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	<title>afastamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>afastamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>MP do Rio recomenda afastamento de gestores do Rioprevidência após perdas com Banco Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Rioprevidência Banco Master Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) emitiu, nesta quarta-feira (26), uma recomendação contundente ao Rioprevidência e à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) para a adoção imediata de medidas destinadas a proteger o patrimônio previdenciário dos servidores e apurar responsabilidades pela manutenção de investimentos no Banco Master — instituição que teve sua liquidação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) emitiu, nesta quarta-feira (26), uma recomendação contundente ao Rioprevidência e à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) para a adoção imediata de medidas destinadas a proteger o patrimônio previdenciário dos servidores e apurar responsabilidades pela manutenção de investimentos no Banco Master — instituição que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central.</p>
<p>A medida, assinada pelo Grupo de Atuação Especializada da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal, orienta a abertura de processo administrativo interno para investigar gestores, consultores e membros de comitês que autorizaram ou mantiveram aplicações financeiras no banco. O MPRJ recomenda ainda o afastamento cautelar de todos os agentes diretamente envolvidos, além da adoção de ações de responsabilização para reparação de eventuais danos ao erário.</p>
<p>Em comunicado recente, o Rioprevidência informou ter aplicado cerca de R$ 960 milhões no Banco Master entre outubro de 2023 e agosto de 2024 — valores com vencimentos previstos apenas para 2033 e 2034. A autarquia negou que o montante ultrapasse R$ 2,6 bilhões, esclarecendo que essa cifra decorreu de um cálculo previamente divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e já contestado em recurso.</p>
<p>A liquidação do banco expôs os recursos do regime próprio de previdência a um risco de crédito considerado desproporcional e incompatível com boas práticas de gestão. Segundo o MPRJ, a fragilidade da instituição financeira era conhecida diante do quadro de irregularidades e deterioração patrimonial identificado pelo Banco Central, o que torna ainda mais grave a permanência dos investimentos.</p>
<p>O impacto ultrapassa o âmbito previdenciário e atinge diretamente o equilíbrio fiscal do estado. As falhas na condução dos investimentos resultaram na perda do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), condição essencial para que o governo do Rio receba transferências voluntárias da União e contrate operações de crédito com bancos federais. A ausência desse certificado levou a administração estadual à inscrição no CAUC — o que representa um bloqueio estrutural na capacidade de financiamento do estado.</p>
<p>O MPRJ estipulou prazo de 10 dias para que Rioprevidência e Sefaz-RJ informem as providências adotadas. Também determinou a apresentação, em até 30 dias, de um plano conjunto de saneamento capaz de restabelecer o CRP, liberar repasses federais e mitigar prejuízos decorrentes da irregularidade. O documento requer ainda a divulgação detalhada dos investimentos realizados: datas, valores, responsáveis e medidas tomadas para contenção de danos.</p>
<p>Para o Ministério Público, a atuação coordenada da Secretaria de Fazenda é indispensável não apenas para regularizar a situação previdenciária, mas para garantir a estabilidade fiscal do estado e a proteção dos benefícios dos servidores.</p>
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		<title>Justiça Federal afasta concessionária da Rio-Petrópolis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-federal-afasta-concessionaria-da-rio-petropolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 13:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[afastamento]]></category>
		<category><![CDATA[BR-040]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovia Rio-Petrópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou que o governo federal e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) retomem o controle da rodovia BR-040 no trecho de subida da serra de Petrópolis (RJ). A decisão, tomada pela 1ª Vara Federal de Petrópolis, resulta de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou que o governo federal e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) retomem o controle da rodovia BR-040 no trecho de subida da serra de Petrópolis (RJ). A decisão, tomada pela 1ª Vara Federal de Petrópolis, resulta de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal.</p>
<p>A liminar concede um prazo de 60 dias para que o poder público reassuma o serviço, atualmente operado pela concessionária Concer. O descumprimento dessa determinação acarretará uma multa diária de R$ 1 milhão. O contrato de concessão, firmado em 1995, previa a exploração do serviço por 25 anos, até 2021, mas foi prorrogado por um termo aditivo.</p>
<p>Além disso, a liminar obriga a União e a ANTT a realizarem, em 180 dias, uma licitação para concluir as obras da estrada Nova Subida da Serra (NSS), que deveriam ter sido entregues pela Concer até 2014. Alternativamente, a licitação poderá selecionar uma nova concessionária para finalizar a rodovia. O custo atualizado da obra é estimado em R$ 521,7 milhões.</p>
<p>No mérito da ação, a Justiça Federal declarou nulo o termo aditivo de 2014, que previa o financiamento das obras da serra por meio de repasses diretos da União, como forma de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato. Foram realizadas duas transferências de recursos federais, totalizando R$ 460 milhões, em valores atualizados.</p>
<p>O juiz federal César Manuel Granda Pereira afirmou que o custeio das obras sem prévia licitação pública é ilegal: “Houve clara burla à regra constitucional de obrigatoriedade de licitação, com consequências negativas para o usuário da rodovia que até a presente data se vê privado da NSS, bem como do interesse público que, mesmo ante o dispêndio de elevada monta de recursos, não se chegou a operar uma obra com utilidade para a coletividade”, escreveu. O magistrado também destacou a gravidade de iniciar as obras sem definição clara da origem dos recursos.</p>
<p>A Concer foi condenada a elaborar o projeto executivo da nova via, que ainda não foi entregue, e a concluir as partes da obra com recursos originalmente previstos no programa de exploração da rodovia. A ANTT deve fiscalizar e garantir que a pista atual continue operando de forma integrada ao sistema rodoviário até a entrada de uma nova concessionária.</p>
<p><strong>Traçado</strong></p>
<p>Inaugurada em 1928, a estrada de subida da serra de Petrópolis tem 20 quilômetros e é utilizada por aproximadamente 12 mil veículos diariamente, 20% dos quais são caminhões. O Ministério Público Federal aponta o mau estado da via, a falta de acostamentos e os riscos em dias chuvosos, que aumentam as derrapagens, tombamentos e deslizamentos.</p>
<p>O juiz César Manuel Pereira destacou o abandono e as limitações do traçado da rodovia, afirmando que “o cenário de abandono é verificado por qualquer usuário da rodovia que circule no trecho Rio-Petrópolis, bem como que as limitações do traçado e características operacionais do trecho ascendente permanecem inalteradas em que pese o decurso de 25 anos da concessão”.</p>
<p><strong>Concer</strong></p>
<p>Em nota, a Concer informou que vai recorrer da decisão, argumentando que medidas favoráveis à companhia foram obtidas em instâncias superiores da Justiça Federal e que consideraram os problemas que os usuários enfrentarão se a concessionária deixar a rodovia abruptamente, aspecto não contemplado na decisão de primeira instância.</p>
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		<title>STF confirma afastamento do governador do DF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-confirma-afastamento-do-governador-do-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 16:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[afastamento]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Votação]]></category>
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					<description><![CDATA[O julgamento que confirmou o afastamento do governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha (MDB, por 90 dias, terminou com placar de 9 a 2 no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi imposta em decorrência dos atos de vandalismo praticados por militantes bolsonaristas no último domingo (8), em Brasília. A medida cautelar foi julgada ontem (11) no plenário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O julgamento que confirmou o afastamento do governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha (MDB, por 90 dias, terminou com placar de 9 a 2 no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi imposta em decorrência dos atos de vandalismo praticados por militantes bolsonaristas no último domingo (8), em Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A medida cautelar foi julgada ontem (11) no plenário virtual, e os ministro tiveram até as 23h59 para votar. A maioria acompanhou o relator, ministro Alexandre de Moraes, que afastou Ibaneis de suas funções ainda na madrugada de segunda-feira (9), horas depois dos atos de vandalismo terem deixado o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e a sede do próprio Supremo depredados.</p>
<p>Moraes indicou aparente conivência de Ibaneis Rocha, cujo governo era responsável por garantir a segurança dos prédios públicos de Brasília, mas que não montou esquema de segurança especial, mesmo tendo conhecimento de que atos violentos estariam sendo planejados.</p>
<p>O ministro escreveu que Ibaneis “não só deu declarações públicas defendendo uma falsa ‘livre manifestação política em Brasília’ – mesmo sabedor, por todas as redes, que ataques às instituições e seus membros seriam realizados – como também ignorou todos os apelos das autoridades para a realização de um plano de segurança”. Ele se referiu a pedidos do governo federal pela proteção de prédios públicos e interdição do acesso à Esplanada dos Ministérios, que foram ignorados pelo governo do DF.</p>
<p>A decisão de Moraes foi referendada pelos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Os que divergiram, votando por manter Ibaneis Rocha no cargo, foram os minisros Nunes Marques e André Mendonça.</p>
<p>Nos votos divergentes, ambos escreveram não haver elementos suficientes para apontar a conivência ou a omissão intencional do governador nos episódios de domingo, e que seu afastametno do cargo seria medida excessiva, diante dos poucos indícios apresentados nas investigações até o momento.</p>
<h2>Prisões</h2>
<p>Com o mesmo placar de 9 a 2, foi mantida também a prisão do ex-secretário de Segurança Pública no DF Anderson Torres e do ex-comandante da Polícia Militar do DF Fábio Augusto Vieira. De acordo com a tese vencedora, há indicios suficientes para apontar a conivência de ambos com os atos golpistas.</p>
<p>Entre os indícios citados estão as imagens publicadas em redes sociais e divulgadas pela imprensa, mostrando policiais militares sem agir diante da prática de vandalismo contra os prédios públicos. O efetivo também não teria sido reforçado. Outro indício, no caso do ex-secretário, foi o fato de ele ter viajado para os Estados Unidos dias antes do domingo, mesmo tendo conhecimento do planejamento de atos violentes em Brasília.</p>
<p>Novamente, os únicos a divergirem nesse ponto foram Nunes Marques e André Mendonça. Ambos argumentaram que a medida de restrição de liberdade é excepcional e não deveria ser aplicada ao caso do ex-secretário e do ex-comandante. Entre outras razões, os ministros argumetaram que Torres e Vieira já foram exonerados, e portanto não mais representam risco às investigações.</p>
<p>Fábio Augusto Vieira já se encontra preso. Torres disse que retornará dos EUA &#8211; para onde disse ter ido de férias com a família &#8211; para se entregar, mas até o momento não voltou ao país.</p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p>Foram referendadas também outras medidas determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes em decorrência dos atos de vandalismo de domingo (8), como a dissolução de acampamentos golpistas em frente a unidades das Forças Armadas e a prisão em flagrante de todos que se recusassem a sair desses locais, a apreensão dos ônibus que trouxeram militantes bolsonaristas de outros estados e a proibição da entrada de ônibus de excursão com manifestantes no DF até 31 de janeiro.</p>
<p>O único a apresentar ressalvas em relação a algumas das medidas foi o ministro Nunes Marques, que discordou, por exemplo, da prisão em flagrante das pessoas que se encontrassem nos acampamentos golpistas. Ele disse ser necessário primeiro investigar se “haveria em tais ambientes o acolhimento de ‘terroristas’”.</p>
</div>
</div>
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		<title>Moraes afasta governador do Distrito Federal por 90 dias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-afasta-governador-do-distrito-federal-por-90-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 10:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[afastamento]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, ficará 90 dias afastado do cargo. Em decisão publicada na madrugada desta segunda-feira (9), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou descaso e omissão por parte do governador  e do então secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, que foi exonerado ontem. “O descaso e a conivência do ex-ministro da Justiça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, ficará 90 dias afastado do cargo. Em decisão publicada na madrugada desta segunda-feira (9), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou descaso e omissão por parte do governador  e do então secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, que foi exonerado ontem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O descaso e a conivência do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e, até então, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres – cuja responsabilidade está sendo apurada em petição em separado – com qualquer planejamento que garantisse a segurança e a ordem no DF, tanto do patrimônio público – Congresso Nacional, Presidência da República e Supremo Tribunal Federal – só não foi mais acintoso do que a conduta dolosamente omissiva do governador do DF, Ibaneis Rocha, que não só deu declarações públicas defendendo uma falsa “livre manifestação política em Brasília” – mesmo sabedor, por todas as redes, que ataques às instituições e seus membros seriam realizados – como também ignorou todos os apelos das autoridades para a realização de um plano de segurança semelhante ao realizado nos últimos dois anos, em 7 de setembro em especial, com a proibição de ingresso na Esplanada dos Ministérios pelos criminosos terroristas; tendo liberado o amplo acesso”, destacou o magistrado.</p>
<p>O chefe do Executivo local e o secretário de Segurança exonerado Anderson Torres também serão incluídos no inquérito que investiga atos antidemocráticos. A vice de Ibaneis, Celina Leão (PP), assumirá o comando do Executivo local nesse período.</p>
<p>Moraes determinou ainda a desocupação total do acampamento bolsonarista em frente ao Quartel do Exército, na área central de Brasília, em até 24 horas. Os que insistirem, alerta o ministro, poderão ser presos em flagrante e enquadrados em pelo menos sete crimes diferentes. “Determino a desocupação e dissolução total, em 24 (vinte e quatro) horas, dos acampamentos realizados nas imediações dos quartéis generais e outras unidades militares para a prática de atos antidemocráticos e prisão em flagrante de seus participantes pela prática dos crimes previstos nos artigos 2ª, 3º, 5º e 6º (atos terroristas, inclusive preparatórios) da Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016 e nos artigos 288 (associação criminosa), 359-L (abolição violenta do Estado Democrático de Direito) e 359-M (golpe de Estado), 147 (ameaça), 147-A, § 1º, III (perseguição), 286 (incitação ao crime)”.</p>
<p>A desocupação deverá ser feita pelas polícias militares dos estados e Distrito Federal, com o apoio da Força Nacional e Polícia Federal se necessário, devendo o governador do estado e DF ser intimado para efetivar a decisão, sob pena de responsabilidade pessoal.</p>
<p>Em vídeo divulgado ontem (8) a noite, Ibaneis Rocha pediu desculpas aos chefes dos Três Poderes. Segundo o governador afastado, não se imaginava que os atos tomariam tal proporção. “Quero me dirigir aqui, primeiramente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para pedir desculpas pelo que aconteceu hoje em nossa cidade. Para a presidente do Supremo Tribunal Federal [Rosa Weber], ao meu querido amigo Arthur Lira [presidente da Câmara], ao meu querido amigo Rodrigo Pacheco [presidente do Senado]”, disse.</p>
<h2>Intervenção</h2>
<p>Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a publicação de um decreto que prevê a intervenção na área de segurança pública do governo do Distrito Federal (GDF). A intervenção vai até 31 de janeiro deste ano.</p>
</div>
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