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	<title>Aneel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Aneel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Deputado recorre à Justiça para barrar aumento de até 15% na conta de luz no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/deputado-recorre-a-justica-para-barrar-aumento-de-ate-15-na-conta-de-luz-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[aumento de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) ingressou com uma ação popular na Justiça Federal do Rio de Janeiro para tentar suspender o reajuste nas tarifas de energia elétrica autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida permite aumento médio de até 15,46% nas contas de luz para parte dos consumidores do estado. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) ingressou com uma ação popular na Justiça Federal do Rio de Janeiro para tentar suspender o reajuste nas tarifas de energia elétrica autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida permite aumento médio de até 15,46% nas contas de luz para parte dos consumidores do estado.</p>
<p>Segundo o parlamentar, a decisão da agência reguladora representa um impacto significativo para os consumidores, já que o percentual autorizado supera em mais de três vezes a inflação acumulada em 12 meses, que estava em 4,44% até janeiro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>O reajuste aprovado pela Aneel afeta clientes atendidos pela Enel Rio, concessionária responsável por cerca de 2,79 milhões de unidades consumidoras em 66 municípios fluminenses. Já para os consumidores da Light, que atende aproximadamente 3,96 milhões de clientes em 31 cidades, incluindo a capital, o aumento médio autorizado é de 8,59%.</p>
<p>De acordo com a agência reguladora, os índices definidos no processo tarifário refletem custos do setor elétrico, como encargos setoriais e despesas relacionadas à compra, transporte e distribuição de energia. A Aneel também apontou que ajustes financeiros de ciclos tarifários anteriores influenciaram o cálculo do novo valor.</p>
<p>Na ação judicial, Lindbergh argumenta que o reajuste impõe um peso excessivo ao orçamento das famílias, sobretudo em um cenário de inflação mais baixa. O deputado também questiona se as concessionárias estão repassando aos consumidores créditos tributários obtidos após decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.</p>
<p>Além do processo judicial, o parlamentar informou que iniciou uma mobilização pública com um abaixo-assinado contra o aumento. Os novos valores nas tarifas de energia devem entrar em vigor a partir do dia 15 de março, conforme autorização da Aneel.</p>
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		<title>Aneel mantém bandeira vermelha patamar 1 em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-mantem-bandeira-vermelha-patamar-1-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 14:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira vernelha]]></category>
		<category><![CDATA[custo da energia em novembro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) que a bandeira tarifária permanecerá no patamar vermelho 1 ao longo de novembro. Com isso, os consumidores terão um acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de luz. A decisão mantém o cenário de custo elevado para a geração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) que a bandeira tarifária permanecerá no patamar vermelho 1 ao longo de novembro. Com isso, os consumidores terão um acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de luz.</p>
<p>A decisão mantém o cenário de custo elevado para a geração de energia no país. Após dois meses sob bandeira vermelha patamar 2 — o nível mais caro do sistema, que adicionava R$ 7,87 por 100 kWh — o indicador havia sido reduzido para o patamar 1 em outubro. Agora, a Aneel opta por manter o alerta.</p>
<p>Segundo a agência, o principal fator para a continuidade da cobrança adicional é o baixo volume de chuvas, que compromete os reservatórios responsáveis pela geração hidrelétrica. “O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar termelétricas, que têm custo mais elevado”, informou a Aneel.</p>
<p>A agência também destacou a limitação da energia solar no atual contexto. Por ser uma fonte intermitente, ela não injeta eletricidade durante todo o dia, exigindo o acionamento de termelétricas — especialmente nos horários de maior consumo.</p>
<h3>Como funcionam as bandeiras tarifárias</h3>
<p>Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias informa mensalmente o custo real da geração de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<ul>
<li>Bandeira verde: sem cobrança adicional.</li>
<li>Bandeira amarela ou vermelha: acréscimos proporcionais ao custo de produção, aplicados a cada 100 kWh consumidos.</li>
</ul>
<p>Com a manutenção da bandeira vermelha em novembro, o consumidor deve ficar atento ao uso consciente da energia, já que as condições climáticas seguem pressionando o sistema elétrico e elevando o custo da geração no país.</p>
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		<item>
		<title>Aneel reduz tarifa de energia para bandeira amarela em novembro após melhora nas chuvas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-reduz-tarifa-de-energia-para-bandeira-amarela-em-novembro-apos-melhora-nas-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 16:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira tarifária]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária de energia elétrica será amarela em novembro, resultando em uma taxa adicional de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos. A mudança ocorre após dois meses sob a bandeira vermelha de nível 2, a mais alta, que acrescentava R$ 7,877 por 100 kWh [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária de energia elétrica será amarela em novembro, resultando em uma taxa adicional de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos. A mudança ocorre após dois meses sob a bandeira vermelha de nível 2, a mais alta, que acrescentava R$ 7,877 por 100 kWh nas contas. Esse ajuste foi possível devido a uma recente melhora no volume de chuvas, que suavizou os custos de geração, apesar de as previsões meteorológicas indicarem volumes de chuva ainda abaixo da média.</p>
<p>A decisão vem após um histórico de oscilações nas tarifas nos últimos meses: em julho, a bandeira foi amarela; em agosto, voltou ao verde, sem cobranças adicionais; mas em setembro e outubro, devido ao calor intenso e à seca, foi necessária a ativação das bandeiras vermelhas nos níveis 1 e 2, respectivamente.</p>
<p>**Sistema de bandeiras tarifárias: previsibilidade para o consumidor**</p>
<p>Desde sua criação em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias da Aneel busca repassar ao consumidor as variações no custo de geração de energia. Em tempos de menor custo de produção, a bandeira verde é ativada, sem tarifas adicionais. Já as bandeiras amarela e vermelha, nos patamares 1 e 2, indicam maiores custos e representam acréscimos de R$ 1,885, R$ 4,463 e R$ 7,877 por 100 kWh, respectivamente. Em períodos de crise hídrica severa, como ocorreu entre setembro de 2021 e abril de 2022, a tarifa de escassez hídrica chegou a somar R$ 14,20 por 100 kWh.</p>
<p>A Aneel ressalta que as bandeiras também permitem que os consumidores adotem medidas para reduzir seus gastos, oferecendo uma visão clara dos custos associados ao consumo de energia em diferentes momentos do ano.</p>
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		<item>
		<title>Aneel adota bandeira vermelha patamar 2 em setembro e alerta para aumento na conta de luz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-adota-bandeira-vermelha-patamar-2-em-setembro-e-alerta-para-aumento-na-conta-de-luz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 18:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
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		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[patamar 2]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de setembro será vermelha no patamar 2, representando um aumento significativo nos custos da energia elétrica. A decisão foi impulsionada pela previsão de baixa incidência de chuvas, clima seco e temperaturas elevadas, que obrigam o acionamento de usinas termelétricas, mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de setembro será vermelha no patamar 2, representando um aumento significativo nos custos da energia elétrica. A decisão foi impulsionada pela previsão de baixa incidência de chuvas, clima seco e temperaturas elevadas, que obrigam o acionamento de usinas termelétricas, mais caras que as hidrelétricas.</p>
<p>Este é o primeiro acionamento da bandeira vermelha patamar 2 desde agosto de 2021, rompendo um longo período de bandeiras verdes, que havia começado em abril de 2022 e foi interrompido brevemente em julho de 2024 com a bandeira amarela. Agora, com o retorno da bandeira vermelha, o custo adicional será de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.</p>
<p>A Aneel destaca que a combinação de chuvas abaixo da média e temperaturas superiores ao normal para o período resulta em uma diminuição significativa dos níveis de água nos reservatórios das hidrelétricas, obrigando o uso de termelétricas. Estas usinas, embora essenciais para garantir o fornecimento de energia, têm um custo de operação elevado, o que impacta diretamente as tarifas de energia.</p>
<p>As bandeiras tarifárias, implementadas pela Aneel em 2015, são uma forma de sinalizar ao consumidor os custos variáveis da geração de energia. As cores verde, amarela e vermelha (com dois patamares) indicam o nível de custo da energia, sendo a bandeira vermelha a que implica maior acréscimo na conta de luz. Essa transparência permite que os consumidores ajustem seu consumo de acordo com as condições do sistema elétrico, promovendo um uso mais consciente da energia.</p>
<p>A Aneel reforça a importância de um consumo responsável durante o período de vigência da bandeira vermelha, destacando que a economia de energia é crucial para a preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade do setor elétrico no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Usuários de energia já pagaram R$ 25,8 bilhões em subsídios neste ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/usuarios-de-energia-ja-pagaram-r-258-bilhoes-em-subsidios-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 18:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
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		<category><![CDATA[Custos]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os consumidores brasileiros já pagaram, este ano, R$ 25,8 bilhões em subsídios embutidos nos impostos da conta de energia elétrica. O montante equivale a 12,59% da tarifa média paga pelas residências no país. O levantamento foi divulgado hoje (29) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio do Subsidiômetro, uma ferramenta criada para detalhar os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os consumidores brasileiros já pagaram, este ano, R$ 25,8 bilhões em subsídios embutidos nos impostos da conta de energia elétrica. O montante equivale a 12,59% da tarifa média paga pelas residências no país. O levantamento foi divulgado hoje (29) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio do <a href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiY2Q1YjdlZTEtMzQ2ZS00OTIyLThiODctZDY2NTRhMDFhMmFjIiwidCI6IjQwZDZmOWI4LWVjYTctNDZhMi05MmQ0LWVhNGU5YzAxNzBlMSIsImMiOjR9" target="_blank" rel="noopener">Subsidiômetro</a>, uma ferramenta criada para detalhar os subsídios presentes no setor elétrico e qual o custo deles para o consumidor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O relatório digital consolida dados fornecidos pelas distribuidoras de energia e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) sobre os itens de custo que compõem a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que é o fundo setorial que tem como objetivo prover recursos para diversas políticas públicas do setor elétrico. Nos últimos cinco anos, a CDE dobrou seu orçamento, passando de R$ 15,99 bilhões, em 2017, para R$ 32,10 bilhões em 2022.</p>
<p>Do valor pago na fatura para a CDE, por exemplo, R$ 8,9 bilhões foram para a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), usados para custear a geração termelétrica nos sistemas isolados, que não foram conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), como regiões da Amazônia. O custeio da geração por fontes renováveis também levou R$ 6,9 bilhões. Outros R$ 3,3 bilhões foram para a Tarifa Social, para o custeio de desconto a famílias de baixa renda.</p>
<p>Na Geração Distribuída, o subsídio chega a R$ 2,2 bilhões, que incluem os sistemas de micro e minigeração de energia, aquela energia produzida pelos próprios consumidores, em sua maioria a partir de painéis solares.</p>
<p>Para o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, alguns desses subsídios são voltados a políticas sociais, “cujo mérito são inquestionáveis”, mas os consumidores devem conhecer quem se beneficia dos valores pagos “e decidir se esses benefícios incluídos nos subsídios compensam os valores pagos na fatura”. “A CDE precisa ser pensada como orçamento público, por meio do qual novas despesas devem estar limitadas a novas fontes de receita. A conta de energia elétrica não pode ser encarada como uma fonte infinita de financiamento de política pública”, disse, durante apresentação do Subsidiômetro, em reunião ordinária da diretoria da Aneel.</p>
<p>“O esclarecimento da sociedade e também dos formuladores de políticas públicas em relação a essa pauta é fundamental para que as decisões sejam tomadas com o devido conhecimento dos seus impactos”, explicou. Nessa linha, segundo Feitosa, o Congresso Nacional tem feito mudanças legislativas no sentido de reverter a tendência da implantação de subsídios na conta de energia elétrica.</p>
<p>Para ele, o elevado custo da CDE e dos subsídios como um todo “tem limitado o papel da energia elétrica como vetor de ganho de produtividade, competitividade e bem-estar pessoal”.</p>
<p>“A discussão, para ser justa, deveria se pautar nos esforços em diminuir as tarifas de energias elétrica, reduzir os subsídios custeados por meio de tarifas, buscar novas fontes de receita para a CDE, ou seja, pautas que ampliem o bem-estar social da população, aumentem a competitividade do país e da indústria, facilitem a arrecadação de impostos com tarifas médias, assegurem a remuneração adequada e aderente aos riscos dos negócios para os empreendedores de geração distribuída, como também geração centralizada e distribuidores, evitando transferências injustas de renda”, argumentou.</p>
<h2>Geração Distribuída</h2>
<p>A partir de 2023, conforme o <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.300-de-6-de-janeiro-de-2022-372467821" target="_blank" rel="noopener">Marco Legal da Geração Distribuída</a>, parte dos subsídios da micro e minigeração de energia passam a ser incluídos na CDE. Segundo Feitosa, a estimativa atual de custos é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão, arcados apenas pelo mercado cativo (aqueles que compram da distribuidora local de energia). “Ou seja, mais aumento nas contas da CDE”, destacou.</p>
<p>O diretor-geral da Aneel contou que um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional (PL 2703/2022) prevê a postergação desse prazo. Mas isso, segundo ele, agravaria mais esse quadro em aproximadamente R$ 25 bilhões a serem incluídos de forma implícita na tarifa ao longo dos próximos anos.</p>
<p>“Também, além de trazer insegurança ao setor, uma vez que propõem-se a rediscutir alteração de uma lei que tem menos de um anos de aplicação e que terá como resultado a ampliação de benefícios para um pequeno grupo de consumidores em desfavor da maioria esmagadora dos consumidores que arcarão com esses custos”, argumentou.</p>
<p>Segundo Feitosa, além dos custos incluídos da CDE, já estão previsto para 2023, implícitos na tarifa de energia, aproximadamente 4 bilhões para os subsídios.</p>
<p>A <a href="https://antigo.aneel.gov.br/consultas-publicas" target="_blank" rel="noopener">Aneel</a> está com consultas públicas abertas sobre a regulação do marco legal e para detalhar como os benefícios tarifários previstos serão contemplados na CDE e nos processos tarifários das distribuidoras.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Aneel: tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-tarifa-de-energia-eletrica-deve-subir-em-media-56-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 20:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que a tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023. O dado foi apresentado nesta quarta-feira (23) ao grupo de Minas e Energia do governo de transição. A projeção da agência é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que a tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023. O dado foi apresentado nesta quarta-feira (23) ao grupo de Minas e Energia do governo de transição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A projeção da agência é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras, reajuste entre 5% e 10%; 17 distribuidoras, reajuste entre 0% e 5%; e 13 distribuidoras, reajuste inferior a 0%.</p>
<p>No relatório apresentado durante a reunião com o grupo de transição, a Aneel destacou que os percentuais de reajuste dependem de premissas que podem ser alteradas até a homologação dos processos tarifários.</p>
<p>No encontro com o grupo de Minas e Energia, foram abordados ainda temas como a abertura do mercado livre, a evolução das tarifas, a qualidade do serviço, questões relativas à tarifa social, universalização, qualidade do serviço e satisfação do usuário.</p>
<p>“A Aneel apresentou durante o encontro um panorama das principais questões em discussão no setor elétrico, relativas aos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização, além dos temas que estão atualmente em debate que merecem maior atenção da equipe de transição”, informou a agência.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Aneel leiloa 13 lotes de transmissão de energia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-leiloa-13-lotes-de-transmissao-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 00:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Linhas de Transmissão de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou hoje (30) um leilão para a construção, operação e manutenção de 5.425 quilômetros de linhas de transmissão e de 6.180 mega-volt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações. O leilão foi dividido em 13 lotes, com investimentos previstos da ordem de R$ 15,3 bilhões e geração de 31.697 empregos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou <span id="OBJ_PREFIX_DWT2026_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (30) um leilão para a construção, operação e manutenção de 5.425 quilômetros de linhas de transmissão e de 6.180 mega-volt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações. O leilão foi dividido em 13 lotes, com investimentos previstos da ordem de R$ 15,3 bilhões e geração de 31.697 empregos diretos em 13 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As instalações de transmissão fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República.</p>
<p>As empresas vencedoras do leilão terão de concluir as obras entre 42 a 60 meses, contados da assinatura dos contratos. Já o prazo de concessão das linhas será de 30 anos.</p>
<p>O valor global da Receita Anual Permitida de referência (RAP máxima) a ser paga aos empreendedores é de aproximadamente R$ 2,2 bilhões.</p>
<p>A diretora-geral substituta da Aneel, Camila Bonfim, disse que o sucesso do leilão foi possível porque há um ambiente seguro e atrativo para investimentos no setor elétrico, construído ao longo de anos com governança bem estruturada, segurança jurídica, estabilidade e previsibilidade regulatória.</p>
<p>“Trabalhamos com regulamentos que incentivam a competição e a inovação para assegurar serviço de qualidade e tarifa justa. Vamos continuar com esse propósito que tem resultado no sucesso de leilões de transmissão”, garantiu.</p>
<p>O secretário adjunto do Ministério de Minas e Energia, José Roberto Bueno Júnior, afirmou que as obras concedidas <span id="OBJ_PREFIX_DWT2053_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> contribuirão de maneira relevante com a continuidade da operação confiável do Sistema Interligado Nacional, promovendo suprimento adequado aos consumidores de energia do país sempre em linha com a busca pela modicidade tarifária na indicação de novas soluções de expansão.</p>
<p>&#8220;As expansões leiloadas <span id="OBJ_PREFIX_DWT2054_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> são relevantes porque proporcionarão também a abertura da margem de conexão para empreendimentos de geração renovável no estado de Minas Gerais, cujo potencial para energia fotovoltaica se mostrou viável e com aproveitamento benéfico para o sistema elétrico brasileiro&#8221;, destacou.</p>
<h2>Veja o que foi arrematado:</h2>
<p>O vencedor do Lote 1, que tem extensão de 1.269 km e potência de 1.350 MVA, abrangendo cidades nos estados de Minas Gerais e São Paulo, com a finalidade de expandir a capacidade de transmissão da Região Norte de Minas Gerais, foi o Consórcio Verde, pelo valor de R$ 283,3 milhões , com deságio de 47,34% sobre a RAP de R$ 538.002.334,19.</p>
<p>O vencedor do Lote 2 foi a NeoEnergia. Neste lote, a extensão é de 1.707 km, nos estados de São Paulo e Minas Gerais, com a finalidade de expansão da capacidade de transmissão da região Norte de Minas Gerais. O valor oferecido foi de R$ 360 milhões, o que representa um deságio de 50,33% sobre o valor de referência de R$ 724.733,986,08.</p>
<p>O Lote 3 foi arrematado por R$ 285,7 milhões, com deságio de 46,7% sobre o RAP de R$ 536.601.473,45, pelo CTEEP. A extensão desse lote é de 1.139 km, nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com a finalidade de expansão da capacidade de transmissão da região Norte de Minas Gerais.</p>
<p>O Lote 4, que tem extensão de 217 km, no estado do Amapá, tem o objetivo de dar uma solução estrutural para aumento da confiabilidade do atendimento a Macapá, foi arrematado por R$ 38,893 milhões pela Zopone Engenharia e Comércio LTDA. O deságio com relação ao RAP (R$ 40.940.124,37) chegou a 5%.</p>
<p>Com extensão de 113 km, o Lote 5, que abrange os estados da Bahia e Sergipe, foi arrematado pelo consórcio Sterlite Brazil Participações por R$ 22 milhões, com deságio de 26,52% em relação ao valor de referência de R$ 29.941.042,18. A finalidade deste lote é a de aumentar a capacidade de transmissão e atendimento às cargas no estado do Sergipe.</p>
<p>O Lote 6, com potência de 600 MVA, no município de Guarulhos, em São Paulo, foi vendido por R$ 13,4 milhões para a CTEEP, com deságio de 59,21% em relação ao valor de referência de R$ 32.932.281,21.</p>
<p>O Lote 7, que deve atender ao crescimento de carga na região Sudeste do Pará, com potência de 450 MVA, foi arrematado pelo Consórcio Engie Brasil Transmissão, por R$ 6.484.596,00, o que representa um deságio de 59,9% com relação à RAP de R$ 16.171.062,27</p>
<p>O Lote 8, com extensão de 11 km, em Rondônia, e finalidade de integrar o Humaitá ao SIN, dando aumento da capacidade de atendimento à região de Porto Velho, ficou com a empresa Centrais Elétricas do Norte do Brasil que pagou R$ 12.252.258,58. O deságio foi de 38,57% com relação a RAP de R$ 19.946.015,82.</p>
<p>O Lote 9, que tem extensão de 505 km no Mato Grosso e Pará, para suprir as regiões de Cláudia e Novo Progresso e valor de referência de R$ 130.666.279,71, foi arrematado pela Sterlite Brazil Participações por R$ 87,6 milhões , com deságio de 32,96%.</p>
<p>O vencedor do Lote 10, com extensão de 159 km, em Santa Catarina, para atendimento elétrico à Região Oeste do estado de Santa Catarina e região Sudeste, bem como garantir o controle de tensão no Sistema de São Paulo, foi a Taesa com o valor de R$ 18,7 milhões, o que gerou um deságio de 47,96 % sobre o valor de referência que era de R$ 36.104.540,82.</p>
<p>O Lote 11, com extensão de 291 km no Mato Grosso do Sul, com potência de 300 MVA foi arrematado por R$ 38,2 milhões pela Neoenergia S.A.. Com relação ao valor de referência de R$ 70.406.099,76, o deságio foi de 45,74%.</p>
<p>O Lote 12, com extensão de 13 km e atendimento à região metropolitana de Manaus, no Amazonas, e valor de referência de R$ 32.306.394,47, foi vencido para Energisa Transmissão de Energia, pelo valor de R$ 17,6 milhões, com deságio de 45,26%.</p>
<p>O Lote 13, que fica no Acre foi vencido por R$ 22,4 milhões. Nesse caso, no qual a finalidade é o controle de tensão no sistema elétrico do estado do Acre, o valor de referência era de R$ 32.500.233,13 e o deságio foi de 31%, oferecido pelo Consórcio Norte.</p>
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		<title>Aneel reajusta bandeiras tarifárias em até 64%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-reajusta-bandeiras-tarifarias-em-ate-64/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 15:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Bandeiras tarifárias]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (21) o novo reajuste das bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade. Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira. Os aumentos não encarecerão as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (21) o novo reajuste das bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade. Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os aumentos não encarecerão as contas de luz porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde, quando não ocorre cobrança adicional. Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023.</p>
<p>Segundo a Aneel, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.</p>
<p><strong>Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:</strong></p>
<p><strong>Bandeira verde:</strong> sem cobrança adicional;<br />
<strong>Bandeira amarela:</strong> +59,5%, de R$ 1,874 para R$ 2,989 por megawatt-hora (MWh);<br />
<strong>Bandeira vermelha patamar 1:</strong> +63,7%, de R$ 3,971 para R$ 6,500 por megawatt-hora (MWh);<br />
<strong>Bandeira vermelha patamar 2:</strong> +3,2%, de R$ 9,492 para R$ 9,795 por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Desde 16 de abril, vigora no Brasil a bandeira verde, quando foi antecipado o fim da bandeira de escassez hídrica. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano.</p>
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		<title>Aneel está com uma consulta pública para avaliar edital de leilão de energia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aneel-esta-com-uma-consulta-publica-para-avaliar-edital-de-leilao-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está com uma consulta pública até o dia 27 de junho para subsidiar a aprovação do edital e anexos dos Leilões de Energia Nova A-5 e A-6, de 2022. Os certames estão previstos para ocorrer no dia 16 de setembro e preveem a contratação de energia elétrica a partir de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está com uma <a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/consultas-publicas" target="_blank" rel="noopener">consulta pública</a> até o dia 27 de junho para subsidiar a aprovação do edital e anexos dos Leilões de Energia Nova A-5 e A-6, de 2022. Os certames estão previstos para ocorrer no dia 16 de setembro e preveem a contratação de energia elétrica a partir de novos empreendimentos de geração de fonte hídrica, eólica, solar fotovoltaica e térmica. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Leilão de Energia Nova A-5 será objeto de Contrato de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), nas modalidades: quantidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimento hidrelétrico (CGH, PCH, UHE até 50 MW); quantidade, com prazo de suprimento de 15 anos, para empreendimento eólico e solar fotovoltaico; e disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimentos termelétricos à biomassa, a resíduos sólidos urbanos, a carvão mineral nacional e a biogás</p>
<p>O Leilão Nova A-6 negociará contratos por: quantidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimento hidrelétrico (CGH, PCH, UHE até 50 MW); quantidade, com prazo de suprimento de 15 anos, para empreendimento eólico; e disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimentos termelétricos à biomassa, a resíduos sólidos urbanos e a gás natural.</p>
</div>
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		<title>Energia solar deve responder por 17% da matriz brasileira até 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/energia-solar-deve-responder-por-17-da-matriz-brasileira-ate-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 17:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (5) que até 2031, a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz brasileira. De acordo com o ministro, atualmente as fontes fotovoltaicas correspondem a 7,7% da eletricidade gerada no país. “No ano passado, a geração distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (5) que até 2031, a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz brasileira. De acordo com o ministro, atualmente as fontes fotovoltaicas correspondem a 7,7% da eletricidade gerada no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“No ano passado, a geração distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento no mundo, superada apenas por países como Estados Unidos, China e Índia. Eu acho que nós estamos muito bem posicionados”, acrescentou  o ministro ao falar na abertura de um seminário promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A geração distribuída é a forma de produção de energia feita, em geral, pelos próprios consumidores, como as residências ou empresas que possuem placas para geração de energia solar.</p>
<p>Em relação a energia eólica, Bento Albuquerque explicou que a previsão é manter ao longo da próxima década o percentual de 11% de presença na matriz energética do pais. “A geração eólica cresceu 330% desde 2014. E é atualmente responsável por mais de 11% da nossa matriz elétrica”.</p>
<h2>Leilão</h2>
<p>Albuquerque confirmou que deve acontecer em junho o leilão de concessão para construção de linhas e instalações de transmissão de energia. Serão leiloados 13 lotes que abrangem 13 estados, com uma previsão de R$ 15,3 bilhões em investimentos e a instalação de 4,5 mil quilômetros em linhas de transmissão.</p>
</div>
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