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	<title>Africa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Maratonista britânico conquista desafio épico: Correr toda a extensão do continente africano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2024 22:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
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		<category><![CDATA[Maratona]]></category>
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		<category><![CDATA[Russ Cook]]></category>
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					<description><![CDATA[O maratonista extremo Russ Cook alcançou uma conquista notável ao completar uma corrida por toda a extensão do continente africano no último domingo (7) na Tunísia. Sua jornada de 352 dias o levou por 16 países, em uma odisseia que incluiu desde assaltos à mão armada até intoxicações alimentares. A saga de Cook começou em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O maratonista extremo Russ Cook alcançou uma conquista notável ao completar uma corrida por toda a extensão do continente africano no último domingo (7) na Tunísia. Sua jornada de 352 dias o levou por 16 países, em uma odisseia que incluiu desde assaltos à mão armada até intoxicações alimentares.</p>
<p>A saga de Cook começou em abril do ano anterior, no ponto mais meridional da África, na aldeia sul-africana de L&#8217;Agulhas. Ele então seguiu pela costa oeste do continente, cobrindo uma distância total de mais de 16 mil quilômetros.</p>
<p>&#8220;Missão cumprida: a primeira pessoa a percorrer toda a extensão da África&#8221;, anunciou Cook em sua plataforma X.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">The first person ever to run the entire length of Africa. Mission complete🫡 <a href="https://t.co/PZk5aDCDgH">pic.twitter.com/PZk5aDCDgH</a></p>
<p>&mdash; Russ Cook (@hardestgeezer) <a href="https://twitter.com/hardestgeezer/status/1777037775549727099?ref_src=twsrc%5Etfw">April 7, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Durante sua jornada, o atleta de 27 anos atravessou países como Namíbia, Angola, República Democrática do Congo, República do Congo, Camarões, Nigéria, Benin, Togo, Gana, Costa do Marfim, Guiné, Senegal, Mauritânia e Argélia, antes de chegar à localidade de Ras Angela na noite do domingo.</p>
<p>Além de enfrentar os desafios físicos e ambientais ao longo do caminho, Cook também conseguiu arrecadar mais de meio milhão de libras para a caridade.</p>
<p>&#8220;O principal objetivo é desafiar a si mesmo e realizar algo extraordinário&#8221;, explicou Simon Klima, da plataforma de caridade Givestar, à Reuters. &#8220;Até agora, quase 600 mil libras (cerca de US$ 758.160) foram levantadas para duas instituições de caridade, Sandblast e Running. Esperamos que, ao atingir a marca de um milhão de libras, Russ alcance um novo patamar em sua arrecadação de fundos. Essa é a meta.&#8221;</p>
<p>No trecho final de sua jornada, Cook foi acompanhado por apoiadores, muitos dos quais viajaram especialmente para estar presentes.</p>
<p>&#8220;Vi a postagem no Instagram onde ele convidava todo mundo para participar. Eu estava deitado no sofá, era um domingo à tarde, vi e ele disse que todos podiam vir&#8221;, compartilhou Warren Blake, dos EUA, à Reuters. &#8220;Eu simplesmente não podia perder uma oportunidade maluca e histórica como esta.&#8221;</p>
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		<title>Lula propõe parceria com países africanos para combater o desmatamento e reforça reformas na ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 17:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[União Africana]]></category>
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					<description><![CDATA[Em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana, realizada em Adis Abeba, Etiópia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a necessidade de iniciativas globais para a proteção das florestas tropicais. Durante sua vigésima primeira visita ao continente africano, Lula propôs a criação de uma rede de satélites para monitorar o desmatamento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana, realizada em Adis Abeba, Etiópia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a necessidade de iniciativas globais para a proteção das florestas tropicais. Durante sua vigésima primeira visita ao continente africano, Lula propôs a criação de uma rede de satélites para monitorar o desmatamento e a recuperação de áreas degradadas, destacando o compromisso do Brasil em promover uma governança multilateral e efetiva.</p>
<p>Lula reiterou a importância de parcerias estratégicas, enfocando a promoção da soberania em saúde, o combate à fome e a abordagem de doenças tropicais negligenciadas. Ele expressou preocupação com o acesso desigual a medicamentos durante a pandemia de covid-19 e instou a ampliação do acesso a vacinas para evitar um &#8220;apartheid&#8221; farmacêutico.</p>
<p>&#8220;A luta africana tem muito em comum com os desafios do Brasil. Nós, africanos e brasileiros, precisamos traçar nossos próprios caminhos na ordem internacional que surge. Precisamos criar uma nova governança global, capaz de enfrentar os desafios do nosso tempo&#8221;, afirmou o presidente.</p>
<p>Lula reconheceu a importância da União Africana como membro pleno do G20, mas defendeu a inclusão de mais países africanos. Ele expressou o compromisso do Brasil em colaborar com a África em diversas áreas, incluindo educação, saúde, meio ambiente e ciência e tecnologia. O presidente anunciou planos para fortalecer o intercâmbio de estudantes africanos em instituições de ensino superior brasileiras e ampliar a cooperação em pesquisa agrícola e saúde.</p>
<p>&#8220;O Brasil quer crescer junto com a África, mas sem ditar caminhos a ninguém.&#8221;</p>
<p>Ao abordar as crises internacionais, Lula reiterou sua posição em favor de uma solução duradoura para o conflito Israel-Palestina, destacando a importância do avanço na criação de um Estado palestino reconhecido pela ONU. Ele também ressaltou a necessidade de reformas na ONU para garantir uma representação mais equitativa, incluindo países da África e América Latina no Conselho de Segurança.</p>
<p>&#8220;Ser humanista hoje implica condenar os ataques perpetrados pelo Hamas contra civis israelenses e demandar a liberação imediata de todos os reféns. Ser humanista impõe igualmente o rechaço à resposta desproporcional de Israel&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>&#8220;A solução para essa crise só será duradoura se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino, reconhecido como membro pleno das Nações Unidas.&#8221;</p>
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		<title>Em Angola, Lula defende reforma do Conselho de Segurança da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, neste sábado (26), uma reforma no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Em declaração à imprensa no último dia de visita a Angola, ele avaliou que a entidade já não mais representa “aquilo para o qual foi criada”. “A ONU de 2023 está longe de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, neste sábado (26), uma reforma no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Em declaração à imprensa no último dia de visita a Angola, ele avaliou que a entidade já não mais representa “aquilo para o qual foi criada”. “A ONU de 2023 está longe de ter a mesma credibilidade da ONU de 1945”, avaliou. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“O Conselho de Segurança, que deveria ser a segurança da paz e da tranquilidade, é o que faz a guerra sem conversar com ninguém. A Rússia vai para a Ucrânia sem discutir no Conselho de Segurança. Os Estados Unidos vão para o Iraque sem discutir no Conselho de Segurança. A França e a Inglaterra vão invadir a Líbia sem passar pelo Conselho de Segurança. Ou seja, quem faz a guerra, quem produz arma, quem vende armas são os países do Conselho de Segurança. Está errado.” </em></p>
<p>Lula acredita que mais países devem compor o conselho. <em>“Qual é a representação da África no Conselho de Segurança? Qual é a representação da Ásia, da América Latina? Deixamos claro que defendemos que o Brasil entre no Conselho de Segurança, a Índia, a Alemanha, o Japão. Há divergências, mas não são nossas”</em>, completou.</p>
<p>O presidente defendeu que a ONU passe a ter o que chamou de representação geográfica mais condizente com a realidade.</p>
<p><em>“Em 1948, a ONU conseguiu criar o Estado Israel. Em 2023, ela não consegue fazer cumprir a área reservada aos palestinos. Ela ficou enfraquecida. E, na questão climática, é mais grave. Em todas as COP [Conferências das Partes], nós decidimos muitas coisas, mas nenhuma delas é cumprida. Por que não é cumprida? Porque não há um Estado soberano. A ONU não tem força para dizer: ‘Isso aqui nós temos que cumprir, se não haverá determinadas ações’”</em>, exemplificou.</p>
<h2>Dívida africana</h2>
<p>Ainda durante declaração à imprensa na capital angolana, Lula questionou o mecanismo de pagamento da dívida de países africanos ao Fundo Monetário Internacional (FMI). “É preciso começar uma nova briga”, disse, ao citar que o continente acumula um débito de US$ 760 bilhões a serem pagos ao fundo.</p>
<p><em>“Essa dívida vai ficando impagável porque o dinheiro do orçamento nunca dá pra pagar e o problema vai sempre aumentando. Qual é a lógica? É tentar sensibilizar as pessoas que são donas dessas dívidas para que elas sejam transformadas em apoio à infraestrutura. O dinheiro da dívida, ao invés de ser pago, seria investido em obras de infraestrutura”</em>, disse.</p>
<p>Ele acredita que é necessário pensar em alternativas para uma solução. <em>“Você pode ou anular essa dívida, e acho que vai ser impossível anular uma dívida de US$ 760 bilhões, mas você pode prorrogá-la até que esses países adquiram condições de pagar.” </em></p>
<p>Lula encerra neste sábado a visita oficial a Angola e segue para São Tomé e Príncipe, onde participa da Cúpula dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A cerimônia oficial de despedida, em Luanda, deve ocorrer às 16h (horário local, 12h no horário de Brasília). Esta é a primeira vez que ele visita o continente desde o início do terceiro mandato.</p>
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</div>
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		<title>Novo surto de ebola atinge a República Democrática do Congo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-surto-de-ebola-atinge-a-republica-democratica-do-congo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2022 13:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
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		<category><![CDATA[Surto]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo caso de ebola registrado na República Democrática do Congo motivou as autoridades sanitárias do país a declararem hoje (23) novo surto da doença. É o terceiro surto de ebola no país desde 2018. O último havia sido encerrado em dezembro do ano passado. A diretora regional da Organização Mundial de Saúde (OMS) na África, Matshidiso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Um novo caso de ebola registrado na República Democrática do Congo motivou as autoridades sanitárias do país a declararem hoje (23) novo surto da doença. É o terceiro surto de ebola no país desde 2018. O último havia sido encerrado em dezembro do ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A diretora regional da Organização Mundial de Saúde (OMS) na África, Matshidiso Moeti, expressou preocupação com o caso. “O tempo não está do nosso lado. A doença iniciou há duas semanas e agora nós estamos correndo atrás. A notícia positiva é que as autoridades da República Democrática do Congo têm mais experiência que quaisquer outras no mundo em controlar rapidamente surtos de ebola”.</p>
<p>O novo caso de ebola foi registrado na cidade de Mbandaka. O paciente, um homem de 31 anos, começou a ter os sintomas em 5 de abril e depois de mais de uma semana tratando em casa, buscou tratamento no hospital. No dia 21 de abril, ele foi levado a um centro de tratamento intensivo de ebola, mas morreu mais tarde, ainda no mesmo dia. Todos que tiveram contato com o paciente passaram a ser monitorados.</p>
<p>Espera-se que uma campanha de vacinação tenha início nos próximos dias. O país já tem estoques do imunizante rVSV-ZEBOV nas cidades de Goma e Kinshasa. Vacinas serão enviadas para Mbandaka, segundo a OMS. A vacinação deverá começar por quem teve contato com a vítima, ampliando para os que tiveram contato com esse primeiro grupo. A estratégia, chamada “vacinação em anel”, em tradução livre, é usada para conter a propagação do vírus.</p>
<p>O último surto teve duração de 42 dias. Na ocasião, foram notificados 11 casos (oito confirmados e três prováveis) e seis mortes na província do Kivu Norte. Foi nessa mesma província que ocorreu o surto de 2018, que durou dois anos.</p>
<h2>O ebola</h2>
<p>O vírus ebola atinge humanos e primatas (macacos, gorilas e chimpanzés) e foi descoberto em 1976, próximo ao Rio Ebola, localizado onde hoje fica a República Democrática do Congo.</p>
<p>De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês), dos Estados Unidos, o hospedeiro natural do ebola ainda é desconhecido, mas investigadores acreditam que o vírus seja transportado por animais e que os morcegos sejam os hospedeiros mais prováveis.</p>
<p>O ebola é transmitido, principalmente, por contato direto de feridas na pele e mucosas desprotegidas com sangue ou fluidos corporais infectados. Além disso, pelo contato com objetos, como agulhas e seringas, contaminados; ou pelo contato com morcegos ou primatas infectados.</p>
<p>“O ebola não se transmite pelo ar, pela água ou através dos alimentos de um modo geral. Porém, na África, o ebola pode ser transmitido através do manuseamento de carne de animais selvagens (que são caçados para alimento)”, afirma o CDC.</p>
</div>
</div>
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