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	<title>Agrotóxicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Agrotóxicos atingem sobretudo populações vulneráveis, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ultraprocessados]]></category>
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					<description><![CDATA[A exposição a agrotóxicos no Brasil tem afetado de forma desproporcional grupos já marcados pela vulnerabilidade social — especialmente mulheres, negros, indígenas e moradores de territórios rurais. A avaliação é da arquiteta e urbanista Susana Prizendt, integrante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida (CPCAPV) e do coletivo MUDA-SP. Segundo a especialista, essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição a agrotóxicos no Brasil tem afetado de forma desproporcional grupos já marcados pela vulnerabilidade social — especialmente mulheres, negros, indígenas e moradores de territórios rurais. A avaliação é da arquiteta e urbanista Susana Prizendt, integrante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida (CPCAPV) e do coletivo MUDA-SP.</p>
<p>Segundo a especialista, essas populações são as mesmas que enfrentam fome, insegurança alimentar e desigualdade estrutural. “Se a fome tem gênero, tem raça e tem endereço, o veneno também”, afirmou durante homenagem ao cineasta Sílvio Tendler, após a exibição do documentário <em>O Veneno Está na Mesa II</em> no São Paulo Food Film Fest 2025.</p>
<h3>Vulnerabilidade ampliada</h3>
<p>Prizendt destacou que quem mais sofre com a exposição aos pesticidas são trabalhadores rurais — em sua maioria descendentes de negros e indígenas — empregados em grandes fazendas e pequenas propriedades ainda dependentes de agrotóxicos.</p>
<p>“São pessoas que, além de lidarem com o veneno diariamente, muitas vezes não têm acesso a alimentos agroecológicos”, afirmou.</p>
<p>O impacto também atinge comunidades que vivem próximas às áreas de plantio e consumidores expostos a produtos com resíduos acima dos limites recomendáveis.</p>
<h3>Legado de Sílvio Tendler</h3>
<p>O documentário de Tendler, morto aos 75 anos em setembro, reforça a disparidade entre os lucros bilionários de conglomerados do setor alimentício e as consequências enfrentadas por quem vive e trabalha no campo. Reconhecido por sua cinematografia política e histórica, o cineasta também retratou figuras como Josué de Castro, referência no combate à fome.</p>
<h3>Falta de acesso a alimentos sem veneno</h3>
<p>A especialista lamentou a escassez de opções de alimentos in natura e agroecológicos, enquanto produtos ultraprocessados dominam o mercado alimentar.</p>
<p>“Muitos lugares simplesmente não têm opção. Agora é só esse monte de coisa embalada”, criticou.</p>
<h3>Ultraprocessados e resíduos de agrotóxicos</h3>
<p>Estudos recentes mostram que o problema vai além das lavouras. Uma série de artigos publicada por mais de 40 pesquisadores, liderados pela USP, aponta que o consumo de ultraprocessados no Brasil mais que dobrou desde os anos 1980 — de 10% para 23% da dieta nacional. As grandes corporações, afirmam os cientistas, impulsionam esse aumento com ingredientes baratos, produção industrial e marketing agressivo.</p>
<p>Pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) analisou 27 alimentos ultraprocessados e identificou que 59,3% continham resíduos de ao menos um tipo de agrotóxico. Todos os produtos com trigo como ingrediente apresentaram contaminação.</p>
<p>Entre as categorias investigadas pela pesquisa <em>Tem Veneno Nesse Pacote</em> estavam bebidas de soja, cereais matinais, bisnaguinhas, salgadinhos, biscoitos e bolachas recheadas. O Idec demonstrou preocupação especial com a presença de agrotóxicos em itens destinados ao público infantil.</p>
<p>Para Prizendt, os dados reforçam a urgência de políticas públicas que ampliem o acesso a alimentos saudáveis e reduzam a exposição das populações mais vulneráveis a substâncias tóxicas presentes tanto nas lavouras quanto nas prateleiras.</p>
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		<title>Limpeza correta ajuda a diminuir agrotóxicos em alimentos e evita doenças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/limpeza-correta-ajuda-a-diminuir-agrotoxicos-em-alimentos-e-evita-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de reduzir o consumo desses defensivos e evitar doenças.</p>
<p>A coordenadora do curso de <a href="https://blog.anhanguera.com/nutricao/" target="_blank" rel="noopener">Nutrição</a> da Faculdade Anhanguera, e especialista em gestão de qualidade dos alimentos Edna Freignan, explica que limpar os ingredientes com água corrente ou mergulhar hortaliças em uma solução com vinagre, limão ou bicarbonato de sódio não é o suficiente. “No caso de alimentos com casca mais resistente, o recomendado é utilizar uma escovinha separada só para esse fim, e detergente neutro. As folhas devem ser lavadas uma a uma e, no caso de alimentos mais sensíveis como morango, uva, pêssego e ameixa, deve-se utilizar apenas água corrente nessa primeira etapa de higienização”, orienta.</p>
<p>Além dos agroquímicos, alimentos mal lavados podem gerar hepatite, verminoses, leptospirose, entre outras doenças. Microrganismos patogênicos podem ser encontrados na casca de verduras e frutas pelo contato com o solo, fertilizantes, água não potável e até mesmo com dejetos de pombos, ratos ou outros animais, que podem aparecer no local onde foram cultivados.</p>
<p>A especialista orienta que todos os alimentos devem passar pela etapa de sanitização. “Após a limpeza os ingredientes devem ficar de molho em solução clorada. Pode-se usar hipoclorito, encontrado em supermercados, ou água sanitária que tenha 2 a 2,5% de hipoclorito de sódio na sua composição. Nesse caso a diluição é 1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água”.</p>
<p>Em seguida, o indicado é deixar os ingredientes por 10 ou 15 minutos na mistura. “Após a pausa é necessário fazer o enxague em água corrente, para retirar todo o resíduo da solução. No caso das frutas sensíveis, elas devem permanecer na solução por apenas 5 minutos”, acrescenta Edna.</p>
<p>Outra dica para diminuir o volume de agrotóxicos nas refeições é optar por frutas, legumes e verduras da estação na hora de fazer as compras. “Todas essas etapas de higienização reduzem um pouco a quantidade de agrotóxicos presentes, o ideal é adquirir alimentos orgânicos e consumir os alimentos durante sua safra. Por exemplo, o morango tem safra de maio a outubro e, nessa época, terá menos agrotóxicos. É possível comprar a fruta o ano inteiro, mas nesse caso ela terá mais agrotóxicos e terá um custo maior.  O mesmo acontece com outras frutas, verduras e legumes”, conclui.</p>
<p><strong>Sobre a Anhanguera</strong></p>
<p>Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância.</p>
<p>Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.</p>
<p>Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Acesse o <a href="https://www.anhanguera.com" target="_blank" rel="noopener">site</a> e o <a href="https://blog.anhanguera.com/category/noticias/" target="_blank" rel="noopener">blog</a> para mais informações.</p>
<p><strong>Sobre a Kroton</strong></p>
<p>A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 936 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.672 municípios, a instituição conta com 131 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 2.259 unidades, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Acesse o site para mais informações.</p>
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