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	<title>ANP &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>ANP &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Petrobras decide devolver valores após leilão de gás com preços elevados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-decide-devolver-valores-apos-leilao-de-gas-com-precos-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
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		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia. De acordo com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia.</p>
<p>De acordo com a estatal, a devolução corresponderá à diferença entre os valores ofertados pelos distribuidores no leilão e o Preço de Paridade de Importação (PPI), referência divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para o período de 23 a 27 de março.</p>
<p>A medida foi definida como uma forma de “neutralizar os efeitos de preço” gerados pelo certame. A empresa justificou a decisão com base em análises econômicas e no cenário internacional considerado atípico, marcado por tensões geopolíticas que impactaram o mercado de energia.</p>
<p>Mesmo com o ressarcimento, a Petrobras garantiu que manterá o compromisso de entrega integral dos volumes negociados no leilão, assegurando o abastecimento aos compradores.</p>
<p>O episódio gerou forte repercussão no governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o leilão e chegou a defender sua anulação, alegando que os preços praticados eram incompatíveis com a realidade do mercado e prejudicariam os consumidores.</p>
<p>Paralelamente, a ANP iniciou uma fiscalização nas unidades da Petrobras para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de cobrança com ágios elevados.</p>
<p>Em meio à repercussão, houve também mudança na estrutura interna da empresa: o diretor responsável pela área que conduziu o leilão foi destituído do cargo poucos dias após o ocorrido.</p>
<p>Além disso, a Petrobras informou que avalia aderir a um programa federal de subvenção ao GLP importado. Caso a adesão seja confirmada, a companhia poderá realizar novos reembolsos relacionados aos subsídios aplicáveis aos volumes comercializados.</p>
<p>O caso evidencia os impactos das oscilações do mercado internacional de energia sobre o preço do gás de cozinha no Brasil e reforça a atuação de órgãos reguladores e do governo na tentativa de conter aumentos considerados abusivos.</p>
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		<item>
		<title>Inmetro e ANP deflagram operação nacional contra fraudes em postos de combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmetro-e-anp-deflagram-operacao-nacional-contra-fraudes-em-postos-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto na quantidade do produto entregue ao consumidor.</p>
<p>A ação acontece de forma simultânea no Distrito Federal e em oito estados, distribuídos por cinco regiões do país, em cidades previamente selecionadas pelos órgãos de fiscalização. Ao todo, cerca de 180 postos de combustíveis estão sendo inspecionados.</p>
<p>De acordo com o Inmetro, as equipes verificam se o volume efetivamente abastecido corresponde ao que é indicado nas bombas, além de avaliar as condições dos equipamentos medidores, a regularidade das manutenções e a existência de possíveis manipulações eletrônicas clandestinas. Também são realizados testes para aferir a qualidade dos combustíveis comercializados.</p>
<h3>Fraudes vão de adulteração a esquemas eletrônicos</h3>
<p>As investigações apontam que as irregularidades mais comuns envolvem tanto a adulteração dos combustíveis quanto a instalação de dispositivos eletrônicos ilegais nas bombas, capazes de reduzir a quantidade despejada no tanque do veículo, mesmo com o visor registrando o volume correto.</p>
<p>Segundo o Inmetro, a legislação permite uma margem máxima de erro de 0,5%, o que equivale a até 100 mililitros a menos a cada 20 litros abastecidos, conforme estabelece a Portaria nº 227/2022. Qualquer valor acima desse limite caracteriza infração.</p>
<h3>Multas milionárias e risco de fechamento</h3>
<p>Caso as fraudes sejam confirmadas, os postos poderão ser autuados pela ANP, com aplicação de multas que podem chegar a R$ 5 milhões, além da possibilidade de suspensão ou até revogação da autorização de funcionamento.</p>
<p>Já nas autuações realizadas pelo Inmetro, as penalidades variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, dependendo da gravidade da infração. Em situações de fraude comprovada, as bombas devem ser substituídas, e medidas adicionais como interdição do estabelecimento e apreensão de equipamentos também podem ser adotadas.</p>
<p>A Operação Tô de Olho reforça a atuação integrada dos órgãos federais para proteger o consumidor e garantir transparência no mercado de combustíveis, um dos setores mais sensíveis da economia brasileira.</p>
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		<item>
		<title>Brasil amplia oferta de blocos de petróleo com 393 novas áreas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-amplia-oferta-de-blocos-de-petroleo-com-393-novas-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a inclusão de 393 novos blocos de petróleo e gás natural no sistema de Oferta Permanente de Concessão, gerido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A medida, formalizada nesta quarta-feira (18) pelos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente, busca atrair empresas interessadas em explorar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a inclusão de 393 novos blocos de petróleo e gás natural no sistema de Oferta Permanente de Concessão, gerido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A medida, formalizada nesta quarta-feira (18) pelos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente, busca atrair empresas interessadas em explorar e produzir nas áreas disponibilizadas, ampliando a projeção do Brasil no setor energético.</p>
<p>As novas áreas, localizadas tanto em terra quanto no mar, abrangem as bacias do Recôncavo, Tucano, Santos, Campos, Parnaíba e Tacutu. Com isso, o governo estima um potencial investimento mínimo de R$ 3,7 bilhões, incluindo R$ 489 milhões em bônus de assinatura.</p>
<h3>Destaques entre os blocos ofertados</h3>
<p>Na porção marítima, o destaque é a inclusão de 248 blocos na Bacia de Santos e 17 na Bacia de Campos, ambas situadas na Região Sudeste e reconhecidas como as principais áreas produtoras de petróleo do país. Já no segmento terrestre, foram adicionados 133 blocos, distribuídos nas seguintes áreas:</p>
<ul>
<li><strong>Bahia</strong>: 96 blocos e cinco campos de acumulações marginais nas bacias do Recôncavo e Tucano.</li>
<li><strong>Maranhão e Piauí</strong>: 30 blocos na Bacia do Parnaíba.</li>
<li><strong>Roraima</strong>: Dois blocos na Bacia do Tacutu, localizada na fronteira com a Guiana.</li>
</ul>
<h3>Estratégia e impacto econômico</h3>
<p>Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ampliação das áreas disponíveis reafirma o papel estratégico do Brasil no setor energético global. &#8220;Essa iniciativa fortalece a posição do Brasil como uma potência energética e garante nossa autossuficiência em um setor crucial para o desenvolvimento econômico&#8221;, destacou.</p>
<p>O sistema de Oferta Permanente permite às empresas interessadas analisar as áreas e elaborar propostas ao longo do tempo, promovendo flexibilidade e otimizando a exploração dos recursos disponíveis. Com isso, o governo espera atrair investimentos consistentes, dinamizando a economia nas regiões abrangidas e consolidando a infraestrutura energética nacional.</p>
<p>A iniciativa reflete o alinhamento entre crescimento econômico e segurança energética, pilares centrais da estratégia brasileira no cenário global de energia.</p>
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		<item>
		<title>ANP Projeta investimento de R$ 10 bilhões na exploração de Gás e Petróleo em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anp-projeta-investimento-de-r-10-bilhoes-na-exploracao-de-gas-e-petroleo-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estima que os investimentos na fase de exploração de petróleo e gás natural alcancem cerca de R$ 10 bilhões em 2024, conforme divulgado no Relatório Anual de Exploração 2023, publicado nesta segunda-feira (2). Desse montante, mais de 80% serão concentrados na perfuração de poços, destacando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estima que os investimentos na fase de exploração de petróleo e gás natural alcancem cerca de R$ 10 bilhões em 2024, conforme divulgado no Relatório Anual de Exploração 2023, publicado nesta segunda-feira (2). Desse montante, mais de 80% serão concentrados na perfuração de poços, destacando a importância dessa atividade para a indústria.</p>
<p>Entre 2024 e 2027, a ANP prevê um total de R$ 18,31 bilhões em investimentos, com o pico de R$ 7,64 bilhões esperado para 2025. Nos anos seguintes, 2026 e 2027, os investimentos serão significativamente menores, somando R$ 701 milhões. No período projetado, 88% dos recursos (R$ 16,04 bilhões) serão direcionados à perfuração de poços, enquanto o restante (12%) será distribuído entre teste de poço (8%), levantamento geofísico exclusivo (3%) e levantamento geofísico não exclusivo (1%).</p>
<p>Para 2024, a maior parte dos investimentos, R$ 9,50 bilhões, será destinada ao ambiente marítimo, com R$ 8,50 bilhões focados na perfuração de poços. No ambiente terrestre, o investimento previsto é de R$ 470 milhões.</p>
<p>A ANP explica que a fase de exploração começa com a assinatura dos contratos de exploração e produção, durante a qual são realizados estudos para identificar a presença de petróleo e gás em quantidades economicamente viáveis. Caso a exploração seja bem-sucedida, as empresas poderão avançar para a fase de produção.</p>
<p><strong>Dados de 2023</strong></p>
<p>O relatório também apresenta números referentes a 2023, ano que encerrou com 251 blocos sob contrato, sendo 13 sob o regime de partilha de produção e 238 sob o regime de concessão. Em comparação com 2022, houve uma redução de 44 blocos devido ao baixo número de novos contratos assinados e ao elevado número de blocos devolvidos.</p>
<p>O ambiente terrestre liderou em número de blocos sob contrato, com 151 blocos, enquanto o ambiente marítimo possuía 100 blocos, incluindo 18 no pré-sal. O terrestre também representou a maior área contratada, com cerca de 84 mil km² (52% do total), seguido pelo ambiente marítimo, com 77 mil km² (48%).</p>
<p>Em 2023, foram notificadas descobertas em 18 poços: 14 em terra e quatro no mar. As bacias de Santos e Campos, ambas marítimas, registraram indícios de hidrocarbonetos, cada uma com duas notificações. No ambiente terrestre, nove descobertas foram feitas em bacias de nova fronteira, como Amazonas e Parnaíba, e cinco em bacias maduras, como Espírito Santo e Recôncavo.</p>
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		<item>
		<title>Petrobras pagará à ANP R$ 830 milhões em royalties e PE atrasados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-pagara-a-anp-r-830-milhoes-em-royalties-e-pe-atrasados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 18:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo royalties do Campo de Jubarte]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro homologou o acordo entre a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para encerrar um processo judicial que envolve o recálculo do valor a ser pago a título de participações governamentais &#8211; royalties e participação especial (PE) &#8211; pela produção de petróleo no Campo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Justiça do Rio de Janeiro homologou o acordo entre a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para encerrar um processo judicial que envolve o recálculo do valor a ser pago a título de participações governamentais &#8211; royalties e participação especial (PE) &#8211; pela produção de petróleo no Campo de Jubarte, na costa do Espírito Santo. A estatal terá que desembolsar R$ 830 milhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (4) pela Petrobras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a ANP, as participações governamentais deixaram de ser recolhidas porque a Petrobras não atualizou a curva de PEV de Jubarte, ou seja, um instrumento que analisa as condições físico-químicas do petróleo extraído, as quais, por sua vez, definem o preço de referência do petróleo.</p>
<p>Os períodos em discussão foram de agosto de 2009 a fevereiro de 2011 e dezembro de 2012 a fevereiro de 2015.</p>
<p>Com o acordo, a Petrobras vai pagar cerca de R$ 830 milhões em valores atualizados até dezembro de 2023. Desse total, 35% serão pagos à vista; e o restante, parcelado em 48 vezes. Tanto a primeira parcela quanto as demais serão corrigidas pela taxa básica de juros (Selic).</p>
<p>O primeiro pagamento será feito em até 30 dias depois da homologação, feita pela 23ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo a Petrobras, os valores estão provisionados (reservados) nas demonstrações financeiras da companhia.</p>
<h2>Participações governamentais</h2>
<p>Os royalties são um percentual da receita bruta com o petróleo extraído pela empresa que é pago à União, estados e municípios produtores, todos os meses, e funcionam como uma remuneração à sociedade pela exploração desses recursos não renováveis.</p>
<p>Já a participação especial é uma compensação financeira que as empresas devem pagar por explorar campos de grande volume de produção ou grande rentabilidade. A arrecadação e distribuição das participações governamentais cabem à ANP.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo define redução de gases de efeito estufa dos combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-define-reducao-de-gases-de-efeito-estufa-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 22:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[CBIOs]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gases]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que define metas compulsórias anuais de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para a comercialização de combustíveis nos próximos dez anos, no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). A medida foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que define metas compulsórias anuais de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para a comercialização de combustíveis nos próximos dez anos, no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). A medida foi publicada hoje (27) no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/despacho-do-presidente-da-republica-453809529" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A resolução fixa o valor da meta global para o período entre 2023 e 2032, além dos intervalos de tolerância. Pela 2023, as distribuidoras terão de adquirir 37,47 milhões de créditos de descarbonização (CBIOs).</p>
<p>Para o período 2024/2031, não houve alteração nas metas que já haviam sido estabelecidas pelo CNPE em outubro de 2021, mas houve adição de valores para o ano de 2032, definido agora em 99,22 milhões de CBIOs.</p>
<h2>Redução de emissões</h2>
<p>Os créditos de descarbonização fazem parte do programa RenovaBio, que determina que os distribuidores de combustíveis líquidos têm uma meta compulsória de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p>O crédito é emitido por produtores e importadores de biocombustíveis, devidamente certificados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>O volume a ser adquirido pelas distribuidoras é baseado nas notas fiscais de compra e venda dos combustíveis. A meta anual de descarbonização dessas empresas que vendem combustíveis fósseis é calculada pela ANP.</p>
<p>Adquirir CBIOs é a única forma de atingir as metas. De acordo com Ministério de Minas e Energia, um CBIO equivale a uma tonelada de emissões evitadas, o que representa sete árvores em termos de captura de carbono.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>ANP: 1º Ciclo de Partilha do Pré-Sal arrecada R$ 916 milhões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anp-1o-ciclo-de-partilha-do-pre-sal-arrecada-r-916-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2022 02:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Bacias de Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), feito hoje (16) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), arrecadou um total de R$ 916,252 milhões em bônus de assinatura, além da previsão de investimentos de R$ 432 milhões por parte das empresas ganhadoras. O valor é pago pelas vencedoras do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O 1º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), feito hoje (16) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), arrecadou um total de R$ 916,252 milhões em bônus de assinatura, além da previsão de investimentos de R$ 432 milhões por parte das empresas ganhadoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O valor é pago pelas vencedoras do leilão de cada bloco exploratório, em dinheiro, para a União, antes de assinarem o contrato. O valor é fixo, definido no edital, ao contrário do regime de concessão, onde o valor do bônus é um dos critérios de seleção das vencedoras.</p>
<p>No caso do regime de partilha, o critério é a oferta de maior excedente em óleo para a União. O edital traz um percentual mínimo, a partir do qual as empresas fazem suas ofertas. A ANP explica que o excedente em óleo é a parcela da produção de petróleo e gás natural a ser repartida entre a União e a empresa contratada, depois de descontado do volume total da produção as parcelas relativas aos <em>royalties </em>e ao custo da operação.</p>
<p>O diretor-geral da ANP, Rodolfo Sabóia, considerou que o leilão foi um sucesso, tendo alcançado 72% do total de bônus ofertado na rodada, de um total possível de R$ 1,28 bilhão, “um resultado muito bom para o Brasil”, segundo ele.</p>
<p>“Com isso nós garantimos investimentos mínimos da ordem de R$ 1,44 bilhões, que vão resultar em atividade econômica, geração de emprego e renda para os brasileiros. Isso mostra que as áreas de maior potencial foram objeto de interesse das empresas de exploração e produção de petróleo e gás. Mas a melhor notícia de hoje é que conseguimos obter competição para duas dessas quatro áreas mais relevantes, que são Água Marinha e Norte de Brava”, disse o diretor-geral.</p>
<h2>Blocos</h2>
<p>Ao todo, foram ofertados no leilão de hoje 11 blocos de exploração de óleo e gás dentro do Polígono do Pré-sal, nas bacias de Campos e de Santos. Apenas quatro receberam propostas.</p>
<p>Em Campos, o bloco Água Marinha foi arrematado pelo consórcio formado pela Total Energies EP, Petronas e Qatar Energy, com a oferta de 42,40% em óleo excedente. A Petrobras entrou entrado na concorrência desse bloco com a Shell Brasil, ficando em segundo lugar. A estatal brasileira exerceu o seu direito de participação e entrará no consórcio. O ágio conseguido em óleo foi 220,48% acima do volume mínimo estipulado no edital.</p>
<p>Norte de Brava, também em Campos, foi arrematado pela Petrobrás com 61,71% de oferta de excedente em óleo, o que representa ágio de 171,73%. O consórcio concorrente era formado por Petrobras, Equinor Brasil e Petronas, com oferta de excedente de 30,71%.</p>
<p>Na Bacia de Santos, as duas áreas arrecadadas receberam ofertas únicas. A BP Energy arrematou Bumerangue com oferta de 5,9% de excedente, ágio de 4,24%. O Bloco Sudeste de Sagitário foi arrematado pela Petrobras, com oferta de 25% do óleo excedente, um ágio de 17,37%.</p>
<p>Sabóia destaca que as áreas de Sudoeste de Sagitário, Norte de Brava e Bumerangue já haviam sido ofertadas anteriormente, mas sem nenhum interessado se manifestou no leilão. Não foram arrematados, por falta de proponentes, os blocos Itaimbezinho e Turmalina, na Bacia de Campos, e Ágata, Cruzeiro do Sul e Esmeralda, na Bacia de Santos.</p>
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		<title>Produção de petróleo e gás é de 3,967 milhões de barris por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 15:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de petróleo e gás natural em agosto atingiu 3,967 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mmboe/d). Desse total, foram 3,087 milhões de barris diários (MMbbl/d) de petróleo e 139,96 milhões de metros cúbicos diários (MMm3/d) de gás natural. Os dados preliminares foram divulgados hoje (13), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do [&#8230;]]]></description>
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<p>A produção de petróleo e gás natural em agosto atingiu 3,967 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mmboe/d). Desse total, foram 3,087 milhões de barris diários (MMbbl/d) de petróleo e 139,96 milhões de metros cúbicos diários (MMm3/d) de gás natural.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados preliminares foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT1077_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (13), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Painel Dinâmico de Produção de Petróleo e Gás Natural.</p>
<p>Na área do pré-sal, a produção ficou em 2,966 Mmboe/d. O volume é correspondente a 74,8% do total nacional. Boa parte foi obtida no campo de Tupi, que produziu 1,046 MMboe/d, o equivalente a 26,4% do total nacional. Já no campo Búzios, a produção chegou a 719,63 Mboe/d, que correspondem a 18,1% do total nacional.</p>
<p>O Polo Pré-Sal da Bacia de Santos reúne os maiores campos produtores do país, como Tupi e Búzios.</p>
<p>Segundo a ANP, com o volume de 3,214 MMboe/d, o estado do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT1078_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> produziu 84,7% do petróleo nacional e 81% da produção total brasileira. “A produção no estado teve origem em 45 campos com 383 poços produtores”, anunciou a ANP.</p>
<h2>Poços produtores</h2>
<p>O Painel Dinâmico de Produção de Petróleo e Gás Natural mostra dados mensais e anuais consolidados, permitindo visualizar a evolução histórica da produção no país.</p>
<p>É possível também filtrar, entre outras, as informações por campo, bacia, instalação, poço, estado, período de tempo e operador. Também podem ser vistos os principais parâmetros de movimentação de gás, como queima e injeção. “Essas informações têm como fonte os dados declaratórios das operadoras”, informou.</p>
<p>Quem quiser buscar informações do Painel Dinâmico de Produção de Petróleo e Gás Natural pode acessar o<a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/centrais-de-conteudo/paineis-dinamicos-da-anp/paineis-dinamicos-sobre-exploracao-e-producao-de-petroleo-e-gas/paineis-dinamicos-de-producao-de-petroleo-e-gas-natural" target="_blank" rel="noopener"> site</a>.</p>
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		<title>Postos devem exibir preço de combustível com duas casas decimais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/postos-devem-exibir-preco-de-combustivel-com-duas-casas-decimais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 May 2022 15:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Postos de Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de hoje (7) os postos de combustíveis só poderão exibir o preço dos combustíveis com duas casas decimais, e não mais com três, como ocorria até então. A mudança foi determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio da Resolução nº 858/2021, publicada em novembro do ano passado. De acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A partir de <span id="OBJ_PREFIX_DWT241_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (7) os postos de combustíveis só poderão exibir o preço dos combustíveis com duas casas decimais, e não mais com três, como ocorria até então.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A mudança foi determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio da <a href="https://atosoficiais.com.br/anp/resolucao-n-858-2021-altera-a-resolucao-anp-no-8-de-6-de-marco-de-2007-a-resolucao-anp-no-41-de-5-de-novembro-de-2013-e-a-resolucao-anp-no-58-de-17-de-outubro-de-2014-para-rever-as-regras-de-comercializacao-do-revendedor-varejista-e-do-transportador-revendedor-retalhista-permitindo-a-venda-direta-de-gasolina-c-e-etanol-fora-dos-postos-de-combustivel-e-da-outras-providencias?origin=instituicao&amp;q=858/2021" target="_blank" rel="noopener">Resolução nº 858/2021</a>, publicada em novembro do ano passado.</p>
<p>De acordo com a ANP, o objetivo da mudança “é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, além de estar alinhado com a expressão numérica da moeda brasileira”.</p>
<p>Segundo a agência, os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.</p>
<p>A ANP informa, no entanto, que, nas bombas, o terceiro dígito poderá ser mantido, desde que marcando zero e travado no momento do abastecimento. “Dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos”, justificou a agência.</p>
<p>Na avaliação da agência, a mudança não implicará no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que a norma não trará “custos relevantes aos revendedores e nem restrições aos preços praticados”.</p>
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		<title>Postos terão duas formas de mostrar preços de combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/postos-terao-duas-formas-de-mostrar-precos-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 19:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[duas casas decimais]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Postos de Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Preços]]></category>
		<category><![CDATA[revendedores de combustível]]></category>
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					<description><![CDATA[Os revendedores de combustíveis de todo o país vão exibir os preços com duas casas decimais e não mais com três, como acontece atualmente. A medida passa a valer a partir do próximo dia 7. É o que determina a Resolução nº 858/2021, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que deu [&#8230;]]]></description>
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<p>Os revendedores de combustíveis de todo o país vão exibir os preços com duas casas decimais e não mais com três, como acontece atualmente. A medida passa a valer a partir do próximo dia 7. É o que determina a Resolução nº 858/2021, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que deu prazo para as revendedoras se adequarem até essa data.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo informou hoje (2) a ANP, o objetivo da mudança é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, alinhado-o com a expressão numérica da moeda brasileira. Os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais, tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.</p>
<p>A ANP salientou, entretanto que, nas bombas, será permitido que o terceiro dígito seja mantido, desde que seja zero e fique travado no momento do abastecimento. A agência entende que, dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos. Como a terceira casa decimal estará zerada e travada, a percepção é que não haverá dúvidas e que o objetivo da regra, que é dar clareza aos consumidores.</p>
<p>A agência avaliou que essa mudança não implicará em impactos no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que ela não trará custos relevantes aos revendedores, nem restrições aos preços praticados.</p>
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