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	<title>Altas Temperaturas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio registra cinco atendimentos por hora por causa do calor durante o Carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O forte calor que marcou os dias de folia no Rio de Janeiro teve reflexo direto na rede pública de saúde. A cada hora, cinco pessoas deram entrada nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estaduais com sintomas relacionados às altas temperaturas durante o Carnaval. De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O forte calor que marcou os dias de folia no Rio de Janeiro teve reflexo direto na rede pública de saúde. A cada hora, cinco pessoas deram entrada nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estaduais com sintomas relacionados às altas temperaturas durante o Carnaval.</p>
<p>De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), entre os dias 13 e 17 de fevereiro, 647 pacientes buscaram atendimento com quadros associados ao calor excessivo. Entre os sintomas mais recorrentes estavam dor de cabeça, tontura, náuseas, pele quente e seca, pulso acelerado, febre, distúrbios visuais, confusão mental, respiração rápida, taquicardia, desidratação, insolação e desequilíbrio hidroeletrolítico.</p>
<p>As ocorrências foram mais frequentes nos bairros de Realengo, Botafogo e Irajá, que lideraram o número de atendimentos por exposição prolongada ao sol e esforço físico em meio às altas temperaturas.</p>
<h3>Mais de 27 mil atendimentos nas UPAs</h3>
<p>No total, as 27 UPAs da rede estadual registraram 27.433 atendimentos durante o período carnavalesco — um aumento de 2,05% em comparação ao mesmo feriado do ano passado. Além dos casos relacionados ao calor, as principais queixas foram dores em geral e gastroenterite.</p>
<p>As unidades que concentraram o maior fluxo de pacientes foram Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu (Botafogo), refletindo o impacto da grande circulação de foliões tanto na capital quanto na Baixada Fluminense.</p>
<h3>Samu registra mais de 3 mil ocorrências</h3>
<p>O Samu 192 da capital, único do estado operado pela SES-RJ, contabilizou 3.262 atendimentos no período. As maiores demandas ocorreram nos bairros de Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba.</p>
<p>Entre os principais motivos das chamadas estavam casos cardiovasculares, ocorrências neurológicas e quedas da própria altura — situações frequentemente agravadas pelo calor intenso, consumo de álcool e longas jornadas de exposição ao sol.</p>
<p>Os dados reforçam o alerta das autoridades de saúde para a importância da hidratação constante, uso de protetor solar, roupas leves e pausas em locais com sombra durante eventos de grande porte sob temperaturas elevadas.</p>
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		<title>Onda de calor no Rio de Janeiro já leva mais de 5 mil pessoas a buscar atendimento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 21:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Altas Temperaturas]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[As altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro em 2025 já fizeram com que mais de 5 mil pessoas procurassem atendimento médico na rede pública de saúde. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ), os casos incluem desidratação, agravamento de doenças crônicas e outros problemas relacionados ao calor extremo. Somente em janeiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro em 2025 já fizeram com que mais de 5 mil pessoas procurassem atendimento médico na rede pública de saúde. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ), os casos incluem desidratação, agravamento de doenças crônicas e outros problemas relacionados ao calor extremo.</p>
<p>Somente em janeiro, cerca de 3 mil atendimentos foram realizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Coordenações de Emergência Regional (CER) e hospitais da cidade. Nos primeiros 18 dias de fevereiro, esse número já alcançou 2,4 mil. A maior preocupação das autoridades é com idosos e crianças, que são mais vulneráveis à desidratação e complicações decorrentes do calor intenso.</p>
<p>A onda de calor que atinge a cidade levou a Prefeitura a anunciar novas ações para proteger a população, incluindo a abertura de 58 pontos de resfriamento e reforço na orientação sobre hidratação e cuidados com a exposição ao sol.</p>
<h3><strong>Impacto do Calor Extremo na Saúde Pública</strong></h3>
<p>Em entrevista à <em>Agência Brasil</em>, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que estudos baseados nos últimos 12 anos de monitoramento indicam que os dias mais quentes aumentam significativamente a mortalidade por doenças como diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca e insuficiência renal.</p>
<p>“Hoje, conseguimos comprovar com dados que os dias mais quentes são os dias em que temos a maior mortalidade por diabete, hipertensão, insuficiências cardíaca e insuficiência renal”, explicou o secretário.</p>
<p>Desde 2024, a cidade adota o <em>Protocolo de Enfrentamento ao Calor Extremo</em>, que define cinco níveis de alerta, variando conforme a temperatura e a umidade relativa do ar. Segundo o Centro de Inteligência Epidemiológica (CIE), o Rio passou 27 dos primeiros 45 dias de 2025 fora do nível mais baixo (Calor 1). Na última segunda-feira (17), a cidade entrou no nível <strong>Calor 4</strong>, com temperaturas entre 40°C e 44°C por pelo menos três dias consecutivos.</p>
<h3><strong>Medidas de Prevenção e Hidratação</strong></h3>
<p>Diante da previsão de mais dias de calor extremo, a Prefeitura do Rio reforçou ações para proteger a população. Entre as medidas anunciadas pelo prefeito Eduardo Paes estão:</p>
<ul>
<li><strong>58 pontos de resfriamento</strong> espalhados pela cidade;</li>
<li><strong>Recomendação de pausas para hidratação</strong> de trabalhadores expostos ao sol;</li>
<li><strong>Reforço na rede de saúde</strong> para atender casos de complicações relacionadas ao calor;</li>
<li><strong>Campanhas de conscientização</strong>, alertando para a importância da ingestão de água e do uso de roupas leves.</li>
</ul>
<p>O secretário Daniel Soranz ressaltou que evitar a exposição ao sol nos horários mais quentes e manter a hidratação constante são atitudes essenciais para prevenir complicações. “Com hidratação, podemos evitar alguns tipos de internação e o agravamento de algumas doenças”, afirmou.</p>
<h3><strong>Carnaval e Preparação para Atender Foliões</strong></h3>
<p>Com a chegada do Carnaval, que deve movimentar mais de R$ 12 bilhões no país, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Prefeitura do Rio também preparou uma estrutura especial para atender foliões que enfrentam o calor intenso.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde instalou <strong>quatro postos médicos no Sambódromo</strong> e reforçou a assistência nos principais blocos da cidade. A expectativa é de que <strong>1 milhão de foliões</strong> participem da festa no Rio de Janeiro.</p>
<p>Com a continuidade das temperaturas elevadas, as autoridades seguem monitorando a situação e alertando para os riscos do calor extremo, especialmente para os grupos mais vulneráveis.</p>
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