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	<title>Anderson Gomes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Anderson Gomes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Moraes autoriza transferência de Domingos Brazão ao sistema prisional do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-autoriza-transferencia-de-domingos-brazao-ao-sistema-prisional-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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		<category><![CDATA[Domingos Brazão]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) que Domingos Inácio Brazão seja transferido do regime federal de segurança máxima para o sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro. Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), foi condenado a 76 anos e três [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) que Domingos Inácio Brazão seja transferido do regime federal de segurança máxima para o sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro.</p>
<p>Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), foi condenado a 76 anos e três meses de prisão pelo papel como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em 2018. A pena foi fixada pela Primeira Turma do STF em fevereiro de 2026 após longo processo penal.</p>
<p>Desde março de 2024, ele cumpre prisão preventiva na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, unidade de segurança máxima destinada a presos considerados de alto risco ou com vínculos que possam representar ameaça à ordem ou à investigação.</p>
<p>O pedido de transferência foi apresentado pela defesa de Brazão sob o argumento de que, com o encerramento definitivo do julgamento e a confirmação da condenação, não há mais necessidade de mantê-lo na estrutura federal. O ministro Moraes acolheu a justificativa e determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap/RJ) informe, no prazo de 48 horas, qual unidade prisional estadual poderá receber o réu condenado.</p>
<p>A expectativa é de que a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, em Bangu, seja indicada para abrigar Brazão, ainda que a definição final da vaga dependa da administração estadual.</p>
<p>Além de Domingos Brazão, seu irmão João Francisco “Chiquinho” Brazão também foi condenado no mesmo processo a 76 anos de prisão pelos mesmos crimes. Outros réus no caso receberam sentenças diferentes: o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, foi sentenciado a 18 anos; o major Ronald Alves de Paula a 56 anos; e o ex-policial Robson Calixto a 9 anos de prisão. Todos permanecem detidos.</p>
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		<title>Família de Marielle celebra prisão dos suspeitos como &#8220;Marco Histórico para a Democracia Brasileira&#8221;</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/familia-de-marielle-celebra-prisao-dos-suspeitos-como-marco-historico-para-a-democracia-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 16:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Murder Inc]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A prisão dos suspeitos de serem os mandantes do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes neste domingo (24) é um marco histórico para a democracia brasileira, conforme declarou a família da vereadora em comunicado. A nota expressa gratidão pelos esforços coordenados das autoridades, ao mesmo tempo em que ressalta a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prisão dos suspeitos de serem os mandantes do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes neste domingo (24) é um marco histórico para a democracia brasileira, conforme declarou a família da vereadora em comunicado. A nota expressa gratidão pelos esforços coordenados das autoridades, ao mesmo tempo em que ressalta a importância de continuar buscando respostas e esclarecimentos sobre o crime.</p>
<p>&#8220;Neste Domingo de Ramos (24), dia de celebrar nossa fé, a luta por justiça, e na liturgia o domingo que antecede a Páscoa sobre recomeços e ressurreição, acordamos com a notícia da operação conjunta da Procuradoria Geral da República, Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Federal&#8221;, inicia o comunicado.</p>
<p>A família destaca que este é um momento significativo após mais de seis anos de espera por respostas sobre os responsáveis pelo assassinato de Marielle e Anderson. Marielle, eleita com expressiva votação na cidade do Rio de Janeiro, era reconhecida por sua luta incansável pelos direitos humanos e pela justiça social, especialmente em prol das comunidades mais marginalizadas.</p>
<p>&#8220;A resolução do caso é central para nós, mas não apenas. Hoje, falamos da importância desta resposta para todo o Brasil, os eleitores de Marielle, para defensoras e defensores de direitos humanos e para a população mais vulnerabilizada desse país&#8221;, destaca o comunicado.</p>
<p>A família ressalta ainda que, apesar das prisões preventivas, ainda há muito a ser esclarecido e investigado, especialmente sobre as motivações por trás deste crime hediondo. Porém, reconhecem os esforços das autoridades e aguardam os desdobramentos da investigação, incluindo eventuais denúncias dos mandantes e responsáveis por obstruir a justiça.</p>
<p>&#8220;Reconhecemos o empenho da Procuradoria Geral da República, da Polícia Federal, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e do Ministro Alexandre de Moraes do STF para avançar por respostas sobre o caso, agora aguardamos o resultado da condução da investigação e a eventual denúncia dos mandantes e de todos os responsáveis pelas obstruções da justiça&#8221;, afirmam.</p>
<p>Por fim, a família de Marielle reafirma seu compromisso com a busca incansável por justiça, destacando que, embora nada possa trazer Marielle de volta, estão um passo mais perto das respostas tão aguardadas.</p>
<p>*Com esperança e determinação,<br />
Marinete, Anielle, Antônio e Luyara.*</p>
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		<title>MPRJ Solicita júri popular e manutenção de prisão para acusado na morte de Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 21:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, solicitando que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, solicitando que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridas em 14 de março de 2018.</p>
<p><strong>Principais Pontos das Alegações Finais</strong></p>
<ul>
<li><strong>Julgamento no Tribunal do Júri:</strong> Os promotores Eduardo Morais Martins e Mario Jessen Lavareda pedem que Suel seja julgado pelo Tribunal do Júri por homicídio duplamente qualificado contra Marielle e Anderson, além de uma tentativa de homicídio duplamente qualificado contra Fernanda Chaves, assessora da vereadora.</li>
<li><strong>Receptação e Prisão Preventiva:</strong> Além dos crimes relacionados às mortes, a acusação inclui a solicitação para que Suel seja julgado por receptação referente ao veículo Cobalt usado no crime. Os promotores também pleiteiam a manutenção da prisão preventiva do réu em um presídio federal de segurança máxima.</li>
<li><strong>Operação Élpis:</strong> Suel foi preso em julho do ano passado na Operação Élpis, realizada pela Polícia Federal e MPRJ, assumindo as investigações desde o início de 2023.</li>
<li><strong>Condenações Anteriores:</strong> Suel já havia sido condenado em 2021 a 4 anos de prisão por atrapalhar investigações, cumprindo pena em regime aberto. Em 2020, ele foi preso na Operação Submersos II.</li>
<li><strong>Liderança Criminosa:</strong> Segundo o MPRJ, Suel e o ex-policial militar Ronnie Lessa, denunciados anteriormente, lideravam o esquema criminoso associado às mortes de Marielle e Anderson. Ambos estão detidos devido à sua suposta participação nos homicídios.</li>
</ul>
<p>O desfecho deste caso será aguardado com atenção, representando um passo significativo na busca por justiça no caso Marielle Franco e Anderson Gomes.</p>
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