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	<title>American Airlines &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STJ: Empresa aérea pode proibir venda de milhas, decide 3ª Turma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 18:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deliberou proibir uma agência de turismo de negociar milhas aéreas, respaldando uma cláusula do programa de milhagens que veda a comercialização. Por unanimidade, os ministros consideraram válida essa disposição contratual. Essa é a primeira decisão colegiada do STJ referente à comercialização de milhas aéreas, como destacou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deliberou proibir uma agência de turismo de negociar milhas aéreas, respaldando uma cláusula do programa de milhagens que veda a comercialização. Por unanimidade, os ministros consideraram válida essa disposição contratual.</p>
<p>Essa é a primeira decisão colegiada do STJ referente à comercialização de milhas aéreas, como destacou o presidente da Terceira Turma, ministro Villas Bôas Cueva. O relator, ministro Marco Aurélio Belizze, salientou que o tema nunca foi regulamentado pelo Congresso Nacional, o que levou a aplicação das regras gerais do Código Civil ao caso.</p>
<p>O julgamento envolveu um recurso da companhia aérea American Airlines contra a agência JBJ Turismo. A agência acionou a Justiça após a empresa aérea bloquear a emissão de passagens com milhas adquiridas de terceiros.</p>
<p>Benefício para clientes fiéis</p>
<p>A defesa da American Airlines argumentou que as milhas são um benefício concedido aos clientes fiéis, sendo legítimo que a companhia proíba sua comercialização conforme cláusula contratual. Por outro lado, a agência de turismo defendeu que o contrato é oneroso, pois as milhas são adquiridas pelos clientes, seja na compra de passagens aéreas, seja por meio de aquisição direta no site da companhia. Portanto, alegou que seria abusivo proibir a venda das milhas.</p>
<p>No caso em questão, o proprietário da agência adquiriu 150 mil milhas da American Airlines diretamente no site da companhia, desembolsando cerca de cinco mil dólares, em 2015.</p>
<p>Apesar disso, os ministros da Terceira Turma votaram a favor da companhia aérea. Todos concordaram que as milhas são &#8220;bonificações gratuitas emitidas pela companhia&#8221;, conforme o voto do relator, e, portanto, não seria abusiva a proibição de sua comercialização.</p>
<p>A decisão possui efeitos restritos ao caso específico, mas estabelece um precedente que pode ser invocado por juízes e advogados em processos similares.</p>
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