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	<title>Ajuda Humanitária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ajuda Humanitária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Israel anuncia envio de 120 caminhões de ajuda a Gaza; Hamas contesta números enquanto ONU debate solução de dois Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:47:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tensão humanitária na Faixa de Gaza voltou a crescer nesta segunda-feira (28), quando Israel anunciou ter permitido a entrada de 120 caminhões de ajuda no território palestino no domingo (27). O Hamas, entretanto, contestou os números, afirmando que apenas 73 veículos chegaram efetivamente e que boa parte dos mantimentos foi saqueada antes de alcançar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tensão humanitária na Faixa de Gaza voltou a crescer nesta segunda-feira (28), quando Israel anunciou ter permitido a entrada de 120 caminhões de ajuda no território palestino no domingo (27). O Hamas, entretanto, contestou os números, afirmando que apenas 73 veículos chegaram efetivamente e que boa parte dos mantimentos foi saqueada antes de alcançar os centros de distribuição.</p>
<p>O órgão israelense Cogat, ligado ao Ministério da Defesa, informou que “os alimentos transportados por mais de 120 caminhões foram recebidos e distribuídos pela ONU e por organizações internacionais em Gaza”. A região enfrenta níveis “alarmantes” de desnutrição, segundo alertas recentes das Nações Unidas e da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O Hamas, por sua vez, alegou que a operação foi insuficiente e mal gerida. De acordo com o grupo, parte dos suprimentos foi perdida durante o trajeto, sob vigilância de drones israelenses, e três lançamentos aéreos adicionais equivaleram apenas a dois caminhões de alimentos, caindo em áreas de conflito inacessíveis à população civil.</p>
<h3><strong>Israel declara pausa humanitária; ONU alerta para uso da fome como arma</strong></h3>
<p>Ontem, Israel anunciou uma pausa diária nos combates em regiões específicas — Al-Mawasi, Deir al-Balah e a cidade de Gaza — válida das 10h às 20h (horário local), além de rotas seguras operando das 6h às 23h. Segundo o governo de Benjamin Netanyahu, a medida busca “refutar falsas alegações de fome deliberada”.</p>
<p>Na Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares, realizada na Etiópia, o secretário-geral António Guterres declarou que “a fome nunca deve ser usada como arma de guerra”, citando diretamente os conflitos em Gaza e no Sudão. Dados da OMS indicam que, desde o início de 2025, 74 palestinos morreram por desnutrição, sendo 63 somente neste mês — entre eles, 25 crianças.</p>
<h3><strong>Conferência da ONU debate solução de dois Estados</strong></h3>
<p>Enquanto a crise humanitária persiste, a sede da ONU em Nova York recebe uma conferência internacional para discutir um roteiro que leve à criação de um Estado palestino coexistindo pacificamente com Israel. O encontro, co-presidido por França e Arábia Saudita, ocorre nesta segunda e terça-feira (29) e foi adiado anteriormente devido à escalada da guerra.</p>
<p>O ministro francês Jean-Noel Barrot declarou que o país pretende reconhecer oficialmente o Estado palestino em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU. O presidente Emmanuel Macron já havia sinalizado a medida, que deve ser acompanhada de um apelo para que outras nações façam o mesmo.</p>
<p>Os EUA e Israel não participam da conferência. Washington classificou o evento como “um presente para o Hamas”, enquanto Israel afirmou que a reunião não prioriza a devolução de reféns nem condena adequadamente o grupo extremista.</p>
<h3><strong>Histórico do conflito e papel da ONU</strong></h3>
<p>A ONU tem sido peça central na questão palestina desde 1947, quando aprovou a divisão da Palestina para criar dois Estados. Desde a guerra árabe-israelense de 1948 até os Acordos de Oslo, em 1993, inúmeras resoluções e tentativas de paz foram feitas, mas a criação de um Estado palestino plenamente reconhecido nunca foi concretizada.</p>
<p>Em maio de 2024, a Assembleia Geral da ONU aprovou por ampla maioria a candidatura da Palestina a membro pleno da organização, após veto dos EUA no Conselho de Segurança. Atualmente, os palestinos reivindicam territórios na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Faixa de Gaza, áreas ocupadas por Israel desde 1967.</p>
<p>Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que matou 1,2 mil israelenses e fez 250 reféns, a ofensiva militar de Israel já deixou quase 60 mil palestinos mortos, segundo autoridades de saúde de Gaza.</p>
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		<title>Brasil cobra libertação de ativistas detidos por Israel durante missão humanitária em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-cobra-libertacao-de-ativistas-detidos-por-israel-durante-missao-humanitaria-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro pediu nesta segunda-feira (5) a libertação imediata dos 12 ativistas detidos por Israel após a interceptação do navio Madleen, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Entre os detidos está o brasileiro Thiago Ávila, ativista do Distrito Federal e coordenador da Freedom Flotilla Coalition — movimento internacional que atua contra o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro pediu nesta segunda-feira (5) a libertação imediata dos 12 ativistas detidos por Israel após a interceptação do navio <em>Madleen</em>, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Entre os detidos está o brasileiro Thiago Ávila, ativista do Distrito Federal e coordenador da <em>Freedom Flotilla Coalition</em> — movimento internacional que atua contra o bloqueio imposto por Israel ao território palestino.</p>
<p>A embarcação foi interceptada neste domingo (4), antes de alcançar Gaza. Também estava a bordo a ativista sueca Greta Thunberg, além de integrantes de diversas nacionalidades. O grupo pretendia abrir um corredor marítimo de transporte de alimentos e medicamentos para a população civil.</p>
<p>Em nota, o Ministério das Relações Exteriores lembrou o princípio da liberdade de navegação em águas internacionais e solicitou que Israel liberte os tripulantes. O Itamaraty também exigiu a remoção imediata das restrições à entrada de ajuda humanitária em Gaza, destacando que isso faz parte das obrigações de Israel como potência ocupante.</p>
<p>A detenção do grupo foi determinada após o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarar que o Exército não permitiria o acesso da embarcação ao território palestino. Segundo ele, os ativistas serão escoltados e deportados.</p>
<p>O governo brasileiro informou ainda que mantém suas embaixadas na região em alerta e prontas para prestar assistência consular, conforme a Convenção de Viena e os tratados internacionais vigentes.</p>
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		<title>ONU alerta para recorde de violência contra trabalhadores humanitários em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-alerta-para-recorde-de-violencia-contra-trabalhadores-humanitarios-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 15:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou grave preocupação com o aumento da violência contra trabalhadores humanitários, relatando que 280 deles foram mortos em 2023, um recorde histórico. O impacto dos conflitos, especialmente a guerra em Gaza, contribuiu significativamente para esse número alarmante, que ainda pode ser superado até o final do ano. Joyce Msuya, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou grave preocupação com o aumento da violência contra trabalhadores humanitários, relatando que 280 deles foram mortos em 2023, um recorde histórico. O impacto dos conflitos, especialmente a guerra em Gaza, contribuiu significativamente para esse número alarmante, que ainda pode ser superado até o final do ano.</p>
<p>Joyce Msuya, chefe interina do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), condenou essa escalada de violência e a falta de responsabilização dos agressores, ressaltando o perigo que isso representa para as operações humanitárias globais. &#8220;A normalização da violência contra esses profissionais é inaceitável e extremamente perigosa&#8221;, afirmou em comunicado divulgado no Dia Mundial da Ajuda Humanitária.</p>
<p>Em 2023, o número de mortes de trabalhadores humanitários aumentou 137% em comparação com 2022, de acordo com o banco de dados Aid Worker Security Database. O conflito em Gaza foi o mais letal, responsável por mais da metade das mortes. Outros países com altos índices de fatalidades incluem Sudão do Sul, Sudão, Israel, Síria, Etiópia e Ucrânia.</p>
<p>Apesar de 2023 já ser considerado o ano mais mortífero para a comunidade humanitária, a ONU alerta que 2024 pode ter números ainda mais trágicos. Até 9 de agosto de 2024, 176 trabalhadores humanitários já haviam perdido suas vidas, com a maioria das mortes ocorrendo nos territórios palestinos.</p>
<p>No contexto desse aumento de violência, líderes de várias organizações humanitárias enviaram uma carta aos Estados-membros da ONU, pedindo o fim dos ataques contra civis e a proteção dos trabalhadores humanitários. A campanha #ActforHumanity foi lançada nas redes sociais para mobilizar o público em apoio a essa causa.</p>
<p>O Dia Mundial da Ajuda Humanitária, celebrado em 19 de agosto, marca o aniversário do ataque à sede da ONU em Bagdá, Iraque, em 2003, que resultou na morte de 22 pessoas, incluindo o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Embora o número de mortes tenha aumentado, o número de sequestros de trabalhadores humanitários diminuiu em 2023, com 91 casos registrados, o menor número nos últimos cinco anos.</p>
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		<title>Guterres critica a recusa de Israel em permitir ajuda humanitária para Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guterres-critica-a-recusa-de-israel-em-permitir-ajuda-humanitaria-para-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 18:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou veementemente a decisão de Israel de bloquear comboios humanitários da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) com destino ao norte da Faixa de Gaza. Em uma entrevista em Amã ao lado do ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, Guterres considerou a medida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou veementemente a decisão de Israel de bloquear comboios humanitários da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) com destino ao norte da Faixa de Gaza. Em uma entrevista em Amã ao lado do ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, Guterres considerou a medida &#8220;totalmente inaceitável&#8221;. Ele destacou a necessidade urgente de fornecer assistência humanitária para a população, especialmente aquela que enfrenta risco iminente de fome no norte de Gaza.</p>
<p>Israel informou recentemente à ONU que não autorizará mais comboios humanitários para o norte da Faixa de Gaza, alegando preocupações com a presença de membros de organizações terroristas entre os funcionários da UNRWA. Esta decisão recebeu duras críticas da comunidade internacional, com Guterres enfatizando a importância de garantir o acesso irrestrito à ajuda humanitária para salvar vidas na região.</p>
<p>A situação humanitária em Gaza é uma preocupação global, com a ONU e outros organismos internacionais buscando soluções para aliviar o sofrimento da população afetada pelos conflitos e pela falta de recursos básicos. O bloqueio de ajuda humanitária apenas agrava a crise humanitária já existente e prejudica os esforços para garantir o bem-estar dos civis na região.</p>
<p>A UNRWA desempenha um papel crucial na prestação de assistência aos refugiados palestinos em Gaza e em outras partes da região. Qualquer impedimento ao seu trabalho prejudica os esforços para proteger os direitos humanos e garantir condições de vida dignas para os necessitados. Neste momento crítico, é fundamental que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional humanitário e facilitem a entrega de ajuda humanitária essencial para salvar vidas e aliviar o sofrimento dos civis em Gaza.</p>
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		<item>
		<title>Ataque a comboio mumanitário da ONU em Gaza agrava crise alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ataque-a-comboio-mumanitario-da-onu-em-gaza-agrava-crise-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 14:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 5 de fevereiro, um comboio das Nações Unidas, responsável pelo transporte de alimentos cruciais, foi alvo de disparos por forças israelenses no centro de Gaza. A ação visava impedir o avanço em direção ao norte, uma região onde milhares de palestinos enfrentam a ameaça iminente da fome, revela uma investigação da CNN. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de fevereiro, um comboio das Nações Unidas, responsável pelo transporte de alimentos cruciais, foi alvo de disparos por forças israelenses no centro de Gaza. A ação visava impedir o avanço em direção ao norte, uma região onde milhares de palestinos enfrentam a ameaça iminente da fome, revela uma investigação da CNN.</p>
<p>Os veículos da UNRWA, a principal agência humanitária em Gaza, foram atacados enquanto estavam detidos em um ponto de verificação das Forças de Defesa de Israel (IDF), seguindo uma rota acordada previamente. O relatório interno da UNRWA compilou os eventos que precederam o ataque.</p>
<p>Apesar de não terem ocorrido ferimentos, a carga de um dos dez caminhões, contendo alimentos essenciais como farinha de trigo para a produção de pão, foi destruída. Juliette Touma, porta-voz da UNRWA, afirmou: &#8220;Um dos caminhões que transportava mantimentos foi atingido por fogo naval israelense.&#8221;</p>
<p>O diretor da UNRWA, Tom White, compartilhou imagens nas redes sociais, revelando um caminhão com danos evidentes. A análise das fotos e imagens de satélite pela CNN indicou que o comboio foi atingido na lateral voltada para o mar, sugerindo o uso de munição proveniente dessa direção.</p>
<p>Após o incidente, as Forças de Defesa de Israel anunciaram uma investigação, recusando-se a comentar sobre o ocorrido. Subsequentemente, a UNRWA decidiu suspender o envio de comboios de ajuda humanitária para o norte de Gaza, onde 51% das missões planejadas foram negadas pelas autoridades israelenses desde janeiro.</p>
<p>Com aproximadamente 300 mil pessoas vivendo ao norte de Wadi Gaza, a ONU estima que 16,2% das crianças enfrentam desnutrição aguda. A crise humanitária se agrava com o aumento da ofensiva militar israelense e as crescentes restrições à entrada de ajuda, resultando em mortes por fome.</p>
<p>Diante das acusações de colaboração com o Hamas, a UNRWA corre o risco de perder financiamento, comprometendo a capacidade de fornecer alimentos, água e medicamentos a milhões de deslocados na Faixa de Gaza que dependem desse auxílio para sobreviver.</p>
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		<item>
		<title>Lula critica países por corte de ajuda humanitária à Palestina</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-critica-paises-por-corte-de-ajuda-humanitaria-a-palestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 00:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, criticou neste domingo (18) os cortes na ajuda humanitária à Palestina anunciado nas últimas semanas por diversos países. Em viagem à Etiópia, o líder brasileiro voltou a classificar como &#8220;genocídio&#8221; as ações militares perpetradas por Israel na Faixa de Gaza. &#8220;Não é uma guerra entre soldados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, criticou neste domingo (18) os cortes na ajuda humanitária à Palestina anunciado nas últimas semanas por diversos países. Em viagem à Etiópia, o líder brasileiro voltou a classificar como &#8220;genocídio&#8221; as ações militares perpetradas por Israel na Faixa de Gaza.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra entre um exército altamente preparado e mulheres e crianças&#8221;, lamentou Lula. O presidente garantiu que o Brasil fará novo aporte de recursos para ações humanitárias na região.</p>
<p>Mais de 10 países &#8211; entre eles Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Itália, Suíça, Irlanda e Austrália &#8211; chegaram a suspender repasses para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês). A entidade, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), é a maior responsável por ações humanitárias implementadas na Faixa de Gaza.</p>
<p>Os cortes foram anunciados após Israel denunciar o envolvimento de alguns funcionários da entidade nos ataques realizados pelo grupo palestino Hamas no sul do país, em outubro do ano passado. O governo israelense também defendeu que a UNRWA fosse extinta e substituída por outras agências.</p>
<p>Por sua vez, a entidade anunciou o afastamento dos acusados, mas criticou a suspensão dos repasses financeiros. O chefe da UNRWA, Phillipe Lazzarine, pontuou que as alegações envolvem um grupo pequeno de funcionários. Ele também destacou que as vidas das pessoas na Faixa de Gaza dependem das contribuições internacionais, sem as quais diversas comunidades ficarão desamparadas. &#8220;A UNRWA é a espinha dorsal da resposta humanitária e a tábua de salvação de milhões de refugiados em toda a região&#8221;, escreveu nas redes.</p>
<h2>Ações</h2>
<p>Entre os serviços sociais desenvolvidos pela entidade estão a construção e administração de escolas, abrigos para desalojados e clínicas médicas. Ela também é responsável por distribuição de alimentos. Além disso, a UNRWA é um importante contratante de mão de obra em uma região que conta com boa parte da população desempregada.</p>
<p>&#8220;Quando eu vejo países ricos anunciarem que estão parando de dar contribuição para a questão humanitária aos palestinos, eu fico imaginando qual é o tamanho da consciência política dessa gente e qual é o tamanho do coração solidário dessa gente que não está vendo que na Faixa de Gaza não está acontecendo uma guerra, mas um genocídio. Se tem algum erro dentro de uma instituição que recolhe dinheiro, puna-se quem errou. Mas não suspenda ajuda humanitária para um povo que está há tantas décadas tentando construir o seu Estado&#8221;, criticou Lula.</p>
<p>O presidente brasileiro disse que os valores do novo aporte brasileiro ao UNRWA ainda serão definidos. Ele cobrou que as lideranças mundiais assumam um comportamento responsável em relação ao ser humano. &#8220;O que está acontecendo na Faixa da Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum momento histórico. Aliás existiu quando Hitler resolveu matar os judeus. E você vai deixar de ter ajuda humanitária? Quem vai ajudar a reconstruir aquelas casas que foram destruídas? Quem vai devolver a vida das crianças que morreram sem saber porque estavam morrendo?&#8221;, questionou.</p>
<p>Na quinta-feira (15), após a Irlanda anunciar a retomada das contribuições, o chefe da UNRWA, Phillipe Lazzarine, agradeceu o país pelas redes sociais. Ele conclamou outras nações a seguirem pelo mesmo caminho.</p>
<p>&#8220;Quatro meses em uma guerra brutal. O custo para os civis é inimaginável. 5% da população de Gaza já sofreu mortes, ferimentos ou separação. 17 mil crianças arrancadas dos pais. A fome se aproxima. A ajuda desesperadamente necessária não está indo para Gaza. Uma ação urgente é crucial para travar este crescente desastre humanitário. Não há substituto para o papel do UNRWA na ausência de uma solução política genuína. Afirmar o contrário não só coloca em risco a vida de pessoas desesperadas, mas também compromete as possibilidades de uma transição bem sucedida&#8221;, escreveu.</p>
<h2>Estado Palestino</h2>
<p>Lula disse que além de garantir nova contribuição humanitária, o Brasil vai defender na ONU que o Estado palestino seja reconhecido definitivamente como Estado pleno e soberano. O presidente brasileiro também voltou a se posicionar a favor de uma reforma na ONU, ampliando as participações no Conselho de Segurança e extinguindo o direito de veto mantido por Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.</p>
<p>&#8220;O que acontece no mundo hoje é falta de instância de deliberação. Nós não temos governança. Eu digo todo dia: a invasão do Iraque não passou pelo Conselho de Segurança da ONU. A invasão da Líbia, a invasão da Ucrânia e a chacina de Gaza também não passaram. Aliás, as decisões tomadas pela ONU não foram cumpridas. Nós estamos esperando para humanizar o ser humano. O Brasil está solidário ao povo palestino. O Brasil condenou o Hamas e não pode deixar de condenar o que o exército de Israel está fazendo&#8221;, finalizou.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>ONU busca US$ 4,2 Bilhões para ajuda humanitária na Ucrânia em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 14:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Nações Unidas anunciaram hoje, segunda-feira (15), a necessidade iminente de angariar US$ 4,2 bilhões em ajuda humanitária destinada à Ucrânia em 2024, visando apoiar aqueles impactados pela invasão russa e os que fugiram em decorrência do conflito. A organização enfatiza que a recente escalada de ataques é um trágico lembrete do impacto avassalador da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Nações Unidas anunciaram hoje, segunda-feira (15), a necessidade iminente de angariar US$ 4,2 bilhões em ajuda humanitária destinada à Ucrânia em 2024, visando apoiar aqueles impactados pela invasão russa e os que fugiram em decorrência do conflito.</p>
<p>A organização enfatiza que a recente escalada de ataques é um trágico lembrete do impacto avassalador da guerra sobre a população civil. O inverno rigoroso atual aumenta de forma crítica a urgência da assistência humanitária.</p>
<p>De acordo com a ONU, aproximadamente 14,6 milhões de pessoas na Ucrânia necessitarão de ajuda neste ano, representando 40% da população, incluindo 8,5 milhões com necessidades prioritárias.</p>
<p>Apesar do apelo por doações ter sido de US$ 3,9 bilhões para o ano de 2023, apenas 64% desse montante foi financiado. Este ano, a ONU optou por revisar esse valor para baixo, concentrando-se nas necessidades mais prementes.</p>
<p>Martin Griffiths, secretário-geral adjunto para Assuntos Humanitários, destacou: &#8220;Centenas de milhares de crianças vivem em comunidades na linha de frente, aterrorizadas, traumatizadas e privadas das coisas mais básicas&#8221;. Ele ressalta a importância de intensificar os esforços para levar mais ajuda humanitária à Ucrânia, considerando os constantes ataques a casas, escolas, hospitais e infraestruturas essenciais.</p>
<p>Em conjunto, Griffiths e Filippo Grandi, chefe da agência da ONU para os refugiados (Acnur), lançaram um plano de ajuda durante uma entrevista no escritório da organização em Genebra.</p>
<p>Desde a invasão russa há cerca de dois anos, aproximadamente 6,3 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia. O plano em questão visa arrecadar US$ 1,1 bilhão para auxiliar 2,3 milhões de pessoas deslocadas e suas comunidades anfitriãs.</p>
<p>A Rússia justificou sua invasão em 24 de fevereiro de 2022, alegando a proteção de minorias separatistas pró-russas no Leste e a &#8220;desnazificação&#8221; do país vizinho. O conflito, que já causou dezenas de milhares de mortes, permanece sem avanços significativos nos últimos meses, com ambas as partes mantendo posições territoriais inflexíveis e sem abertura para negociações.</p>
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		<title>ONU Intensifica Esforços Humanitários em Gaza durante Trégua</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-intensifica-esforcos-humanitarios-em-gaza-durante-tregua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 13:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Trégua]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) está maximizando seus esforços durante a trégua na Faixa de Gaza, conforme relata o Gabinete de Coordenação do Centro de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha). O relatório destaca o amplo respeito à pausa nas hostilidades, permitindo que a ONU entregue ajuda crucial à população, inclusive durante a noite. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) está maximizando seus esforços durante a trégua na Faixa de Gaza, conforme relata o Gabinete de Coordenação do Centro de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha). O relatório destaca o amplo respeito à pausa nas hostilidades, permitindo que a ONU entregue ajuda crucial à população, inclusive durante a noite.</p>
<p>O documento diário do Ocha sobre a situação em Gaza ressalta o quarto dia consecutivo de respeito à trégua. Os funcionários da instituição têm focado na entrega de ajuda aos civis em abrigos, principalmente no sul, onde a maioria dos 1,8 milhão de deslocados internos se concentra.</p>
<p>Apesar da circulação noturna de caminhões de ajuda, o relatório não especifica quantos veículos conseguiram entrar em Gaza na segunda-feira. O Ocha enfatiza a necessidade urgente de reforçar a ajuda humanitária e destaca a importância crucial da abertura da passagem de Kerem Shalom entre Gaza e Israel.</p>
<p>Antes do início da guerra em 7 de outubro, Kerem Shalom era o principal ponto de entrada de mercadorias em Gaza. No entanto, todas as passagens com a Faixa de Gaza foram fechadas por Israel, restringindo a entrada de ajuda ao ponto de controle em Rafah, na fronteira com o Egito.</p>
<p>O relatório ressalta a preocupação com a região norte de Gaza, inacessível há semanas, e destaca a presença de trabalhadores humanitários orientando a população sobre os riscos dos restos de explosivos. Com a pausa nos combates, as pessoas estão se deslocando, e a ONU reconhece a urgência de proteger áreas potencialmente contaminadas.</p>
<p>Controlada pelo grupo islâmico palestino Hamas desde 2007, a Faixa de Gaza enfrentou um ataque sem precedentes de Israel em 7 de outubro, resultando em mais de 1.200 mortes, de acordo com as autoridades israelenses. A guerra levou a uma trégua de quatro dias, estendida por mais dois, visando a troca de reféns do Hamas por palestinos detidos em Israel e à entrega crucial de ajuda humanitária em Gaza. O número de vítimas ultrapassa 14 mil antes do início da trégua, conforme relatado pelo Hamas.</p>
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		<title>Otan não enviará tropas para lutar ao lado dos ucranianos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/otan-nao-enviara-tropas-para-lutar-ao-lado-dos-ucranianos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2022 14:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Otan]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, voltou a afirmar, hoje (1º), que os 30 países que integram a aliança militar multinacional condenam o ataque russo à Ucrânia, mas que a organização não enviará tropas para lutar ao lado das forças de resistência ucranianas. A Ucrânia não faz parte da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, voltou a afirmar, hoje (1º), que os 30 países que integram a aliança militar multinacional condenam o ataque russo à Ucrânia, mas que a organização não enviará tropas para lutar ao lado das forças de resistência ucranianas. A Ucrânia não faz parte da Otan, embora seja considerada um país-parceiro e, há anos, venha sinalizando a intenção de participar da aliança – movimento combatido pelo governo russo, que teme o aumento da influência dos Estados Unidos no leste europeu.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Os [países] aliados da Otan fornecem diferentes tipos de apoio militar [ao governo ucraniano]: material, armas antitanque, sistemas de defesa aérea e outros tipos de equipamento militar, além de ajuda humanitária e também apoio financeiro, mas a Otan não deve fazer parte do conflito e não enviará tropas ou aviões para a Ucrânia”, disse o secretário-geral, esta manhã, após visitar uma base aérea polonesa na companhia do presidente da Polônia, Andrzej Duda.</p>
<p>Stoltenberg disse que o presidente russo Vladimir Putin “destruiu a paz na Europa” ao atacar a Ucrânia de forma “inaceitável”, e que, por isto, a Otan acionou, pela primeira na história, sua Força de Resposta militar, cujo efetivo já está sendo mobilizado por terra, mar e ar.</p>
<p>“A guerra de Putin afeta a todos nós. E os Aliados da Otan estarão sempre juntos. Para defender e proteger uns aos outros”, disse o secretário-geral, citando a presença de jatos de combate dos Estados Unidos na base aérea polonesa de Lask e a iminente chegada de tropas francesas à Romênia.</p>
<p>“Protegeremos e defenderemos cada centímetro do território da Otan”, acrescentou Stoltenberg. “Mas não buscamos o conflito com a Rússia, que deve parar imediatamente a guerra, retirar todas as suas forças [militares] da Ucrânia e se engajar de boa fé nos esforços diplomáticos.”</p>
<p>Ao responder às perguntas de jornalistas presentes na base aérea de Lask, o presidente polonês Andrzej Duda reforçou a fala de Stoltenberg, assegurando que mesmo que países-membros da Otan forneçam apoio humanitário ou militar à Ucrânia, a organização, institucionalmente, não tomou parte no conflito. “Como o secretário-geral disse, não estamos enviando jatos para a Ucrânia pois isto configuraria uma interferência militar no conflito ucraniano. A Otan não é parte nesse conflito. No entanto, a Polônia está apoiando os ucranianos com ajuda humanitária.”</p>
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