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	<title>Água Potável &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Água Potável &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>ONU alerta: mais de 2 bilhões de pessoas vivem sem acesso seguro à água potável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso à água potável em condições seguras, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (26) pela Organização das Nações Unidas (ONU). O documento, elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Unicef, alerta que o ritmo atual é insuficiente para atingir a meta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso à água potável em condições seguras, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (26) pela Organização das Nações Unidas (ONU). O documento, elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Unicef, alerta que o ritmo atual é insuficiente para atingir a meta de cobertura universal até 2030.</p>
<p>As agências estimam que uma em cada quatro pessoas não teve acesso seguro à água no último ano, e mais de 100 milhões ainda dependem de fontes superficiais, como rios, lagoas e canais. O atraso na ampliação dos serviços de água, saneamento e higiene, segundo o relatório, expõe milhares de pessoas a doenças graves.</p>
<blockquote><p>“Água, saneamento e higiene não são privilégios: são direitos humanos fundamentais. Devemos acelerar nossas ações, especialmente para as comunidades mais marginalizadas”, afirmou Rüdiger Krech, responsável pela área de ambiente e mudanças climáticas da OMS.</p></blockquote>
<h3><strong>Avanços e desigualdades</strong></h3>
<p>O estudo analisou cinco níveis de serviços de abastecimento, do mais elevado — “gestão segura”, com fornecimento no domicílio e livre de contaminação — até o mais precário, de uso direto de água de superfície.</p>
<p>Entre os 2,1 bilhões de pessoas sem acesso seguro, 106 milhões ainda utilizam água de superfície. Houve, no entanto, redução de 61 milhões nesse grupo ao longo da última década. Atualmente, 154 países já eliminaram totalmente o uso de água de superfície para consumo.</p>
<p>Em relação ao saneamento, 1,2 bilhão de pessoas conquistaram acesso a serviços considerados seguros desde 2015, elevando a cobertura global de 48% para 58%. Já o número de pessoas que praticam defecação a céu aberto caiu de 429 milhões para 354 milhões, cerca de 4% da população mundial.</p>
<p>No quesito higiene, 1,6 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos — como a possibilidade de lavar as mãos com água e sabão — em dez anos. Hoje, esse recurso está disponível para 80% da população mundial, contra 66% em 2015.</p>
<h3><strong>Impactos sociais</strong></h3>
<p>A falta de acesso à água potável e ao saneamento afeta diretamente a saúde, a educação e o futuro das crianças, destacou Cecilia Scharp, diretora do programa Wash (água potável, saneamento e higiene) do Unicef.</p>
<p>Segundo ela, as desigualdades recaem com maior peso sobre meninas e jovens, que muitas vezes são responsáveis por buscar água e enfrentam dificuldades adicionais durante o período menstrual.</p>
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		<title>Falta de água potável impacta mais crianças negras e indígenas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/falta-de-agua-potavel-impacta-mais-criancas-negras-e-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 12:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Água]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, 2,1 milhões de crianças e adolescentes de zero a 19 anos vivem sem acesso adequado à água potável. O percentual de crianças e adolescentes negros sem acesso adequado à água é de 4,7%, o dobro do registrado entre brancos, de 2,2%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21), véspera do Dia Mundial da Água.  [&#8230;]]]></description>
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<p>No Brasil, 2,1 milhões de crianças e adolescentes de zero a 19 anos vivem sem acesso adequado à água potável. O percentual de crianças e adolescentes negros sem acesso adequado à água é de 4,7%, o dobro do registrado entre brancos, de 2,2%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21), véspera do Dia Mundial da Água. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Já entre crianças e adolescentes indígenas, esse percentual é 11 vezes maior do que o de brancos (25%). Os 15 estados com maiores percentuais de crianças e adolescentes sem acesso adequado à água estão nas regiões Norte e Nordeste do país.</p>
<p>Os dados são de uma análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com base no Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com o Censo Escolar 2023, 1,2 milhão de estudantes estão matriculados em 7,5 mil escolas públicas que não têm água potável. Entre eles, 184 mil meninos e meninas estão em 2,7 mil escolas em que o acesso à água é inexistente.</p>
<p>Segundo o Unicef, o acesso precário ou inexistente à água pode gerar problemas que prejudicam o desenvolvimento de crianças e adolescentes em idade escolar, levando ao risco de doenças, abandono ou atraso escolar e aumento das desigualdades.</p>
<p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2016 mostram que 20% das mortes de crianças abaixo de 5 anos, por ano, no mundo, têm como causa a diarreia. Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz de 2022 estimou que crianças indígenas têm 14 vezes mais chances de morrer por diarreia, comparado com outros grupos populacionais.</p>
<h2>Medidas</h2>
<p>Entre as medidas recomendadas pelo Unicef para mudar esse cenário estão a priorização de investimento no setor; a ampliação e fortalecimento dos os serviços de acesso à água potável. Também é necessário priorizar as comunidades mais vulneráveis em programas e políticas de água, saneamento e higiene.</p>
<p>A entidade também defende a aprovação do PL 5696/23, que exige o fornecimento de água potável nas instituições de ensino. A matéria tramita no Congresso Nacional em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
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		<title>Abastecimento de água via Israel é cortado na Faixa de Gaza, diz ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/abastecimento-de-agua-via-israel-e-cortado-na-faixa-de-gaza-diz-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[O único abastecimento de água que ainda entrava na Faixa de Gaza via Israel foi totalmente cortado nessa segunda-feira (30), segundo informações do Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários (Ocha). A entidade da ONU afirma que as razões para o corte são desconhecidas. “Anteriormente, esta linha fornecia 600 metros cúbicos de água potável por [&#8230;]]]></description>
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<p>O único abastecimento de água que ainda entrava na Faixa de Gaza via Israel foi totalmente cortado nessa segunda-feira (30), segundo informações do Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários (Ocha). A entidade da ONU afirma que as razões para o corte são desconhecidas. “Anteriormente, esta linha fornecia 600 metros cúbicos de água potável por hora”. Israel, por outro lado, garante que não há falta de água na região.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Esse era um dos três aquedutos que abasteciam a Faixa de Gaza ainda em operação. Segundo o Ocha, essa estrutura abastecia o oeste da cidade de Khan Yunis, no sul do enclave, e havia sido reativado no dia 15 de outubro após o corte iniciado em 7 de outubro, dia do ataque do Hamas contra comunidades israelenses que acirrou o conflito na região.</p>
<p>Ainda segundo as Nações Unidas, o consumo de água pela população está 92% menor do que no período pré-hostilidades. O volume desse abastecimento chegou a oscilar ao longo dos dias de conflito, mas não havia sido ainda totalmente interrompido.</p>
<p>Outro aqueduto que abastece, via Israel, a Área Média de Gaza com cerca de 500 metros cúbicos de água foi danificado. No dia 29 de outubro, as autoridades israelenses autorizaram o reparo da estrutura, mas nenhum conserto foi realizado.</p>
<p>“Um terceiro duto que liga Israel ao norte de Gaza também permanece fechado desde 8 de outubro”, informou o Escritório da ONU.</p>
<p>Com isso, a água potável de Gaza está restrita à pequena ajuda humanitária autorizada a entrar via Egito e aos equipamentos de dessalinização da água do mar ainda em operação.</p>
<p>“Na Área Central e no sul de Gaza segue em funcionamento duas centrais de dessalinização de água do mar com cerca de 40% da sua capacidade, juntamente com 120 poços de água e 20 estações de bombeamento”, diz o informe da Ocha.</p>
<p>A situação na parte norte do enclave palestino é ainda mais grave: “Nem a central de dessalinização de água, nem o duto israelense que abastece essas áreas estão operacionais”. Além disso, o transporte de água foi interrompido no norte de Gaza nesta segunda-feira (30) “devido às operações militares em curso”.</p>
<h2>Informe israelense</h2>
<p>Segundo um informe das Forças de Defesa de Israel com data de ontem, não há falta de água em nenhuma região do enclave: &#8220;não há falta de água na Faixa de Gaza.&#8221;</p>
<p>O documento diz ainda que no último sábado (28) Israel abriu um segundo canal para envio de água a Gaza, &#8220;elevando o total de suprimento de água potável para 28,5 milhões de litros por dia&#8221;</p>
<h2>Ajuda humanitária</h2>
<p>Dos 143 caminhões com ajuda humanitária que entraram em Gaza desde o dia 21 de outubro, apenas 15 transportavam água potável (galões e garrafas), tanques de água, equipamento de purificação de água e kits de higiene.</p>
<p>Os cerca de 34 brasileiros e familiares que aguardam autorização para deixar a Faixa de Gaza tem relatado dificuldade em encontrar água potável.</p>
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		<title>Yanomami pedem água potável e denunciam contaminação de rios por garimpo ilegal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/yanomami-pedem-agua-potavel-e-denunciam-contaminacao-de-rios-por-garimpo-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 13:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A água está doente em toda a terra indígena yanomami&#8221;, relata o líder indígena Júnior Hekurari Yanomami, evidenciando a mais recente dificuldade enfrentada pelo seu povo: a escassez de água potável para consumo nas comunidades do oeste de Roraima e norte do Amazonas. Júnior, o Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A água está doente em toda a terra indígena yanomami&#8221;, relata o líder indígena Júnior Hekurari Yanomami, evidenciando a mais recente dificuldade enfrentada pelo seu povo: a escassez de água potável para consumo nas comunidades do oeste de Roraima e norte do Amazonas.</p>
<p>Júnior, o Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana (Codisi-YY), revela que a contaminação por metais pesados provenientes da extração ilegal de ouro por garimpeiros é a causa da poluição dos corpos hídricos da terra yanomami. Ele destaca que, atualmente, a escassez de água potável é uma questão extremamente séria e preocupante para as comunidades indígenas.</p>
<p>“A água é o principal para a vida das comunidades. E não há água, como a gente vê, porque está toda contaminada. Não temos mais água, só lama. Estamos falando só em garantir alimentação, mas a gente precisa também de um sistema de água para as comunidades”, afirma.</p>
<p>O jovem Enenexi Yanomami, que precisou se deslocar para Boa Vista em busca de atendimento médico, também manifestou sua preocupação com a qualidade da água em sua comunidade: &#8220;Água suja contamina o peixe e torna-o impróprio para o consumo. As crianças estão muito debilitadas. Beber água suja causa dores abdominais insuportáveis&#8221;, relatou ele, demonstrando a gravidade da situação enfrentada pelos Yanomami.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou a relação entre desnutrição e consumo de água em condições impróprias em duas comunidades yanomami, no estado do Amazonas. Os pesquisadores estão buscando uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/projeto-busca-solucao-hidrica-para-aldeias-yanomami-no-amazonas" target="_blank" rel="noopener">solução</a> que ofereça água potável para essa população.</p>
<p>Em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) informou que “técnicos estão analisando a melhor forma e tecnologia de armazenamento de água viáveis para a região. Ela deve ser eficiente para a realidade local e respeitar os saberes e costumes do povo yanomami”.</p>
<p>Ainda segundo a nota, o ministério informou que, desde o início das ações emergenciais de atendimento aos indígenas, tem agido para “eliminar as situações de insegurança hídrica e alimentar” da população e que já entregou quase 80 toneladas de mantimentos e medicamentos aos indígenas.</p>
<p>“O MDS, como estrutura do governo federal, trabalha em conjunto para que essa tragédia humanitária não se repita mais em nosso país. É dever do Estado acolher e viabilizar condições para que o povo yanomami possa ter condições dignas de existência e que sejam respeitadas sua terra e cultura”, acrescenta a nota.</p>
</div>
</div>
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