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	<title>arrecadação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>arrecadação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio de Janeiro bate recorde histórico de turistas internacionais em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-bate-recorde-historico-de-turistas-internacionais-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 14:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio de Janeiro vive um dos momentos mais fortes de sua história recente no turismo internacional. De janeiro a outubro de 2025, o estado recebeu quase 1,8 milhão de visitantes estrangeiros, superando todo o fluxo registrado em 2024. O desempenho representa crescimento de 48,8% em relação aos primeiros oito meses do ano passado e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro vive um dos momentos mais fortes de sua história recente no turismo internacional. De janeiro a outubro de 2025, o estado recebeu quase 1,8 milhão de visitantes estrangeiros, superando todo o fluxo registrado em 2024. O desempenho representa crescimento de 48,8% em relação aos primeiros oito meses do ano passado e coloca o estado no caminho para atingir, em dezembro, a marca inédita de 2 milhões de turistas internacionais.</p>
<p>Somente em outubro, foram 164.593 visitantes vindos de outros países, um aumento expressivo de 25,6% em comparação ao mesmo mês de 2024. A Argentina segue liderando o ranking de origem, com 648.911 turistas, seguida por Chile, Estados Unidos, Uruguai e França.</p>
<p>Para Gustavo Tutuca, secretário de Estado de Turismo, o resultado é fruto direto de um trabalho de longo prazo.<br />
“Atingir 1,8 milhão de turistas internacionais é a prova de que o Rio voltou ao protagonismo global. Isso é resultado de presença em feiras estratégicas, ações internacionais e, claro, da retomada do RioGaleão como grande porta de entrada do país.”</p>
<p>A reativação do Aeroporto Internacional Tom Jobim (RioGaleão) devolveu à cidade uma malha aérea robusta e essencial para conectar o Rio ao turismo global. Com novas rotas e mais frequências, o terminal se tornou peça-chave para o avanço registrado neste ano.</p>
<h3>Interior também ganha força</h3>
<p>O crescimento do turismo internacional não se concentra apenas na capital. Cada vez mais visitantes seguem para cidades do interior, aquecendo pousadas, restaurantes, produtores locais e o comércio regional.</p>
<p>A Secretaria de Turismo do Estado destaca ainda o calendário gastronômico de 2025, que contou com apoio a mais de 20 eventos em cidades como Petrópolis, Cabo Frio, Búzios, Teresópolis, Miguel Pereira, Visconde de Mauá e Penedo, fortalecendo circuitos locais e ampliando o fluxo de visitantes.</p>
<h3>Verão 2026 deve ser o maior da história</h3>
<p>A Prefeitura do Rio projeta um verão ainda mais aquecido para 2026. A última temporada já havia mostrado força: entre 21 de dezembro de 2024 e 20 de março de 2025, o município arrecadou R$ 142,6 milhões em ISS ligado ao turismo e eventos — alta de 17,7% em relação ao verão anterior.</p>
<p>Com o ritmo atual, a arrecadação pode chegar a R$ 164,3 milhões no próximo verão.</p>
<p>Durante o verão de 2025, a cidade recebeu 5 milhões de visitantes, sendo 918,5 mil estrangeiros e 4,1 milhões de brasileiros — crescimento de 14,2% no movimento total. Se a tendência se repetir, o verão de 2026 deve alcançar 5,7 milhões de turistas, consolidando mais uma alta histórica.</p>
<p>“Após um ano de crescimento ininterrupto, estamos preparando a cidade para o maior verão da nossa história”, afirmou Bernardo Fellows, presidente da Riotur.</p>
<h3>Praias: um dos maiores motores econômicos da cidade</h3>
<p>Um estudo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico revelou que as atividades comerciais nas areias cariocas movimentam cerca de R$ 5,1 bilhões por ano, sem incluir quiosques e restaurantes da orla. A pesquisa considera ambulantes, barraqueiros e consumidores — um retrato da relevância econômica do litoral da cidade.</p>
<p>O secretário municipal Osmar Lima resume o cenário: “Os números mostram que o Rio está preparado para receber bem e gerar oportunidades. A expectativa para 2026 é de um novo salto, com impacto direto na economia e na geração de empregos.”</p>
<h3>Rumo a novos recordes</h3>
<p>Com indicadores positivos, reforço na conectividade aérea, políticas de promoção internacional e fortalecimento do turismo regional, o Rio de Janeiro se consolida como um dos destinos mais procurados do hemisfério Sul.</p>
<p>Para Daniela Maia, secretária municipal de Turismo, o resultado é reflexo de uma estratégia sólida:<br />
“Esses números mostram que estamos no caminho certo. São frutos de investimentos feitos desde 2021, sempre com a visão de futuro e de desenvolvimento sustentável para o turismo carioca.”</p>
<p>O cenário indica que 2026 deve consolidar o Rio não apenas como destino turístico, mas como referência global em hospitalidade, cultura e economia do turismo.</p>
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		<title>Projeto aprovado de offshores pode elevar arrecadação, diz Haddad</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-aprovado-de-offshores-pode-elevar-arrecadacao-diz-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 09:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[fundos exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[A versão final do projeto sobre os fundos exclusivos e as offshores, aprovada na noite de quarta-feira (25) pela Câmara dos Deputados, poderá elevar a arrecadação do governo em relação ao inicialmente planejado, disse nesta quinta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a adesão poderá ser maior após mudanças feitas pelos deputados. “Tem gente esperando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A versão final do projeto sobre os fundos exclusivos e as <em>offshores</em>, aprovada na noite de quarta-feira (25) pela Câmara dos Deputados, poderá elevar a arrecadação do governo em relação ao inicialmente planejado, disse nesta quinta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a adesão poderá ser maior após mudanças feitas pelos deputados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Tem gente esperando que possa haver aumento na arrecadação, já que [os deputados] introduziram mecanismos que estimulam a adesão”, disse o ministro. “Como a alíquota ficou abaixo da prevista originalmente, a adesão deve ser maior.” O Ministério da Fazenda ainda não forneceu uma estimativa de alta da arrecadação após as alterações no projeto.</p>
<p>O ministro referiu-se à alíquota de 8% para quem antecipar, até o fim do ano, o pagamento do Imposto de Renda em quatro parcelas sobre os rendimentos acumulados nos fundos exclusivos e nas <em>offshores</em> (empresas que aplicam recursos no exterior). Originalmente, o governo tinha proposto 10%. O relator do projeto na Câmara, Pedro Paulo (PSD-RJ), tinha reduzido a alíquota para 6%, mas elevou para 8% pouco antes da votação.</p>
<p>Quem não quiser antecipar o pagamento de Imposto de Renda pagará, a partir de maio de 2024, 15% sobre os rendimentos acumulados. Nesse caso, o número de parcelas sobe para 24 (dois anos).</p>
<p>Na avaliação do ministro, o texto final ficou bom, com altas chances de aprovação no Senado. “Ficou bom. A Câmara fez um bom trabalho. Vamos para a segunda etapa”, afirmou Haddad.</p>
<h2>Desoneração</h2>
<p>Apesar da vitória em relação aos fundos exclusivos e às <em>offshores</em>, a equipe econômica sofreu uma derrota no Congresso. Também na noite desta quarta, o Senado aprovou o projeto de lei que prorroga, até 2027, a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Sobre um possível veto ao projeto, Haddad disse que conversará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é o responsável pela decisão.</p>
<p>Por diversas vezes, Haddad defendeu que o tema fosse discutido apenas na segunda fase da reforma tributária, que prevê a reformulação do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Em junho, o ministro chegou a dizer que o projeto é inconstitucional, sem entrar em detalhes.</p>
<h2>Déficit zero</h2>
<p>O governo precisa de pelo menos R$ 168 bilhões no próximo ano para cumprir a promessa de zerar o déficit primário em 2024. Dentre as medidas já tomadas este ano, a taxação de super-ricos, tanto por meio dos fundos exclusivos como das <em>offshores</em>, é um dos principais projetos para diminuir o déficit nas contas públicas.</p>
<p>Haddad reiterou que o governo precisa aumentar as receitas em um momento em que gasta mais para recompor programas sociais e restabelecer os pisos de gastos para a educação e a saúde. De acordo com o ministro, todas as medidas que contribuam para reequilibrar as contas públicas são bem-vindas.</p>
<p>“Estamos há dez anos perdendo receitas, abrindo mão de receita. Nós estamos criando despesas de um lado, algumas das quais muito meritórias, mas a gente tem de cuidar da receita para equilibrar as contas e ter a sustentabilidade fiscal maior”, declarou.</p>
<h2>Reforma tributária</h2>
<p>O ministro também comentou a proposta do relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), de elevar de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões o Fundo de Desenvolvimento Regional, que vai compensar o fim de incentivos fiscais em estados de menor renda. Ele disse que o impacto fiscal da mudança ficou diluído e que a mudança ajudará a aprovar a reforma no Senado.</p>
<p>“Ficou muito para frente [o impacto fiscal]. É um valor pequeno por ano. Com um orçamento de R$ 2 trilhões você ter R$ 2 bilhões de incremento anual me pareceu um pleito justo dos governadores. Ficaram os R$ 40 bilhões. Depois da transição feita, a cada ano um aporte adicional”, afirmou o ministro. “Depois de 40 anos, viabilizar um texto merece ser celebrado.”</p>
<h2>Caixa Econômica</h2>
<p>Sobre a troca na presidência da Caixa Econômica Federal, Haddad disse ter conversado “lateralmente” sobre o tema com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “É da alçada do presidente da República. Eu participei das conversas, mas é uma decisão que é tomada pelo presidente”, declarou.</p>
<p>Nesta quarta-feira (25), a presidente da Caixa, Rita Serrano, foi demitida. O novo presidente será Carlos Antônio Vieira Fernandes &lt;, indicado por Lira. Economista e servidor de carreira do banco público, Fernandes presidiu o Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa.</p>
</div>
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		<title>Rio teve arrecadação recorde de ISS de turismo em fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-teve-arrecadacao-recorde-de-iss-de-turismo-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 16:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Carnaval 2023 fez a Prefeitura do Rio arrecadar R$ 25,7 milhões em impostos sobre serviços (ISS) relacionados ao turismo. Foi o melhor resultado para o mês de fevereiro desde o início da série histórica da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento (SMFP), iniciada em janeiro de 2011. Esta foi a segunda maior arrecadação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="gmail-western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: black;">O Carnaval 2023 fez a Prefeitura do Rio arrecadar R$ 25,7 milhões em impostos sobre serviços (ISS) relacionados ao turismo. Foi o melhor resultado para o mês de fevereiro desde o início da série histórica da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento (SMFP), iniciada em janeiro de 2011. Esta foi a segunda maior arrecadação de ISS de turismo do município, atrás apenas da Copa do Mundo de 2014, que teve a final no Maracanã e que rendeu R$ 26,1 milhões, apenas 1,7% acima de fevereiro deste ano.</span></p>
<p class="gmail-western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: black;">Os dados foram compilados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação (SMDEIS), em parceria com a Riotur. O secretário Chicão Bulhões destaca o resultado de fevereiro: “Na comparação com último Carnaval realizado antes da pandemia, em 2020, a arrecadação de fevereiro foi 30,8% maior. E foi 40,9% superior à registrada em fevereiro de 2022, quando os desfiles das Escolas de Samba foram transferidos para abril, por causa da variante Ômicron, da Covid-19. Além disso, no ano passado, não houve o carnaval de rua, com os blocos oficiais”.</span></p>
<p class="gmail-western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: black;">Os números estão em linha com o Carnaval de Dados, publicação elaborada também pela SMDEIS, em parceria com a Riotur e a Fundação João Goulart (FJG), que aponta a festa do Momo como o maior evento turístico do Rio, seguido pelo Réveillon. Comparando as duas últimas grandes festas, que atraem todos turistas de todo o mundo, o Carnaval 2023 arrecadou, em ISS de turismo, 47,3% mais que a virada do ano de 2022.</span></p>
<p class="gmail-western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: black;">“É gratificante constatar que o Carnaval 2023 deixou números acima dos esperados. A Riotur trabalhou em parceria com diversos órgãos da Prefeitura para que a festa fosse um sucesso. O retorno é o fruto desse alinhamento, e ratifica a importância do Carnaval para a economia carioca”, destaca Ronnie Costa, presidente da Riotur.</span></p>
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		<title>Desafio central do novo arcabouço fiscal é aumentar as receitas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desafio-central-do-novo-arcabouco-fiscal-e-aumentar-as-receitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo arcabouço fiscal, apresentado pelo governo como uma ferramenta para estabilizar as contas públicas no médio prazo, é ancorado na limitação do crescimento das despesas a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. Embora bem recebido por parte do mercado financeiro, alguns economistas ainda têm dúvidas sobre a eficácia das novas regras. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo arcabouço fiscal, apresentado pelo governo como uma ferramenta para estabilizar as contas públicas no médio prazo, é ancorado na limitação do crescimento das despesas a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. Embora bem recebido por parte do mercado financeiro, alguns economistas ainda têm dúvidas sobre a eficácia das novas regras. Entre as principais preocupações, estão o aumento da arrecadação necessária para que o país possa sair de um déficit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 para um superávit de 1% do PIB em 2026, bem como a capacidade do novo arcabouço fiscal de ser anticíclico e amortecer impactos de choques econômicos.</p>
<p>A diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), Vilma Pinto, e o analista da IFI, Alexandre de Andrade, destacaram que o texto do projeto de lei ainda precisa ser conhecido e que a geração de superávits primários está condicionada ao crescimento da receita, sem buscar alterar o atual nível de gastos. Eles alertam que esse mecanismo pode incentivar a busca por mais receitas não recorrentes, que podem melhorar a situação de curto prazo, mas que não garantem uma trajetória sustentável para o primário e a dívida.</p>
<p>Por outro lado, a economista e professora de MBA da FGV, Carla Beni, elogia o novo arcabouço fiscal e considera que as análises sobre a dependência do marco em relação à geração de receitas são apressadas. “O arcabouço, como carta de intenções, foi bem elaborado. Tem uma característica muito importante, que é a flexibilidade, porque a economia é muito dinâmica. Então, quanto mais flexível, mais longevo passa a ser. E achei audacioso, no sentido de que pretende fazer uma redução muito grande do nosso déficit fiscal”, avalia.</p>
<p>Para que o novo arcabouço fiscal seja bem-sucedido, a professora de MBA da FGV Carla Beni acredita que serão necessárias ações adicionais do governo para estabilizar a dívida pública. Entre as medidas citadas por ela estão a revisão dos gastos públicos para definir o que é mais eficiente, a definição de prioridades no futuro Plano Plurianual (PPA) que será enviado pelo Ministério do Planejamento em agosto e a realização de reformas tributárias que incluam a cobrança de impostos sobre dividendos e patrimônio, a revisão de incentivos fiscais e a tributação de novos setores, como as apostas esportivas. Na ocasião em que apresentou o novo arcabouço fiscal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo planeja divulgar nesta semana novas medidas para reforçar a arrecadação em R$ 150 bilhões, sem aumentar alíquotas ou criar impostos.</p>
<h2>Ciclos econômicos</h2>
<p>Dúvidas cercam o alinhamento do novo arcabouço fiscal aos ciclos econômicos, já que o limite de crescimento de 70% nos gastos federais está atrelado à receita e tem um caráter pró-cíclico. Isso significa que os gastos aumentam quando a arrecadação cresce e diminuem quando ela cai, seguindo um modelo semelhante ao do superávit primário. Embora essa regra economize mais em momentos de crescimento econômico e poupe menos em momentos de recessão, os gastos aumentam e diminuem na mesma direção. No entanto, a regra inclui um mecanismo anticíclico, que só se aplica dentro de uma faixa específica. Essa faixa permite que os gastos reais aumentem 0,6% ao ano em casos de baixo crescimento econômico e 2,5% ao ano em casos de expansão significativa do PIB. Portanto, em momentos de recessão, o gasto não diminui, mas continua a crescer no limite mínimo de 0,6% acima da inflação.</p>
<p>O economista e sociólogo Marcelo Medeiros, especialista em desigualdade social e pesquisador do Ipea e da UnB, argumenta que o novo arcabouço não é anticíclico na prática. Ele afirma que uma regra fiscal ideal deve ter mecanismos para expandir a rede de proteção social em caso de necessidade, especialmente em momentos de recessão. Durante a última grande recessão, o Bolsa Família encolheu em vez de se expandir, pois estava sujeito a uma regra pró-cíclica.</p>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Eduardo Costa Pinto, economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), expressa críticas à capacidade do novo arcabouço fiscal de estimular os investimentos, mesmo com a definição de um piso para os gastos. “Quais seriam os motores para puxar a economia nesse momento de desaceleração, como o PIB já mostrou? Ou o gasto do governo, ou o investimento público? É evidente que a nova regra é melhor do que o teto dos gastos, dá um grau de flexibilidade, mas não acho que teremos uma força, uma tração, para que a regra permita ampliação dos gastos e do investimento público para puxar a economia brasileira”, diz.</p>
<p>Vilma Pinto e Alexandre de Andrade, analistas da IFI, argumentam que o estabelecimento de um limite mínimo de investimento em torno de R$ 75 bilhões, que será corrigido pela inflação anualmente, tornará o Orçamento ainda mais rígido, obrigando o governo a cortar em outras áreas, inclusive em gastos obrigatórios. “Em que pese a boa intenção de se preservarem os investimentos, a regra aumenta ainda mais o grau de rigidez orçamentária da União”, escreveram os dois no<em> blog </em>da FGV.</p>
<h2>Respostas</h2>
<p>Durante a explicação do novo arcabouço fiscal na última quinta-feira (30), o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, afirmou que uma eventual queda na receita pode atrasar a estabilização da dívida pública. Contudo, o secretário destacou que os gastos devem crescer menos que a receita em praticamente todos os cenários, com exceção de uma possível recessão que resulte em queda na arrecadação.</p>
<p>“A pergunta recorrente que vocês vão fazer é: ‘E se a receita não vier?’ O que a gente já reiterou é que, independentemente do comportamento da receita, a despesa vai crescer menos que a receita. Obviamente que, quanto mais rápido conseguirmos recuperar as bases de financiamento, mais rapidamente vamos conquistar os resultados primários necessários para estabilizar a dívida [pública]. Este é o objetivo de todos, e também entendo que seja o objetivo dos parlamentares com quem o ministro tem conversado”, rebateu Mello.</p>
<p>De acordo com as declarações do secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o limite mínimo de crescimento real das despesas em momentos de baixo crescimento econômico é estabelecido em 0,6% acima da inflação. Esse valor foi determinado levando em consideração a taxa média de crescimento da população. “Com essa taxa, podemos assegurar que os gastos <em>per capita</em> estão mantidos em momentos de recessão. Ninguém vai deixar de ter acesso a programas sociais básicos em momentos de crise, como aconteceu com o Farmácia Popular recentemente”, justificou.</p>
<p>O ministro Haddad reforçou durante o anúncio das medidas que os percentuais de 0,6% e 2,5% de crescimento são adequados para tornar o novo arcabouço fiscal anticíclico. Ele explicou que o limite mínimo de 0,6% foi estabelecido para evitar que o governo precise solicitar ao Congresso a alteração das regras fiscais em situações de novas recessões, como ocorreu nos últimos anos.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>“Se houver uma retração na parte baixa do ciclo [recessão], decidimos incorporar aquilo que era exceção dentro do teto de gastos à regra nova, para trazer as excepcionalidades, exceto aquelas fixadas pela Constituição [como estados de calamidade pública], para dentro da regra aquilo que é uma espécie de crescimento vegetativo em função daquilo que se verificou desde a promulgação do teto de gastos”, disse.</p>
</div>
</div>
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		<title>Receita Federal bate recorde de arrecadação em abril: R$ 195 bilhões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/receita-federal-bate-recorde-de-arrecadacao-em-abril-r-195-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 18:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento das arrecadações obtidas por meio de Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) levou a Receita Federal a registrar o melhor desempenho arrecadatório desde o início da série histórica, em 1995, tanto para o mês de abril quanto para os primeiros quatro meses do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O crescimento das arrecadações obtidas por meio de Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) levou a Receita Federal a registrar o melhor desempenho arrecadatório desde o início da série histórica, em 1995, tanto para o mês de abril quanto para os primeiros quatro meses do ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a análise de arrecadação divulgada hoje (26) pelo Ministério da Economia, a arrecadação total do órgão em abril de 2022 ficou ligeiramente acima de R$ 195 bilhões, “registrando acréscimo real (IPCA) de 10,94% em relação a abril de 2021”.</p>
<p>No quadrimestre acumulado (de janeiro a abril de 2022), a arrecadação alcançou o valor de R$ 743,2 bilhões, o que representa um acréscimo de 11,05% pelo IPCA. “O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos, principalmente de IRPJ e CSLL.</p>
<h2>Mês</h2>
<p>As arrecadações com IPRJ e CSLL totalizaram R$ 48,104 bilhões em abril, valor que representa crescimento real de 21,53%. A Receita explica que esse desempenho se deve ao aumento de 36,11% na arrecadação da estimativa mensal; de 12,24% na arrecadação do balanço trimestral; e de 11,39% na arrecadação do lucro presumido.</p>
<p>“Importante observar que houve pagamentos atípicos de, aproximadamente, R$ 3 bilhões, por empresas ligadas ao setor de <em>commodities</em>”, destaca o Fisco.</p>
<p>A arrecadação da Receita Previdenciária ficou em R$ 42,6 bilhões (acréscimo real de 7,69%).</p>
<blockquote><p>”Esse resultado pode ser explicado pelo aumento da massa salarial por meio da criação de novos postos de trabalho e pelo bom desempenho da arrecadação do Simples Nacional em relação à abril de 2021”.</p></blockquote>
<p>Rendimentos de Capital (IRRF) tiveram arrecadação de R$ 5,96 bilhões (acréscimo real de 61,93%), resultado que se deve aos acréscimos nominais de 390% nas arrecadações via fundos de renda fixa; e ao aumento de 133% nas arrecadações via aplicações de renda fixa, tanto para pessoas físicas como para jurídicas.</p>
<p>De acordo com o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, os principais fatores macroeconômicos que influenciaram os resultados de abril, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, foram a produção industrial &#8220;na qual tivemos redução na ordem de 2,48%; a venda de bens, que teve desempenho positivo de 4,5% em relação ao ano anterior; e a venda de serviços, que ficou na casa de 11,4%”.</p>
<h2>Quadrimestre</h2>
<p>Nos primeiros quatro meses do ano, IPRJ e CSLL arrecadaram R$ 196,69 bilhões (crescimento real de 22,57%). A Receita explica que esse desempenho se deve aos acréscimos reais de 84,46% na arrecadação relativa à declaração de ajuste; e de 19,19% na arrecadação da estimativa mensal.</p>
<p>“Além disso, houve pagamentos atípicos da ordem de R$ 18 bilhões, feitos por empresas ligadas ao setor de <em>commodities</em>”, acrescentou.</p>
<p>A arrecadação via Receita Previdenciária nos quatro primeiros meses do ano ficou R$ 170,9 bilhões (acréscimo real de 4,77%), resultado que pode ser explicado pelo aumento da massa salarial decorrente da criação de novos postos de trabalho e pelo aumento real de 22% na arrecadação do Simples Nacional, na comparação com o mesmo quadrimestre de 2021.</p>
<p>De janeiro a abril de 2022, o imposto obtido via rendimentos de capital (IRRF) arrecadou R$ 22,56 bilhões (acréscimo real de 46,49%), resultado obtido graças aos acréscimos nominais de 316% na arrecadação com fundos de renda fixa; e de 125% com aplicações de rendas fixas.</p>
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		<title>Ecad estima queda de 62% na arrecadação no carnaval</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ecad-estima-queda-de-62-na-arrecadacao-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2022 14:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Ecad]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O relatório O que o Brasil ouve, elaborado pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), revela que a suspensão de eventos e de blocos carnavalescos terá forte impacto para a indústria da música, resultando em queda de mais de 60% na arrecadação de direitos autorais. A previsão do Ecad é arrecadar R$ 6 milhões [&#8230;]]]></description>
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<p>O relatório O que o Brasil ouve, elaborado pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), revela que a suspensão de eventos e de blocos carnavalescos terá forte impacto para a indústria da música, resultando em queda de mais de 60% na arrecadação de direitos autorais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A previsão do Ecad é arrecadar R$ 6 milhões no período do carnaval, o que representa redução de 62% no valor arrecadado em 2020, antes da pandemia da covid-19. Até o final do mês de janeiro, foram arrecadados 41% dessa estimativa, que se refere a eventos já licenciados e pagos previamente.</p>
<p>Segundo o Ecad, o prejuízo financeiro e cultural também será grande para a indústria da música, principalmente para aqueles que vivem da música e do direito autoral. No carnaval de 2020, foram pagos R$ 24 milhões em direitos autorais para mais de 14 mil compositores e demais artistas, pelas músicas tocadas durante o período.</p>
<p>A superintendente executiva do Ecad, Isabel Amorim, lembra que este ano o carnaval ainda não vai voltar a todo vapor. “Diversas capitais já anunciaram o cancelamento de shows e eventos, o que vai impactar a arrecadação e distribuição de direitos autorais de música. A instabilidade do cenário pode levar a uma arrecadação ainda menor que a prevista no início do ano”, disse.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>Tem sido registrada também grande queda na quantidade de eventos e shows previstos para este ano. Até a primeira semana de fevereiro, 94 shows e eventos de carnaval estavam cadastrados no Ecad, com previsão de realização neste período. A retração alcança 98%¨ em comparação ao ano de 2020, quando os eventos estavam liberados.</p>
<p>Os três estados que se destacavam na arrecadação de direitos autorais no carnaval, devido à quantidade de eventos realizados, a Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, foram bastante prejudicados. A Bahia teve queda de 89% na arrecadação, seguida por Rio de Janeiro e São Paulo, com retração de 81%, cada.</p>
<h2>Distribuição</h2>
<p>A exemplo do que ocorreu no ano passado, a pandemia da covid-19 terá impacto negativo no carnaval de 2022 sobre a renda de compositores, intérpretes e músicos. A previsão é que haverá diminuição, este ano, de pelo menos 50% na distribuição de direitos autorais, em relação aos valores do ano passado, quando os eventos também não foram realizados no país.</p>
<p>Em 2021, com o objetivo de minimizar os efeitos negativos para compositores, intérpretes e músicos, as associações de música que administram o Ecad realizaram adiantamento de R$ 10 milhões à verba de carnaval. Sem essa medida, o repasse seria de R$ 2,6 milhões, valor 87% menor que o distribuído em 2020.</p>
<h2>Ranking</h2>
<p>O levantamento feito pelo Ecad das músicas mais tocadas no Brasil nos últimos cinco carnavais, entre 2016 e 2020, destaca as tradicionais marchinhas. Os primeiros lugares foram assumidos pelas músicas <em>“Me dá um dinheiro aí”</em>, de autoria de Ivan Ferreira, Glauco Ferreira e Homero Ferreira; <em>“Cachaça”</em>, de Marinósio Filho, Heber Lobato, Lúcio de Castro e Mirabeau; e <em>“Maria sapatão”</em>, de João Roberto Kelly, Carlos, Chacrinha e Leleco.</p>
<p>O ranking das dez mais tocadas inclui ainda <em>“O teu cabelo não nega”</em>, de Raul do Rego Valença, Lamartine Babo e Joao Valença; <em>“Sassaricando”</em>, de Mario Gusmão Antunes, Luiz Antonio, Castelo e Candeias Jota Jr.; <em>“Mamãe eu quero”</em>, de Jararaca e Vicente Paiva; <em>“Marcha da cueca”</em>, de Celso Teixeira, Carlos Mendes e Livardo Alves da Costa; <em>“Saca-rolha”</em>, de Zé da Zilda, Zilda do Zé e Waldir Machado; <em>“Peguei um ita no Norte”</em>, de Arizão, Bala, Guaracy, Dema Chagas, Celso Trindade; e <em>“A jardineira”</em>, de Humberto Carlos Porto e Benedito Lacerda.</p>
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