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	<title>aluguel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>aluguel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Economia aquecida impulsiona aluguel comercial a alta recorde em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/economia-aquecida-impulsiona-aluguel-comercial-a-alta-recorde-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 16:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FipeZap]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio ao aquecimento da economia brasileira, o aluguel comercial registrou um aumento recorde de 7,88% em 2024, marcando a maior variação desde o início do índice FipeZap, em 2013. O preço médio do metro quadrado (m²) para locação comercial alcançou R$ 45,53, o que equivale a um custo mensal de aproximadamente R$ 9,1 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio ao aquecimento da economia brasileira, o aluguel comercial registrou um aumento recorde de 7,88% em 2024, marcando a maior variação desde o início do índice FipeZap, em 2013. O preço médio do metro quadrado (m²) para locação comercial alcançou R$ 45,53, o que equivale a um custo mensal de aproximadamente R$ 9,1 mil para uma sala de 200 m².</p>
<p>Os dados divulgados nesta terça-feira (21) mostram que o aumento superou em mais de 3 pontos percentuais (p.p.) a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 4,83% no acumulado do ano. Além disso, o índice também ultrapassou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), conhecido como &#8220;inflação do aluguel&#8221;, que registrou 6,54% em 2024.</p>
<p>Em comparação, o reajuste médio dos aluguéis foi de 5,87% em 2023. Desde o início do levantamento, metade dos anos registrou deflação no preço de locação, destacando-se 2015 e 2016, com quedas de 9,43% e 7,92%, respectivamente.</p>
<h4>Impacto da Economia</h4>
<p>Segundo Paula Reis, economista do DataZap, o recorde na variação do aluguel comercial reflete o bom desempenho da economia, impulsionado por um mercado de trabalho robusto. &#8220;A condição macroeconômica influenciou positivamente o mercado imobiliário de locação comercial ao expandir a demanda por bens e serviços e fomentar o comércio&#8221;, explicou.</p>
<p>A plataforma Zap já havia divulgado na semana passada que as locações residenciais subiram 13,5% em 2024, atingindo R$ 48,12/m². O aumento do nível de emprego também foi apontado como fator decisivo para a expansão.</p>
<figure id="attachment_81397" aria-describedby="caption-attachment-81397" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-81397" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-grafico_fipezap_preco_aluguel-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C428&#038;ssl=1" alt="Economia Aquecida Impulsiona Aluguel Comercial A Alta Recorde Em 2024 - Expresso Carioca" width="754" height="428" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-grafico_fipezap_preco_aluguel-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-grafico_fipezap_preco_aluguel-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-grafico_fipezap_preco_aluguel-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/21-grafico_fipezap_preco_aluguel-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C426&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-81397" class="wp-caption-text">© TV Brasil</figcaption></figure>
<h4>Locação por Cidades</h4>
<p>No ranking de variação do índice FipeZap, Niterói liderou com um aumento de 17,84%, seguido por Curitiba (10,89%), Rio de Janeiro (9,05%), Belo Horizonte (8,47%) e Brasília (7,62%). São Paulo teve uma alta de 7,13%, enquanto Salvador, Campinas, Florianópolis e Porto Alegre registraram aumentos menores. Veja os detalhes:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Niterói:</strong> 17,84%</li>
<li><strong>Curitiba:</strong> 10,89%</li>
<li><strong>Rio de Janeiro:</strong> 9,05%</li>
<li><strong>Belo Horizonte:</strong> 8,47%</li>
<li><strong>Brasília:</strong> 7,62%</li>
<li><strong>São Paulo:</strong> 7,13%</li>
<li><strong>Salvador:</strong> 6,23%</li>
<li><strong>Campinas:</strong> 5,71%</li>
<li><strong>Florianópolis:</strong> 5,11%</li>
<li><strong>Porto Alegre:</strong> 4,63%</li>
</ul>
<p>O índice considera apenas os preços de novos aluguéis, não incluindo reajustes de contratos vigentes, que são corrigidos periodicamente conforme especificado em contrato.</p>
<h4>Metro Quadrado Comercial: Preço por Cidade</h4>
<p>São Paulo continua sendo a cidade com o metro quadrado comercial mais caro do país, custando R$ 54,40/m². Confira o ranking completo:</p>
<ol start="1" data-spread="false">
<li><strong>São Paulo:</strong> R$ 54,40/m²</li>
<li><strong>Florianópolis:</strong> R$ 45,90/m²</li>
<li><strong>Rio de Janeiro:</strong> R$ 44,34/m²</li>
<li><strong>Salvador:</strong> R$ 42,34/m²</li>
<li><strong>Niterói:</strong> R$ 41,95/m²</li>
<li><strong>Campinas:</strong> R$ 40,83/m²</li>
<li><strong>Curitiba:</strong> R$ 36,74/m²</li>
<li><strong>Brasília:</strong> R$ 35,24/m²</li>
<li><strong>Porto Alegre:</strong> R$ 34,39/m²</li>
<li><strong>Belo Horizonte:</strong> R$ 33,66/m²</li>
</ol>
<h4>Valores de Venda</h4>
<p>O índice FipeZap também registrou uma leve alta no preço de venda de salas comerciais, com aumento de 0,4% em 2024, alcançando um preço médio de R$ 8.421/m². Foi o primeiro ano de crescimento desde 2014. Curitiba (7,16%) e Salvador (5,5%) lideraram as altas, enquanto Porto Alegre (-1,33%), Brasília (-1,5%) e Belo Horizonte (-2,04%) apresentaram quedas.</p>
<p>Confira o ranking das cidades com maiores preços de venda:</p>
<ol start="1" data-spread="false">
<li><strong>São Paulo:</strong> R$ 10.142/m²</li>
<li><strong>Rio de Janeiro:</strong> R$ 8.505/m²</li>
<li><strong>Florianópolis:</strong> R$ 8.362/m²</li>
<li><strong>Curitiba:</strong> R$ 8.182/m²</li>
<li><strong>Niterói:</strong> R$ 7.838/m²</li>
<li><strong>Brasília:</strong> R$ 6.647/m²</li>
<li><strong>Porto Alegre:</strong> R$ 6.376/m²</li>
<li><strong>Campinas:</strong> R$ 6.353/m²</li>
<li><strong>Belo Horizonte:</strong> R$ 6.196/m²</li>
<li><strong>Salvador:</strong> R$ 5.328/m²</li>
</ol>
<p>De acordo com Paula Reis, fatores como renda, densidade demográfica e localização são determinantes para a variação dos preços. &#8220;A proximidade com centros de negócios e infraestrutura impacta diretamente os valores,&#8221; concluiu.</p>
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		<title>Preços de aluguéis sobem 0,10% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/precos-de-alugueis-sobem-010-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar)<strong> </strong>teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV com base na variação dos preços cobrados por aluguéis em quatro cidades: São Paulo, Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT237_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, Porto Alegre e Belo Horizonte.</p>
<p>Em São Paulo, houve o maior recuo mensal do Ivar, ao passar de -0,18% em setembro para -0,69% em outubro. No Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT238_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, também houve recuo, mas o índice continuou tendo inflação porque passou de 0,77% para 0,04%.</p>
<p>Nas outras duas cidades, o Ivar aumentou<span id="OBJ_PREFIX_DWT239_com_zimbra_date" role="link"> de setembro</span> para outubro. Em Porto Alegre, foi de -0,37% para 1,10%. Já em Belo Horizonte, o indicador subiu de 0,26% para 0,86% no período.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Índice usado em contratos de aluguel tem inflação de 0,52% em maio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/indice-usado-em-contratos-de-aluguel-tem-inflacao-de-052-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 15:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,52% em maio deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas no mês anterior (1,41%) e em maio de 2021 (4,10%). Com o resultado, o IGP-M acumula taxas de inflação de 7,54% no ano e de 10,72% em 12 meses. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,52% em maio deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas no mês anterior (1,41%) e em maio de 2021 (4,10%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, o IGP-M acumula taxas de inflação de 7,54% no ano e de 10,72% em 12 meses. Em maio de 2021, o IGP-M acumulava alta de 37,04% em 12 meses.</p>
<p>A queda da taxa de abril para maio foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, caiu de 1,45% em abril para 0,45% em maio.</p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de 1,53% em abril para 0,35% em maio.</p>
<p>Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 0,87% para 1,49% no período.</p>
</div>
</div>
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		<title>Índice de Variação de Aluguéis Residenciais sobe 2,92%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/indice-de-variacao-de-alugueis-residenciais-sobe-292/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 14:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Econimia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Residencial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) subiu 2,92% em fevereiro, o que representa uma aceleração em relação ao percentual (1,86%) de janeiro. Com o resultado, o índice passa a acumular variação de 4,76% em 12 meses, a maior variação acumulada pelo Ivar desde o início da série histórica, em janeiro de 2019. Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) subiu 2,92% em fevereiro, o que representa uma aceleração em relação ao percentual (1,86%) de janeiro. Com o resultado, o índice passa a acumular variação de 4,76% em 12 meses, a maior variação acumulada pelo Ivar desde o início da série histórica, em janeiro de 2019. Os dados foram divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre janeiro e fevereiro, a variação mensal do Ivar acelerou em quase todas as cidades componentes do índice. Apenas São Paulo teve ligeira desaceleração: de 2,45% para 2,38%.</p>
<h2>Aceleração</h2>
<p>Considerando a tendência da variação acumulada em 12 meses, todas as cidades componentes do Ivar apresentaram aceleração: São Paulo (de 0,40% para 2,83%), Rio de Janeiro (de 1,85% para 4,90%), Belo Horizonte (de 3,69% para 9,32%) e Porto Alegre (de 0,84% para 5,46%).</p>
<p>O Ivar foi desenvolvido para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais utiliza informações dos contratos assinados entre locadores e locatários, intermediados por empresas administradoras de imóveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.</p>
</div>
</div>
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