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	<title>Adolescentes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 15:41:49 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Adolescentes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Comissão divulga protocolo nacional para atendimento de crianças vítimas de violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comissao-divulga-protocolo-nacional-para-atendimento-de-criancas-vitimas-de-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência. O protocolo reúne diretrizes para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência.</p>
<p>O protocolo reúne diretrizes para áreas como saúde, assistência social, educação, segurança pública, conselhos tutelares e sistema de Justiça. A proposta é criar procedimentos integrados para evitar falhas no atendimento e reduzir a revitimização das vítimas durante o processo de denúncia e acompanhamento.</p>
<p>O documento estabelece etapas para identificação de sinais de violência, acolhimento inicial, encaminhamento para atendimento especializado e acompanhamento psicológico e social. Também orienta sobre a coleta de depoimentos e a atuação coordenada entre diferentes instituições responsáveis pela proteção das vítimas.</p>
<p>Segundo os responsáveis pela elaboração do material, a intenção é garantir que crianças e adolescentes recebam atendimento humanizado, com prioridade para a proteção física e emocional das vítimas. A iniciativa também busca fortalecer a articulação entre municípios, estados e governo federal no enfrentamento à violência sexual infantojuvenil.</p>
<p>A publicação ocorre dentro das ações nacionais de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, tema que mobiliza campanhas de conscientização, capacitação de profissionais e ampliação de canais de denúncia em todo o país.</p>
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		<title>Anvisa libera uso do Mounjaro para jovens com diabetes tipo 2 e amplia opções de tratamento no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-libera-uso-do-mounjaro-para-jovens-com-diabetes-tipo-2-e-amplia-opcoes-de-tratamento-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes 2]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Monjauro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou a ampliação do uso do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2 no Brasil. A decisão permite que o tratamento seja indicado para pacientes entre 10 e 17 anos, marcando uma mudança significativa no enfrentamento da doença nessa faixa etária. Até então, o medicamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou a ampliação do uso do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2 no Brasil. A decisão permite que o tratamento seja indicado para pacientes entre 10 e 17 anos, marcando uma mudança significativa no enfrentamento da doença nessa faixa etária.</p>
<p>Até então, o medicamento era restrito ao público adulto. Com a nova autorização, o país passa a incorporar uma alternativa terapêutica mais moderna para um grupo que, historicamente, contava com opções limitadas, como o uso de insulina e metformina.</p>
<h3>Avanço diante do crescimento da doença entre jovens</h3>
<p>A decisão da Anvisa ocorre em um contexto de aumento expressivo do diabetes tipo 2 entre crianças e adolescentes — condição antes mais comum em adultos. Atualmente, cerca de 213 mil jovens convivem com a doença no Brasil, além de mais de 1,4 milhão que apresentam quadro de pré-diabetes.</p>
<p>Especialistas associam esse crescimento, principalmente, ao avanço da obesidade infantil e a mudanças no estilo de vida, como sedentarismo e alimentação inadequada. O cenário coloca o país entre aqueles com maior número de casos da doença nessa faixa etária.</p>
<h3>Como o medicamento atua no organismo</h3>
<p>O Mounjaro é um fármaco injetável desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly e pertence a uma classe inovadora de medicamentos que atuam simultaneamente em dois hormônios relacionados ao controle da glicose e do apetite.</p>
<p>Essa ação dupla contribui tanto para a redução dos níveis de açúcar no sangue quanto para o controle do peso corporal — fator considerado decisivo no tratamento do diabetes tipo 2, especialmente entre jovens.</p>
<h3>Resultados clínicos e eficácia</h3>
<p>A liberação do uso pediátrico foi baseada em estudos clínicos internacionais que demonstraram resultados expressivos. Entre os principais dados observados estão:</p>
<ul>
<li>Redução superior a 2 pontos percentuais na hemoglobina glicada, indicador essencial para o controle da doença;</li>
<li>Queda de até 12% no índice de massa corporal (IMC);</li>
<li>Alta taxa de resposta ao tratamento, com melhora significativa no controle glicêmico.</li>
</ul>
<p>Esses resultados reforçam o potencial do medicamento como alternativa eficaz para pacientes que não conseguem controlar a doença com terapias convencionais.</p>
<h3>Impacto no tratamento e desafios de acesso</h3>
<p>A ampliação do uso do Mounjaro representa uma mudança relevante no arsenal terapêutico disponível no Brasil, aproximando o país de tendências internacionais no combate ao diabetes tipo 2.</p>
<p>No entanto, especialistas alertam que a autorização regulatória não garante acesso imediato ao medicamento, especialmente no sistema público de saúde. A incorporação ao SUS ainda depende de análises adicionais, incluindo custo, impacto orçamentário e definição de protocolos clínicos.</p>
<p>Além disso, o tratamento exige acompanhamento médico rigoroso, sobretudo por se tratar de pacientes em fase de desenvolvimento. A indicação deve ser individualizada, considerando fatores como evolução da doença, resposta a outros medicamentos e condições gerais de saúde.</p>
<h3>Novo cenário para o cuidado infantojuvenil</h3>
<p>A decisão da Anvisa sinaliza uma mudança no enfrentamento do diabetes tipo 2 entre jovens no Brasil. Ao incorporar terapias mais modernas, o país amplia as possibilidades de controle da doença e reduz riscos de complicações futuras, como problemas cardiovasculares e metabólicos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o avanço reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção, com foco em alimentação saudável, prática de atividades físicas e diagnóstico precoce — fatores essenciais para conter o crescimento da doença nas novas gerações.</p>
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		<item>
		<title>Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até junho de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-contra-hpv-para-jovens-de-15-a-19-anos-e-prorrogada-ate-junho-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano.</p>
<p>Segundo a pasta, a ampliação do período tem como objetivo reforçar a proteção de adolescentes e jovens em todo o país, alcançando aqueles que não receberam a vacina entre os 9 e 14 anos, idade prevista no calendário regular de imunização.</p>
<p>A estratégia seguirá válida até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, ampliando as oportunidades de acesso à vacina e contribuindo para a retomada da cobertura vacinal contra o HPV no Brasil.</p>
<h3>Meta é alcançar 7 milhões de jovens</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 7 milhões de adolescentes e jovens ainda não foram imunizados contra o HPV. Até dezembro deste ano, a estratégia de resgate aplicou 208,7 mil doses da vacina — sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.</p>
<p>A ampliação do prazo, segundo a pasta, permite não apenas a proteção individual, mas também a redução da circulação do vírus na população, com impacto direto na prevenção de diversos tipos de câncer associados ao HPV.</p>
<h3>Onde se vacinar</h3>
<p>A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada:</p>
<ul>
<li>nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);</li>
<li>em ações externas, como campanhas em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</li>
</ul>
<p>As iniciativas contam com o apoio de estados e municípios para ampliar o alcance e facilitar o acesso do público-alvo.</p>
<h3>Importância da vacina</h3>
<p>Considerada segura e eficaz, a vacina contra o HPV é fundamental na prevenção de diferentes tipos de câncer relacionados ao vírus, como:</p>
<ul>
<li>câncer do colo do útero;</li>
<li>câncer de vulva;</li>
<li>câncer de pênis;</li>
<li>câncer de garganta e pescoço.</li>
</ul>
<p>A estratégia de resgate é válida em todos os 5.569 municípios brasileiros e busca reduzir os impactos do HPV a longo prazo.</p>
<h3>Esquema vacinal</h3>
<p>A vacinação contra o HPV integra o calendário nacional para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses e facilitando a adesão à imunização.</p>
<h3>Exceções ao esquema de dose única</h3>
<p>Alguns grupos específicos continuam seguindo o esquema de três doses, entre eles:</p>
<ul>
<li>pessoas imunocomprometidas, como quem vive com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados;</li>
<li>usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvidas, a recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação e atualização da caderneta de vacinação.</p>
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		<item>
		<title>Governo prorroga vacinação contra HPV para jovens até dezembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prorroga-vacinacao-contra-hpv-para-jovens-ate-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 14:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação contra HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra o HPV foi ampliada até dezembro, com foco em jovens de 15 a 19 anos que não receberam a dose entre os 9 e 14 anos — faixa etária indicada como prioritária. A meta é alcançar cerca de 7 milhões de adolescentes. Para ampliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra o HPV foi ampliada até dezembro, com foco em jovens de 15 a 19 anos que não receberam a dose entre os 9 e 14 anos — faixa etária indicada como prioritária.</p>
<p>A meta é alcançar cerca de 7 milhões de adolescentes. Para ampliar o acesso, a vacina está disponível em unidades básicas de saúde, além de escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</p>
<blockquote><p>“A vacina contra o HPV é segura e fundamental na prevenção de cânceres como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço”, destacou o ministério.</p></blockquote>
<p>Balanço parcial: até o início de setembro, 115 mil jovens já foram vacinados nesta etapa. Os estados com mais imunizados são Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p>Em 2024, a cobertura vacinal entre meninas de 9 a 14 anos chegou a 82%, acima da média global de 37%. Entre meninos, o índice foi de 67%.</p>
<p>Desde 2023, o Brasil adotou o esquema de dose única contra o HPV para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, seguindo recomendações internacionais. Para pessoas imunocomprometidas (como pacientes com HIV, câncer ou transplantados), continuam indicadas três doses.</p>
<p>O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo, com mais de 200 tipos identificados. Alguns provocam verrugas genitais e outros estão ligados a tumores malignos, como o câncer do colo do útero.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela: jovens estão desamparados diante das redes sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-jovens-estao-desamparados-diante-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente. O levantamento, conduzido pelo Porto Digital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente.</p>
<p>O levantamento, conduzido pelo Porto Digital e a Offerwise, traz à tona um debate importante sobre os impactos do mundo online na saúde mental dos jovens, especialmente após a repercussão da série <em>Adolescência</em>, da Netflix. A produção abordou temas como bullying, depressão, pressão estética e distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Dados Preocupantes</strong></p>
<ul>
<li>57% apontam o bullying e a violência escolar como principais desafios;</li>
<li>48% citam a depressão e a ansiedade;</li>
<li>32% falam da pressão estética;</li>
<li>Apenas 20% dos pais pretendem adotar ferramentas de controle digital no futuro;</li>
<li>Supervisão dos pais diminui conforme os filhos crescem.</li>
</ul>
<p>Especialistas alertam para a fragilidade da autorregulação das redes sociais e destacam a importância de espaços de acolhimento e diálogo, tanto na escola quanto em casa. O psicólogo e professor Luciano Meira defende equilíbrio entre o mundo digital e o real: <em>“É preciso construir relações de confiança e ensinar senso crítico para navegar na internet”.</em></p>
<p>Enquanto isso, o STF analisa mudanças no Marco Civil da Internet e o Congresso discute o PL das Fake News, buscando responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos.</p>
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		<item>
		<title>Famílias reagem a veto de terapias hormonais para menores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/familias-reagem-a-veto-de-terapias-hormonais-para-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2025 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[CFM]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[Trans]]></category>
		<category><![CDATA[Transsexuais]]></category>
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					<description><![CDATA[Chloe Stanley tem 12 anos de idade e mora com a mãe, o irmão e a avó na cidade de São Paulo. Em fevereiro, a família conseguiu na Justiça a guarda unilateral da menina e, com isso, o direito de iniciar o bloqueio hormonal na adolescente, que é uma garota trans. O pai de Chloe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chloe Stanley tem 12 anos de idade e mora com a mãe, o irmão e a avó na cidade de São Paulo. Em fevereiro, a família conseguiu na Justiça a guarda unilateral da menina e, com isso, o direito de iniciar o bloqueio hormonal na adolescente, que é uma garota trans. O pai de Chloe não aceita a condição da filha. A previsão era que o tratamento começasse no dia 26 de agosto, sob a orientação de um endocrinologista. Uma resolução publicada esta semana pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe o bloqueio hormonal em menores de idade, entretanto, pode alterar os planos da família.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, a mãe de Chloe, Tatiam Stanley, relata que a filha foi diagnosticada com disforia de gênero severa e que o maior medo da menina é iniciar a puberdade e desenvolver características masculinas.</p>
<p>“De repente, fomos minados, bombardeados com essa notícia de uma resolução onde o CFM proíbe o bloqueio em crianças. Nosso mundo desabou. Simplesmente um retrocesso de anos na história. Chloe está desolada com toda essa situação. Estou tentando fazer com que ela se anime e tenha esperança”.</p>
<blockquote><p>“Não é possível que não haja nada que possa ser feito diante dessa imposição do CFM. Eles não sabem o que é vivenciar essa história, o que é sentir ser alguém que a sociedade não acredita que existe, que impõe suas verdades e acha que nós temos que acatar. Retrocedemos anos. Anos! Demos passos pra trás absurdamente. Está na Constituição: saúde para todos. É dever do Estado, não é? Mas estão tirando os direitos das nossas crianças e adolescentes trans de existirem e de fazerem o uso do bloqueio”, acrescenta Tatiam.</p></blockquote>
<p>Tatiam alerta que há risco de crianças e adolescentes trans, diante da proibição e em razão do desespero, buscarem outras formas de acesso e de fazer uso de bloqueadores hormonais, colocando em risco a saúde e a integridade de cada um deles e de suas famílias.</p>
<p>“O direito à saúde não é de todos? Não é um dever do Estado? Como é que eles agridem assim, proibindo e tirando um direito que é nosso? Para gente, foi lamentável, foi desolador”, afirma.</p>
<blockquote><p>“É um ultraje o que o CFM está fazendo. Pra mim, chega a ser uma monstruosidade. Não houve nenhum diálogo com os ambulatórios que tratam de crianças e adolescentes trans. Não conversaram com as famílias, nada. Simplesmente sentaram, se reuniram, decidiram por nós. E nós temos que acatar e ficar de braços cruzados, vendo o que eles estão fazendo com os nossos filhos, filhas e filhes? De forma alguma. A gente tem que fazer alguma coisa. Tem que ser feita alguma coisa. Não dá pra continuar desse jeito”.</p></blockquote>
<p>Diogo Leal mora em Florianópolis com a esposa e a filha, uma menina trans de 9 anos de idade, e traz um relato muito similar ao de Tatiam. Ele conta que V [nome preservado a pedido da família], desde pequena, sempre curtiu brincadeiras diferentes das tradicionalmente definidas pela sociedade para meninos.</p>
<p><strong>“Mas a gente pensa, essa coisa de brincadeira de menino e de menina é uma coisa inventada”, diz.</strong></p>
<p>Foi em meio à pandemia da covid-19, entretanto, que a identificação com o sexo feminino se mostrou mais intensa.</p>
<blockquote><p>“Não sei se foi porque a gente acabou passando mais tempo juntos em casa e, com essa privacidade, ela se sentiu mais livre para ir se expondo. Foi nesse período que essas mudanças começaram a acontecer de forma mais intensa. Ela, primeiramente, quis usar fantasias de princesas e de super-heroínas, ela gostava muito da Batgirl e da Elza [personagem do filme Frozen, da Disney]. A partir daí, foi um passo para ela começar a querer usar apenas roupas de menina”, disse.</p></blockquote>
<p>Com a retomada das aulas no período menos crítico da pandemia, V já voltou para o ambiente escolar com os cabelos mais compridos e vestindo uniforme do sexo feminino.</p>
<p>“No meio do 1º ano, ela decidiu que queria ser chamada de V. Ela já falava na escola e também já tinha falado pra gente. Conversamos com o colégio e deu tudo certo, não tivemos grandes problemas. É uma escola pública municipal e eles aceitaram usar o nome social dela”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Tem sido um processo. A gente vai sempre acompanhando cada etapa. Às vezes, são coisas bobas, tipo deixá-la ir à casa de uma amiguinha. Acho que a maioria dos pais já fica preocupada, mas a gente fica ainda mais preocupado porque não sabe se vai haver algum tipo de preconceito. São coisas pequenas, mas a gente fica muito nervoso. A cada etapa da vida dela, a gente fica super preocupado. Se ela vai sofrer preconceito e como a gente pode ajudá-la e protegê-la”, relata.</p></blockquote>
<p>Com 9 anos de idade, V se aproxima da puberdade. <strong>E a resolução do CFM preocupa a família da menina.</strong></p>
<p>“Até então, pais e responsáveis por crianças e adolescentes trans tinham a possibilidade, mediante acompanhamento médico, claro, de, nessa fase da puberdade, entrar com o bloqueio hormonal. Um meio para dar uma parada no desenvolvimento das características biológicas. No caso da minha filha, seria não crescer pelo no rosto, por exemplo”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Isso é muito importante para essas crianças e adolescentes, para que eles possam se afirmar como quem são de fato, como se sentem. E é também uma forma de proteger a V numa sociedade em que há bastante preconceito. Cabe lembrar que, no Brasil, a expectativa de vida de uma pessoa trans é 35 anos. Numa sociedade que tem tanto preconceito, a terapia hormonal é até uma forma de proteção. Essas crianças e adolescentes se sentem mais felizes consigo mesmos, com o corpo deles, graças a esse bloqueio hormonal”, defende.</p></blockquote>
<p>“Essa medida do CFM atinge essas pessoas de duas maneiras. A primeira é negando que existem crianças e adolescentes trans e, por isso, não haveria necessidade de bloqueio hormonal e da hormonização cruzada, apenas na maioridade, a partir dos 18 anos. Uma negação do sentido da existência e, portanto, de todo tipo de auxílio, ajuda, acompanhamento médico e psicológico. E a segunda coisa é a consequência disso. Com certeza, vai fazer com que essas crianças e adolescentes e suas famílias sofram mais”.</p>
<p>O pai de V teme que a resolução acabe abrindo caminho para que crianças e adolescentes trans fiquem ainda mais suscetíveis a sofrer transfobia.</p>
<blockquote><p>“O índice de depressão e de tentativa de suicídio na população trans no Brasil é altíssimo na faixa de menores de 18 anos, 14%, muito maior que entre as pessoas cis. E esses dados, muitas vezes, são subestimados, você não consegue captar tão bem como é a realidade. Eu, como pai, fico extremamente preocupado”, alerta.</p></blockquote>
<p>“Minha filha ainda não está tomando o bloqueio. Ela é acompanhada por um ambulatório trans, que é onde nós tínhamos que fazer os exames para ver a questão dos hormônios e, em seguida, levar aos médicos para ver se já estaria no momento de iniciar o bloqueio hormonal ou se esperamos mais um pouco”, explica o pai de V.</p>
<p>“A gente sabe que isso é muito importante para a felicidade dela, e eu, como pai, e minha esposa, como mãe, a gente fica muito abalado e preocupado em relação a como isso pode afetar ela. Não só em relação à felicidade dela. Minha esposa, por exemplo, está arrasada. Tem tomado remédio para dormir. Ela tem medo de como a nossa filha pode reagir quando chegar nesse momento e ela não tiver como tomar o bloqueio hormonal. Ou mesmo quando chegar aos 16 anos e não puder tomar o hormônio”.</p>
<blockquote><p>“Na Constituição está colocado que todas as pessoas têm direito à saúde e que é dever do Estado prover, garantir esse direito. E essa resolução que saiu vai contra isso. Nega o acesso a direitos de crianças e adolescentes, da população trans em geral. Não só nega direitos como o Estado proíbe os médicos de proverem o direito à saúde para essa população. É gravíssimo. Arrasador. Os pais estão discutindo entre si como a gente pode lidar com isso”.</p></blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p>A resolução do CFM publicada em 16 de abril proíbe o bloqueio hormonal para crianças e adolescentes com incongruência e/ou disforia de gênero. A entidade estabelece ainda que terapia hormonal cruzada &#8211; administração de hormônios sexuais para induzir características secundárias condizentes com a identidade de gênero do paciente &#8211; só poderá ser iniciada a partir dos 18 anos de idade.</p>
<p><strong>A resolução também restringe o acesso a cirurgias de redesignação de gênero para pessoas trans antes dos 18 anos de idade</strong> e, nos casos em que o procedimento implicar potencial efeito esterilizador, antes de 21 anos.</p>
<p>Por fim, a resolução determina que pessoas trans que mantêm seus órgãos reprodutivos biológicos devem buscar atendimento médico preventivo ou terapêutico com especialistas do sexo biológico e não conforme sua identidade de gênero.</p>
<h2>MPF</h2>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento para apurar a legalidade da resolução.</p>
<p>Em nota, a entidade destaca que a publicação altera as normas que definem o atendimento e a realização de procedimentos médicos ofertados a pessoas trans, incluindo crianças e adolescentes.</p>
<p>De acordo com o MPF, o procedimento foi aberto a partir de denúncia feita pela Associação Mães pela Diversidade e de nota técnica publicada pela Antra.</p>
<blockquote><p>“As entidades comunicaram o fato e demonstraram a preocupação de familiares de crianças com variabilidade de gênero ou adolescentes trans que sofrem de disforia de gênero e que têm acesso a procedimentos terapêuticos como bloqueio puberal e hormonização cruzada”, disse o MPF.</p></blockquote>
<h2>O que diz o CFM</h2>
<p>Em coletiva de imprensa, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, ressaltou que a resolução foi aprovada por unanimidade pelo plenário da entidade.</p>
<p><strong>“Todos os 28 conselheiros presentes aprovaram essa resolução”, afirmou.</strong></p>
<p>O médico ginecologista Rafael Câmara, conselheiro pelo estado do Rio de Janeiro e um dos relatores da resolução, destacou que se trata de um tema em que as evidências e os fatos mudam a todo instante.</p>
<blockquote><p>“É natural que essas resoluções sejam alteradas”, disse.</p></blockquote>
<p>Ao tratar da vedação da terapia hormonal cruzada para menores de 18 anos de idade, ele lembrou que a resolução anterior do CFM estabeleceu 16 anos de idade como a idade mínima para a administração de hormônios sexuais com essa finalidade.</p>
<p>“Não é algo inócuo”, disse, ao citar riscos como o aumento de doenças cardiovasculares e hepáticas, incluindo câncer, fertilidade reduzida, calvície e acne, no caso da testosterona, e problemas tromboembólicos e câncer de mama, no caso do estrogênio.</p>
<p>Sobre bloqueadores hormonais, o médico destacou que o uso desse tipo de terapia no intuito de suprimir a puberdade em crianças e adolescentes é motivo de discussões e questionamentos frequentes.</p>
<p>Câmara lembrou que, em abril do ano passado, o Reino Unido aboliu o uso de bloqueadores sexuais. Segundo ele, Finlândia, Suécia, Noruega e Dinamarca, “países com sistemas de saúde fortes e de tendência progressista”, também proibiram a terapia.</p>
<p><strong>“A exposição a hormônios sexuais é importante para a resistência óssea, para o crescimento adequado e para o desenvolvimento de órgãos sexuais”</strong>, lembrou, ao citar, dentre as consequências, densidade óssea comprometida, altura alterada e fertilidade reduzida.</p>
<p>O médico ressaltou que a vedação do uso de bloqueadores não se aplica a situações clínicas reconhecidas pela literatura médica nas quais o uso é cientificamente comprovado, incluindo quadros de puberdade precoce e doenças endócrinas.</p>
<p>Câmara cita ainda o aumento de relatos de arrependimento de transição e mesmo de destransição sexual desde 2020, o que levou diversos países a revisarem seus protocolos para lidar com a incongruência e a disforia de gênero.</p>
<p><strong>Outro ponto destacado pelo médico trata do sobrediagnóstico, sobretudo entre menores de idade.</strong></p>
<p>“Mais crianças e adolescentes estão sendo diagnosticados com disforia de gênero e, com isso, levados a tratamentos. Muitos, baseado em estudos, no futuro, poderiam não ser trans, mas simplesmente gays e lésbicas”.</p>
<blockquote><p>“Estudos mostram que, alguns anos atrás, a tendência, quando se tinha casos diagnosticados [de disforia de gênero], era tentar fazer com que a criança não mantivesse [o quadro]. Hoje, a tendência é fazer um viés de confirmação. Se a criança de 4 anos diz que é trans, muitos serviços acabam mantendo ou estimulando”, ressalta.</p></blockquote>
<p><em>Por: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Volta às Aulas sem Celular: Entenda as novas regras nas escolas brasileiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/volta-as-aulas-sem-celular-entenda-as-novas-regras-nas-escolas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[uso pedagógico dos dispositivos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, conforme orientações do Ministério da Educação (MEC).</p>
<h4>O que a nova lei determina?</h4>
<p>A lei proíbe o uso de celulares durante as aulas, recreios e intervalos em todos os níveis do ensino básico, incluindo educação infantil, ensino fundamental e médio. O uso desses dispositivos só será permitido para fins pedagógicos, mediante autorização dos professores. Além dos celulares, a restrição abrange tablets, smartwatches e outros aparelhos eletrônicos pessoais conectados à internet.</p>
<h4>Implementação e regulamentação</h4>
<p>Embora a lei já esteja em vigor desde 13 de janeiro de 2025, o MEC está elaborando uma regulamentação complementar, prevista para ser divulgada até o final de fevereiro. Até lá, cabe a cada instituição de ensino definir suas estratégias de implementação, em diálogo com pais, professores e alunos. O MEC disponibilizou <a href="https://mecred.mec.gov.br/busca?page=Collection" target="_blank" rel="noopener">manuais de orientação</a> para auxiliar escolas e redes de ensino nesse processo.</p>
<h4>Motivações e benefícios esperados</h4>
<p>A decisão foi fundamentada em estudos que apontam o impacto negativo do uso excessivo de telas no desempenho acadêmico e na saúde mental dos jovens. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) revelam que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos se distraem com o celular durante as aulas de matemática. Além de prejudicar a concentração, o uso inadequado desses dispositivos está associado ao aumento de casos de ansiedade, depressão e dificuldades de interação social.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, destaca que a medida favorece a socialização entre os estudantes, promovendo interações mais significativas no ambiente escolar.</p>
<h4>Como será o controle do uso de aparelhos?</h4>
<p>Cada escola terá autonomia para definir como os dispositivos serão guardados, podendo optar por mantê-los desligados nas mochilas, em armários individuais ou em caixas coletivas. A fiscalização do cumprimento da lei será responsabilidade das secretarias municipais e estaduais de educação. Embora não estejam previstas multas, as escolas deverão estabelecer regras claras em parceria com a comunidade escolar.</p>
<h4>Exceções e uso pedagógico</h4>
<p>A lei permite o uso de celulares em situações específicas, como para fins pedagógicos, questões de acessibilidade, inclusão, saúde ou emergências. Em muitas instituições, o celular já é utilizado como ferramenta didática, especialmente em contextos de desigualdade, onde contribui para o desenvolvimento da educação digital e midiática.</p>
<h4>Comunicação com as famílias e papel dos pais</h4>
<p>Para a comunicação com as famílias, os alunos poderão utilizar seus aparelhos sob orientação da escola, quando necessário. O MEC também destaca o papel fundamental dos pais em reforçar as regras em casa e conscientizar sobre os impactos negativos do uso excessivo das telas.</p>
<h4>Recomendações para diferentes faixas etárias</h4>
<p>Para crianças em creches e pré-escolas, o MEC recomenda atividades &#8220;desplugadas&#8221;, que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor. No ensino fundamental e médio, o uso de dispositivos digitais da própria escola deve ser priorizado sempre que possível.</p>
<h4>Desafios e perspectivas</h4>
<p>Embora a lei já tenha sido implementada em países como França, Espanha e Dinamarca, sua aplicação no Brasil ainda gera dúvidas e desafios. O MEC e outras entidades educacionais seguem trabalhando para esclarecer e apoiar escolas, famílias e alunos na adaptação a essa nova realidade, com o objetivo de criar um ambiente escolar mais saudável e propício ao aprendizado.</p>
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		<title>Rio amplia vacinação contra dengue para adolescentes de até 16 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-amplia-vacinacao-contra-dengue-para-adolescentes-de-ate-16-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 23:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aepypti]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre 10 e 16 anos poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de 10 a 14 anos. De acordo com o secretário municipal de Saúde, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre <strong>10 e 16 anos</strong> poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de <strong>10 a 14 anos</strong>. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a medida busca otimizar o uso das <strong>100 mil doses em estoque</strong>, reservadas para quem ainda não retornou para a segunda aplicação da vacina.</p>
<p>Durante coletiva de imprensa sobre o plano operacional do carnaval de rua, Soranz destacou a importância da imunização, especialmente no verão, quando a transmissão da dengue costuma aumentar. Ele alertou para o risco de circulação do sorotipo 3 da doença, que tem registrado alta de casos em São Paulo e pode chegar ao Rio. &#8220;Dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano temos números muito menores que no ano passado, quando enfrentamos uma epidemia. Mesmo assim, estamos atentos ao aumento de casos em outros estados&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, na segunda-feira (27), o <strong>primeiro óbito por dengue</strong> na capital em 2025. A vítima, um homem de 38 anos, morava em Campo Grande, na zona oeste. Até o momento, cerca de <strong>mil casos</strong> foram notificados no município.</p>
<p>A ampliação da faixa etária é mais uma tentativa de conter o avanço da doença e estimular a adesão à vacinação, considerada uma das principais estratégias de prevenção.</p>
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		<title>Educadores apoiam restrição de celulares nas escolas: Proposta do governo será apresentada em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/educadores-apoiam-restricao-de-celulares-nas-escolas-proposta-do-governo-sera-apresentada-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2024 13:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, visa mitigar os impactos negativos do uso prolongado de dispositivos móveis, tanto no aprendizado quanto na saúde mental.</p>
<p>Em recente entrevista, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou pesquisas que apontam como o uso inadequado dessas tecnologias prejudica o desempenho dos alunos e afeta os professores. Para ele, a medida é essencial para enfrentar os desafios impostos pela digitalização excessiva.</p>
<figure id="attachment_79669" aria-describedby="caption-attachment-79669" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-79669" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Muitos Têm Manifestado Verdadeiras Crises De Abstinência - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-79669" class="wp-caption-text">“Muitos têm manifestado verdadeiras crises de abstinência quando afastados de seus celulares&#8221;, relatou a pedagoga e psicóloga Marina Rampazzo &#8211; Arquivo/EBC</figcaption></figure>
<p><strong>Uso excessivo de telas: desafios antes e depois da pandemia</strong></p>
<p>Marina Rampazzo, orientadora educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, ressalta que a preocupação com o uso excessivo de telas já existia antes da pandemia, mas foi amplificada durante o isolamento social. <em>&#8220;A pandemia potencializou o problema. As telas passaram a ser o principal meio de distração e aprendizado para muitas crianças, com pouca ou nenhuma supervisão dos pais&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Ela ainda afirma que, embora o cenário seja desafiador, as escolas têm um papel fundamental na reversão desse quadro. <em>&#8220;O ambiente escolar não apenas oferece conteúdos acadêmicos, mas também atua no desenvolvimento cognitivo e social das crianças. Esse é o lugar onde elas podem interagir pessoalmente, longe das telas&#8221;</em>, reforça.</p>
<p><strong>Impacto social e comportamental nas escolas</strong></p>
<p>Margareth Nogueira, orientadora educacional de uma escola privada, observa que o uso descontrolado de celulares nas escolas tem contribuído para o aumento de comportamentos antissociais, como o bullying. “<em>Crianças entre 10 e 12 anos precisam desenvolver habilidades de diálogo e reflexão. No entanto, muitos têm dificuldades em ouvir e dialogar de forma construtiva, prejudicando as interações sociais”,</em> explica Margareth.</p>
<p>Ela também destaca que o uso prolongado de telas tem afetado a saúde física dos alunos, como o aumento precoce no uso de óculos, consequência direta do tempo excessivo em frente às telas.</p>
<p><strong>O vício tecnológico e seus efeitos</strong></p>
<p>Outro ponto de preocupação dos educadores é o efeito viciante dos celulares sobre os jovens. Marina Rampazzo relata que muitos estudantes manifestam comportamentos agressivos e crises de abstinência quando são afastados de seus dispositivos. “Eles se tornam impacientes e intolerantes, e é cada vez mais comum presenciar casos de descontrole quando o uso do celular é restringido”, observa.</p>
<p>Margareth Nogueira complementa afirmando que o vício em tecnologia tem causado aumento na agitação, competitividade e agressividade entre os alunos. “Esses estímulos afetam diretamente a alimentação, a rotina e até o sono dos jovens, prejudicando o funcionamento cerebral e o desempenho escolar”, alerta.</p>
<p><strong>Preparação para novas regras e suporte às famílias</strong></p>
<p>Caso a proposta do governo seja aprovada, Margareth defende que as escolas devem estar preparadas para fornecer ferramentas tecnológicas adequadas para o ensino, como computadores, garantindo o acesso controlado a materiais educacionais. Ela também ressalta a importância de que, fora da escola, as famílias ofereçam alternativas às telas, como atividades culturais, esportivas e de lazer que promovam a socialização.</p>
<p><em>&#8220;A estrutura familiar tem um papel crucial nesse processo de desintoxicação digital. Estímulos que envolvem a arte, o esporte e a cultura são fundamentais para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes&#8221;</em>, conclui Marina Rampazzo.</p>
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		<title>Justiça suspende Operação Verão na orla carioca por violação de direitos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-suspende-operacao-verao-na-orla-carioca-por-violacao-de-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 13:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a Operação Verão, prevista para iniciar no dia 7 de setembro nas praias da zona sul, após pedido do Ministério Público do Estado (MPRJ). A decisão, da 1ª Vara da Infância, Juventude e Idoso da Capital, atendeu a uma reclamação de violação de um acordo judicial firmado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a Operação Verão, prevista para iniciar no dia 7 de setembro nas praias da zona sul, após pedido do Ministério Público do Estado (MPRJ). A decisão, da 1ª Vara da Infância, Juventude e Idoso da Capital, atendeu a uma reclamação de violação de um acordo judicial firmado em agosto, que exigia planejamento prévio e diálogo sobre a abordagem de adolescentes.</p>
<p>O Ministério Público argumentou que a prefeitura do Rio descumpriu o compromisso de participar de reuniões para alinhar ações antes do início da operação. A suspensão ocorre em um contexto de controvérsia sobre a prática de apreensão de menores, que em anos anteriores foi alvo de críticas por entidades como a Defensoria Pública e o Ministério Público Federal, sob alegação de discriminação e violação do direito de ir e vir.</p>
<p>A Operação Verão tem sido implementada para patrulhar, fiscalizar e organizar o fluxo nas praias cariocas, mas sua execução, especialmente em relação aos adolescentes, foi questionada judicialmente, sendo considerada ilegal em diversas ocasiões. Em casos anteriores, o Supremo Tribunal Federal já havia garantido que apreensões apenas para averiguação, sem flagrante de ato infracional, eram inconstitucionais.</p>
<p>Uma nova audiência de conciliação está marcada para outubro, na qual a prefeitura e o estado do Rio de Janeiro deverão apresentar uma solução que respeite os direitos dos jovens frequentadores das praias.</p>
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