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	<title>Amazônia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Amazônia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil registra menor índice de desmatamento em seis anos, aponta relatório do MapBiomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil encerrou 2025 com redução no desmatamento em todos os biomas do país e alcançou o menor índice de perda de vegetação nativa dos últimos seis anos. Dados divulgados pelo Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), produzido pelo MapBiomas, mostram que o país teve 984.794 hectares desmatados no ano passado, resultado 20,6% inferior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou 2025 com redução no desmatamento em todos os biomas do país e alcançou o menor índice de perda de vegetação nativa dos últimos seis anos. Dados divulgados pelo Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), produzido pelo MapBiomas, mostram que o país teve 984.794 hectares desmatados no ano passado, resultado 20,6% inferior ao registrado em 2024.</p>
<p>Pela primeira vez desde 2019, a área total devastada ficou abaixo da marca de 1 milhão de hectares em um único ano. Apesar da queda, o levantamento alerta que o ritmo de destruição ainda é elevado. Segundo o relatório, a média diária foi de 2.698 hectares desmatados por dia em território nacional.</p>
<p>Entre os biomas brasileiros, o Pantanal apresentou a maior redução proporcional no período, com queda de 48,4% nas áreas atingidas. Ao todo, o bioma perdeu 12.260 hectares de vegetação nativa ao longo de 2025.</p>
<p>Mesmo com retração nos números, o Cerrado permaneceu como o bioma mais pressionado pelo avanço do desmatamento. Foram 540.614 hectares devastados no ano, o equivalente a mais da metade de toda a área desmatada no país. O levantamento aponta que o bioma perdeu, em média, 1.482 hectares por dia.</p>
<p>A Amazônia aparece na sequência entre as regiões mais afetadas. Em 2025, a floresta registrou perda de 289.478 hectares, uma redução de 23,5% em comparação ao ano anterior. Segundo análise do MapBiomas, o ritmo de destruição no bioma representou cerca de 792 hectares derrubados diariamente.</p>
<p>Os dados também mostram que Amazônia e Cerrado concentraram juntos mais de 84% de toda a área desmatada no Brasil durante o período analisado.</p>
<p>O relatório destaca ainda que as formações savânicas seguem como o tipo de vegetação mais ameaçado no país pelo terceiro ano consecutivo, respondendo por 51,4% de toda a área desmatada em 2025. As formações florestais aparecem logo depois, representando 46,3% das perdas registradas.</p>
<p>A expansão da agropecuária continua sendo a principal causa associada à destruição da vegetação nativa brasileira. Segundo o MapBiomas, esse fator esteve relacionado a mais de 97% do desmatamento acumulado nos últimos sete anos e respondeu por 99% das áreas devastadas em 2025.</p>
<p>A região do Matopiba, formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Mato Grosso, permaneceu entre os principais focos de desmatamento do país. Os estados da região concentraram mais de 63% das áreas desmatadas no período analisado.</p>
<p>O estudo também aponta redução nas perdas registradas dentro de Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Nas áreas protegidas, o desmatamento caiu 21,4% em relação ao ano anterior. Já nas Terras Indígenas, a redução foi de 22%.</p>
<p>Em paralelo aos dados do MapBiomas, outro levantamento divulgado neste ano pelo Global Forest Watch mostrou que o Brasil reduziu em 42% as perdas de cobertura arbórea em florestas tropicais úmidas ao longo de 2025. O estudo internacional atribuiu parte da melhora global nos indicadores ambientais ao desempenho brasileiro.</p>
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		<title>Governo lança programa para reforçar combate ao crime organizado na Amazônia e nas fronteiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-programa-para-reforcar-combate-ao-crime-organizado-na-amazonia-e-nas-fronteiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, garimpo ilegal e outros crimes associados à atuação de facções criminosas.</p>
<p>O programa terá foco especial em áreas indígenas, comunidades tradicionais e municípios considerados estratégicos para rotas criminosas. Segundo o governo, a proposta busca ampliar a presença do Estado em regiões vulneráveis, fortalecendo operações de inteligência, monitoramento territorial e repressão qualificada.</p>
<p>A iniciativa integra o plano nacional Brasil Contra o Crime Organizado e contará com investimento inicial de R$ 209 milhões. Nesta primeira etapa, as ações serão concentradas em 42 municípios distribuídos entre Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Paraná.</p>
<p>Entre os objetivos anunciados pelo Ministério da Justiça estão a desarticulação de organizações criminosas, redução da violência, combate ao recrutamento de jovens por facções e fortalecimento da cooperação entre forças de segurança federais e estaduais. O programa também prevê medidas de inclusão social, incentivo a atividades econômicas sustentáveis e reinserção produtiva de populações vulneráveis.</p>
<p>As operações serão coordenadas pelo Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal, com apoio de um comitê gestor formado por representantes do governo federal e órgãos de segurança pública. A estratégia inclui ainda o uso de tecnologias de monitoramento e análise de dados para rastrear movimentações financeiras e logísticas de grupos criminosos.</p>
<p>Durante o lançamento do programa em Manaus, o ministro da Justiça, Wellington Lima, afirmou que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação conjunta entre os estados e o governo federal. “Enquanto os estados agiam separados, as facções atuavam em rede”, declarou.</p>
<p>A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, destacou que a nova política busca integrar segurança pública, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. “Hoje, sabemos que repressão qualificada, proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e garantia de direitos precisam caminhar juntos”, afirmou.</p>
<p>O governo também anunciou a criação de força-tarefa com apoio da Interpol para ampliar o combate a organizações criminosas transnacionais que atuam nas áreas de fronteira da Amazônia.</p>
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		<title>Lula: COP30 fará o mundo enxergar a Amazônia de forma diferente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-cop30-fara-o-mundo-enxergar-a-amazonia-de-forma-diferente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 13:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante visita à comunidade ribeirinha de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (2) que a COP30 — que será realizada em Belém, de 10 a 21 de novembro de 2025 — será um marco histórico para o Brasil e uma oportunidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante visita à comunidade ribeirinha de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (2) que a COP30 — que será realizada em Belém, de 10 a 21 de novembro de 2025 — será um marco histórico para o Brasil e uma oportunidade de mudar a forma como o mundo vê a Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Essa COP30 é um momento único na história do Brasil, porque estamos obrigando o mundo a olhar a Amazônia com os olhos que ela merece. Não é só pedir para manter a floresta em pé — é preciso garantir condições econômicas, educacionais e de saúde para quem vive e cuida dela”, declarou o presidente.</p></blockquote>
<p>A visita faz parte de uma série de agendas preparatórias para o evento, que reunirá líderes globais em torno das discussões sobre mudança do clima e desenvolvimento sustentável. Antes da conferência, Lula presidirá a Cúpula do Clima, nos dias 6 e 7 de novembro, também em Belém.</p>
<p>Acompanhado da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, Lula ressaltou o papel essencial das comunidades tradicionais na preservação da floresta. Marina destacou que o modo de vida dos ribeirinhos é exemplo de sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“Aqui é exemplo de bioeconomia, de sociobiodiversidade. São pessoas que mantêm a floresta em pé e, ao mesmo tempo, garantem dignidade e sustento para suas famílias”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A Flona do Tapajós abriga cerca de 1,2 mil famílias em mais de 500 mil hectares preservados. A comunidade de Jamaraquá, próxima a Alter do Chão, é reconhecida pelo turismo de base comunitária e pela produção de biojoias e artesanato, atividades que unem tradição, cultura e proteção ambiental.</p>
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		<title>Exposição imersiva resgata memória e vivências do povo Mura, da Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-mura-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[povo Mura]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma jornada sensorial pela floresta amazônica, guiada pela voz e pela memória do povo Mura. Assim é a exposição “Amazônia Imersiva: narrativas indígenas”, aberta nesta segunda-feira (27) no Centro de Realidade Estendida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Curitiba. A mostra gratuita propõe uma experiência única que une tecnologia, arte e ancestralidade para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma jornada sensorial pela floresta amazônica, guiada pela voz e pela memória do povo Mura. Assim é a exposição “Amazônia Imersiva: narrativas indígenas”, aberta nesta segunda-feira (27) no Centro de Realidade Estendida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Curitiba. A mostra gratuita propõe uma experiência única que une tecnologia, arte e ancestralidade para contar a história e os saberes desse povo originário da Amazônia.</p>
<p>Idealizado por Humberto Salgueiro, ex-aluno da PUCPR, o projeto foi criado em parceria com os músicos e irmãos Darlison e Lucas Meireles, descendentes do povo Mura que vivem no norte do Paraná. A realização é da produtora Click Arte Cultura e Educativos e do coletivo Puxirum — palavra que, na língua Mura, significa “mutirão” ou “trabalho coletivo”.</p>
<blockquote><p>“A gente uniu esse intercâmbio cultural de trazer do norte do estado a história do povo Mura para Curitiba. É uma herança passada de geração em geração”, explica Salgueiro.</p></blockquote>
<p>A mostra fica aberta ao público até 11 de novembro, com sessões diárias das 9h às 21h. As visitas devem ser agendadas no site oficial do evento, e a classificação é livre.</p>
<figure id="attachment_86529" aria-describedby="caption-attachment-86529" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86529" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/28-Exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-Mura-da-Amazonia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Exposição Imersiva Resgata Memória E Vivências Do Povo Mura, Da Amazônia Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/28-Exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-Mura-da-Amazonia-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/28-Exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-Mura-da-Amazonia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/28-Exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-Mura-da-Amazonia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/28-Exposicao-imersiva-resgata-memoria-e-vivencias-do-povo-Mura-da-Amazonia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86529" class="wp-caption-text">Exposição Amazônia Imersiva &#8211; Foto Humberto Salgueiro/Divulgação</figcaption></figure>
<h3>Floresta em 360º</h3>
<p>O espaço convida o público a mergulhar na floresta por meio de projeções em 360º, iluminação interativa e até cheiros da mata, que completam a imersão. A cenografia reproduz o ciclo do dia na floresta — sons de pássaros e animais diurnos cedem lugar a grilos e criaturas noturnas conforme a luz muda do dia para a noite.</p>
<blockquote><p>“A gente trouxe essa experiência sensorial de várias formas. As pessoas veem, ouvem e sentem o ambiente. É uma forma diferente de conhecer o Brasil e suas culturas originárias”, destaca Salgueiro.</p></blockquote>
<p>Além da vivência sensorial, a exposição também aborda a chegada dos europeus à Amazônia e as transformações enfrentadas pelos Mura ao longo do tempo.</p>
<p>Os idealizadores planejam levar o projeto a outras cidades do Paraná e, futuramente, para diferentes regiões do país. “A tecnologia pode ser uma aliada poderosa na valorização das culturas indígenas. Uma experiência imersiva desperta curiosidade e respeito pelas nossas origens”, afirma o criador.</p>
<p>O povo Mura vive atualmente na região de Autazes, no Amazonas, às margens do Rio Madeira, e é reconhecido por sua profunda conexão com a natureza. A exposição busca não apenas preservar essa memória, mas também promover a educação ambiental e o respeito à diversidade cultural do Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Amazônia perde área equivalente à França em 40 anos de desmatamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amazonia-perde-area-equivalente-a-franca-em-40-anos-de-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
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		<category><![CDATA[Map]]></category>
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		<category><![CDATA[Solo]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano. Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano.</p>
<p>Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% de sua cobertura original, dos quais 15,3% foram tomados por atividades como pecuária, agricultura, silvicultura e mineração.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% de destruição, apontada pela ciência como possível ponto de não retorno”, alertou o pesquisador Bruno Ferreira, do MapBiomas.</p></blockquote>
<p><strong>Principais transformações em 40 anos</strong></p>
<ul>
<li>Pastagens: de 12,3 milhões de ha (1985) → 56,1 milhões (2024)</li>
<li>Agricultura: de 180 mil ha → 7,9 milhões (crescimento de 44 vezes)</li>
<li>Silvicultura: de 3,2 mil ha → 352 mil ha (110 vezes mais)</li>
<li>Mineração: de 26 mil ha → 444 mil ha</li>
</ul>
<p>A soja responde por 74,4% da área agrícola da Amazônia, com 5,9 milhões de ha, sendo que parte relevante se expandiu após a Moratória da Soja de 2008.</p>
<p>O estudo também aponta que a floresta está ficando mais seca: as áreas de água recuaram 2,6 milhões de ha desde 1985. O período entre 2014 e 2024 concentrou oito dos dez anos mais secos da série histórica.</p>
<p>Há sinais de regeneração: 6,9 milhões de ha (2% da área verde da Amazônia) estão em recuperação, embora ainda sob risco.</p>
<p>O governo federal, por meio do CIPPCD, do Inpe e com apoio do Fundo Amazônia, reforça a fiscalização com drones, helicópteros e recursos extras. A meta é zerar o desmatamento ilegal até 2030.</p>
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		<item>
		<title>Governo lança pacote de medidas ambientais e critica projeto de flexibilização do licenciamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-pacote-de-medidas-ambientais-e-critica-projeto-de-flexibilizacao-do-licenciamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 22:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou o Projeto de Lei 3.469/2024, que autoriza a União a colaborar financeiramente com estados e o Distrito Federal para ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida também amplia o acesso a recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Eventos Climáticos Extremos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou o Projeto de Lei 3.469/2024, que autoriza a União a colaborar financeiramente com estados e o Distrito Federal para ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida também amplia o acesso a recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Eventos Climáticos Extremos e do Fundo Nacional de Meio Ambiente.</p>
<p>Durante a cerimônia pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto, Alckmin anunciou um investimento de R$ 32 milhões para municípios da Amazônia e do Pantanal, focado na prevenção e controle de incêndios. “Não há melhor maneira de comemorarmos essa data do que trabalhando para defender o meio ambiente e preservarmos a nossa casa comum”, afirmou.</p>
<p>Além disso, o governo federal assinou três importantes decretos:</p>
<ul>
<li><strong>Criação do Refúgio de Vida Silvestre do Soldadinho-do-Araripe</strong>.</li>
<li><strong>Ampliação da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais</strong>, a maior unidade de conservação marinho-costeira do Brasil.</li>
<li><strong>Instituição do Planejamento Espacial Marinho (PEM)</strong>, que vai mapear os usos do oceano brasileiro para garantir sua preservação e exploração sustentável.</li>
</ul>
<p>Também foi lançado o edital do programa Periferias Verdes Resilientes, que incentiva soluções baseadas na natureza para adaptar periferias urbanas às mudanças climáticas, como a transformação de áreas cimentadas em espaços verdes.</p>
<p>O governo apresentou ainda o programa online “Como elaborar planos de adaptação à mudança do clima”, voltado a gestores municipais, e oficializou a candidatura da Reserva da Biosfera Marinha Vitória-Trindade à Unesco, reforçando o compromisso com modelos sustentáveis de conservação.</p>
<p>Outras ações incluem:</p>
<ul>
<li>Abertura de consultas públicas sobre o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia e a regulamentação do pagamento por serviços ambientais.</li>
<li>Criação do Comitê Nacional das Zonas Úmidas e do Comitê Consultivo do Selo Amazônia, que certifica produtos sustentáveis da biodiversidade amazônica.</li>
</ul>
<h3><strong>Críticas ao “PL da Devastação”</strong></h3>
<p>Apesar das medidas positivas, o governo criticou duramente o Projeto de Lei 2159/2021, apelidado de “PL da Devastação”, aprovado no Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados. O ministro do Meio Ambiente em exercício, João Paulo Capobianco, classificou a proposta como um “risco real” e um “retrocesso”.</p>
<p>Segundo ele, o atual modelo de licenciamento ambiental é essencial para garantir desenvolvimento com segurança e sustentabilidade: “O Brasil precisa de um licenciamento moderno e eficiente, mas sem abrir mão das salvaguardas que protegem o meio ambiente e as futuras gerações”, defendeu Capobianco.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Agroindústria impulsiona bioativos com energia limpa na Ilha do Marajó</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agroindustria-impulsiona-bioativos-com-energia-limpa-na-ilha-do-marajo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 16:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia na Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ilha do Marajó]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região. Liderada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região.</p>
<p>Liderada pela Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (Ataic), fundada há 24 anos pelos irmãos Josi e Francisco Malheiros, a agroindústria é a primeira instalada em uma área de várzea e também a primeira operada integralmente com energia solar, armazenada em baterias de última geração (BESS). O sistema elimina a necessidade de geradores a diesel e alimenta os equipamentos que transformam sementes e frutos como murumuru, ucuuba e patauá em óleos e manteigas de alto valor agregado para a indústria de cosméticos.</p>
<figure id="attachment_83897" aria-describedby="caption-attachment-83897" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83897" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Josi Malheiros Defende A Necessidade De Se Pensar Em Mais Programas De Desenvolvimento - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83897" class="wp-caption-text">Josi Malheiros defende a necessidade de se pensar em mais programas de desenvolvimento para as comunidades de várzea &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Antes, vendíamos madeira por um valor irrisório. Hoje, vendemos sementes para produzir óleo, e a renda das famílias aumentou&#8221;, conta Josi, cofundadora da Ataic. A parceria com a Natura, iniciada em 2015, potencializou a atividade: as remessas anuais saltaram de 5 toneladas para cerca de 420 toneladas de bioativos.</p>
<p>Além de gerar renda, o projeto trouxe qualidade de vida: sistemas de tratamento de água e esgoto, energia solar para o cotidiano e a possibilidade de conservar alimentos e mecanizar atividades antes feitas manualmente. &#8220;Antes, as mulheres carregavam barris de água por metros. Hoje, temos bombas, máquinas de lavar, batedeiras de açaí&#8221;, celebra Francisco Malheiros, atual presidente da Ataic.</p>
<p>A agroindústria é resultado de uma parceria entre a Ataic, a Natura, a Weg — que doou o sistema de energia — e a W-energy, responsável pela instalação dos painéis fotovoltaicos. O projeto superou desafios logísticos: placas solares e baterias foram transportadas em uma complexa rota fluvial até a remota Ilha das Cinzas, onde agora sustentam integralmente a operação industrial.</p>
<figure id="attachment_83896" aria-describedby="caption-attachment-83896" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83896" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Agroindústria Na Ilha De Marajó Pode Aumentar Renda Das Famílias Extrativistas Em Cerca De 60% - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83896" class="wp-caption-text">Agroindústria na Ilha de Marajó pode aumentar renda das famílias extrativistas em cerca de 60% &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Aqui, o sistema solar não é apoio, é a base. Só em casos extremos o gerador a diesel seria acionado&#8221;, explica Daniel Godinho, diretor da Weg. A inovação reforça o modelo de desenvolvimento sustentável que preserva a floresta e promove a autonomia das comunidades.</p>
<p>A iniciativa também inspira políticas públicas. O secretário de Economia Verde do Ministério do Desenvolvimento, Rodrigo Rollemberg, presente na inauguração, anunciou um projeto de R$ 104 milhões, em parceria com o Fundo Amazônia, para mapear e fortalecer cadeias produtivas como a do babaçu, cupuaçu, açaí e castanha-do-brasil em outros estados amazônicos.</p>
<p>&#8220;Vocês podem levar daqui não só um modelo de agroindústria, mas um modelo de moradia e bem-estar em territórios isolados&#8221;, afirmou Francisco Malheiros. O sonho, agora, é expandir a rede de famílias atendidas, dobrar a produção e consolidar a Ilha das Cinzas como referência em bioeconomia sustentável e energia limpa na Amazônia.</p>
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		<title>COP30 se aproxima, mas Amazônia ainda espera por água potável e saneamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cop30-se-aproxima-mas-amazonia-ainda-espera-por-agua-potavel-e-saneamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 14:49:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos meses da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém em novembro, moradores da região insular da capital paraense ainda enfrentam problemas básicos de infraestrutura, como o acesso à água potável e ao saneamento. Apesar da expectativa em torno do evento internacional, a maior parte das ilhas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos meses da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém em novembro, moradores da região insular da capital paraense ainda enfrentam problemas básicos de infraestrutura, como o acesso à água potável e ao saneamento. Apesar da expectativa em torno do evento internacional, a maior parte das ilhas da cidade ficou de fora do pacote de obras previstas para receber a conferência.</p>
<p>Na Ilha do Combu, a apenas 1,5 km do centro histórico da capital, a população depende de água mineral para consumo e de soluções improvisadas para esgoto. “A gente compra tambor de 20 litros porque não tem opção. A água do rio só usamos para lavar louça e roupa, depois de um tratamento caseiro”, conta o comerciante Rosivaldo Quaresma, morador da ilha.</p>
<p>Com 39 ilhas catalogadas, a região insular representa 65% do território de Belém, mas vive à margem da rede pública de água e esgoto. Enquanto a área continental da cidade recebe obras de macrodrenagem e infraestrutura, a população ribeirinha segue com sistemas independentes, muitas vezes custeados pelos próprios moradores.</p>
<figure id="attachment_83221" aria-describedby="caption-attachment-83221" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-83221" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02-Ilha-do-Combu-faz-parte-da-area-insular-de-Belem-que-representa-65-do-territorio-da-capital-paraense-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Ilha Do Combu Faz Parte Da área Insular De Belém, Que Representa 65% Do Território Da Capital Paraense - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02-Ilha-do-Combu-faz-parte-da-area-insular-de-Belem-que-representa-65-do-territorio-da-capital-paraense-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02-Ilha-do-Combu-faz-parte-da-area-insular-de-Belem-que-representa-65-do-territorio-da-capital-paraense-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02-Ilha-do-Combu-faz-parte-da-area-insular-de-Belem-que-representa-65-do-territorio-da-capital-paraense-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02-Ilha-do-Combu-faz-parte-da-area-insular-de-Belem-que-representa-65-do-territorio-da-capital-paraense-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-83221" class="wp-caption-text">Ilha do Combu faz parte da área insular de Belém, que representa 65% do território da capital paraense &#8211; Foto: Márcio Ferreira/Agência Pará</figcaption></figure>
<h3>Alternativas sustentáveis</h3>
<p>Algumas iniciativas locais buscam soluções ecológicas e de baixo custo. A professora aposentada Ana Maria de Souza, por exemplo, construiu uma fossa ecológica com auxílio de pesquisadores da Universidade Federal Rural da Amazônia. O sistema usa tanques de evapotranspiração, pneus e plantas nativas para tratar o esgoto de forma sustentável. “É uma conquista. Agora posso receber turistas com dignidade”, afirma.</p>
<p>Já o sistema tradicional de fossas sépticas, usado pela maioria das 596 famílias da ilha, não dá conta da demanda, especialmente com o crescimento do turismo. Sem coleta adequada, os moradores muitas vezes despejam os resíduos na mata.</p>
<h3>Obras em andamento</h3>
<p>Segundo a presidente do comitê da COP30 no Pará, Hana Ghassan, 30 obras estão em andamento na parte continental da cidade, com previsão de entrega até novembro. Algumas áreas, como a Rua Timbó, já receberam drenagem, canalização de rios e asfaltamento. “Antes era alagamento todo ano. Agora temos segurança”, diz o morador Glaybson Ribeiro.</p>
<p>O governo estadual afirma que a nova infraestrutura beneficiará até 900 mil pessoas. No entanto, moradores da Ilha do Combu ainda aguardam ações concretas. O Plano de Manejo da área, criada como unidade de conservação há 28 anos, segue sem data para publicação definitiva.</p>
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		<title>Amazônia registra recorde de queimadas em 17 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amazonia-registra-recorde-de-queimadas-em-17-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 14:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Devastação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[focos de calor]]></category>
		<category><![CDATA[ICMbio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 focos de calor, especialmente nas regiões de São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso.</p>
<p>O período mais crítico foi entre julho e novembro, quando os focos ultrapassaram a média histórica, com destaque para setembro, que registrou 41.463 focos — 28% acima da média para o mês. A situação se agrava devido ao desmatamento ilegal e às condições climáticas extremas, com estiagens prolongadas e altas temperaturas.</p>
<h3>Impactos no Pará e na Qualidade do Ar</h3>
<figure id="attachment_80730" aria-describedby="caption-attachment-80730" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-80730" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Amazônia Tem O Maior Número De Queimadas E Incêndios Em 17 Anos. - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80730" class="wp-caption-text">Amazônia tem o maior número de queimadas e incêndios em 17 anos. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>O estado do Pará viveu momentos críticos, com densa fumaça cobrindo cidades como Santarém, onde foi decretada situação de emergência ambiental. Em novembro, a qualidade do ar em Santarém ultrapassou em 42,8 vezes o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais de 6.200 atendimentos relacionados a problemas respiratórios foram registrados entre setembro e novembro.</p>
<p>Francisco Sakaguchi, agricultor de Tomé-Açu, relatou perdas significativas na região: &#8220;Nunca vi meu lago secar ou o açaizeiro morrer pela seca. Este ano, chegamos a ter 150 dias sem chuvas, com umidade relativa abaixo de 50% — algo inédito aqui.&#8221;</p>
<h3>Combate às Queimadas e Atuação das Brigadas</h3>
<p>O combate às queimadas no Pará mobilizou equipes estaduais e federais. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) reforçou o efetivo com 40 bombeiros adicionais, totalizando 120 profissionais, além de helicópteros e viaturas. No entanto, a secretaria destacou que 70% do território paraense está sob jurisdição federal, exigindo maior articulação entre os governos.</p>
<p>Brigadistas voluntários, como Daniel Gutierrez, do distrito de Alter do Chão, têm enfrentado cenários cada vez mais desafiadores. &#8220;A fumaça foi muito pior este ano. Nunca tinha visto algo assim em dez anos aqui&#8221;, afirmou Gutierrez, que também destacou a necessidade de aprimorar as investigações, dado que a maioria dos focos é causada por ação humana.</p>
<h3>Condições Climáticas e Uso Controlado do Fogo</h3>
<figure id="attachment_80731" aria-describedby="caption-attachment-80731" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-80731" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="O Pará, Que Tem Como Bioma Predominante A Amazônia, Lidera Em Número De Focos De Calor. - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80731" class="wp-caption-text">O Pará, que tem como bioma predominante a Amazônia, lidera em número de focos de calor. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>Alexandre Tetto, engenheiro florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), explica que as condições climáticas de 2024 contribuíram para a propagação do fogo. &#8220;Altas temperaturas, baixa umidade, estiagens prolongadas e ventos fortes criam um cenário ideal para os incêndios.&#8221;</p>
<p>Embora o fogo seja utilizado de forma controlada para manejo agrícola, ele também é frequentemente empregado de forma ilegal para desmatamento. Tetto ressalta que o impacto na Amazônia é maior devido à fragilidade do bioma, que não possui adaptações naturais ao fogo, ao contrário do Cerrado.</p>
<h3>Respostas do Governo</h3>
<p>O governo federal mobilizou 1.700 profissionais, 11 aeronaves e mais de 300 viaturas no combate aos incêndios em 2024. Em setembro, uma medida provisória destinou R$ 514 milhões para ações emergenciais. Além disso, políticas como a instalação do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo e o pacto com governadores visam reduzir o desmatamento e melhorar o monitoramento.</p>
<p>Apesar dos esforços, os desafios permanecem. A situação de 2024 serve como alerta para a urgência de medidas mais rigorosas e integradas no combate ao desmatamento e às queimadas, fundamentais para preservar a Amazônia e mitigar seus impactos socioambientais.</p>
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		<title>Incêndios e seca batem recordes na Amazônia e Pantanal em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendios-e-seca-batem-recordes-na-amazonia-e-pantanal-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 20:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. Os estados mais afetados incluem Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia.</p>
<p>Até o dia 22 de setembro, o Amazonas já contabilizava 6.054 focos de incêndio no mês, totalizando 21.289 desde o início do ano, superando o recorde anterior de 2022, quando foram registrados 21.217 focos. No Acre, foram registrados mais de 3 mil focos de incêndio apenas no início de setembro, levando o Ministério Público local a tomar medidas emergenciais para conter a devastação.</p>
<p><strong>Ação Urgente para Combate ao Fogo</strong></p>
<p>O Ministério Público do Acre apresentou uma ação civil pública exigindo que o estado implemente uma série de medidas emergenciais, incluindo a proibição do uso do fogo na agricultura, aparelhamento das equipes de combate a incêndios, locação emergencial de maquinário e convocação de novos bombeiros. Essas ações visam combater a crise ambiental que já afeta terras indígenas e diversas áreas protegidas.</p>
<p>Em Mato Grosso, brigadistas combateram mais de 50 focos de incêndio apenas no dia 22 de setembro. O estado, que abriga três importantes biomas – Amazônia, Cerrado e Pantanal – passa por uma situação crítica, com o fogo atingindo áreas de grande relevância ecológica.</p>
<p><strong>Rios em Situação Crítica</strong></p>
<p>Além dos incêndios, os rios na Amazônia e no Pantanal enfrentam secas extremas. O Rio Paraguai, em Cáceres, Mato Grosso, atingiu 35 cm de profundidade, o menor nível dos últimos dois anos. Outros rios, como o Rio Negro em Manaus, chegaram a 14,5 metros, reafirmando o cenário de estiagem. O Rio Solimões, em Manacapuru, e o Rio Javari, em Tabatinga, também registraram níveis mínimos históricos.</p>
<p>O coordenador do Sistema de Alerta Hidrológico do Serviço Geológico Brasileiro (SGB), Artur Matos, destacou a gravidade da situação: “Manacapuru e Manaus têm grandes chances de atingir mínima histórica. Humaitá, no Amazonas, já está em seca extrema”.</p>
<p><strong>Impacto no Pantanal</strong></p>
<p>No Pantanal, a situação também é alarmante. O Rio Madeira, em Porto Velho, atingiu a menor cota desde 1967, com 35 cm. O Rio Acre, que corta Rio Branco, registrou 1,31 metro, próximo do nível mínimo histórico. Em Ladário, Mato Grosso do Sul, o nível do rio chegou a -38 cm, a décima mínima histórica registrada.</p>
<p>A seca intensa e prolongada, que passou de uma média de 80 dias de estiagem na década de 1990 para cerca de 100 dias consecutivos nas últimas décadas, afeta severamente a fauna, a flora e as comunidades que dependem dos rios e da floresta para sua subsistência.</p>
<p>A combinação de queimadas e seca extrema revela a gravidade da crise climática no Brasil, com impactos devastadores nos ecossistemas da Amazônia e do Pantanal.</p>
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