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	<title>Abrigos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Escalada do conflito no Oriente Médio leva 100 mil pessoas a abrigos no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza. Segundo o representante da ONU, os deslocados estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza.</p>
<p>Segundo o representante da ONU, os deslocados estão distribuídos em aproximadamente 477 abrigos. Ainda existem cerca de 57 locais com alguma capacidade disponível, mas o sistema de acolhimento está próximo do limite devido ao rápido aumento do número de pessoas em busca de proteção.</p>
<p>A movimentação em massa ocorre em meio à intensificação do conflito entre Israel e o grupo Hezbollah, sediado no Líbano. Nas últimas horas, o Exército israelense emitiu ordens para que moradores deixassem áreas dos subúrbios ao sul de Beirute — regiões onde o Hezbollah possui forte presença — além de partes do Vale do Bekaa, no leste do país. Um dia antes, também foi recomendada a evacuação de uma faixa do sul libanês.</p>
<p>Imran Riza destacou que o volume e a rapidez das ordens de retirada são incomuns no contexto do país. “O que vimos nos últimos dias é, eu diria, sem precedentes em termos da escala aqui no Líbano dos alertas, das ordens de deslocamento e da reação, do pânico também, que tudo isso criou”, afirmou.</p>
<p>Ele também relatou que as ordens de evacuação provocaram congestionamentos e confusão entre a população, que muitas vezes não sabia para onde se dirigir. “As pessoas estavam se deslocando por toda parte e não sabiam para onde ir. Então, sim, acho que teremos um aumento no número de pessoas rapidamente”, disse.</p>
<p>O coordenador lembrou ainda que, durante a guerra entre Israel e Hezbollah em 2024, mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no Líbano. Naquela ocasião, a maioria dos deslocados acabou buscando abrigo fora das instalações oficiais, cenário que pode se repetir caso a crise atual continue se intensificando.</p>
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		<title>Quase 70 mil pessoas estão em abrigos gaúchos devido às fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 15:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigos]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul contabiliza quase 70 mil (69.617) pessoas acolhidas temporariamente em abrigos, porque foram forçadas a sair de suas residências devido às fortes chuvas que caem no estado desde 29 de abril. O dado consta no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta sexta-feira (10). O documento mostra também que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Rio Grande do Sul contabiliza quase 70 mil (69.617) pessoas acolhidas temporariamente em abrigos, porque foram forçadas a sair de suas residências devido às fortes chuvas que caem no estado desde 29 de abril. O dado consta no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta sexta-feira (10).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O documento mostra também que 337.116 pessoas estão desalojadas em todo o estado. Além disso, o número de municípios gaúchos afetados pelos temporais chega a 435, o que representa 87,5% do total do estado (497).</p>
<p>Ao todo, 17,6% população total do estado, ou 1,916 milhão de pessoas foram afetadas direta ou indiretamente pelos eventos climáticos, de um total de 10,88 milhões de habitantes do Rio Grande do Sul, conforme <a href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/panorama" target="_blank" rel="noopener">Censo de 2022</a>  do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Até o momento, <a href="https://admin.estado.rs.gov.br/upload/arquivos/202405/obitos-e-desaparecidos.pdf" target="_blank" rel="noopener">113 vítimas fatais</a> estão confirmadas e os nomes das pessoas mortas identificadas foram divulgados pela Defesa Civil estadual.</p>
<p>Ainda há uma morte em investigação para confirmar se há relação com os eventos meteorológicos recentes. Porém, o número de óbitos pode aumentar porque 146 pessoas ainda estão desaparecidas. No levantamento oficial, em todo o estado, há 756 feridos.</p>
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