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	<title>AIEA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>AIEA: Zaporizhia é uma região que não pode ser atacada em nenhuma situação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante visita à Central Nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, expressou sua preocupação com o aumento da atividade militar na região. Apesar disso, o diretor da agência se mostrou otimista com a possibilidade de uma solução diplomática para a questão. Em comunicado, a agência destacou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante visita à Central Nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, expressou sua preocupação com o aumento da atividade militar na região. Apesar disso, o diretor da agência se mostrou otimista com a possibilidade de uma solução diplomática para a questão.</p>
<p>Em comunicado, a agência destacou a importância de se &#8220;abster de atacar ou utilizar a central para ataque&#8221; sob qualquer circunstância, considerando a central nuclear a maior da Europa.</p>
<p>A região ainda apresenta vestígios de bombardeios e as acusações mútuas entre Rússia e Ucrânia persistem. Enquanto a Rússia defende a presença de suas forças na central para impedir sabotagens ucranianas, a Ucrânia alega que a Rússia utiliza as instalações como escudo para proteção de seus soldados e equipamentos militares.</p>
<p>A Organização das Nações Unidas propõe a criação de uma zona desmilitarizada, mas Grossi prefere concentrar-se em medidas realistas que possam ser aprovadas por ambas as partes.</p>
<p>Nas últimas semanas, a Ucrânia e a Rússia se culparam mutuamente pelos bombardeios na unidade e em áreas próximas, e também se acusaram de tentativas de boicotar a visita dos especialistas da ONU.</p>
<p>A missão da Agência Internacional de Energia Atômica tem como objetivo ajudar a proteger o local. A segurança de Zaporizhia tem sido uma das maiores preocupações da comunidade internacional desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.</p>
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