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	<title>Agropecuária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Agropecuária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PIB do Brasil atinge patamar recorde pelo 14º trimestre consecutivo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pib-do-brasil-atinge-patamar-recorde-pelo-14o-trimestre-consecutivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 16:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[consumo das famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira alcançou um novo patamar recorde com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2025, em relação ao trimestre anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este é o 14º trimestre consecutivo de recorde, sequência iniciada no fim de 2021. No período, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira alcançou um novo patamar recorde com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2025, em relação ao trimestre anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este é o 14º trimestre consecutivo de recorde, sequência iniciada no fim de 2021.</p>
<p>No período, os setores da agropecuária e dos serviços também atingiram níveis históricos. O setor de serviços, que representa cerca de 70% da economia, vem batendo recordes há 15 trimestres, desde o terceiro trimestre de 2021.</p>
<p>Por outro lado, a indústria e os investimentos continuam abaixo dos picos registrados em 2013. A formação bruta de capital fixo (investimentos) está 6,7% abaixo do nível do segundo trimestre de 2013, enquanto a indústria segue 4,7% aquém do registrado no terceiro trimestre daquele ano. “A indústria é a única das três grandes atividades econômicas que ainda está abaixo do pico”, destacou Rebeca Palis, pesquisadora do IBGE.</p>
<h3>Agropecuária lidera avanço</h3>
<p>O destaque do trimestre foi o forte desempenho da agropecuária, que cresceu 12,2% em comparação ao trimestre anterior, impulsionada por condições climáticas favoráveis e pela concentração das colheitas de soja, milho, fumo e arroz no primeiro semestre.</p>
<p>Os serviços avançaram 0,3%, com ênfase nas atividades de informação e comunicação, que cresceram 3%. Em contraste, a indústria recuou 0,1%, pressionada pela queda na construção (-0,8%) e na indústria de transformação (-1%). Segundo o IBGE, esses setores sofrem os impactos da alta da taxa básica de juros (Selic).</p>
<h3>Consumo e exportações em alta</h3>
<p>Sob a ótica da demanda, todos os componentes registraram crescimento no trimestre:</p>
<ul>
<li><strong>Consumo das famílias:</strong> +1%</li>
<li><strong>Investimentos:</strong> +3,1%</li>
<li><strong>Exportações:</strong> +2,9%</li>
<li><strong>Consumo do governo:</strong> +0,1%</li>
</ul>
<p>Apesar da inflação resiliente e da política monetária restritiva, o mercado de trabalho aquecido, programas de transferência de renda e a expansão do crédito sustentaram o crescimento do consumo das famílias. “O consumo poderia ser ainda maior se não houvesse uma política monetária tão restritiva”, avaliou Rebeca Palis.</p>
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		<title>Setor agropecuário responsável por mais de 80% dos incêndios em São Paulo, aponta Ipam</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-agropecuario-responsavel-por-mais-de-80-dos-incendios-em-sao-paulo-aponta-ipam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 12:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[focos de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Ipam]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 22 e 24 de agosto, o estado de São Paulo registrou 2,6 mil focos de calor, dos quais 81,29% estavam localizados em áreas dedicadas à agropecuária, conforme levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Para realizar o monitoramento e avaliar a extensão dos incêndios, o Ipam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 22 e 24 de agosto, o estado de São Paulo registrou 2,6 mil focos de calor, dos quais 81,29% estavam localizados em áreas dedicadas à agropecuária, conforme levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).</p>
<p>Para realizar o monitoramento e avaliar a extensão dos incêndios, o Ipam utilizou imagens de satélites e dados de 2023 fornecidos pela Rede MapBiomas, da qual é membro. A análise revelou que 1,2 mil focos de calor (44,45%) ocorreram em perímetros de cultivo de cana-de-açúcar, enquanto 524 focos (19,99%) foram identificados em “mosaicos de usos”, áreas onde não é possível distinguir entre pastagem e cultivo agrícola. Além disso, 247 focos (9,42%) estavam em áreas de pastagem e 195 (7,43%) em regiões de silvicultura, soja, citrus, café e outras culturas.</p>
<p>Na zona de vegetação nativa, foram detectados 440 focos de calor, representando 16,77% do total, com as formações florestais respondendo por 13,57% desses focos.</p>
<p>Cinco municípios concentraram 13,31% dos focos de calor registrados no período: Pitangueiras (3,36%), Altinópolis (3,28%), Sertãozinho (2,4%), Olímpia (2,17%) e Cajuru (2,1%). Todas estão localizadas próximas a Ribeirão Preto, exceto Olímpia, que integra a Região Metropolitana de São José do Rio Preto.</p>
<p>Na sexta-feira (23), São Paulo contabilizou mais focos de calor do que todos os estados da Amazônia juntos, destacando-se como uma situação crítica na unidade federativa, conforme ressaltado pelo Ipam.</p>
<p>Além disso, na mesma sexta-feira, especialistas do Ipam observaram o surgimento de colunas de fumaça a cada 90 minutos, entre 10h30 e 12h, por meio de imagens capturadas por um satélite geoestacionário que atualiza a cada 10 minutos. O satélite responsável pelo monitoramento das manhãs e finais de tarde registrou um aumento expressivo, de 25 para 1.886 focos em todo o estado.</p>
<p>Ane Alencar, diretora de Ciência do Ipam, descreveu o cenário como atípico. &#8220;É como se tivéssemos um &#8216;Dia do Fogo&#8217; exclusivo para a realidade paulista, evidenciado pela cortina de fumaça que surge simultaneamente a oeste&#8221;, afirmou, fazendo referência ao episódio de agosto de 2019, quando fazendeiros do Pará provocaram incêndios em diversas áreas da Amazônia, atingindo unidades de conservação e terras indígenas.</p>
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		<title>Economia brasileira cresce 2,9% em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/economia-brasileira-cresce-29-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 2,9% em 2023, com um valor total de R$ 10,9 trilhões. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 2,9% em 2023, com um valor total de R$ 10,9 trilhões. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A alta do PIB no ano foi puxada por uma alta recorde de 15,1% do setor agropecuário, o maior avanço desde o início da série histórica da pesquisa, em 1995. Também apresentaram aumentos os setores da indústria (1,6%) e do serviços (2,4%).</p>
<p>&#8220;A agropecuária cresceu 15,1% no ano passado, puxada muito pelos crescimentos nas produções de soja e milho, duas das mais importantes lavouras do Brasil&#8221;, explicou a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis. &#8220;A indústria extrativa mineral, com a extração de petróleo e minério de ferro, cresceu bastante também&#8221;.</p>
<p>Segundo Rebeca, a agropecuária e a indústria extrativa responderam por metade do crescimento do PIB. &#8220;Vale ressaltar também duas outras atividades importantes na economia: a parte de eletricidade, água, gás e esgoto e a parte de intermediação financeira&#8221;.</p>
<p>Sob a ótica da demanda, o crescimento foi puxado pelo consumo das famílias (3,1%), consumo do governo (1,7%) e exportações (9,1%). A queda de 1,2% das importações também contribuiu para o resultado. A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, por outro lado, caiu 3% no ano.</p>
<p>Na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano, o PIB manteve-se estável. Já na comparação do quarto trimestre de 2023 com o mesmo período do ano anterior, houve alta de 2,1%.</p>
</div>
</div>
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		<title>BC aumenta projeção de crescimento do PIB de 2% para 2,9%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-2-para-29/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) elevou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 2% para 2,9%, em razão, sobretudo, da “surpresa com o crescimento no segundo trimestre”. A projeção consta do Relatório [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Banco Central (BC) elevou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 2% para 2,9%, em razão, sobretudo, da “surpresa com o crescimento no segundo trimestre”. A projeção consta do <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/ri" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Inflação</a>, publicação trimestral do BC, divulgado nesta quinta-feira (28).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Além disso, e em menor medida, o BC faz previsões “ligeiramente mais favoráveis” para a evolução da indústria, de serviços e do consumo das famílias no segundo semestre de 2023.</p>
<p>No segundo trimestre do ano a economia brasileira, superando as projeções, cresceu 0,9%, na comparação com os primeiros três meses, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao segundo trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%. O PIB acumula alta de 3,2% no período de 12 meses. No semestre, a alta acumulada é de 3,7%.</p>
<p>“A atividade econômica surpreendeu novamente no segundo trimestre”, destacou o BC no relatório, ponderando que o forte crescimento no primeiro semestre do ano se deve, em parte, a fatores transitórios. “Permanece a perspectiva de que a atividade cresça em ritmo menor nos próximos trimestres e ao longo de 2024”, avalia.</p>
<p>No primeiro trimestre deste ano, o setor agropecuário puxou o crescimento do PIB de 1,9%, devido ao ótimo resultado das safras recordes de soja e milho. No segundo trimestre, os desempenhos da indústria e dos serviços explicaram também a alta do crescimento da economia.</p>
<p>“Os impactos diretos e indiretos da forte alta da agropecuária no primeiro semestre de 2023 devem se dissipar no restante do ano e, para 2024, não se projeta alta tão expressiva do setor”, avalia o BC.</p>
<p>Outro impulso transitório no primeiro semestre, e que não deve se repetir na mesma magnitude, segundo o relatório, foi a expansão dos benefícios previdenciários – influenciados por alta do salário mínimo e por mudanças de calendário que anteciparam pagamentos para o primeiro semestre – e de assistência social sobre a renda das famílias.</p>
<p>A política monetária se situa “em terreno contracionista e há a expectativa de que se mantenha assim no horizonte de previsão, ainda que esteja sendo gradualmente flexibilizada”.</p>
<p>“Por fim, o cenário externo mostra-se mais incerto, com perspectiva de desaceleração da atividade econômica nos países avançados, em ambiente de pressões inflacionárias persistentes, e de menor crescimento para a economia chinesa”, explicou o BC.</p>
<p>Na política de juros, na semana passada o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano. O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela segunda vez no semestre, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões.</p>
<p>Ainda assim, em ata divulgada na terça-feira (26), o Copom reforçou a necessidade de se manter uma política monetária ainda contracionista, para que se consolide a convergência da inflação para a meta em 2024 e 2025 e a ancoragem das expectativas. As incertezas nos mercados e as expectativas de inflação acima da meta preocupam o BC e são fatores que impactam a decisão sobre a taxa básica de juros.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida. Os efeitos do aperto monetário, entretanto, são sentidos no encarecimento do crédito e na desaceleração da economia. Já para incentivar a produção e o consumo, diante de preços controlados, o Copom diminui a Selic.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Em 2022, a economia brasileira cresceu 2,9%, após alta de 5% em 2021 e recuo de 3,3% em 2020. O setor de serviços foi o que mais contribuiu para o crescimento do PIB no ano passado. Segundo o BC, os segmentos do setor foram severamente afetados pela pandemia da covid-19, inicialmente, mas desde então apresentam trajetórias de crescimento.</p>
<p>Para este ano, sob a ótica da oferta, a alta na projeção de crescimento do PIB reflete elevação nas projeções para os três setores: agropecuária, indústria e serviços.</p>
<p>A estimativa para o crescimento da agropecuária passou de 10% para 13%, refletindo melhora nos prognósticos do IBGE para a produção agrícola, principalmente de soja, de milho e de cana-de-açúcar, e crescimento do abate de animais no primeiro semestre maior do que o antecipado.</p>
<p>“Apesar da contribuição bastante positiva da agropecuária para o resultado do PIB no ano, o setor deve contribuir negativamente para as variações trimestrais do PIB ao longo do segundo semestre, sobretudo no terceiro trimestre, visto que a maior parte da colheita dos produtos com os maiores crescimentos anuais ocorreu na primeira metade do ano”, explicou o BC.</p>
<p>Para a indústria, a previsão foi alterada de 0,7% para 2%, com melhora nos prognósticos para a construção; para a “produção e distribuição de eletricidade, gás e água”; e, especialmente, para a indústria extrativa. Nesse último componente, houve elevado crescimento da produção de minério de ferro e de petróleo na primeira metade do ano. “Tal expansão se deu em ritmo superior ao compatível com os guidances [orientações] de produção dos principais produtores dessas commodities disponíveis à época do relatório anterior [em junho]”, diz o documento.</p>
<p>Ainda sobre a oferta, para o setor de serviços a projeção foi revista de 1,6% para 2,1%, com melhora nas previsões para todas as atividades, com exceção de comércio, bastante influenciado pelo desempenho da indústria de transformação, que segue com previsão de recuo em 2023.</p>
<p>“A alta da projeção reflete surpresas positivas no segundo trimestre bastante disseminadas, bem como a ligeira melhora nos prognósticos para as variações trimestrais das atividades do setor terciário no segundo semestre”, explicou a autoridade monetária.</p>
<p>Com relação aos componentes domésticos da demanda, houve alta nas projeções para o consumo das famílias de 1,6% para 2,8% e para o consumo do governo, de 1% para 1,8%. Para a formação bruta de capital fixo (investimentos) das empresas o recuo previsto passou de 1,8% para 2,2%.</p>
<p>A projeção para a variação das exportações este ano foi revisada de 3,7% para 6,7%, repercutindo, principalmente, prognósticos mais favoráveis para os embarques de produtos agropecuários e da indústria extrativa. A previsão para as importações continuou sendo de estabilidade em relação ao ano anterior.</p>
<h2>Previsão para 2024</h2>
<p>Pela primeira vez, o BC apresentou a previsão de crescimento do PIB para 2024, de 1,8%, com variações nos componentes da oferta e da demanda mais homogêneas do que as previstas para este ano.</p>
<p>Pelo lado da oferta, agropecuária, indústria e serviços devem crescer, respectivamente, 1,5%, 2% e 1,8%.</p>
<p>Na demanda doméstica, as taxas de variação esperadas para o consumo das famílias, o consumo do governo e a formação bruta de capital fixo são 1,9%, 1,5% e 2,1%, respectivamente.</p>
<p>Exportações e importações de bens e serviços devem crescer 1,5% e 1,6%, respectivamente.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A previsão de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano se manteve em 5%, a mesma do relatório de junho. Para isso, o BC projeta cenário com taxa básica de juros em 11,75% ao ano e câmbio em R$ 4,90.</p>
<p>Para 2024 e 2025, a expectativa é que o IPCA fique em 3,5% e 3,1%, respectivamente. Nessa trajetória, a taxa Selic chega ao final de 2024 e 2025 em 9% e 8,5% ao ano, respectivamente.</p>
<p>O relatório destaca que a chance de a inflação oficial superar o teto da meta este ano subiu de 61% no relatório de junho para 67% agora em setembro.</p>
<p>A meta para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,25% de inflação, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Para 2024 e 2025, o CMN estabeleceu meta de 3% para o IPCA, nos 2 anos, com o mesmo percentual de tolerância.</p>
<p>“Na comparação com o Relatório de Inflação anterior, no cenário de referência, as projeções de inflação tiveram poucas alterações. Vários fatores atuaram para cima e para baixo, mas tenderam em boa medida a se compensarem”, explicou o BC.</p>
<p>Os principais fatores de revisão para cima são a trajetória mais baixa da taxa Selic da pesquisa Focus; a forte subida do preço do petróleo; e os indicadores de atividade econômica mais fortes do que o esperado. Já as revisões para baixo são influenciadas pela inflação observada recentemente menor do que a esperada e pela queda das expectativas de inflação.</p>
<p>“Quando se consideram os grupos de preços livres e administrados, na comparação com o relatório anterior, destaca-se o movimento oposto entre preços livres e administrados. Em particular, para2023, houve queda significativa na projeção da inflação de preços livres, puxada principalmente por alimentação no domicílio, e forte aumento na projeção para administrados, impactada pelo acentuado crescimento do preço do petróleo”, diz o relatório do BC.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,86%.</p>
</div>
</div>
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		<title>BC revisa previsão de crescimento do PIB de 2,7% para 2,9%, neste ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bc-revisa-previsao-de-crescimento-do-pib-de-27-para-29-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em 1%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o relatório, a alta na projeção do PIB, neste ano, refletiu a “elevação na previsão para o setor de serviços, parcialmente compensada por recuo nas estimativas para agropecuária e indústria”.</p>
<p>“A projeção da agropecuária foi alterada de estabilidade para recuo de 2%, refletindo, principalmente, o resultado do terceiro trimestre”. O relatório acrescenta que o recuo na comparação com o trimestre anterior surpreendeu o BC, que “esperava um resultado positivo, influenciado pela base relativamente fraca do segundo trimestre – ainda sob impacto da quebra parcial da safra de soja, cultura com colheita concentrada nos dois primeiros trimestres do ano – e por altas na produção de laranja e de algodão, culturas com participação expressiva no terceiro trimestre”.</p>
<p>“Contudo, recuos na produção de cana-de-açúcar e mandioca sobrepujaram esses fatores altistas, levando a recuo da atividade no trimestre e a piora na estimativa para o ano”, acrescentou.</p>
<p>Na indústria, a projeção foi revista de 2,4% para 1,9%, com quedas nas previsões para todos os setores, com exceção da construção.</p>
<p>Em serviços, a estimativa de crescimento em 2022 passou de 3,4% para 4,1%, influenciada pelo resultado do terceiro trimestre e pela revisão da série histórica. “O setor terciário tem mostrado resiliência, voltando a crescer em ritmo robusto no terceiro trimestre. As altas no setor foram disseminadas e de magnitudes elevadas, iguais ou superiores a 1%, exceto pela atividade de comércio, afetada pelo arrefecimento do varejo e da produção industrial”.</p>
<p>Para os próximos trimestres, acrescenta o BC, “espera-se arrefecimento mais disseminado no setor, repercutindo a perspectiva de desaceleração do consumo das famílias, em ambiente de taxas de juros mais elevadas e de desaquecimento do mercado de trabalho”.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>A estimativa para a variação do consumo das famílias passou de 3,9% para 4,2%, a do consumo do governo de 0,7% para 1,6% e a da formação bruta de capital fixo (FBCF &#8211; investimentos) de -0,4% para 0,7%.</p>
<p>As exportações e as importações em 2022 devem variar, na ordem, de 4% e estabilidade, ante projeções de 1,5% e -2,5%. Essas estimativas refletem “altas maiores do que as esperadas no volume de exportações e importações de bens e serviços”.</p>
<h2>Próximo ano</h2>
<p>Para 2023, a projeção de crescimento foi influenciada pela “manutenção da perspectiva de arrefecimento na demanda interna e nos componentes mais cíclicos da oferta”.</p>
<p>O relatório diz ainda que “discussões sobre o orçamento de 2023 apontam para maior expansão dos gastos primários [gastos relacionados aos serviços públicos, sem considerar pagamento de empréstimos] do que a prevista na legislação atual, em especial os associados a transferências às famílias [como o Bolsa Família]”.</p>
<p>O BC acrescenta que o aumento de gastos do governo podem ajudar a sustentar a demanda por bens e serviços, principalmente no curto prazo. Por outro lado, “estímulos fiscais adicionais, especialmente se impactarem a percepção de sustentabilidade da dívida pública, podem prejudicar as condições financeiras e o crescimento econômico”. “Portanto, o resultado final depende da combinação da magnitude da expansão fiscal no curto prazo e da formulação exata do novo arcabouço fiscal”.</p>
<h2>Oferta e demanda</h2>
<p>Pelo lado da oferta, a manutenção da projeção central para a variação do PIB em 2023 refletiu recuos nas previsões para agropecuária e indústria, de, respectivamente, 7,5% e 0,4% para 7% e estabilidade, e elevação na previsão para serviços, de 0,6% para 0,9%.</p>
<p>No âmbito da demanda interna, as projeções para o consumo das famílias, consumo do governo e FBCF foram elevadas de, respectivamente, 0,7%, 1,0% e -0,5% para 1,2%, 1,1% e 0,3%.</p>
<p>As estimativas para as variações das exportações e importações ficaram praticamente inalteradas, passando, respectivamente, de 3% para 2,8% e de 0,5% para 0,7%.</p>
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