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	<title>alimentação escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>alimentação escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Aos 70 anos, Programa Nacional de Alimentação Escolar é referência mundial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aos-70-anos-programa-nacional-de-alimentacao-escolar-e-referencia-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 12:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Reconhecido como uma das principais ferramentas no combate à fome, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) completa 70 anos em 2025 consolidado como referência mundial em políticas públicas de educação e nutrição. Previsto na Constituição Federal de 1988 como um direito fundamental, o acesso à alimentação de qualidade é garantido pelo programa a cerca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecido como uma das principais ferramentas no combate à fome, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) completa 70 anos em 2025 consolidado como referência mundial em políticas públicas de educação e nutrição.</p>
<p>Previsto na Constituição Federal de 1988 como um direito fundamental, o acesso à alimentação de qualidade é garantido pelo programa a cerca de 40 milhões de estudantes da rede pública em todo o país. Administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), o PNAE transfere recursos da União para estados e municípios, que também complementam o orçamento.</p>
<p>O programa vai além da oferta de refeições: estabelece parâmetros de qualidade nutricional e fortalece a economia local ao destinar parte dos recursos para a compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar. “Esse princípio é essencial para garantir tanto a saúde dos estudantes quanto o desenvolvimento sustentável das comunidades”, destaca Daniel Henrique Baldoni, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador de Segurança Alimentar e Nutricional do PNAE.</p>
<p>O impacto da política foi reconhecido pelo Fórum Mundial de Alimentos da ONU, que apontou o PNAE como um dos pilares que ajudaram o Brasil a sair do Mapa da Fome — marco anunciado em julho deste ano.</p>
<p>A relevância da experiência brasileira foi debatida durante a 2ª Cúpula da Coalizão Global pela Alimentação Escolar, realizada em Fortaleza. O encontro reuniu representantes de mais de 100 países, que assumiram o compromisso de oferecer alimentação escolar a todos os estudantes do mundo até 2030.</p>
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		<title>Unesco cobra mais qualidade nas refeições escolares e alerta para impacto na saúde infantil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/unesco-cobra-mais-qualidade-nas-refeicoes-escolares-e-alerta-para-impacto-na-saude-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Unesco divulgou em setembro um relatório que reforça a urgência de melhorar a qualidade da alimentação escolar em todo o mundo. Embora quase metade das crianças já tenha acesso a refeições nas escolas, o estudo revela que o valor nutricional dos alimentos ainda recebe pouca atenção. A publicação “Educação e nutrição: aprender a comer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Unesco divulgou em setembro um relatório que reforça a urgência de melhorar a qualidade da alimentação escolar em todo o mundo. Embora quase metade das crianças já tenha acesso a refeições nas escolas, o estudo revela que o valor nutricional dos alimentos ainda recebe pouca atenção.</p>
<p>A publicação “Educação e nutrição: aprender a comer bem” mostra que refeições equilibradas podem aumentar em até 9% as matrículas, em 8% a frequência escolar e melhorar o desempenho pedagógico. Em contrapartida, a falta de monitoramento está associada ao avanço da obesidade infantil, que mais do que dobrou desde 1990, ao mesmo tempo em que cresce a insegurança alimentar.</p>
<p>Em 2022, quase um terço das refeições escolares no mundo foi planejado sem a participação de nutricionistas. Apenas 93 dos 187 países avaliados tinham normas para regular os alimentos em escolas, e só 65% controlavam a venda de produtos em cantinas e máquinas automáticas.</p>
<p>Segundo a Unesco, a adoção de alimentos frescos e in natura, valorizando a agricultura familiar e a cultura local, fortalece a identidade regional, gera renda e contribui para uma economia mais sustentável.</p>
<h3>Exemplos positivos</h3>
<ul>
<li><strong>Brasil</strong>: o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) reduziu ultraprocessados, mas a Unesco pede maior fiscalização.</li>
<li><strong>China</strong>: inclusão de vegetais, leite e ovos aumentou a frequência escolar em áreas rurais.</li>
<li><strong>Nigéria</strong>: uso de produção local elevou em 20% as matrículas no ensino primário.</li>
<li><strong>Índia</strong>: refeições com milheto fortificado melhoraram memória e atenção de adolescentes.</li>
</ul>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A Unesco recomenda que governos priorizem alimentos frescos e locais, reduzam ultraprocessados e incluam educação alimentar nos currículos. Em 2025, a entidade lançará ferramentas e programas de capacitação para gestores públicos e educadores.</p>
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		<title>Alimentação escolar: projetos brasileiros são exemplo de boas práticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/alimentacao-escolar-projetos-brasileiros-sao-exemplo-de-boas-praticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 01:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[FAO]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Caetano do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[“As crianças acompanham desde a germinação das sementes até o surgimento das primeiras folhas, regando e observando, diariamente, as mudanças no crescimento da plantinha”, conta a diretora da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Rosana Munhos, Juliana de Carvalho Yamane, de São Caetano do Sul (SP). A escola foi citada como referência de boas práticas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“As crianças acompanham desde a germinação das sementes até o surgimento das primeiras folhas, regando e observando, diariamente, as mudanças no crescimento da plantinha”, conta a diretora da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Rosana Munhos, Juliana de Carvalho Yamane, de São Caetano do Sul (SP). A escola foi citada como referência de boas práticas em alimentação escolar pela Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Além da Emei Rosana Aparecida Munhos, mais duas escolas da rede municipal de São Caetano do Sul são citadas: Emei Cleide Rosa Auricchio e Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Anacleto Campanella. As experiências das escolas foram selecionadas para participar do projeto Making School Meals Tasty (Tornando as Refeições Escolares Saborosas), com o objetivo de promover não apenas uma alimentação nutritiva, mas, também, atrativas aos alunos. “Não só dietas saudáveis são cruciais para crianças, [em termos de] desenvolvimento e bem-estar, mas o usufruto da alimentação também faz parte do direito à alimentação”, destacam os organizadores do projeto.</p>
<p>Com esse objetivo, a FAO publicou diversas dicas para que as merendas escolares sigam orientações nutricionais e sejam desfrutadas por todos os alunos. Para cada dica, compartilhou exemplos reais de boas práticas já realizadas em escolas. As experiências de São Caetano podem inspirar outras escolas no Brasil e no mundo.</p>
<p>Na Emei Rosana Aparecida Munhos, as ações seguem a orientação da FAO relacionada à criatividade: “Seja criativo com a apresentação do prato e as escolhas alimentares para tornar as refeições atraentes”. Para envolver os alunos em escolhas alimentares saudáveis, o projeto começou com o plantio de tomate-cereja. A ideia surgiu de uma conversa com crianças que não haviam experimentado o alimento antes.</p>
<p>Além do tomate-cereja, há outros alimentos plantados. “As crianças plantaram milho, já que era uma curiosidade dos pequenos saber se era possível plantar o milho de pipoca, e, atualmente, estão acompanhando o feijão desde o plantio à mesa, ou seja, nossos pequenos estão experienciando o cultivo, as transformações do grão quando adicionado a outros elementos até a receita do bolinho de feijão que será feita na nossa cozinha experimental”, detalha a diretora Juliana de Carvalho Yamane.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_60155" aria-describedby="caption-attachment-60155" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/11-Escolas-brasileiras-sao-exemplos-de-boas-praticas-em-alimentacao-escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-60155" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/11-Escolas-brasileiras-sao-exemplos-de-boas-praticas-em-alimentacao-escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C508&#038;ssl=1" alt="Alimentação Escolar Projetos Brasileiros São Exemplo De Boas Práticas - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="508" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/11-Escolas-brasileiras-sao-exemplos-de-boas-praticas-em-alimentacao-escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/11-Escolas-brasileiras-sao-exemplos-de-boas-praticas-em-alimentacao-escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/11-Escolas-brasileiras-sao-exemplos-de-boas-praticas-em-alimentacao-escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C505&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-60155" class="wp-caption-text">Escolas brasileiras são exemplos de boas práticas em alimentação escolar &#8211; Prefeitura de São Caetano do Sul/ Divulgação</figcaption></figure>
<p>O plantio é feito na própria escola. “Estamos estudando a possibilidade de a horta adentrar as salas referências para naturalizar, sempre que possível, os espaços escolares para uma educação com sustentabilidade e respeito à natureza.”</p>
<p>A cozinha experimental da escola também segue a orientação da FAO: “Apoie um ambiente alimentar, que encoraje escolhas saudáveis e o prazer das refeições.” A escola tem um espaço próprio para as crianças experimentarem, criarem, cozinharem e descobrirem novas possibilidades com os alimentos.</p>
<p>“A cozinha experimental surge da necessidade de propor às crianças ambientes e espaços escolares que implicam a experimentação e aprendizagens significativas através da culinária. Na cozinha experimental, a alimentação torna-se mais atraente e ampliam-se as experiências e conceitos científicos dada a combinação de substâncias e misturas”, relata a diretora.</p>
<p>Na cozinha experimental, convivem outros aprendizados, como de ciências, artes e história. Recentemente, as crianças tiveram a oportunidade de investigar os processos que resultam na borra de café. Participaram da preparação da bebida e, depois, fizeram uma atividade artística, utilizando a borra de café como pigmento. “As nossas crianças bem pequenas experimentam o conhecimento de mundo integrando todos os campos de experiências e direitos de aprendizagens postos na Base Nacional Comum Curricular [BNCC] e Currículo Municipal da cidade”, completa Juliana.</p>
<h2>Familiaridade</h2>
<p>“Prepare refeições com pratos e sabores que são familiares às crianças” é outra dica da FAO para motivar os alunos a se alimentarem bem na escola. Para isso, a Emef Anacleto Campanella tem o cardápio da merenda escolar repleto de alimentos naturais, nutritivos e bem brasileiros, como arroz, feijão, mandioca e frutas.</p>
<p>“Temos colaboradores envolvidos afetivamente com o preparo dos alimentos dos alunos. Um levantamento mostrou que a maioria das merendeiras cozinha como se estivesse cozinhando para os seus filhos e netos”, afirmou a diretora Andrea Moreno Castillo.</p>
<p>Durante o intervalo para as refeições, os alunos que são parentes são incentivados a comer juntos. “O alimento conecta, agrega e aproxima as pessoas. Por isso, é importante dar tempo para conversarem, assim os irmãos e primos que estudam em salas diferentes sentam juntos quando o horário permite, o alimento acaba sendo uma das maneiras de o aluno se sentir acolhido pela escola”, completa a diretora.</p>
<h2>Sustentabilidade</h2>
<p>“Promova preparações mais sustentáveis que também sejam deliciosas”, orienta a FAO. Segundo a organização da ONU, estima-se que 17% dos alimentos do mundo sejam desperdiçados no varejo e pelo consumidor final. “É essencial que a vontade de reduzir ou eliminar o desperdício de alimentos seja desenvolvida desde muito cedo e incentivada nas escolas.”</p>
<p>A Emef Anacleto Campanella tem desenvolvido projeto que busca reduzir o desperdício de alimentos, conscientizando os alunos e abordando o tema nas aulas de ciências. “Observamos quais os alimentos que foram mais desperdiçados, e buscamos fazer um trabalho de incentivo ao consumo desses pratos, convidando as crianças a experimentarem novos sabores. Desde março já conseguimos uma redução de desperdício de 11 kg  para 3 kg”, comemora a diretora Andrea Moreno Castillo.</p>
<h2>Horta</h2>
<p>“Use hortas escolares para familiarizar as crianças com alimentos nutritivos”, recomenda a FAO. Segundo a organização, as hortas escolares são uma maneira prática e excelente para as crianças aprenderem sobre alimentação, dietas e nutrição, mudando até as atitudes delas em relação a alimentos nutritivos, como frutas e vegetais.</p>
<p>No projeto É Gostoso Comer Bem, as crianças da Emei Cleide Rosa Auricchio têm a oportunidade de plantar e colher hortaliças que serão utilizadas em receitas ou incluídas no cardápio. Segundo a coordenadora pedagógica Mércia Ferreira, a participação ativa das crianças no pomar incentiva o consumo desses alimentos.</p>
<p>Os projetos citados pela FAO foram criados de forma autônoma pelas escolas, seguindo um direcionamento geral da Secretaria de Educação do município de São Caetanos do Sul.</p>
</div>
</div>
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		<title>Governo anuncia hoje reajuste da merenda escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-hoje-reajuste-da-merenda-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 15:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Merenda Escola]]></category>
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		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje (10), em Brasília, reajuste nos valores da merenda escolar na rede pública de ensino, conforme antecipou a Agência Brasil, na última terça-feira (7). Os recursos são repassados para estados e municípios por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e estão congelados há cerca de seis anos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje (10), em Brasília, reajuste nos valores da merenda escolar na rede pública de ensino, conforme <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2023-03/governo-vai-reajustar-valores-da-alimentacao-escolar" target="_blank" rel="noopener">antecipou a <strong>Agência Brasil</strong></a>, na última terça-feira (7). Os recursos são repassados para estados e municípios por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e estão congelados há cerca de seis anos. A solenidade de lançamento da plataforma Mãos à Obra, voltada para mapear o conjunto de obras que estão paralisadas no país, e anúncio de reajuste no repasse dos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) será no Palácio do Planalto, a partir das 15h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Atualmente, os valores são de R$ 0,36 por estudante dos ensinos fundamental e médio; R$ 1,07 para estudantes e crianças matriculadas em creches e no ensino integral; R$ 0,53 para estudantes da pré-escola; R$ 0,64 para escolas indígenas e quilombolas e R$ 0,32 para estudantes da educação de jovens e adultos.</p>
<p>No mês passado, o ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que os novos valores devem ser acima da inflação acumulada no período, mas não antecipou os novos percentuais.</p>
<h2>Plataforma</h2>
<p>Na mesma solenidade, o presidente Lula também deverá apresentar a prefeitos e dirigentes de entidades municipalistas a plataforma Mãos à Obra.</p>
<p>De acordo com o Palácio do Planalto, a definição das demandas para a plataforma será feita por gestores locais, responsáveis por alimentar a base de dados do Mãos à Obra. As prioridades são equipamentos de saúde, educação, esporte e cultura, além de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. Os gestores terão até 10 de abril deste ano para incluir as informações.</p>
</div>
</div>
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