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	<title>Américas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Américas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil reforça vacinação e vigilância contra o sarampo diante do avanço da doença nas Américas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece sem circulação endêmica do vírus.</p>
<p>O alerta ocorre em um cenário de expansão do sarampo no continente. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde, os Estados Unidos enfrentam o maior número anual de casos em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou não tinham informação sobre a situação vacinal.</p>
<p>Na América Latina e América do Norte, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados em 2026, de acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<h3>Vigilância é reforçada</h3>
<p>Para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão no Brasil, equipes de saúde realizam busca ativa, investigação epidemiológica, acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e bloqueio vacinal.</p>
<p>A vacinação também foi ampliada em locais públicos e áreas de grande circulação, especialmente nas regiões que registraram casos.</p>
<p>Em São Paulo, as ações foram reforçadas na capital, em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Entre as medidas está a aplicação da chamada dose zero para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Essa dose é complementar ao esquema de rotina, que prevê vacinação aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o Ministério da Saúde também ampliou a resposta após a identificação de casos importados. As equipes atuam na vacinação, investigação de suspeitas, coleta de amostras e acompanhamento de contatos.</p>
<h3>Brasil recuperou status de eliminação</h3>
<p>O país já enfrentou um cenário mais grave recentemente. Em 2019, foram registrados mais de 20 mil casos de sarampo e, após mais de 12 meses de transmissão, o Brasil perdeu a certificação de eliminação da doença.</p>
<p>A situação foi revertida após a interrupção da transmissão sustentada. Em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos no país, sem registro de mortes. Em 2026, os casos registrados até agora estão relacionados à importação ou a situações que ainda são investigadas pelas autoridades de saúde.</p>
<h3>Cobertura vacinal aumentou</h3>
<p>A melhora da vacinação é apontada pelo Ministério da Saúde como um dos fatores que ajudaram o país a recuperar e manter o controle da doença.</p>
<p>Desde 2023, a cobertura das 16 vacinas previstas no calendário infantil aumentou, enquanto o número de crianças sem vacinação caiu 86%, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef.</p>
<p>Em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no país. Em São Paulo, o índice foi de 94,39%, enquanto no Amazonas ficou em 89,54%.</p>
<p>Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação foram realizadas. Mais de 3,8 milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e aproximadamente 192 mil no Amazonas.</p>
<h3>Vacina está disponível gratuitamente</h3>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Quem estiver com alguma dose atrasada deve procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e completar o esquema recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p>A manutenção de altas coberturas vacinais, aliada à identificação rápida de casos e ao acompanhamento dos contatos, é considerada essencial para impedir que infecções trazidas de outros países voltem a provocar transmissão sustentada do vírus no território brasileiro.</p>
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		<title>Fachin alerta para “tentativas de erosão democrática” nas Américas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[erosão democrática]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro Edson Fachin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (12) que países das Américas enfrentam “tempos de apreensão”, marcados por tentativas de enfraquecer instituições democráticas e atacar a independência do Judiciário. A declaração foi feita durante um evento sobre decisões judiciais em casos de direitos humanos. Sem citar diretamente nenhuma nação, Fachin [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (12) que países das Américas enfrentam “tempos de apreensão”, marcados por tentativas de enfraquecer instituições democráticas e atacar a independência do Judiciário. A declaração foi feita durante um evento sobre decisões judiciais em casos de direitos humanos.</p>
<p>Sem citar diretamente nenhuma nação, Fachin apontou a existência de ações que buscam “desconstruir o patrimônio moral” e descumprir tratados internacionais de proteção aos direitos humanos. Ele também advertiu sobre esforços para reduzir a eficácia das normas previstas na Convenção Interamericana de Direitos Humanos e das decisões emitidas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).</p>
<p>— Vivemos tempos de apreensão, com tentativas de erosão democrática e ataques à independência judicial nas Américas — afirmou o ministro.</p>
<p>Fachin reforçou o compromisso que, segundo ele, deve unir todos os operadores do sistema de justiça no continente: a defesa e a promoção dos direitos humanos.</p>
<p>As declarações ocorrem em meio a um cenário de tensão diplomática. No mês passado, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos do ministro Alexandre de Moraes, de familiares e “aliados na Corte” — incluindo Fachin.</p>
<p>Atualmente integrante da Segunda Turma do STF, Fachin assumirá no próximo mês a presidência da Corte, sucedendo Luís Roberto Barroso, que encerra seu mandato de dois anos. A vice-presidência será ocupada por Alexandre de Moraes.</p>
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		<title>Opas emite alerta para risco de surtos de dengue tipo 3 nas Américas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 18:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[dengue 3]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico sobre o risco elevado de surtos de dengue tipo 3 nas Américas. Segundo a entidade, o sorotipo já circula em diversos países do continente, incluindo Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru. A Opas recomenda que os países reforcem a vigilância, o diagnóstico precoce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico sobre o risco elevado de surtos de dengue tipo 3 nas Américas. Segundo a entidade, o sorotipo já circula em diversos países do continente, incluindo Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.</p>
<p>A Opas recomenda que os países reforcem a vigilância, o diagnóstico precoce e a gestão clínica para conter o avanço da doença. O comunicado também menciona que a Argentina registrou casos do sorotipo 3 em 2024, o que reforça a necessidade de monitoramento constante.</p>
<h3><strong>Risco aumentado e impacto na saúde pública</strong></h3>
<p>O vírus da dengue possui quatro sorotipos distintos, e a imunidade adquirida contra um deles não protege contra os outros. Isso significa que infecções subsequentes com sorotipos diferentes podem elevar o risco de quadros graves.</p>
<p>O ressurgimento do sorotipo 3, que não circulava predominantemente no Brasil desde 2008, preocupa especialistas devido à vulnerabilidade de populações que não tiveram exposição prévia ao vírus. Além disso, o sorotipo tem sido associado a casos graves da doença, mesmo em pacientes sem histórico de infecções anteriores por dengue.</p>
<h3><strong>Números alarmantes</strong></h3>
<p>Em 2024, as Américas registraram mais de <strong>13 milhões de casos de dengue</strong>, sendo <strong>22.684 classificados como graves</strong> (0,17%) e <strong>8.186 mortes</strong> associadas à doença.</p>
<p>Nas primeiras semanas de 2025, 23 países e territórios das Américas contabilizaram <strong>238.659 casos</strong>, sendo a maioria concentrada no Brasil (<strong>87%</strong>). Na sequência aparecem:</p>
<ul>
<li><strong>Colômbia:</strong> 5,6% dos casos</li>
<li><strong>Nicarágua:</strong> 2,5%</li>
<li><strong>Peru:</strong> 2,5%</li>
<li><strong>México:</strong> 2,5%</li>
</ul>
<p>Até o momento, <strong>263 casos foram classificados como graves</strong> e <strong>23 mortes foram confirmadas</strong>.</p>
<p>A Opas reforça que a reintrodução do sorotipo 3 pode agravar a situação epidemiológica, exigindo resposta rápida das autoridades sanitárias para evitar um aumento ainda maior nos casos e nas complicações da dengue na região.</p>
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