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	<title>Aquecimento Global &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Aquecimento Global &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>ONU alerta para aquecimento global sem precedentes nos próximos cinco anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-alerta-para-aquecimento-global-sem-precedentes-nos-proximos-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo está cada vez mais próximo de enfrentar um aquecimento global sem precedentes. Segundo relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, há 80% de chance de que o planeta registre ao menos um novo recorde anual de calor até 2029. O cenário indica riscos crescentes de secas extremas, inundações e incêndios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo está cada vez mais próximo de enfrentar um aquecimento global sem precedentes. Segundo relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, há 80% de chance de que o planeta registre ao menos um novo recorde anual de calor até 2029. O cenário indica riscos crescentes de secas extremas, inundações e incêndios florestais.</p>
<p>Pela primeira vez, os dados indicam uma pequena, mas chocante, probabilidade de o mundo viver um ano 2°C mais quente do que os níveis pré-industriais antes de 2030 — algo que os cientistas consideravam impossível há poucos anos. O secretário-geral adjunto da OMM, Ko Barrett, foi direto: “Acabamos de viver os dez anos mais quentes já registrados. Infelizmente, este relatório não mostra sinais de abrandamento”.</p>
<p>O estudo aponta 70% de chance de que a temperatura média global entre 2025 e 2029 ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Esse patamar é considerado o mais ambicioso do Acordo de Paris, mas já se tornou um limite que o planeta está prestes a ultrapassar, mesmo que o tratado se baseie numa média de 20 anos.</p>
<p>Em 2024, pela primeira vez, o aquecimento superou 1,5°C na média anual — um marco considerado até recentemente como improvável. A probabilidade de que ao menos um dos próximos cinco anos ultrapasse esse limiar já é de 86%, contra 40% no relatório de 2020.</p>
<p>Os efeitos do aquecimento são claros: mais ondas de calor, precipitações extremas, secas severas e o derretimento de calotas polares. Para o climatologista Peter Thorne, da Universidade de Maynooth (Irlanda), “é inteiramente consistente estarmos próximos de exceder 1,5°C a longo prazo até o final da década de 2020 ou início da década de 2030”.</p>
<h3>Risco de atingir 2°C já não é mais impossível</h3>
<p>Embora ainda remota, a possibilidade de que o planeta atinja um aquecimento de 2°C antes de 2030 foi considerada pela primeira vez nos modelos climáticos, com chance estimada em 1%. Segundo o meteorologista Adam Scaife, do Met Office britânico, “é chocante que os 2°C sejam plausíveis. Essa probabilidade aumentará à medida que o clima continuar aquecendo”.</p>
<p>A temperatura média global atual, combinando observações e projeções, já está em cerca de 1,44°C acima dos níveis pré-industriais, muito próxima da estimativa do observatório europeu Copernicus (1,39°C).</p>
<h3>Cenário preocupante, mas reversível</h3>
<p>O relatório prevê que 2025 será provavelmente um dos três anos mais quentes da história. Para Chris Hewitt, diretor dos Serviços Climáticos da OMM, o quadro é “preocupante para as ondas de calor e a saúde humana”, mas ele ressalta: “Ainda não é tarde demais para limitar o aquecimento se reduzirmos rapidamente as emissões de combustíveis fósseis”.</p>
<p>A necessidade de ação imediata fica evidente diante dos eventos recentes: a China já registrou temperaturas acima de 40°C em algumas regiões, os Emirados Árabes Unidos chegaram a 52°C, e o Paquistão foi assolado por ventos mortais após uma intensa onda de calor. Ao mesmo tempo, inundações devastaram Austrália, França, Argélia, Índia, China e Gana, enquanto incêndios florestais atingiram o Canadá.</p>
<p>“Continuar a depender do petróleo, do gás e do carvão em 2025 é uma loucura absoluta”, alertou a climatologista Friederike Otto, do Imperial College de Londres.</p>
<h3>Impactos regionais distintos</h3>
<p>As previsões indicam que o aquecimento no Ártico continuará a superar a média global. Lá, os invernos devem aquecer 3,5 vezes mais rápido do que no restante do planeta, agravando o derretimento do gelo marinho, especialmente nos mares de Barents, Bering e Okhotsk.</p>
<p>A floresta Amazônica deve sofrer com mais secas, enquanto regiões como o sul da Ásia, o Sahel e o norte da Europa podem enfrentar aumento das chuvas. No Ártico, a perda de gelo reduz a capacidade de refletir a radiação solar, acelerando ainda mais o aquecimento.</p>
<p>Apesar da gravidade das previsões, os especialistas reforçam que a trajetória pode ser alterada com a rápida redução das emissões de CO₂ e a transição para fontes de energia limpas e sustentáveis.</p>
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		<title>Crise climática é amplificadora de outras crises, alerta pesquisadora</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/crise-climatica-e-amplificadora-de-outras-crises-alerta-pesquisadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 00:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes Bustamante]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2025 começou com chuvas intensas nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil e estiagem no Nordeste, evidenciando cada vez mais os efeitos das mudanças climáticas. Essa crise, além de gerar impactos ambientais, agrava desigualdades e impõe novos desafios globais. A urgência em enfrentar a crise climática e buscar soluções é tema central [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2025 começou com chuvas intensas nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil e estiagem no Nordeste, evidenciando cada vez mais os efeitos das mudanças climáticas. Essa crise, além de gerar impactos ambientais, agrava desigualdades e impõe novos desafios globais.</p>
<p>A urgência em enfrentar a crise climática e buscar soluções é tema central da 30ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada no Brasil. Em entrevista exclusiva à <em>Agência Brasil</em>, Mercedes Bustamante, pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) e colaboradora do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, reforça que a crise climática é uma amplificadora de outras crises.</p>
<p>“Ela contribui para o agravamento de problemas já existentes, como desigualdade, fome, escassez de recursos hídricos, migrações humanas e conflitos geopolíticos”, afirma a especialista. Bustamante também aponta que trabalhar nas causas do aquecimento global é a ação mais urgente.</p>
<figure id="attachment_81450" aria-describedby="caption-attachment-81450" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-81450" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-Pesquisadora-da-Universidade-de-Brasilia-Mercedes-Bustamante-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Pesquisadora Da Universidade De Brasília Mercedes Bustamante - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-Pesquisadora-da-Universidade-de-Brasilia-Mercedes-Bustamante-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-Pesquisadora-da-Universidade-de-Brasilia-Mercedes-Bustamante-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-Pesquisadora-da-Universidade-de-Brasilia-Mercedes-Bustamante-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-81450" class="wp-caption-text">Pesquisadora da Universidade de Brasília Mercedes Bustamante. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>A importância de acordos climáticos globais</h3>
<p>Segundo Bustamante, acordos internacionais, como o Acordo de Paris – firmado na COP21 em 2015 – são essenciais para combater a crise climática. O principal objetivo do acordo é limitar o aquecimento global a menos de 2°C até o final do século, com esforços para restringi-lo a 1,5°C.</p>
<p>“Não adianta o Brasil reduzir suas emissões de gases do efeito estufa se outros países não fizerem o mesmo. É necessário um esforço coletivo”, explica. Para ela, o enfrentamento à crise também depende de transições energéticas rápidas e sérias, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e investindo em fontes de energia renováveis.</p>
<h3>Impactos sobre as cidades e soluções necessárias</h3>
<p>A urbanização desordenada torna as cidades brasileiras particularmente vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. Mercedes destaca que é urgente priorizar a salvação de vidas e retirar populações de áreas de risco. “Eventos de chuvas extremas têm sido recorrentes desde 2011. A reconstrução das cidades afetadas precisa ser feita de forma planejada, talvez em novos locais”, afirma.</p>
<p>Além disso, ela enfatiza a importância de medidas voltadas à conservação ambiental. “O Brasil tem uma oportunidade única de mitigar as emissões de gases de efeito estufa e promover a recuperação de áreas verdes. Isso não é apenas uma questão de adaptação, mas também uma solução para o sequestro de carbono”.</p>
<h3>Papel do setor financeiro e da política global</h3>
<p>Bustamante também ressalta o papel crucial do setor financeiro no enfrentamento à crise climática. “Com a concentração de recursos em poucas mãos, é fundamental que o setor privado apoie iniciativas de adaptação e mitigção. A atmosfera é um bem comum global, e todos dependem dela”.</p>
<p>Sobre a política climática internacional, ela comenta que decisões unilaterais, como a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris durante o governo Trump, impactam negativamente os esforços globais. No entanto, iniciativas privadas e avanços tecnológicos podem ajudar a manter o progresso.</p>
<h3>Senso de urgência</h3>
<p>Mercedes Bustamante conclui destacando que o tempo é um fator crítico. “Se tínhamos começado a agir há 30 anos, estaríamos em outro patamar. As forças negacionistas atrasaram o enfrentamento à crise, mas é fundamental que agora haja um senso de urgência para que as medidas sejam implementadas de forma imediata”.</p>
<p>A crise climática é um desafio global que requer colaboração, planejamento e ações concretas para garantir um futuro mais seguro para as próximas gerações.</p>
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		<title>Entenda: COP28 avalia ação de países contra aquecimento global</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-cop28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, quando as nações se comprometeram a limitar o aumento da temperatura da terra a 1,5º C acima dos níveis pré-industriais.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ou seja, pela primeira vez desde o Acordo de Paris, serão avaliadas as contribuições dos países para a redução do aquecimento da terra. A análise servirá de base para a COP30, em 2025, quando o Acordo de Paris completará 10 anos, e está prevista a adoção de novas medidas para mitigar o aquecimento da terra.</p>
<p>“A COP 28 faz uma revisão do que foi proposto nas edições passadas e verifica como cada país tem evoluído. Ela é uma prestação de contas de cada país”, explicou Pedro Côrtes, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Côrtes, os acordos climáticos não punem os países que não os cumprem.</p>
<p>“É como se fosse um puxão de orelha só. Dizem: ‘vocês poderiam ter reduzido mais e não o fizeram’, e os representantes do país vão tentar explicar os motivos, mas o que a gente verifica é que países como Estados Unidos e China acabam não abraçando essas causas tanto quanto poderiam e deveriam”, destacou.</p>
<h2>Meta</h2>
<figure id="attachment_71223" aria-describedby="caption-attachment-71223" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-71223" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="A Meta De Limite Do Aumento Do Aquecimento Global Poderá Ser Revista - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71223" class="wp-caption-text">A meta de limite do aumento do aquecimento global poderá ser revista, diz Karen Oliveira, a diretora da TNC Brasil &#8211; Foto: Daniel Guedes/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outra expectativa é a da reafirmação do compromisso assumido pelos países de manter a meta de aumento da temperatura em 1,5ºC em comparação aos níveis pré-industriais. A diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais da TNC Brasil, Karen Oliveira, ressaltou que existe um risco de essa meta ser revista.</p>
<p>“Infelizmente, este é um debate que está na mesa. Às vezes, os próprios textos das discussões sobre o clima usam o termo &#8216;preferencialmente&#8217; ao citar a necessidade de não passar a meta de 1,5ºC. Mas nós sabemos que não é uma questão de preferência, é uma questão obrigatória frente as consequências danosas das mudanças do clima”, afirmou.</p>
<p>Em relatório anual divulgado no último dia 20, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) informou que o mundo pode aumentar a temperatura em até 2,9ºC até 2100 se não houver mudanças nas políticas atuais. O número é quase o dobro do limite fixado pelo Acordo de Paris. O documento também registrou aumento de 1,2% da emissão de gases do efeito estufa entre 2021 e 2022.</p>
<p>“É a maior quantidade jamais registrada. Salvo o setor do transporte, todos os demais setores repuseram inteiramente as quedas de emissões causadas pela pandemia de covid-19 e agora já superam os níveis de 2019”, diz a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>“O mundo está muito fora de rota para conseguir limitar o aumento da temperatura em 1,5ºC. Então, é preciso fazer muito mais, e isso passa pela eliminação dos combustíveis fósseis”, defendeu a coordenadora adjunta de Política Internacional do Observatório do Clima, Stela Herschmann.</p>
<p>Stela acrescentou que está em andamento uma articulação para prorrogar a produção de combustíveis fósseis por meio do uso de tecnologias que mitigam sua utilização, como a captura de carbono, que filtra os gases jogados na atmosfera e os armazena. “São tentativas dos produtores de petróleo de estender a vida útil de sua produção. O que os cientistas do mundo falam é que precisamos reduzir de maneira drástica as emissões. Não temos tempo a perder com essas soluções tecnológicas que não são viáveis economicamente e que não têm larga escala”, destacou.</p>
<h2>Crise Climática</h2>
<figure id="attachment_71225" aria-describedby="caption-attachment-71225" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-71225" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="COP28 Avalia Ação De Países Contra Aquecimento Global - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71225" class="wp-caption-text">COP28 avaliará ações contra aquecimento global &#8211; Ralf Vetterle/Pixabay</figcaption></figure>
<p>As emissões de gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), são responsáveis pelo aquecimento da terra e impulsionam a atual crise climática, marcada por eventos extremos, como o calor excessivo, as secas prolongadas e as chuvas muito intensas.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os gases do efeito estufa lançados na atmosfera vêm aumentando desde a Revolução Industrial (séculos 18 e 19), principalmente por meio da queima de combustíveis fósseis.  Esta é uma das principais preocupações de cientistas, sociedades e governos que vêm mobilizando os encontros sobre o clima desde a Eco de 1992, que ocorreu no Rio de Janeiro.</p>
<p>No Acordo de Paris, em 2015, 195 países se comprometeram a combater o aquecimento global “em bem menos de 2º C acima dos níveis pré-industriais”, buscando limitá-lo a 1,5ºC. Já o Brasil se comprometeu a reduzir, até 2030, em 43% a emissão dos gases do efeito estufa em relação aos níveis de 2005.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Estudo Alerta para Riscos Climáticos no Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-alerta-para-riscos-climaticos-no-complexo-de-favelas-da-mare-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 15:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo de análise de riscos e vulnerabilidades climáticas realizado no Conjunto de Favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, revela que a região, habitada por mais de 140 mil pessoas, enfrenta três principais riscos climáticos: ondas de calor, inundações fluviais e aumento do nível do mar. A pesquisa foi conduzida pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo de análise de riscos e vulnerabilidades climáticas realizado no Conjunto de Favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, revela que a região, habitada por mais de 140 mil pessoas, enfrenta três principais riscos climáticos: ondas de calor, inundações fluviais e aumento do nível do mar.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida pela WayCarbon, uma empresa global focada em soluções para a transição justa e resiliente em direção a uma economia de baixo carbono, em parceria com a Redes da Maré, uma instituição da sociedade civil que busca qualidade de vida e garantia de direitos para os moradores.</p>
<p>Utilizando a plataforma MOVE ®️ – Model of Vulnerability Evaluation, com base em dados do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o estudo identificou riscos &#8220;altos&#8221; a &#8220;muito altos&#8221; de ondas de calor em toda a área residencial do território.</p>
<p>O aumento das ondas de calor, considerado um dos principais desafios ambientais do século XXI, pode não apenas causar desconforto, mas também impactar negativamente na saúde, elevando as taxas de mortalidade e aumentando a demanda energética.  “A Maré está inserida entre a Linha Vermelha, Linha Amarela e a Avenida Brasil. A qualidade do ar na Maré tem um nível de poluentes muito maior que outros territórios”, acrescentou. “A ideia é conscientizar os moradores dos efeitos das ameaças climáticas”.</p>
<figure id="attachment_71125" aria-describedby="caption-attachment-71125" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/24-Moradores-do-Complexo-da-Mare-se-refrescam-com-chuveiros-e-piscinas-improvisadas-nas-ruas-da-comunidade-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71125" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/24-Moradores-do-Complexo-da-Mare-se-refrescam-com-chuveiros-e-piscinas-improvisadas-nas-ruas-da-comunidade-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Moradores Do Complexo Da Maré Se Refrescam Com Chuveiros E Piscinas Improvisadas Nas Ruas Da Comunidade - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/24-Moradores-do-Complexo-da-Mare-se-refrescam-com-chuveiros-e-piscinas-improvisadas-nas-ruas-da-comunidade-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/24-Moradores-do-Complexo-da-Mare-se-refrescam-com-chuveiros-e-piscinas-improvisadas-nas-ruas-da-comunidade-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/24-Moradores-do-Complexo-da-Mare-se-refrescam-com-chuveiros-e-piscinas-improvisadas-nas-ruas-da-comunidade-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71125" class="wp-caption-text">Moradores do Complexo da Maré se refrescam com chuveiros e piscinas improvisadas nas ruas da comunidade. Sensação térmica no Rio de Janeiro voltou a superar os 50 graus Celsius (°C) &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Melina Amoni, gerente de Risco Climático e Adaptação da WayCarbon, destaca a alta vulnerabilidade climática da Maré devido à sua densidade populacional e sugere medidas como reflorestamento urbano e a implementação de tetos verdes ou pintados de branco nas casas das comunidades para reduzir os impactos.</p>
<p>Maurício Dutra, pesquisador e mobilizador do eixo de direitos humanos da Redes de Maré, sublinha a presença de cinco rios e canais que podem transbordar na época de chuva, ressaltando a necessidade de conscientização sobre os efeitos das ameaças climáticas entre os moradores.</p>
<p>O estudo será oficialmente lançado em um evento aberto ao público nesta sexta-feira (24), abordando temas como Análise de Riscos, Vulnerabilidades Climáticas, Qualidade do Ar e Identificação de Ilhas de Calor no Conjunto de Favelas da Maré.</p>
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