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	<title>Artes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Artes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Política Nacional das Artes amplia acesso cultural e consolida arte como direito da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal instituiu a Política Nacional das Artes, um novo marco para o setor cultural brasileiro que busca ampliar o acesso da população às manifestações artísticas e consolidar a arte como um direito fundamental. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 12.916/2026, publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (31). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal instituiu a Política Nacional das Artes, um novo marco para o setor cultural brasileiro que busca ampliar o acesso da população às manifestações artísticas e consolidar a arte como um direito fundamental. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 12.916/2026, publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (31).</p>
<p>A iniciativa tem como eixo central a valorização da diversidade cultural brasileira e o fortalecimento das condições de trabalho dos artistas, abrangendo diferentes linguagens como artes visuais, música, teatro, dança, circo, literatura e cinema.</p>
<p>Entre os objetivos estabelecidos pela política está o reconhecimento e a valorização de mestres e mestras das culturas tradicionais e populares, além do incentivo à transmissão de conhecimentos entre gerações. A proposta também reforça o papel do Estado na promoção e difusão das produções culturais em todo o território nacional, com atenção especial às identidades regionais.</p>
<p>A construção da política resulta de um processo participativo que ganhou força a partir de debates realizados em encontros nacionais e internacionais sobre o tema. Um dos marcos dessa retomada foi o seminário internacional promovido em 2024, que reuniu especialistas, gestores e representantes do setor para discutir temas como territorialidade, representatividade e cooperação cultural.</p>
<p>Além disso, a formulação do programa contou com a contribuição de grupos de trabalho coordenados pela Fundação Nacional de Artes, vinculada ao Ministério da Cultura. O processo envolveu instituições públicas, agentes culturais e representantes da sociedade civil, com o objetivo de estruturar diretrizes duradouras para o desenvolvimento das artes no país.</p>
<p>A política também prevê a implementação de ações integradas e mecanismos de cooperação entre União, estados e municípios, dentro do Sistema Nacional de Cultura. A proposta é criar um ambiente mais estruturado para o fomento, a circulação e a produção artística, ampliando o alcance das políticas públicas no setor.</p>
<p>Outro destaque é o incentivo ao uso de ferramentas digitais e sistemas de informação para mapear e fortalecer o campo artístico brasileiro. Iniciativas como plataformas colaborativas e bancos de dados devem contribuir para reduzir desigualdades regionais e orientar decisões estratégicas na área cultural.</p>
<p>Com a nova política, o governo busca consolidar uma estrutura permanente de apoio às artes, promovendo inclusão, diversidade e acesso, ao mesmo tempo em que reconhece o papel da cultura como elemento essencial para o desenvolvimento social e a identidade nacional.</p>
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		<title>A artista Renata Egreja doa obra para o Museu Nacional de Belas Artes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/a-artista-renata-egreja-doa-obra-para-o-museu-nacional-de-belas-artes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 18:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Nem Toda Rosa é Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Egreja]]></category>
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					<description><![CDATA[A artista paulistana Renata Egreja doou uma de suas obras para o Museu Nacional de Belas Artes, e recebeu elogios do curador e conselheiro do MNBA, Paulo Herkenkoff, que definiu a pintura da artista como um quadro Tarsiliano, em referência ao estilo da obra que lembra a poética da pintora Tarsila do Amaral. A tela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A artista paulistana Renata Egreja doou uma de suas obras para o Museu Nacional de Belas Artes, e recebeu elogios do curador e conselheiro do MNBA, Paulo Herkenkoff, que definiu a pintura da artista como um quadro Tarsiliano, em referência ao estilo da obra que lembra a poética da pintora Tarsila do Amaral. A tela “Embrião”, de 2023, foi doada para a reabertura do Museu Nacional de Belas Artes, prevista para o segundo semestre de 2024 no Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01-A-artista-Renata-Egreja-doa-obra-para-o-Museu-Nacional-de-Belas-Artes-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-59989" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01-A-artista-Renata-Egreja-doa-obra-para-o-Museu-Nacional-de-Belas-Artes-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=450%2C671&#038;ssl=1" alt="A Artista Renata Egreja Doa Obra Para O Museu Nacional De Belas Artes - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="450" height="671" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01-A-artista-Renata-Egreja-doa-obra-para-o-Museu-Nacional-de-Belas-Artes-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01-A-artista-Renata-Egreja-doa-obra-para-o-Museu-Nacional-de-Belas-Artes-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=201%2C300&amp;ssl=1 201w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a>A pintura da artista está junto de outras obras na mostra “Nem toda rosa é rosa”, sua primeira exposição individual na Galeria Cássia Bomeny, no Rio de Janeiro. A mostra conta com a curadoria de Paula Borghi, e apresenta pinturas e cerâmicas inéditas, produzidas especialmente para a ocasião.</p>
<p>Com uma produção baseada em uma potente assinatura cromática, a artista formada pela Ecole des Beaux Arts de Paris, na França, trabalha com o poder do gesto em suas telas. A exposição parte de uma das simbologias mais associadas a imagem da mulher: a rosa. Partindo desse pressuposto, a artista confabula, escancara e provoca o público à reflexão sobre este ícone.</p>
<p>A exposição de Renata Egreja fica em cartaz até o dia 22 de junho, com entrada gratuita.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Renata Egreja – Nem Toda Rosa é Rosa</strong></p>
<p><strong>Abertura: </strong> 04 maio a 22 de junho<br />
<strong>Local:</strong> GALERIA CÁSSIA BOMENY<br />
<strong>Endereço:</strong> R: Garcia D’Ávila 196, Ipanema)</p>
<p>(Horário de funcionamento: seg a sex – 10h30 às 19h)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
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		<title>Destaque em &#8220;Vai na Fé&#8221;, Orlando Caldeira fala sobre os desafios de fazer teatro no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/destaque-em-vai-na-fe-orlando-caldeira-fala-sobre-os-desafios-de-fazer-teatro-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 23:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TV e Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Ator]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orlando Caldeira]]></category>
		<category><![CDATA[Vai na Fé]]></category>
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					<description><![CDATA[Se na televisão Anthony Verão, personagem vivido por Orlando Caldeira em ‘Vai na Fé’, está sempre nos bastidores acompanhando os feitos de Lui Lorenzo (José Loreto) e sua equipe, fora das telinhas o ator carioca se dedica a direção teatral. Nos próximos meses, ele estará à frente de dois espetáculos, ‘Pelada’, desenvolvido pelo seu Coletivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se na televisão Anthony Verão, personagem vivido por Orlando Caldeira em ‘Vai na Fé’, está sempre nos bastidores acompanhando os feitos de Lui Lorenzo (José Loreto) e sua equipe, fora das telinhas o ator carioca se dedica a direção teatral. Nos próximos meses, ele estará à frente de dois espetáculos, ‘Pelada’, desenvolvido pelo seu Coletivo Preto, e o musical ‘Planeta Blec’, adaptação da animação criada por Davi Júnior e Yasmin Garcez, e conta como concilia ambas as funções.</p>
<figure id="attachment_58057" aria-describedby="caption-attachment-58057" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Destaque-em-Vai-na-Fe-Orlando-Caldeira-fala-sobre-os-desafios-de-fazer-teatro-no-Brasil-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-58057" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Destaque-em-Vai-na-Fe-Orlando-Caldeira-fala-sobre-os-desafios-de-fazer-teatro-no-Brasil-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Destaque Em Vai Na Fé, Orlando Caldeira Fala Sobre Os Desafios De Fazer Teatro No Brasil - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Destaque-em-Vai-na-Fe-Orlando-Caldeira-fala-sobre-os-desafios-de-fazer-teatro-no-Brasil-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Destaque-em-Vai-na-Fe-Orlando-Caldeira-fala-sobre-os-desafios-de-fazer-teatro-no-Brasil-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58057" class="wp-caption-text">Orlando Caldeira &#8211; Foto: Oseias Barbosa</figcaption></figure>
<p>&#8220;<em>Sempre tive muitas inquietações, muita vontade de dizer algo, seja na moda, através da maneira como me visto, ou na arte, como ator. Só que nem sempre conseguimos falar tudo atuando, e é aí que entra o Orlando diretor, que tem esse olhar de fora das coisas, que pensa o todo. Na minha formação, na Escola Martins Pena de Teatro, existiu toda uma preocupação de desenvolver o ator criador, que deixa de ser uma figura passiva, mas que pensa criticamente a cena&#8221;</em> – detalha Caldeira.</p>
<p>Para ele, televisão e teatro são universos completamente diferentes. Enquanto a primeira possui um glamour e oferece mais visibilidade, a falta de recursos transforma o teatro em um ambiente mais desafiador.</p>
<p><em>&#8220;No sistema cultural brasileiro, com algumas exceções, operamos em um lugar de escassez, com uma quantidade pequena de recursos, que acaba tornando muito dificil de se fazer e, sobretudo, dirigir teatro. Precisamos sempre adaptar as ideias com base na estrutura que temos disponível. E quando eu falo de estrutura, me refiro a financiamento, investimento, lugar para ensaiar, equipe técnica. Nesses dois projetos que irei dirigir, tivemos patrocínio público, o que os tornou possíveis. Entretanto, quando isso não acontece, precisamos abrir mãos de certas coisas para executar determinado trabalho&#8221;</em> – conta.</p>
<p>Nos meses de fevereiro e março ele irá dirigir ‘Pelada’, desenvolvido pelo seu grupo, o Coletivo Preto. A peça trabalha as narrativas do subúrbio através do humor e surgiu durante a pandemia, no formato audiovisual.</p>
<p><em>&#8220;Por muito tempo me questionava porque não consegui formar uma família no teatro, e acho que isso é por conta das narrativas. O teatro carioca sempre ficou falando de si e se distanciou do público, em especial aqueles que não tem o hábito de ir ao teatro. E esse projeto trata exatamente disso, trazer nossas narrativas no viés positivo. Acreditamos que, a partir do humor e do riso, conseguimos trazer os nossos pro teatro e, após uma série de acontecimentos traumáticos, como a pandemia e a crise econômica, fazer um teatro de acolhimento&#8221;</em> – detalha.</p>
<p>Já ‘Planeta Blec’ é um musical que irá adaptar a animação ‘A Hora do Blec’, criada por Davi Júnior e Yasmin Garcez. O espetáculo foi contemplado pelo FOCA (Projeto de fomento à cultura carioca), e contará com uma série de oficinas gratuitas que irão selecionar atores para participar do projeto. O espetáculo ficará em cartaz em julho na Arena Jovelina (RJ)</p>
<p><em>&#8220;As oficinas são uma forma de devolvermos à comunidade para além do produto artístico, que é a questão de formação. Através dela vamos selecionar parte do elenco que será formado por atores profissionais e iniciantes. Eu e o Davi Junior (criador do espetáculo) viemos do subúrbio, de uma realidade onde as oportunidades não chegam, e entendemos que essa falta de mobilidade representa barreiras sociais e psicológicas. Sentimos que precisamos descentralizar a arte, acabar com essa ideia de que a arte é só para quem tem grana&#8221;</em> – finaliza.</p>
<p>Mais informações sobre Orlando Caldeira em <a href="https://www.instagram.com/orlandocaldeira/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/orlandocaldeira/</a></p>
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