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	<title>Alimentação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Alimentação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mais de 60% das famílias em favelas enfrentam insegurança alimentar no Brasil, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos. O levantamento, intitulado Ambientes alimentares em favelas, analisou 900 domicílios em três localidades: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos.</p>
<p>O levantamento, intitulado <em>Ambientes alimentares em favelas</em>, analisou 900 domicílios em três localidades: Complexo da Maré e Caramujo, no Rio de Janeiro, e Coque, em Pernambuco. Os dados mostram que a realidade nessas regiões é marcada por limitações econômicas e estruturais que impactam diretamente a alimentação das famílias.</p>
<figure id="attachment_89854" aria-describedby="caption-attachment-89854" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89854" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Pesquisa Mostra Que Insegurança Alimentar Atinge Mais De 60% Das Famílias Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89854" class="wp-caption-text">Pesquisa mostra que insegurança alimentar atinge mais de 60% das famílias em favelas &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Além da falta de acesso adequado à comida, o estudo evidencia um fenômeno crescente: a chamada “dupla carga da má nutrição”. Isso significa que a fome convive com o excesso de peso, especialmente entre crianças. Entre aquelas com idade entre 5 e 10 anos, 34,7% apresentam sobrepeso ou obesidade, indicando um padrão alimentar baseado em produtos menos saudáveis.</p>
<p>O cenário é influenciado por diversos fatores. O preço dos alimentos aparece como uma das principais barreiras, dificultando o consumo de itens frescos e nutritivos. Ao mesmo tempo, alimentos ultraprocessados, mais baratos e acessíveis, acabam sendo consumidos com maior frequência.</p>
<p>Outro obstáculo relevante é o acesso físico aos pontos de venda. Parte significativa dos moradores precisa percorrer longas distâncias para comprar alimentos, muitas vezes a pé, o que limita ainda mais as opções disponíveis no dia a dia.</p>
<p>A pesquisa também aponta que a responsabilidade pela alimentação das famílias recai majoritariamente sobre mulheres, em sua maioria negras, evidenciando a relação entre insegurança alimentar e desigualdades sociais.</p>
<figure id="attachment_89855" aria-describedby="caption-attachment-89855" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89855" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Principais Dados Da Pesquisa Ambientes Alimentares Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89855" class="wp-caption-text">Principais dados da pesquisa Ambientes alimentares em favelas: percepção sobre o acesso aos alimentos de moradores de favelas brasileiras &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Apesar de avanços recentes nos indicadores nacionais — com queda geral da insegurança alimentar no país — especialistas alertam que os dados das favelas mostram uma realidade distinta, onde a vulnerabilidade permanece elevada e exige políticas públicas específicas e direcionadas.</p>
<p>O estudo reforça que o combate à fome nesses territórios passa não apenas pelo aumento da renda, mas também pela melhoria do acesso a alimentos de qualidade, infraestrutura urbana e ações que reduzam desigualdades históricas nas grandes cidades brasileiras.</p>
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		<title>Prévia da inflação desacelera para 0,44% em março, com pressão dos alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-desacelera-para-044-em-marco-com-pressao-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%. Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%.</p>
<p>Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e bebidas, que apresentou elevação de 0,88%, exercendo o maior impacto no indicador mensal.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) atingiu 3,9%, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo governo federal, que prevê tolerância de até 4,5% ao ano.</p>
<p>Entre os itens que mais contribuíram para a alta dos alimentos, destacam-se produtos básicos do consumo diário. O açaí apresentou aumento expressivo de 29,95%, seguido pelo feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%).</p>
<p>Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio teve avanço de 1,10%, indicando maior impacto direto no orçamento das famílias. Já a alimentação fora de casa registrou alta mais moderada, de 0,35%, com desaceleração em relação ao mês anterior.</p>
<p>Além dos alimentos, o grupo de despesas pessoais também influenciou o resultado, com variação de 0,82%. Outros segmentos, como saúde, habitação e transportes, apresentaram aumentos mais moderados, contribuindo de forma complementar para o índice.</p>
<p>No setor de transportes, o destaque foi a elevação das passagens aéreas, que subiram 5,94% e tiveram o maior impacto individual entre os itens analisados. Em contrapartida, os combustíveis apresentaram leve queda média de 0,03%, com recuos nos preços da gasolina e do etanol, enquanto o diesel registrou alta.</p>
<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial do país e segue metodologia semelhante à do IPCA, com a diferença de ser calculado com base em um período antecipado de coleta de preços. O indicador serve como referência para acompanhar a tendência inflacionária antes do fechamento do índice mensal completo.</p>
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		<title>Encontro em Paris discute compromissos políticos para segurança alimentar global</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/encontro-em-paris-discute-compromissos-politicos-para-seguranca-alimentar-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação global]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula Nutrition for Growth]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[população global]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes de diversos países participam, nesta quinta (27) e sexta-feira (28), em Paris, da cúpula Nutrition for Growth, evento internacional que visa aprimorar as condições de alimentação global. A reunião reúne governos, organizações não governamentais, pesquisadores, setor privado e instituições financeiras em busca de soluções para garantir nutrição adequada a bilhões de pessoas. Objetivos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes de diversos países participam, nesta quinta (27) e sexta-feira (28), em Paris, da cúpula Nutrition for Growth, evento internacional que visa aprimorar as condições de alimentação global. A reunião reúne governos, organizações não governamentais, pesquisadores, setor privado e instituições financeiras em busca de soluções para garantir nutrição adequada a bilhões de pessoas.</p>
<h4><strong>Objetivos e Desafios do Evento</strong></h4>
<p>A cúpula tem como principal meta firmar compromissos políticos e financeiros para fortalecer a segurança alimentar mundial. Dentre as propostas, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Mobilização de investimentos para suprir um déficit anual de US$ 13 bilhões no financiamento à nutrição;</li>
<li>Integração da segurança alimentar a políticas de saúde, educação, agricultura e meio ambiente;</li>
<li>Fomento a planos nacionais voltados à segurança alimentar e à resiliência nutricional.</li>
</ul>
<p>Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de 2,8 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a uma nutrição adequada, e mais da metade das mortes infantis é causada pela desnutrição.</p>
<h4><strong>Compromissos Financeiros e Políticos</strong></h4>
<p>Além de debates e troca de experiências, a cúpula também serve como um espaço para <strong>a</strong>núncios financeiros. Segundo o secretário-geral do evento, Brieuc Pont, a expectativa é de que bancos públicos de desenvolvimento aumentem sua participação. O Banco Africano de Desenvolvimento já triplicou seu compromisso financeiro, e o Banco Asiático elevou seu investimento para US$ 3 bilhões.</p>
<p>A edição anterior, realizada em Tóquio (2021), reuniu 181 entidades, que assumiram 396 compromissos, totalizando US$ 27 bilhões em investimentos para o combate à fome.</p>
<h4><strong>Segurança Alimentar e Sustentabilidade</strong></h4>
<p>Nesta edição, um dos focos principais será a transição para sistemas alimentares sustentáveis, especialmente diante das mudanças climáticas. Relatórios preparatórios destacam que os atuais métodos de produção de alimentos contribuem para a degradação ambiental e são altamente vulneráveis a eventos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor.</p>
<p>Outros temas prioritários incluem:</p>
<ul>
<li>Resiliência a crises globais;</li>
<li>Saúde e proteção social;</li>
<li>Uso de inovação e inteligência artificial no planejamento de políticas contra a fome.</li>
</ul>
<h4><strong>Participação do Brasil e Reuniões de Alto Nível</strong></h4>
<p>O Brasil será representado pela primeira-dama Janja Lula da Silva, que discursará na abertura do evento e se reunirá com líderes como Emmanuel Macron (presidente da França) e Cindy McCain (diretora do Programa Mundial de Alimentos da ONU).</p>
<p>A cúpula reforça a necessidade de um esforço conjunto entre países, instituições financeiras e a sociedade civil para garantir que o acesso à alimentação saudável seja uma prioridade global.</p>
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		<item>
		<title>Estudo mostra que maioria dos trabalhadores opta por levar marmita para o trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-mostra-que-maioria-dos-trabalhadores-opta-por-levar-marmita-para-o-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aberc]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marmita]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore apontou que 56% dos trabalhadores brasileiros levam marmita ou lanche para o ambiente de trabalho. Dentre eles, 42% afirmaram levar refeições prontas e outros 14% preferem levar lanches ou salgados. O estudo, que contou com a participação de 816 pessoas de todas as regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore apontou que 56% dos trabalhadores brasileiros levam marmita ou lanche para o ambiente de trabalho. Dentre eles, 42% afirmaram levar refeições prontas e outros 14% preferem levar lanches ou salgados. O estudo, que contou com a participação de 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado em São Paulo no 2º Seminário Aberc, promovido pela Associação Brasileira de Refeições Coletivas.</p>
<p>O levantamento também revelou que 31% dos trabalhadores optam por comprar alimentos na rua, 28% utilizam o vale-refeição ou alimentação e 21% frequentam restaurantes corporativos. Um pequeno grupo, de 7%, relatou que não se alimenta no local de trabalho. De acordo com a pesquisa, 87% dos entrevistados veem o restaurante corporativo como um grande benefício para os profissionais, ressaltando a importância deste recurso para a qualidade de vida no ambiente de trabalho.</p>
<p>Além disso, a pesquisa identificou que 45% dos trabalhadores gastam entre R$ 220 e R$ 440 mensais para se alimentar durante o expediente, enquanto 18% gastam entre R$ 450 e R$ 660. Outros 23% relataram que não têm gastos, pois utilizam restaurantes corporativos oferecidos pela empresa.</p>
<p>Quando questionados sobre suas preferências, 77% dos entrevistados declararam preferir o tradicional prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamentos. Entretanto, 72% dos trabalhadores que frequentam restaurantes corporativos disseram gostar da ideia de ter pratos temáticos disponíveis, como culinárias oriental, italiana e mineira, demonstrando interesse por novas experiências gastronômicas.</p>
<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta cerca de R$ 21 bilhões por ano no Brasil, atendendo a mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino.</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,10% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-410-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 13:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu, de 3,9% para 3,96%. Para os anos seguintes, 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro da faixa de tolerância estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3% com um intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite superior de 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, o Brasil adotará o sistema de meta contínua para a inflação, eliminando a necessidade de definir uma meta anual. O CMN estabeleceu o centro da meta contínua em 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em junho, a inflação no país, influenciada principalmente pelos preços de alimentos e bebidas, foi de 0,21%, uma queda em relação aos 0,46% registrados em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa de Juros Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e o aumento das incertezas econômicas levaram o BC a interromper os cortes na Selic, que vinham ocorrendo desde agosto de 2022. Na última reunião de junho, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a Selic nesse patamar após sete reduções consecutivas.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em resposta à escalada dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano. Com a estabilização dos preços, o BC iniciou um ciclo de cortes na Selic. Antes desse ciclo de alta, a Selic estava no nível histórico mais baixo, de 2% ao ano, entre agosto de 2020 e março de 2021, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic permanecerá em 10,5% ao ano até o final de 2024. Para 2025, a expectativa é de uma redução para 9,5% ao ano. Em 2026 e 2027, a previsão é que a taxa caia para 9% ao ano.</p>
<p><strong>Crescimento do PIB e Cotação do Dólar</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 foi ajustada de 2,15% para 2,19%. Para 2025, a expectativa é de um crescimento de 1,94% do Produto Interno Bruto (PIB), e para 2026 e 2027, a projeção é de uma expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2023, o PIB brasileiro superou as expectativas, crescendo 2,9% e alcançando R$ 10,9 trilhões, segundo o IBGE. No ano anterior, a economia havia crescido 3%.</p>
<p>A previsão para a cotação do dólar é de R$ 5,30 ao final de 2024, e de R$ 5,25 ao fim de 2025.</p>
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		<title>Mercado financeiro ajusta previsão de inflação para 4,05% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-de-inflacao-para-405-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para os próximos anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para os próximos anos, a projeção da inflação manteve-se em 3,9% para 2025, enquanto para 2026 e 2027 as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. Embora a estimativa de 2024 esteja acima da meta de 3%, ainda está dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que varia entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, será implementado o sistema de meta contínua, eliminando a necessidade de definir uma meta de inflação anualmente. O CMN fixou o centro da meta contínua em 3%, com a mesma margem de tolerância.</p>
<p>Em junho, a inflação foi de 0,21%, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, após um registro de 0,46% em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e a crescente incerteza econômica levaram o BC a interromper o ciclo de cortes na Selic iniciado há quase um ano. Na última reunião de junho, o Copom manteve a Selic em 10,5%, após sete reduções consecutivas.</p>
<p>O ciclo de aumento da Selic começou em março de 2021 e durou até agosto de 2022, com 12 elevações consecutivas devido ao aumento dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa permaneceu em 13,75% ao ano. Com o controle da inflação, o BC iniciou cortes na Selic, que antes estava em 2% ao ano, seu nível mais baixo histórico, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic se manterá em 10,5% até o final de 2024, caindo para 9,5% em 2025 e para 9% em 2026 e 2027. A taxa Selic mais alta visa conter a demanda e reduzir a inflação, enquanto uma Selic mais baixa estimula o crédito, produção e consumo, incentivando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e Câmbio</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 aumentou de 2,11% para 2,15%. Para 2025, a expectativa é um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,93%, mantendo-se em 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>Em 2023, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um PIB total de R$ 10,9 trilhões, superando as expectativas, após um crescimento de 3% em 2022, conforme dados do IBGE.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar para o fim deste ano é de R$ 5,30, com uma leve redução esperada para R$ 5,23 no final de 2025.</p>
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		<title>Inflação oficial recua para 0,16% em março, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-recua-para-016-em-marco-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 18:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,16% em março deste ano. Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%. Já em março do ano passado, o índice registrado foi 0,71%. Com o resultado, o IPCA acumula taxa de 1,42% no ano e de 3,93% em [&#8230;]]]></description>
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<p>A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,16% em março deste ano. Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%. Já em março do ano passado, o índice registrado foi 0,71%.</p>
<p>Com o resultado, o IPCA acumula taxa de 1,42% no ano e de 3,93% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A inflação de março foi puxada pelo grupo de despesas alimentação e bebidas, cujos preços subiram 0,53% no mês.</p>
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		<title>Prévia da inflação em março desacelera para 0,36%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-em-marco-desacelera-para-036/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 15:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, apresentou uma desaceleração no mês de março, atingindo 0,36%. Este valor representa menos da metade do registrado em fevereiro (0,78%). Os principais impactos sobre o índice foram observados nos preços dos alimentos e da gasolina. Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, apresentou uma desaceleração no mês de março, atingindo 0,36%. Este valor representa menos da metade do registrado em fevereiro (0,78%). Os principais impactos sobre o índice foram observados nos preços dos alimentos e da gasolina. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (26).</p>
<p>O resultado também fica abaixo do registrado em março de 2023, quando alcançou 0,69%. Em um acumulado de 12 meses, o IPCA-15 registra uma variação de 4,14%, comparado aos 4,49% observados nos 12 meses anteriores.</p>
<p>Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, cinco apresentaram alta em março, destacando-se alimentos e bebidas, que registraram um aumento de 0,91%. Esse aumento representou um impacto de 0,19 ponto percentual, aproximadamente metade da prévia inflacionária de março.</p>
<p>Dentro do grupo de alimentos, os destaques foram a cebola (16,64%), o ovo de galinha (6,24%), as frutas (5,81%) e o leite longa vida (3,66%). Por outro lado, alguns itens apresentaram queda, como a batata inglesa (-9,87%), cenoura (-6,10%) e óleo de soja (-3,19%).</p>
<p>Os transportes tiveram uma aceleração de 0,43%, principalmente devido ao aumento de 2,39% no preço da gasolina. Sendo um produto com grande peso na cesta de consumo dos brasileiros, a gasolina também teve o maior impacto individual na prévia inflacionária de março, respondendo por 0,12 ponto percentual do índice.</p>
<p>Em relação aos outros combustíveis, houve aumento no preço do etanol (4,27%), enquanto o gás veicular (-2,07%) e o óleo diesel (-0,15%) registraram queda.</p>
<p>As passagens aéreas foram o item que mais contribuiu individualmente para conter a inflação, com uma queda de 9,08% em março.</p>
<p>Outros grupos que registraram alta foram habitação (0,19%), saúde e cuidados pessoais (0,61%) e educação (0,14%), enquanto artigos de residência (-0,58%), vestuário (-0,22%), despesas pessoais (-0,07%) e comunicação (0,04%) apresentaram queda.</p>
<p>Em relação à pesquisa de preços do IBGE, realizada em 11 localidades, Belém registrou a maior elevação, com quase o dobro da média nacional, atingindo 0,74%. Os fatores que mais pressionaram os preços na região foram a gasolina (1,96%) e o açaí, que registrou um aumento de 18,87%.</p>
<p>O resultado final da inflação oficial de março (IPCA) será divulgado no dia 10 de abril.</p>
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		<title>Prévia da inflação oficial de setembro fica em 0,35%, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial ficou em 0,35% em setembro, 0,07 ponto percentual acima da taxa de agosto, de 0,28%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), soma 3,74% ao longo deste ano e 5% nos últimos 12 meses. Em agosto, [&#8230;]]]></description>
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<p>A prévia da inflação oficial ficou em 0,35% em setembro, 0,07 ponto percentual acima da taxa de agosto, de 0,28%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), soma 3,74% ao longo deste ano e 5% nos últimos 12 meses. Em agosto, o acumulado de 12 meses ficou em 4,24%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Tiveram alta em setembro seis dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados. O aumento de 5,18% no preço da gasolina fez o item transporte ter o maior impacto no IPCA-15, representando 0,41 ponto percentual do resultado. O grupo habitação apresentou alta de 0,30%, uma desaceleração em relação ao mês anterior, de 1,08%.</p>
<p>Em saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,17%, o destaque foi a alta no item plano de saúde de 0,71%, devido aos reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos contratados antes da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 9.656/98</a>, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, com vigência retroativa a partir de julho. “Desse modo, no IPCA-15 de setembro foram apropriadas as frações mensais dos planos antigos relativas aos meses de julho, agosto e setembro”, explica o IBGE.</p>
<h2>Alimentação em casa</h2>
<p>A alimentação em casa ficou mais barata 1,25% pelo terceiro mês seguido, segundo a pesquisa do IBGE. O grupo alimentação e bebida teve uma retração de 0,77%. Entre os produtos que ajudaram a puxar os preços para baixo estão a batata-inglesa (10,51%), cebola (9,51%), feijão-carioca (8,13%), leite longa vida (3,45%), carnes (2,73%) e frango em pedaços (1,99%).</p>
<p>O IBGE divulgou também o IPCA-E, equivalente ao IPCA-15 acumulado no trimestre julho, agosto e setembro, que ficou em 0,56%.</p>
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		<title>Importância da Alimentação Pós-Treino: Benefícios para a Saúde e Prevenção de Problemas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/importancia-da-alimentacao-pos-treino-beneficios-para-a-saude-e-prevencao-de-problemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 23:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Treino]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem pratica atividade física, compreender a relevância da alimentação é fundamental. No entanto, talvez você não esteja ciente do papel crucial que a dieta desempenha após o treino. Mesmo se o seu objetivo for emagrecer, ignorar a refeição após a atividade física não é uma opção recomendável. Imagine que o seu metabolismo está faminto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem pratica atividade física, compreender a relevância da alimentação é fundamental. No entanto, talvez você não esteja ciente do papel crucial que a dieta desempenha após o treino. Mesmo se o seu objetivo for emagrecer, ignorar a refeição após a atividade física não é uma opção recomendável.</p>
<p>Imagine que o seu metabolismo está faminto, ávido por repor todos os nutrientes utilizados durante e antes do exercício. Já no pré-treino, há uma ação involuntária que prepara o corpo, consumindo considerável energia. Assim, chega o momento de retribuir todo o &#8220;gás&#8221; fornecido pelo seu organismo para que você possa se manter bem durante o exercício.</p>
<p>A ausência de uma alimentação adequada após a atividade pode resultar em cansaço constante e dificuldades no controle do peso. Além disso, há riscos de adoecer com frequência e ver uma redução no seu desempenho geral.</p>
<p>Portanto, é imprescindível fazer uma refeição saudável contendo uma fonte de proteínas, carboidratos e fibras. Aqui está um exemplo: uma combinação de banana com aveia e um iogurte. Outra opção seria um purê de mandioquinha acompanhado por um filé de frango e uma salada.</p>
<p>Essa refeição propiciará uma adequada recuperação pós-treino, melhorando seu desempenho ao longo do dia e prevenindo lesões. Lembre-se sempre de valorizar a nutrição do seu corpo, pois ela é essencial para a manutenção de uma vida saudável e enérgica.</p>
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