícia Legislativa.</p>
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		<title>Em nota, presidentes dos Três Poderes chamam atos de &#8220;golpistas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 17:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[invasão do Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[invasão do Palácio do Planalto]]></category>
		<category><![CDATA[invasão do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
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					<description><![CDATA[Os presidentes dos Três Poderes da República divulgaram, no fim da manhã de hoje (9), uma nota conjunta em defesa da democracia. No texto, eles dizem rejeitar os “atos terroristas, de vandalismo, criminosos e golpistas”. “Estamos unidos para que as providências institucionais sejam tomadas, nos termos das leis brasileiras”, diz a nota, que foi publicada [&#8230;]]]></description>
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<p>Os presidentes dos Três Poderes da República divulgaram, no fim da manhã de hoje (9), uma nota conjunta em defesa da democracia. No texto, eles dizem rejeitar os “atos terroristas, de vandalismo, criminosos e golpistas”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estamos unidos para que as providências institucionais sejam tomadas, nos termos das leis brasileiras”, diz a nota, que foi publicada no perfil oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em redes socais. “Conclamamos a sociedade a manter a serenidade, em defesa da paz, e da democracia em nossa pátria”.</p>
<p>Além de Lula, assinaram a nota o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o presidente em exercício do Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), e a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber.</p>
<blockquote><p>“Conclamamos a sociedade a manter a serenidade, em defesa da paz e da democracia em nossa pátria. O país precisa de normalidade, respeito e trabalho para o progresso e justiça social da nação”, conclui o texto.</p></blockquote>
<p>Os presidentes de Poder se reuniram no início da manhã desta segunda-feira (9), depois que as sedes de Executivo, Legislativo e Judiciário foram invadidas na tarde de domingo (8) e depredadas por vândalos e pessoas que não aceitam o resultado das eleições do ano passado e pedem um golpe militar no país.</p>
<p>Também participaram o ministro da Defesa, José Múcio, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta, além dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.</p>
<h2>Governadores</h2>
<p>À tarde, os presidentes de Poder devem participar também de reunião com os governadores de todos os estados. Após os episódios de ontem, o governador do Distrito Federal (DF) foi afastado pelo Supremo. Na manhã de hoje, a administradora do Plano Piloto – região central de Brasília –, Ilka Teodoro, deixou o cargo.</p>
<p>Ainda na noite de domingo (8), Lula visitou o Palácio do Planalto e a sede do Supremo. Em seu perfil oficial numa rede social, ele disse que “os golpistas que promoveram a destruição do patrimônio público de Brasília estão sendo identificados e serão punidos”. Ainda na tarde ontem (8), o presidente decretou intervenção federal na Segurança Pública do DF.</p>
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		<title>Presidente da Câmara diz que vitória de Lula não deve ser contestada</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-da-camara-diz-que-vitoria-de-lula-nao-deve-ser-contestada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2022 23:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segundo Turno]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na noite deste domingo (30) que a decisão dos brasileiros de eleger o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o próximo presidente da República “jamais deverá ser contestada”. &#8220;A maioria registrada nas urnas jamais deverá ser contestada e seguiremos em frente na construção [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na noite deste domingo (30) que a decisão dos brasileiros de eleger o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o próximo presidente da República “jamais deverá ser contestada”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;A maioria registrada nas urnas jamais deverá ser contestada e seguiremos em frente na construção de um país soberano, justo e com menos desigualdades&#8221;, afirmou.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao presidente eleito, a Câmara dos Deputados lhe dá os parabéns e reafirma o compromisso com o Brasil, sempre com muito debate, diálogo e transparência. É preciso ouvir a voz de todos, mesmo divergentes, e trabalhar para atender as aspirações mais amplas”.</p></blockquote>
<p>Segundo o congressista, o &#8220;Brasil deu mais uma demonstração da vitalidade da força de suas instituições&#8221;.</p>
<p>O parlamentar afirmou que o momento é de pacificar o país e construir novos pontos para melhorar a vida dos brasileiros.</p>
<p>&#8220;É hora de desarmar os espíritos, estender a mão aos adversários, debater, construir pontos, propostas e práticas que tragam mais desenvolvimento, empregos, saúde, educação e marcos regulatórios eficientes. Tudo que for feito daqui para frente tem que ter um único princípio: pacificar o país e dar melhor qualidade de vida ao povo brasileiro&#8221;, disse.</p>
<h2>Presidente</h2>
<p>O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está matematicamente eleito presidente do Brasil. Com 98,81% das urnas apuradas, ele tem 50,83% dos votos válidos e não pode ser mais ultrapassado pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 49,17%.</p>
<p>Eleito em 2002 e reeleito em 2006, Lula comandará o país pela terceira vez. Com 77 anos, será o presidente mais velho a assumir o cargo. O novo vice-presidente será o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB).</p>
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		<title>Câmara deve votar PECs para redução do preço de combustíveis até julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-deve-votar-pecs-para-reducao-do-preco-de-combustiveis-ate-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[redução de ICMS dos combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ontem (7) que o plenário da Casa deve analisar até o recesso parlamentar duas propostas de emenda constitucional para reduzir o preço dos combustíveis e energia. Pela Constituição Federal, o recesso no Congresso Nacional ocorre entre os dias 18 e 31 de julho. A expectativa de Lira [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ontem (7) que o plenário da Casa deve analisar até o recesso parlamentar duas propostas de emenda constitucional para reduzir o preço dos combustíveis e energia. Pela Constituição Federal, o recesso no Congresso Nacional ocorre entre os dias 18 e 31 de julho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A expectativa de Lira considera a previsão de que seja votado no Senado, na próxima semana, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.</p>
<p>&#8220;Nós estamos esperando e fazendo um apelo à sensibilidade do Senado Federal para que se debruce, debata e vote sobre esse assunto. Dificilmente, nós vamos ter uma decisão que não seja outra a não ser, respeitando a independência das Casas, mas uma votação de aprovação desse PLP&#8221;, disse Lira.</p>
<h2>Redução do ICMS</h2>
<p>Em uma das PECs, seria autorizado aos estados a zerarem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incidem sobre o óleo diesel e o gás de cozinha (GLP). A proposta foi anunciada ontem (6) pelo presidente Jair Bolsonaro ao lado de Arthur Lira e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com a medida, os governos estaduais contariam com uma compensação financeira equivalente à receita que deixaria de ser arrecadada.</p>
<p>Para que a proposta avance, é necessária a aprovação no Senado do PLP 18, que torna essenciais os serviços de combustíveis e que limita a cobrança do ICMS em até 17%. Segundo a proposta do governo, seriam possível compensar os estados que reduzirem os impostos sobre diesel e gás de cozinha no limite da essencialidade, ou seja, até esse limite dos 17%. Esse projeto foi aprovado pela Câmara em 25 de maio.</p>
<p>De acordo com Arthur Lira, o governo deve encaminhar uma outra PEC para garantir a competitividade do etanol, já que haverá desoneração dos impostos federais da gasolina. O parlamentar, no entanto, não detalhou a proposta.</p>
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