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	<title>André Mendonça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>André Mendonça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>TSE escolhe nova liderança: Nunes Marques assumirá presidência e Mendonça será vice</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu sua nova cúpula para o próximo biênio, com a eleição do ministro Kássio Nunes Marques como presidente da Corte e do ministro André Mendonça para a vice-presidência. A escolha foi realizada em votação simbólica nesta terça-feira (14). Atual vice-presidente do tribunal, Nunes Marques assumirá o comando após o término [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu sua nova cúpula para o próximo biênio, com a eleição do ministro Kássio Nunes Marques como presidente da Corte e do ministro André Mendonça para a vice-presidência. A escolha foi realizada em votação simbólica nesta terça-feira (14).</p>
<p>Atual vice-presidente do tribunal, Nunes Marques assumirá o comando após o término do mandato da ministra Cármen Lúcia, previsto para o fim de maio. A data exata da posse ainda não foi divulgada.</p>
<p>A eleição tem caráter simbólico porque segue o critério de antiguidade entre os ministros oriundos do Supremo Tribunal Federal (STF) que integram o TSE. Nesse sistema, a sucessão ocorre de forma automática, respeitando a ordem de ingresso na Corte.</p>
<p>A antecipação do processo foi motivada pela proximidade do calendário eleitoral. Cármen Lúcia optou por deixar a presidência antes do fim de seu período no tribunal para permitir uma transição administrativa mais organizada e garantir estabilidade na condução das eleições de 2026.</p>
<p>Com a mudança, o TSE inicia a preparação para o próximo pleito nacional sob nova liderança. Caberá ao futuro presidente coordenar a logística eleitoral, supervisionar a aplicação das normas e conduzir ações de enfrentamento a desafios como a desinformação e o uso indevido de tecnologias digitais no processo democrático.</p>
<p>A Corte eleitoral é composta por sete ministros, incluindo integrantes do STF, do Superior Tribunal de Justiça e juristas indicados, sendo responsável pela organização e fiscalização das eleições em todo o país.</p>
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		<title>Mendonça estabelece prazo de 60 dias para revisão de acordos da Lava Jato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 23:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[acordos de leniência]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou um período de 60 dias para que órgãos públicos e empresas envolvidas possam renegociar os termos dos acordos de leniência da Operação Lava Jato. Além disso, ele ordenou a suspensão de quaisquer sanções caso as empresas não cumpram os pagamentos acordados dentro desse prazo, efetivamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou um período de 60 dias para que órgãos públicos e empresas envolvidas possam renegociar os termos dos acordos de leniência da Operação Lava Jato. Além disso, ele ordenou a suspensão de quaisquer sanções caso as empresas não cumpram os pagamentos acordados dentro desse prazo, efetivamente interrompendo o cumprimento das obrigações.</p>
<p>Os acordos de leniência envolvem empresas que concordam em reembolsar os cofres públicos e colaborar com investigações em troca de benefícios, como a continuação de contratos com o governo.</p>
<p>Nesta segunda-feira (26), Mendonça conduziu uma audiência de conciliação com empresas, a Procuradoria-Geral da República e diversos órgãos federais, incluindo a Controladoria-Geral da União e a Advocacia-Geral da União (AGU). Representantes do Tribunal de Contas da União (TCU) também estiveram presentes.</p>
<p>Segundo informações do STF, o ministro negou durante a reunião estar promovendo um &#8220;revisionismo histórico&#8221; dos acordos. Mendonça é relator de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) na qual os partidos Psol, PCdoB e Solidariedade solicitam a suspensão dos acordos de leniência.</p>
<p>Esses partidos argumentam que houve abusos nas negociações, especialmente por terem sido realizadas antes do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) de 2020, assinado entre os órgãos de controle e o STF, que regulamentou os acordos de leniência.</p>
<p>Os acordos de leniência da Lava Jato foram firmados na década passada, envolvendo várias empresas, como as empreiteiras Odebrecht e J&amp;F, dos irmãos Batista. Essas empresas concordaram em pagar multas bilionárias e colaborar com as investigações da Lava Jato.</p>
<p>Como resultado desses acordos, dezenas de executivos admitiram ter cometido crimes e irregularidades em contratos com a Petrobras.</p>
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