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	<title>Ano Judiciário &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cármen Lúcia anuncia regras de conduta para juízes eleitorais nas eleições de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, anunciou que irá apresentar uma proposta para disciplinar a atuação de juízes eleitorais durante o processo das eleições presidenciais de outubro de 2026. A iniciativa foi revelada nesta segunda-feira (2), durante a sessão de abertura do Ano Judiciário 2026, que marca a retomada oficial dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, anunciou que irá apresentar uma proposta para disciplinar a atuação de juízes eleitorais durante o processo das eleições presidenciais de outubro de 2026. A iniciativa foi revelada nesta segunda-feira (2), durante a sessão de abertura do Ano Judiciário 2026, que marca a retomada oficial dos trabalhos após o recesso.</p>
<p>Segundo a ministra, as novas diretrizes serão levadas à discussão em uma reunião com os presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), agendada para o próximo dia 10 de fevereiro. O objetivo é estabelecer parâmetros claros de conduta para magistrados que atuam na Justiça Eleitoral, garantindo transparência, neutralidade e confiança pública no processo eleitoral.</p>
<h3>Transparência, neutralidade e limites claros</h3>
<p>Entre os pontos centrais da proposta está a exigência de que juízes eleitorais divulguem suas agendas de audiências com partes e advogados, como forma de ampliar a transparência institucional. Além disso, os magistrados ficarão impedidos de se manifestar publicamente sobre processos em tramitação na Justiça Eleitoral.</p>
<p>As regras também devem proibir a participação de juízes em eventos com candidatos ou aliados políticos, bem como a publicação de preferências ou posicionamentos políticos nas redes sociais. Outro ponto destacado é a vedação ao recebimento de presentes ou favores que possam comprometer, ou colocar sob suspeita, a imparcialidade do magistrado.</p>
<p>De acordo com Cármen Lúcia, as medidas buscam evitar qualquer tipo de dúvida sobre a atuação dos juízes durante o período eleitoral, especialmente em um cenário de alta polarização política e atenção redobrada da sociedade sobre o funcionamento das instituições.</p>
<h3>Ética como pilar da Justiça Eleitoral</h3>
<p>Ao justificar a proposta, a presidente do TSE ressaltou que a expectativa do eleitorado em relação à Justiça Eleitoral vai além do cumprimento técnico da lei. Para ela, ética, independência e resistência a pressões externas são elementos indispensáveis para a legitimidade das eleições.</p>
<p>“O eleitor não espera apenas uma atuação eficiente e adequada à legislação, mas confia que juízes e servidores da Justiça Eleitoral ajam de forma honesta, livres de influências, garantindo eleições sobre as quais não recaia qualquer dúvida quanto à lisura do pleito”, afirmou a ministra.</p>
<h3>Código de Ética no STF amplia debate institucional</h3>
<p>Ainda nesta segunda-feira, Cármen Lúcia — que também integra o Supremo Tribunal Federal (STF) — foi escolhida relatora do Código de Ética da Corte, iniciativa que amplia o debate sobre conduta e responsabilidade no Judiciário.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a críticas direcionadas ao STF, especialmente após questionamentos públicos sobre a condução de investigações relacionadas a fraudes no Banco Master, que envolveram a atuação do ministro Dias Toffoli. A criação do código é vista como uma resposta institucional para reforçar padrões éticos e a credibilidade do Supremo.</p>
<p>Com a proposta no TSE e o avanço do debate no STF, o Judiciário sinaliza uma tentativa de fortalecer a confiança pública, estabelecer limites claros de atuação e blindar o processo eleitoral de 2026 contra suspeitas de parcialidade ou interferência política.</p>
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		<title>STF abre Ano Judiciário de 2026 com presença de Lula e líderes do Congresso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-abre-ano-judiciario-de-2026-com-presenca-de-lula-e-lideres-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 13:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta segunda-feira (2), a partir das 14h, a sessão solene que inaugura oficialmente o Ano Judiciário de 2026. A cerimônia reúne autoridades dos Três Poderes e simboliza a retomada das atividades da Corte após o recesso, em um cenário marcado por questionamentos públicos sobre investigações em andamento e uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta segunda-feira (2), a partir das 14h, a sessão solene que inaugura oficialmente o Ano Judiciário de 2026. A cerimônia reúne autoridades dos Três Poderes e simboliza a retomada das atividades da Corte após o recesso, em um cenário marcado por questionamentos públicos sobre investigações em andamento e uma pauta de julgamentos sensíveis.</p>
<p>Estão confirmadas as presenças do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). Também participam o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, representando, respectivamente, o Ministério Público e a advocacia.</p>
<p>O encontro entre os chefes dos Poderes ocorre em um momento de pressão sobre o Supremo, que vem sendo alvo de críticas pela condução de apurações relacionadas às fraudes envolvendo o Banco Master. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes negou publicamente ter participado de uma reunião, no primeiro semestre de 2025, com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na residência do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A informação havia sido divulgada pelo Portal Metrópoles e foi classificada pelo ministro como “falsa e mentirosa”.</p>
<p>As críticas se intensificaram após a revelação de que, antes da liquidação do Banco Master pelo Banco Central, o escritório Barci de Moraes — ligado à família do ministro Alexandre de Moraes — prestou serviços jurídicos à instituição. Outro foco de questionamentos envolve o ministro Dias Toffoli, que permanece como relator de um processo mesmo após reportagens apontarem que a Polícia Federal identificou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao banco. O fundo adquiriu participação em um resort no Paraná que pertenceu a familiares do ministro.</p>
<p>O presidente do STF, ministro Edson Fachin, também entrou no centro do debate ao divulgar nota pública em defesa da atuação de Toffoli, o que gerou novas reações críticas nos bastidores políticos e jurídicos.</p>
<h3>Pauta de julgamentos</h3>
<p>Com a abertura do Ano Judiciário, os primeiros julgamentos do plenário estão previstos para começar na próxima quarta-feira (4). Entre os temas iniciais, os ministros devem analisar a validade de normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que impõem limites ao uso de redes sociais por magistrados.</p>
<p>No dia 11 de fevereiro, o STF deve discutir até que ponto a liberdade de expressão pode ser restringida em situações que envolvam danos à honra e à imagem. O caso tem como origem uma ação movida a partir de denúncias de maus-tratos a animais durante a Festa do Peão de Barretos, feitas por uma organização não governamental.</p>
<p>Já no dia 19 de fevereiro, está prevista a análise da constitucionalidade da adoção do programa Escola Sem Partido em âmbito nacional, tema que mobiliza debates intensos nas áreas de educação, política e direitos fundamentais.</p>
<h3>Caso Marielle Franco</h3>
<p>A Primeira Turma do STF agendou para 24 de fevereiro o julgamento presencial da ação penal que trata do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. O processo envolve nomes de peso da política e da segurança pública fluminense.</p>
<p>Respondem como réus o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa, o major da Polícia Militar Ronald Alves de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto, que atuava como assessor de Domingos Brazão. Todos permanecem presos preventivamente.</p>
<p>Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle Franco estaria ligado à atuação política da vereadora contra interesses de grupos ligados a disputas fundiárias em áreas sob influência de milícias no Rio de Janeiro, liderados pelos irmãos Brazão.</p>
<p>A retomada dos trabalhos do STF em 2026, portanto, ocorre sob forte atenção pública, com decisões que prometem repercutir diretamente no cenário político, jurídico e social do país.</p>
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		<title>Lula destaca ação do STF contra arbitrariedade e regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 19:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[arbítrio]]></category>
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		<category><![CDATA[Retrocesso]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sessão de abertura do Ano do Judiciário 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou hoje (1º) a importância da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa da sociedade contra o arbítrio e retrocesso.“É nosso dever registrar o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da sociedade brasileira [&#8230;]]]></description>
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<div>Na sessão de abertura do Ano do Judiciário 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou <span id="OBJ_PREFIX_DWT138_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (1º) a importância da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa da sociedade contra o arbítrio e retrocesso.“É nosso dever registrar o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da sociedade brasileira contra o arbítrio. Daqui desta sala, contra a qual se voltou o mais concentrado ódio dos agressores, partiram decisões corajosas e absolutamente necessárias para enfrentar e deter o retrocesso, o negacionismo e a violência política”, disse, ao lado da presidente do STF, Rosa Weber.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No discurso, o presidente afirmou que os atos golpistas de <span id="OBJ_PREFIX_DWT139_com_zimbra_date" role="link">8 de janeiro</span> mostraram a face mais absurda da violência e do ódio e não nasceram “por geração espontânea, mas cultivados em sucessivas investidas contra o direito e a Constituição, com o objetivo de sustentar um projeto autoritário de poder”. E disse ainda que “levará essa indignação&#8221; para o resto de sua vida.</p>
<p>“E sei que ela me fez redobrar a disposição de defender a democracia, conquistada a duras penas pelo povo brasileiro”.</p>
<p>Segundo o presidente, os ataques, no entanto, não foram capazes de abalar os ministros da Corte Suprema na missão de defender a Constituição.</p>
<p>“Mais do que um plenário reconstruído, o que vejo aqui é o destemor de ministras e ministros na defesa de nossa Carta Magna. Vejo a disposição inabalável de trabalhar dia e noite para assegurar que não haja um milímetro de recuo em nossa democracia”, acrescentou.</p>
<p>Lula assegurou que, assim como nos dois mandatos anteriores, seu governo irá trabalhar em harmonia e respeito institucional com o Judiciário.</p>
<p>“O povo brasileiro não quer conflitos entre as instituições. Não quer agressões, intimidações nem o silêncio dos poderes constituídos. O povo brasileiro quer e precisa, isso sim, de muito trabalho, dedicação e esforços dos Três Poderes no sentido de reconstruir o Brasil”, afirmou o presidente. Ele enfatizou que os “reais inimigos são outros: a fome, a desigualdade, a falta de oportunidades, o extremismo e a violência política, a destruição ambiental e a crise climática”.</p>
<p>Antes de Lula, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que, nas última semanas, a democracia brasileira demonstrou sua importância e que permanecerá. Pacheco defendeu também punição rigorosa aos responsáveis pelos atos antidemocráticos. “Temos obrigação constitucional de convivermos em harmonia. Qualquer gesto que vise a desarmonia entre os Poderes da República afronta a Constituição”.</p>
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