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	<title>Acusação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>FBI faz buscas em escritório eleitoral na Geórgia em apuração sobre eleições de 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
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					<description><![CDATA[O FBI realizou uma operação de busca e apreensão em um escritório eleitoral do condado de Fulton, na Geórgia, região metropolitana de Atlanta, no contexto de uma investigação relacionada às alegações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que sua derrota nas eleições presidenciais de 2020 teria sido resultado de fraude eleitoral em larga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O FBI realizou uma operação de busca e apreensão em um escritório eleitoral do condado de Fulton, na Geórgia, região metropolitana de Atlanta, no contexto de uma investigação relacionada às alegações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que sua derrota nas eleições presidenciais de 2020 teria sido resultado de fraude eleitoral em larga escala.</p>
<p>Em nota sucinta, a agência federal informou que agentes cumpriram um mandado judicial no Centro Eleitoral e Operacional do Condado de Fulton, localizado em Union City. Inaugurada em 2023, a instalação funciona como um grande complexo logístico para armazenamento e gestão de materiais eleitorais. O FBI classificou a ação como uma “atividade policial autorizada por tribunal”.</p>
<p>Segundo comunicado do governo do condado, o mandado teve como objetivo a coleta de registros relacionados ao processo eleitoral de 2020. De acordo com uma autoridade ouvida pela agência Reuters sob condição de anonimato, os agentes buscaram apreender computadores e cédulas eleitorais que estariam armazenados no local, no âmbito de uma investigação sobre possível interferência eleitoral.</p>
<h3>Contexto político e reação local</h3>
<p>A ação ocorre em meio a uma série de iniciativas do atual governo norte-americano que envolvem o Departamento de Justiça e outras agências federais em casos sensíveis do ponto de vista político. Em 2020, o democrata Joe Biden venceu Trump na Geórgia por margem apertada, resultado decisivo para o desfecho da eleição presidencial daquele ano. Trump, derrotado na ocasião, retornou à Presidência após vencer o pleito de 2024.</p>
<p>A comissária do condado de Fulton, Mo Ivory, confirmou que o mandado estava em execução e afirmou que cerca de 700 caixas contendo cédulas eleitorais estavam sendo recolhidas de um local considerado seguro. Em vídeo publicado nas redes sociais, gravado dentro do centro eleitoral, Ivory acusou Trump de “tentar criar o caos” com objetivos políticos, especialmente visando as eleições de meio de mandato previstas para novembro.</p>
<p>A Geórgia deve sediar uma das disputas mais acirradas pelo Senado dos EUA, com o democrata Jon Ossoff buscando a reeleição. Para autoridades locais, a operação federal levanta preocupações institucionais. Ivory classificou a ação como um “ataque aos eleitores” e disse que o condado avalia quais medidas legais podem ser adotadas para contestar a intervenção.</p>
<p>“Sabemos que, neste momento, na América, muitas vezes não importa se você está do lado certo. Se o presidente quiser mobilizar forças federais, ele o fará”, declarou a comissária à imprensa.</p>
<h3>Repercussão em Washington</h3>
<p>A busca ganhou ainda mais destaque com a informação de que a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, poderia visitar o local nesta quarta-feira, algo considerado incomum no contexto de uma operação de segurança interna. Segundo reportagem da Reuters, Gabbard teria formado no ano passado um grupo interagências, com participação do Departamento de Justiça, para tratar de ações relacionadas à retaliação política contra adversários declarados de Trump.</p>
<p>A operação ocorre cerca de uma semana após Trump reiterar, durante um discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a alegação — já amplamente contestada por tribunais e autoridades eleitorais — de que as eleições de 2020 foram fraudadas. “As pessoas logo serão processadas pelo que fizeram”, afirmou o presidente na ocasião.</p>
<p>Paralelamente, o governo Trump moveu no mês passado uma ação judicial para ter acesso às cédulas eleitorais de 2020 do condado de Fulton. Segundo o processo, os materiais estariam sob a custódia do Tribunal Superior do Condado, em Atlanta.</p>
<p>A ofensiva reacende o debate sobre a integridade do sistema eleitoral norte-americano e aprofunda a polarização política no país às vésperas de novas disputas decisivas no Congresso.</p>
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		<title>Lewandowski mantém no STF acusação de extorsão contra Moro e Deltan</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lewandowski-mantem-no-stf-acusacao-de-extorsao-contra-moro-e-deltan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 17:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Deltan Dallagnol]]></category>
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		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, na noite de ontem (10), que é competência da Corte tratar da notícia-crime apresentada pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que acusou o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro de extorsão no âmbito da Operação Lava Jato. O ex-procurador da República e atual deputado federal Deltan [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, na noite de ontem (10), que é competência da Corte tratar da notícia-crime apresentada pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que acusou o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro de extorsão no âmbito da Operação Lava Jato. O ex-procurador da República e atual deputado federal Deltan Dallagnol também é citado.</p>
<p>O caso é antigo, mas voltou a ser relatado em novo depoimento prestado a Eduardo Appio, atual juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitam os casos remanescentes da Lava Jato. A força-tarefa da operação, que era coordenada por Dallagnol, já foi desmontada pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>
<p>Ao colher o depoimento, Appio decidiu enviar o caso ao Supremo a fim de que o tribunal decidisse a competência para investigar os fatos narrados por Duran. Lewandowski ouviu a Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou para que o caso fique no Supremo.</p>
<p>Segundo a PGR, no depoimento, além da tentativa de extorsão, Tacla Duran narra fatos que teriam ocorrido quando Moro já era ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro, “bem como ainda a notícia de suposta interferência do senador da República Sérgio Moro, na condição de ex-Juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba na prática de atos decisórios, nos autos da Ação Penal no 5019961-43.2017.4.04.7000/PR”.</p>
<p>Por esse motivo, a PGR se manifestou pela manutenção do caso no Supremo, onde os parlamentares têm foro por prerrogativa de função. O ministro concordou. “Assim, verifico que, ao menos nesta fase inicial, a competência para a supervisão e apuração dos fatos noticiados no presente expediente é do Supremo Tribunal Federal, a teor do art. 102, I, b, da Constituição da República”, escreveu Lewandowski.</p>
<p>“Aplica-se ao caso o precedente firmado na Ação Penal 937/DF quanto à prorrogação da competência, considerando que, segundo a PGR, alguns dos supostos atos podem ter sido praticados no exercício de cargos com foro especial por prerrogativa de função”, acrescentou o ministro.</p>
<p>O ministro reenviou o processo para a PGR. Desta vez, para que o órgão analise se há indícios e suspeitas suficientes para seguir com o caso. Essa foi uma das últimas decisões de Lewandowski como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se aposenta nesta terça-feira (11).</p>
<p>Procurado, o senador Sergio Moro disse, por meio de nota enviada por sua assessoria, que &#8220;a manifestação da PGR acolhida pelo ministro Ricardo Lewandowski contraria precedentes do próprio STF relativos ao foro privilegiado&#8221;.</p>
<p>O texto diz ainda &#8220;que o processo com as falsas acusações não é de competência do Supremo, visto que os fatos inventados seriam anteriores ao meu mandato de senador. Por essas razões, aliás, já disse que abro mão do privilégio e luto no Senado para o fim dessa excrescência jurídica, verdadeira causa de impunidade. Recorrerei tão logo tenha acesso aos autos&#8221;.</p>
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		<title>Trump é acusado de crimes ligados ao ataque ao Capitólio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-e-acusado-de-crimes-ligados-ao-ataque-ao-capitolio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 12:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Capitólio]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump é acusado de quatro crimes relacionados com o ataque ao Capitólio, por suspeita de ter incitado a invasão no dia 6 de janeiro de 2021. A comissão parlamentar fez apenas uma avaliação política, que não é vinculativa. As conclusões do Congresso foram enviadas para o Departamento de Justiça, ao qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump é acusado de quatro crimes relacionados com o ataque ao Capitólio, por suspeita de ter incitado a invasão no dia 6 de janeiro de 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A comissão parlamentar fez apenas uma avaliação política, que não é vinculativa.</p>
<p>As conclusões do Congresso foram enviadas para o Departamento de Justiça, ao qual cabe investigar os crimes. Mas a acusação parece não afetar o ex-presidente norte-americano.</p>
<p>Donald Trump disse que ser acusado de quatro crimes pela comissão que investiga o ataque ao Capitólio o fortalece e acusou o painel de querer impedi-lo de se recandidatar à Presidência.</p>
<p>“Essa gente não percebe que, quando vêm atrás de mim, as pessoas que amam a liberdade defendem-me”, escreveu na madrugada de hoje o ex-presidente em comunicado, divulgado em sua rede social Truth Social. “Isso me fortalece. O que não me mata torna-me mais forte”.</p>
<p>Trump afirma, na rede social, que tentou enviar 20 mil militares para evitar a violência em 6 de janeiro e que foi à televisão dizer a todos para irem embora.</p>
<p>Citou uma “agência de investigação dos democratas” que quer impedi-lo de voltar a se candidatar. “Porque sabem que vou ganhar”, argumentou. Para ele, as acusações são “uma tentativa partidária” de colocar ele e o partido republicano de lado.</p>
<p><strong><a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a></strong></p>
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