<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Alimentos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/alimentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Mar 2026 13:54:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Alimentos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Pesquisa indica que maioria dos trabalhadores vê ultraprocessados como ameaça à saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-indica-que-maioria-dos-trabalhadores-ve-ultraprocessados-como-ameaca-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Ultraprocessados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89218</guid>

					<description><![CDATA[Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico. O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico.</p>
<p>O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais de 5 mil trabalhadores em países como Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido. No Brasil, 78% dos participantes afirmaram ver os ultraprocessados como um risco, mesmo reconhecendo que esses alimentos oferecem praticidade no cotidiano.</p>
<p>Os resultados também indicam uma mudança de comportamento no ambiente corporativo. Segundo a pesquisa, cresce entre os funcionários a busca por refeições mais equilibradas, com preferência por ingredientes frescos, locais e sazonais. Essa tendência tem ampliado a importância de restaurantes e serviços de alimentação dentro das empresas.</p>
<p>A diretora de marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira, destacou que as escolhas alimentares estão cada vez mais relacionadas às expectativas dos trabalhadores em relação às empresas. “Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os ultraprocessados são formulações industriais feitas a partir de ingredientes derivados de alimentos ou produzidos em laboratório, incluindo corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. Esses produtos costumam apresentar altos níveis de açúcar, sal e gordura, além de substâncias utilizadas para prolongar a durabilidade e intensificar sabor e textura.</p>
<p>O guia também alerta que o consumo frequente desses alimentos pode estimular ingestão excessiva de calorias e está associado ao aumento do risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.</p>
<p>Os resultados da pesquisa reforçam o debate sobre a qualidade da alimentação no cotidiano profissional e apontam para uma crescente preocupação com hábitos alimentares mais saudáveis entre trabalhadores em diferentes partes do mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89218</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inflação prévia sobe 0,48% em setembro, puxada pela energia elétrica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-previa-sobe-048-em-setembro-puxada-pela-energia-eletrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 14:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus Itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-25]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85906</guid>

					<description><![CDATA[A prévia da inflação de setembro (IPCA-15) avançou 0,48%, após queda de 0,14% em agosto. Em 12 meses, o índice acumula 5,32%, acima do teto da meta do governo, que é de 4,5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE. O principal impacto veio da energia elétrica residencial, que subiu 12,17% no mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação de setembro (IPCA-15) avançou 0,48%, após queda de 0,14% em agosto. Em 12 meses, o índice acumula 5,32%, acima do teto da meta do governo, que é de 4,5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE.</p>
<p>O principal impacto veio da energia elétrica residencial, que subiu 12,17% no mês e respondeu, sozinha, por quase todo o índice (0,47 p.p.). A alta é explicada pelo fim do Bônus Itaipu, desconto aplicado às contas em agosto, e pela cobrança da bandeira vermelha patamar 2, que acrescenta R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>Entre os grupos pesquisados, destaque para habitação (+3,31%), vestuário (+0,97%) e saúde (+0,36%). Já alimentação e bebidas recuaram pelo quarto mês seguido (-0,35%), puxados por quedas de tomate (-17,49%), cebola (-8,65%) e arroz (-2,91%).</p>
<p>O IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, coleta preços em 11 regiões metropolitanas e serve como termômetro para o IPCA “cheio”, que será divulgado em 9 de outubro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85906</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Prévia da inflação desacelera em abril, mas alimentos seguem pressionando preços</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-desacelera-em-abril-mas-alimentos-seguem-pressionando-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 16:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83102</guid>

					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial brasileira, medida pelo IPCA-15, registrou alta de 0,43% em abril, conforme divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE. Embora o índice mostre desaceleração frente aos 0,64% de março, a pressão dos alimentos e dos produtos de saúde segue intensa. No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 soma 5,49%, acima da meta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial brasileira, medida pelo IPCA-15, registrou alta de 0,43% em abril, conforme divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE. Embora o índice mostre desaceleração frente aos 0,64% de março, a pressão dos alimentos e dos produtos de saúde segue intensa. No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 soma 5,49%, acima da meta de 3% estabelecida pelo governo.</p>
<p>O grupo de alimentação e bebidas foi o principal responsável pelo avanço, com alta de 1,14% no mês e impacto de 0,25 ponto percentual no índice. O tomate (32,67%), o café moído (6,73%) e o leite longa vida (2,44%) lideraram as altas nos produtos consumidos em casa. Já nas refeições fora do domicílio, lanches subiram 1,23% e refeições, 0,50%.</p>
<p>O segundo maior impacto veio do grupo saúde e cuidados pessoais (0,96%), puxado por produtos farmacêuticos (1,04%) — com reajuste recente autorizado pelo governo — e itens de higiene pessoal (1,51%). Juntos, os dois grupos responderam por 88% do IPCA-15 de abril.</p>
<p>Em contrapartida, o grupo transportes foi o único a registrar deflação, com queda de 0,44%, influenciado principalmente pela redução de 14,38% nas passagens aéreas. Combustíveis também caíram, com destaque para o etanol (-0,95%) e o gás veicular (-0,71%).</p>
<p>O IPCA-15 antecipa tendências do IPCA completo, que será divulgado em 9 de maio. A coleta dos dados foi feita entre 18 de março e 14 de abril em 11 regiões metropolitanas do país, utilizando metodologia semelhante à da inflação oficial, com base no consumo de famílias com rendimento entre um e 40 salários mínimos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83102</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rios da Amazônia registram níveis abaixo da média histórica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rios-da-amazonia-registram-niveis-abaixo-da-media-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Censipam]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[nabastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rios]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79031</guid>

					<description><![CDATA[Às vésperas do período mais crítico de estiagem, os rios da Amazônia estão registrando níveis alarmantes, com cotas muito abaixo da média histórica. O Rio Solimões, por exemplo, está 3 metros abaixo do volume usual para o mês de agosto, de acordo com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vésperas do período mais crítico de estiagem, os rios da Amazônia estão registrando níveis alarmantes, com cotas muito abaixo da média histórica. O Rio Solimões, por exemplo, está 3 metros abaixo do volume usual para o mês de agosto, de acordo com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). Outros rios importantes da bacia, como o Madeira e o Acre, também estão próximos aos seus mínimos históricos.</p>
<p>Flávio Altieri, analista do Censipam, alertou para a gravidade da situação, embora seja cauteloso ao afirmar se 2024 será o ano da seca mais intensa já registrada na região. Ele destaca que as condições hidrológicas estão piores do que as observadas em 2023, um ano já marcado por uma seca severa. Com a previsão de chuvas abaixo do esperado para os próximos meses, as perspectivas não são otimistas.</p>
<p>O quadro atual já configura uma situação de seca extrema, o penúltimo estágio na escala de severidade, que implica em escassez generalizada de água, perdas significativas de plantações e dificuldades para as comunidades que dependem dos rios. Essas populações enfrentam desafios crescentes, incluindo desabastecimento de alimentos, água potável e dificuldades no acesso a serviços essenciais.</p>
<p>Em resposta à crise, uma reunião entre ministros e governadores da Amazônia Legal foi realizada no Palácio do Planalto, onde foram discutidas medidas para mitigar os impactos da estiagem. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou o repasse de R$ 11,7 milhões para ações de defesa civil nos estados do Amazonas e Roraima, além de reconhecer a situação de emergência em 53 municípios afetados nos estados do Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79031</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Campanha alerta sociedade sobre alergia alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/campanha-alerta-sociedade-sobre-alergia-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 13:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial de Alergias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77731</guid>

					<description><![CDATA[Com o tema &#8220;Superando os Obstáculos em Alergia Alimentar&#8221;, a Organização Mundial de Alergias (WAO &#8211; World Allergy Organization) está promovendo a Semana Mundial da Alergia até o próximo dia 29, buscando conscientizar a sociedade sobre as alergias alimentares. Daniel Magnoni, presidente do Instituto de Metabolismo e Nutrição (IMEN), explica que, no passado, a alergia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema &#8220;Superando os Obstáculos em Alergia Alimentar&#8221;, a Organização Mundial de Alergias (WAO &#8211; World Allergy Organization) está promovendo a Semana Mundial da Alergia até o próximo dia 29, buscando conscientizar a sociedade sobre as alergias alimentares.</p>
<p>Daniel Magnoni, presidente do Instituto de Metabolismo e Nutrição (IMEN), explica que, no passado, a alergia alimentar e suas consequências, principalmente no trato gastrointestinal, eram frequentemente ignoradas devido ao pouco conhecimento sobre o assunto. Atualmente, porém, há uma maior conscientização e habilidade para identificar e tratar essas condições. A alergia alimentar pode afetar todas as faixas etárias, mas é especialmente comum entre crianças e idosos, que são mais vulneráveis às complicações graves.</p>
<p>Magnoni destaca que a identificação de alergias alimentares é feita através de consultas detalhadas, onde se analisa o histórico familiar e sintomas como diarreia, distensão abdominal, cólicas e reações cutâneas, correlacionando-os com a ingestão de alimentos específicos. As alergias alimentares podem ser fatais se não tratadas adequadamente, levando a desnutrição e deficiências nutricionais graves.</p>
<p>Um exemplo comum é a alergia ao leite de vaca. Para essas situações, Magnoni sugere a substituição por leites vegetais, como os de soja ou aveia, para evitar deficiências nutricionais. Ele enfatiza a importância da educação nutricional para identificar alternativas alimentares seguras e nutritivas.</p>
<p>É crucial diferenciar entre alergia alimentar e intolerância alimentar. Esta última é uma deficiência enzimática que pode ser genética ou adquirida devido a outras doenças, apresentando sintomas semelhantes. Profissionais como gastroenterologistas, nutrólogos, alergistas, imunologistas e pediatras são responsáveis pelo diagnóstico e tratamento dessas condições.</p>
<p>Lucila Camargo, coordenadora do Departamento Científico de Alergia Alimentar da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), alerta para o aumento das alergias alimentares no Brasil, destacando a importância de diagnósticos precisos para evitar erros que levam a restrições dietéticas desnecessárias e prejudiciais. Ela ressalta a necessidade de testes de provocação oral (TPO) como padrão ouro para confirmação de alergias, embora reconheça que o acesso a esses testes é limitado tanto no sistema público quanto no privado.</p>
<p>Camargo também menciona os desafios com a adrenalina autoinjetável, essencial para tratar anafilaxias, que não está amplamente disponível fora dos hospitais no Brasil. A falta de acesso a esse medicamento é uma preocupação significativa, especialmente para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A alergia alimentar é considerada um problema de saúde pública global. Embora faltem dados precisos sobre a prevalência no Brasil, há evidências de que a condição está aumentando e se agravando. Os principais alimentos causadores de alergia incluem leite, ovo, soja, trigo, peixes, frutos do mar, amendoim, castanhas e, mais recentemente, a banana.</p>
<p>Em conclusão, a conscientização e educação sobre alergias alimentares são fundamentais para a prevenção e manejo eficaz dessa condição. A Semana Mundial da Alergia serve como um lembrete da importância de abordagens multidisciplinares e da necessidade de políticas públicas que garantam o acesso ao diagnóstico e tratamento adequados para todos os pacientes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77731</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inflação oficial fica em 0,38% em abril deste ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-fica-em-038-em-abril-deste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 16:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76792</guid>

					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, registrou taxa de 0,38% em abril deste ano. O indicador ficou acima do observado no mês anterior (0,16%), mas abaixo do apurado em abril do ano passado (0,61%). Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, registrou taxa de 0,38% em abril deste ano. O indicador ficou acima do observado no mês anterior (0,16%), mas abaixo do apurado em abril do ano passado (0,61%).</p>
<p>Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxa de inflação de 1,8% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 3,69%, abaixo dos 3,93% acumulados até março e dentro do limite de meta definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano: entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>Os principais responsáveis pela inflação de abril foram os alimentos e os gastos com saúde e cuidados pessoais. O grupo de despesas alimentação e bebidas registrou alta de preços de 0,7% no mês, puxada por itens como mamão (22,76%), cebola (15,63%), tomate (14,09%) e café moído (3,08%).</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais, grupo que teve elevação de preços de 1,16%, os itens com maior destaque foram os produtos farmacêuticos (com alta de 2,84%), impactados pela autorização de reajuste de até 4,5% nos preços dos medicamentos a partir de 31 de março.</p>
<p>Entre os medicamentos com maiores altas de preço estão os antidiabéticos (4,19%), os anti-infecciosos e antibióticos (3,49%) e os hipotensores e hipocolesterolêmicos (3,34%).</p>
<p>Por outro lado, os artigos de residência e habitação tiveram deflação (queda de preços) no mês, de 0,26% e 0,01%, respectivamente.</p>
<p>Os demais grupos de despesas apresentaram as seguintes taxas de inflação: vestuário (0,55%), comunicação (0,48%), transportes (0,14%), despesas pessoais (0,10%) e educação (0,05%).</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76792</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Saiba quais alimentos compõem nova cesta básica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/saiba-quais-alimentos-compoem-nova-cesta-basica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=74780</guid>

					<description><![CDATA[O governo federal divulgou nesta quinta-feira (7) a lista dos alimentos que irão compor a nova cesta básica. Na última terça-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que prevê uma cesta básica com mais alimentos in natura e regionais e menos processados. “O intuito é evitar a ingestão de alimentos ultraprocessados, que, conforme apontam evidências científicas, aumentam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal divulgou nesta quinta-feira (7) a<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-mds-n-966-de-6-de-marco-de-2024-546839622" target="_blank" rel="noopener"> lista dos alimentos</a> que irão compor a nova cesta básica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na última terça-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que prevê uma cesta básica com mais alimentos <em>in natura</em> e regionais e menos processados.</p>
<p>“O intuito é evitar a ingestão de alimentos ultraprocessados, que, conforme apontam evidências científicas, aumentam a prevalência de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, hipertensão e diversos tipos de câncer”, diz nota do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, que coordenou a elaboração da lista.</p>
<p>A nova cesta básica terá alimentos de dez grupos diferentes: feijões (leguminosas); cereais; raízes e tubérculos; legumes e verduras; frutas; castanhas e nozes (oleaginosas); carnes e ovos; leites e queijos; açúcares, sal, óleo e gorduras; café, chá, mate e especiarias.</p>
<p>De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan), em 2022, mais de 33 milhões de brasileiros passavam fome e acima de 125 milhões não tinham acesso regular à alimentação adequada.</p>
<h3>Veja abaixo a composição:</h3>
<h3>Feijões (leguminosas)</h3>
<p>Feijão de todas as cores (preto, branco, roxo, mulatinho, verde, carioca, fradinho, rajado, manteiga, jalo, de-corda, andú, dentre outros), ervilha, lentilha, grão-de-bico, fava, guandu, orelha-de-padre.</p>
<h3>Cereais</h3>
<p>Arroz branco, integral ou parboilizado, a granel ou embalado; milho em grão ou na espiga, grãos de trigo, aveia; farinhas de milho, de trigo e de outros cereais; macarrão ou massas frescas ou secas feitas com essas farinhas/sêmola, água e/ou ovos e/ou outros alimentos in natura ou minimamente processado.</p>
<p>Pães feitos de farinha de trigo e/ou outras farinhas, leveduras, água, sal e de alimentos in natura e minimamente processados.</p>
<h3>Raízes e Tubérculos</h3>
<p>Ariá, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa/mandioquinha, batata-crem, cará, cará-amazônico, cará-de-espinho, inhame, mandioca/macaxeira/aipim, e outras raízes e tubérculos in natura ou embalados, fracionados, refrigerados ou congelados; farinhas minimamente processadas de mandioca, dentre outras farinhas e preparações derivadas da mandioca (tais como farinha de carimã, farinha de uarini; maniçoba e tucupi, farinha/gomo de tapioca, dentre outros).</p>
<h3>Legumes e Verduras</h3>
<p>Legumes e verduras in natura ou embalado, fracionados, refrigerados, congelados ou preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre, tais como abóbora/jerimum, abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, alho, alho-poró, azedinha, berinjela, beterraba, beldroega, bertalha, brócolis, broto-de-bambu, capicoba, capuchinha, carrapicho-agulha, caruru, catalonha, cebola, cebolinha, cenoura, cheiro-verde, chicória, chicória-paraense/chicória-do-pará, chuchu, couve, couve-flor, croá, crem, dente-de-leão, escarola, espinafre, gueroba, gila, guariroba, jambu, jiló, jurubeba, major-gomes, maxixe, mini-pepininho, mostarda, muricato, ora-pro-nóbis, palma, pepino, peperômia, pimentão, puxuri, quiabo, radite, repolho; rúcula, salsa, serralha, taioba, tomate, urtiga, vinagreira, vagem, dentre outros.</p>
<p>Cenoura, pepino, palmito, cebola, couve-flor, dentre outros legumes e verduras, preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre; extrato ou concentrados de tomate e/ou outros alimentos in natura e minimamente processado (com sal e ou açúcar).*</p>
<h3>Frutas</h3>
<p>Frutas in natura ou frutas frescas ou secas embaladas, fracionadas, refrigeradas ou congeladas; e polpas de frutas.</p>
<p>Exemplos: abacate, abacaxi, abiu, abricó, açaí, açaí-solteiro, acerola, ameixa, amora, araçá, araçá-boi, araçá-pera, araticum, aroeira-pimenteira, arumbeva, atemoia, babaçu, bacaba, bacupari, bacuri, banana, baru, biribá, brejaúva, buriti, butiá, cacau, cagaita, cajarana, cajá, caju, caju do cerrado, cajuí, cambuci, cambuí, camu-camu, caqui, carambola, cereja-do-rio-grande, ciriguela, coco, coco-cabeçudo, coco-indaiá, coquinho-azedo, coroa-de-frade, croá, cubiu, cupuaçu, cupuí, cutite, curriola, figo, fisalis, fruta-pão, goiaba, goiaba-serrana, graviola, guabiroba, grumixama, guapeva, guaraná, inajá, ingá, jaca, jabuticaba, jambo, jambolão, jaracatiá, jatobá, jenipapo, juá, juçara, jurubeba, kiwi, laranja, limão, lobeira, maçã, macaúba, mama-cadela, mamão, mandacaru, manga, mangaba, mapati, maracujá, marmelada-de-cachorro, melancia, melão, mexerica/tangerina/ bergamota, morango, murici, nectarina, pajurá, patauá, pequi, pera, pera-do-cerrado, pêssego, piquiá, pinha/fruta do conde, pinhão, pitanga, pitomba, pupunha, romã, sapucaia, sapoti, sapota, seriguela, sete-capotes, sorva, tamarindo, taperebá, tucumã, umari, umbu, umbu-cajá, uva, uvaia, uxi, xixá, dentre outros.</p>
<h3>Castanhas e Nozes (oleaginosas)</h3>
<p>Amendoim, castanha-de-caju, castanha de baru, castanha-do-brasil (castanha-do-pará), castanha-de-cutia, castanha-de-galinha, chichá, licuri, macaúba, e outras oleaginosas sem sal ou açúcar.</p>
<h3>Carnes e ovos</h3>
<p>Carnes de bovina, suína, ovina, caprina e de aves, pescados e outras carnes in natura ou minimamente processados de hábito local, frescos, resfriados ou congelados; ovos de aves e sardinha e atum enlatados.</p>
<h3>Leites e queijos</h3>
<p>Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado. Iogurte natural sem adição de açúcar, edulcorante e/ou aditivos que modificam as características sensoriais do produto.</p>
<p>Queijos feitos de leite e sal (microorganismos usados para fermentar o leite).</p>
<h3>Açúcares, sal, óleos e gorduras</h3>
<p>Óleos de soja, de girassol, de milho, de dendê, dentre óleos vegetais; azeite de oliva; manteiga; banha de porco; açúcar de mesa branco, demerara ou mascavo, mel; e sal de cozinha.</p>
<h3>Café, chá, mate e especiarias</h3>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Café, chá, erva mate, pimenta, pimenta-do-reino, canela, cominho, cravo-da-índia, coentro, noz-moscada, gengibre, açafrão, cúrcuma, dentre outros.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">74780</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Preços da cenoura e do mamão caem nos principais mercados atacadistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/precos-da-cenoura-e-do-mamao-caem-nos-principais-mercados-atacadistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 21:49:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ceagesp]]></category>
		<category><![CDATA[Ceasa]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Frutas]]></category>
		<category><![CDATA[hortigranjeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prohort]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=60308</guid>

					<description><![CDATA[Itens populares na mesa dos brasileiros, a cenoura e o mamão ficaram mais baratos nas principais centrais de abastecimento (Ceasas) do país no mês passado. Os produtos tiveram quedas significativas, com reduções médias de 21,23% e 17,09%, respectivamente. Os dados são do 6º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta terça-feira (20) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Itens populares na mesa dos brasileiros, a cenoura e o mamão ficaram mais baratos nas principais centrais de abastecimento (Ceasas) do país no mês passado. Os produtos tiveram quedas significativas, com reduções médias de 21,23% e 17,09%, respectivamente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados são do <a href="https://www.conab.gov.br/info-agro/hortigranjeiros-prohort/boletim-hortigranjeiro" target="_blank" rel="noopener">6º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro</a> (Prohort), divulgado nesta terça-feira (20) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>No caso da cenoura, após consecutivas altas, as cotações da raiz voltaram a cair em todos os mercados atacadistas pesquisados. A diminuição variou entre 6,96% na Ceasa de Fortaleza e 29,68% na central de Curitiba.</p>
<p>“Os menores preços praticados no atacado são explicados pela maior oferta do produto no mercado, reflexo do aumento do envio da produção nos estados da Bahia, de Goiás, de Minas Gerais, do Paraná e de São Paulo”, avaliou a Conab. O total movimentado do produto nas Ceasas analisadas nesse boletim aumentou 16,5% em maio, em relação a abril.</p>
<p>Outra hortaliça que registrou queda foi a batata. A média do preço do tubérculo ficou 8,37% abaixo da de abril. As maiores reduções ocorreram no Recife, com queda de 27,73%, e em Vitória, com diminuição de 20,81%.</p>
<p>“A principal causa dessa depreciação também foi o nível de oferta registrado nas Centrais. Em maio, o volume ofertado foi o segundo maior nível dos últimos anos, só superado pela quantidade registrada em março deste ano”, explicou a Conab.</p>
<p>Para a cebola, os preços ficaram estáveis, enquanto tomate e alface não registraram movimento uniforme entre os mercados analisados pela companhia estatal.</p>
<h2>Frutas</h2>
<p>No caso do mamão, a maior quantidade da fruta, principalmente da variedade formosa, influenciou na queda dos preços. “Além disso, a queda da qualidade por causa do frio e da concorrência com outras frutas também explica as baixas nas cotações praticadas no último mês. Os valores praticados na comercialização da variedade papaya também diminuíram, mas em menor intensidade”, informou a Conab.</p>
<p>Também houve queda nos preços da laranja, diante da maior oferta da fruta com crescimento da colheita de laranjas precoces. Em contrapartida, segundo a companhia, maçã e melancia ficaram mais caras no atacado.</p>
<p>“O controle de oferta da maçã, principalmente da variedade fuji, passou a ser feito de forma mais incisiva, influenciando nos preços nos mercados analisados. No caso da melancia, a alta se deu, mesmo com a menor demanda, explicada pelo tempo mais frio no fim do mês, devido ao fim da oferta da produção baiana e paulista”, explicou.</p>
<p>Para a banana, os preços ficaram praticamente estáveis. De acordo com o boletim, foi registrado um pequeno aumento da oferta das variedades prata e nanica em diversas regiões produtoras &#8211; principalmente no norte mineiro, norte catarinense e no meio-oeste baiano &#8211; apesar da diminuição das temperaturas, que impactam no amadurecimento das frutas no Centro-Sul do país.</p>
<p>O levantamento dos dados de maio foi realizado em 11 centrais de abastecimento: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba, São José, Goiânia, Brasília, Recife, Fortaleza e Rio Branco.</p>
<p>Além do boletim mensal, a Conab possibilita, no <a href="https://www.conab.gov.br/info-agro/hortigranjeiros-prohort/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do Prohort</a>, o acompanhamento de preços, análises de mercado, consulta de séries históricas e identificação das regiões produtoras, entre outros estudos técnicos. A base de dados contempla informações de 117 frutas e 123 hortaliças, somando mais de mil produtos, quando são consideradas suas variedades.</p>
<h2>Ceagesp</h2>
<figure id="attachment_60309" aria-describedby="caption-attachment-60309" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/19-Trabalhadores-da-Companhia-de-Entrepostos-e-Armazens-Gerais-de-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-60309" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/19-Trabalhadores-da-Companhia-de-Entrepostos-e-Armazens-Gerais-de-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="CEAGESP - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/19-Trabalhadores-da-Companhia-de-Entrepostos-e-Armazens-Gerais-de-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/19-Trabalhadores-da-Companhia-de-Entrepostos-e-Armazens-Gerais-de-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-60309" class="wp-caption-text">Trabalhadores da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo &#8211; CEAGESP, na Vila Leopoldina. &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A partir desta edição, o Boletim Prohort contará com um espaço destinado às Ceasas parceiras da Conab, para divulgação dos serviços prestados. A estreia é com a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), que está há 54 anos em atividade.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Apenas em maio deste ano, a Ceagesp comercializou pouco mais de R$ 1 bilhão, com 254.291 toneladas de hortigranjeiros vendidos. Segundo a Conab, o resultado representa, aproximadamente, 26% do total comercializado nas centrais pesquisadas na atual edição do boletim.</p>
<p>Em 2022, a rede de entrepostos da Ceagesp movimentou mais de 3,7 milhões de toneladas de hortifrutis, flores e pescados. O volume financeiro ao longo do ano superou os R$ 15,5 bilhões.</p>
<p>Além de ser um polo de apoio à comercialização dos produtores, a companhia também possui iniciativas sociais e sustentáveis, como o Banco Ceagesp de Alimentos, que tem ações de promoção de alimentação saudável e preservação do meio ambiente e de combate à fome e ao desperdício de alimentos.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60308</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Limpeza correta ajuda a diminuir agrotóxicos em alimentos e evita doenças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/limpeza-correta-ajuda-a-diminuir-agrotoxicos-em-alimentos-e-evita-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=45260</guid>

					<description><![CDATA[Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de reduzir o consumo desses defensivos e evitar doenças.</p>
<p>A coordenadora do curso de <a href="https://blog.anhanguera.com/nutricao/" target="_blank" rel="noopener">Nutrição</a> da Faculdade Anhanguera, e especialista em gestão de qualidade dos alimentos Edna Freignan, explica que limpar os ingredientes com água corrente ou mergulhar hortaliças em uma solução com vinagre, limão ou bicarbonato de sódio não é o suficiente. “No caso de alimentos com casca mais resistente, o recomendado é utilizar uma escovinha separada só para esse fim, e detergente neutro. As folhas devem ser lavadas uma a uma e, no caso de alimentos mais sensíveis como morango, uva, pêssego e ameixa, deve-se utilizar apenas água corrente nessa primeira etapa de higienização”, orienta.</p>
<p>Além dos agroquímicos, alimentos mal lavados podem gerar hepatite, verminoses, leptospirose, entre outras doenças. Microrganismos patogênicos podem ser encontrados na casca de verduras e frutas pelo contato com o solo, fertilizantes, água não potável e até mesmo com dejetos de pombos, ratos ou outros animais, que podem aparecer no local onde foram cultivados.</p>
<p>A especialista orienta que todos os alimentos devem passar pela etapa de sanitização. “Após a limpeza os ingredientes devem ficar de molho em solução clorada. Pode-se usar hipoclorito, encontrado em supermercados, ou água sanitária que tenha 2 a 2,5% de hipoclorito de sódio na sua composição. Nesse caso a diluição é 1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água”.</p>
<p>Em seguida, o indicado é deixar os ingredientes por 10 ou 15 minutos na mistura. “Após a pausa é necessário fazer o enxague em água corrente, para retirar todo o resíduo da solução. No caso das frutas sensíveis, elas devem permanecer na solução por apenas 5 minutos”, acrescenta Edna.</p>
<p>Outra dica para diminuir o volume de agrotóxicos nas refeições é optar por frutas, legumes e verduras da estação na hora de fazer as compras. “Todas essas etapas de higienização reduzem um pouco a quantidade de agrotóxicos presentes, o ideal é adquirir alimentos orgânicos e consumir os alimentos durante sua safra. Por exemplo, o morango tem safra de maio a outubro e, nessa época, terá menos agrotóxicos. É possível comprar a fruta o ano inteiro, mas nesse caso ela terá mais agrotóxicos e terá um custo maior.  O mesmo acontece com outras frutas, verduras e legumes”, conclui.</p>
<p><strong>Sobre a Anhanguera</strong></p>
<p>Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância.</p>
<p>Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.</p>
<p>Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Acesse o <a href="https://www.anhanguera.com" target="_blank" rel="noopener">site</a> e o <a href="https://blog.anhanguera.com/category/noticias/" target="_blank" rel="noopener">blog</a> para mais informações.</p>
<p><strong>Sobre a Kroton</strong></p>
<p>A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 936 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.672 municípios, a instituição conta com 131 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 2.259 unidades, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Acesse o site para mais informações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">45260</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
