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	<title>afundamento do solo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vítimas da Braskem realizam protesto durante encontro do G20 em Maceió</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vitimas-da-braskem-realizam-protesto-durante-encontro-do-g20-em-maceio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2024 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afundamento do solo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasken]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a reunião dos ministros da Economia dos países do G20 em Maceió, nesta sexta-feira (13), vítimas do afundamento de solo causado pela exploração de sal-gema pela petroquímica Braskem organizaram um protesto exigindo reparações pelos danos sofridos. Aproximadamente 60 mil pessoas e 15 mil imóveis foram afetados pelo desastre ambiental que comprometeu bairros inteiros da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a reunião dos ministros da Economia dos países do G20 em Maceió, nesta sexta-feira (13), vítimas do afundamento de solo causado pela exploração de sal-gema pela petroquímica Braskem organizaram um protesto exigindo reparações pelos danos sofridos. Aproximadamente 60 mil pessoas e 15 mil imóveis foram afetados pelo desastre ambiental que comprometeu bairros inteiros da cidade.</p>
<p>O ato foi coordenado pelo Movimento Unificado de Vítimas da Braskem (MUVB) e teve como foco chamar a atenção dos participantes do G20 para a urgência de reparações justas e medidas ambientais mais rigorosas. Durante a agenda do Grupo de Trabalho de Economia Digital do G20, os manifestantes protocolaram uma carta aberta que enfatiza o sofrimento das famílias deslocadas e denuncia a impunidade em crimes ambientais.</p>
<p>**Carta Aberta Pede Ações Rigorosas e Indenizações Justas**</p>
<p>Na carta entregue ao G20, o MUVB denuncia a destruição causada pela Braskem e cobra maior responsabilização das empresas transnacionais por crimes ambientais. &#8220;O crime cometido pela Braskem resultou no afundamento de bairros inteiros, deixando um rastro de destruição e desespero&#8221;, afirma o documento. Os bairros do Pinheiro, Bebedouro, Mutange, Bom Parto e parte do Farol foram os mais impactados, sendo necessários remanejamentos de moradores.</p>
<p>O movimento também questiona o valor de R$ 40 mil oferecido como indenização por núcleo familiar, considerado insuficiente para cobrir as perdas. Como resposta, a organização recorreu à Corte Internacional de Direitos Humanos, argumentando que os valores deveriam ser muito maiores, de acordo com padrões internacionais de compensação.</p>
<p>**Tribunal da Holanda Condena Braskem e CIDH Cobra Justiça no Brasil**</p>
<p>Em julho, a Braskem foi condenada por um tribunal holandês a indenizar nove vítimas do afundamento, embora o valor não tenha sido fixado. A decisão poderá servir de precedente para outras ações futuras. No mesmo mês, durante uma audiência na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), vítimas de tragédias no Brasil, incluindo o afundamento em Maceió, cobraram maior responsabilização judicial e legislativa.</p>
<p>**Resposta da Braskem**</p>
<p>Em nota oficial, a Braskem afirmou que desde 2019 vem implementando ações para mitigar os impactos do afundamento de solo, com realocação preventiva de 40 mil moradores e pagamento de compensações financeiras. A empresa informou que já desembolsou mais de R$ 10,6 bilhões e continua monitorando o solo nas áreas afetadas.</p>
<p>O protesto e a movimentação judicial destacam a luta contínua das vítimas por justiça e reparação adequada, enquanto aguardam decisões mais concretas das instâncias internacionais e brasileiras.</p>
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		<title>Observatório do CNJ vai acompanhar situação de emergência em Maceió</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/observatorio-do-cnj-vai-acompanhar-situacao-de-emergencia-em-maceio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 13:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afundamento do solo]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[mina da Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Sal-gema]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem. De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais questões com grande repercussão.</p>
<p>A questão do afundamento provocado pela mina é acompanhada pelo observatório desde 2019. Estão em tramitação na Justiça pelo menos três ações civis públicas que tratam dos danos ambientais provocados pela empresa e para anular o acordo feito pela prefeitura de Maceió para indenização pelos prejuízos causados com o afundamento.</p>
<p>Mais cedo, o governo federal autorizou o reconhecimento do estado de situação de emergência na capital alagoana.</p>
<p>A situação é mais grave nos bairros de Mutange, Pinheiro e Bebedouro, que sofreram nos últimos dias abalos sísmicos devido à movimentação da cavidade de uma das minas da Braskem.</p>
<p>Ontem (30), a prefeitura de Maceió decretou situação de emergência por 180 dias por causa do iminente colapso da mina 18, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população está restrita na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.</p>
<p>A Defesa Civil de Maceió informou que a última medição apontou que a movimentação vertical acumulada na área é de 1,42 metro e a velocidade vertical é de 2,6 centímetros por hora.</p>
<p>Em nota, a Braskem disse que continua mobilizada e monitorando a situação da mina 18, tomando as medidas cabíveis para minimização do impacto de possíveis ocorrências e que a área está isolada desde terça-feira (28). A empresa ressalta que a região está desabitada desde 2020.</p>
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