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	<title>Abramede &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Brasil registra um caso de envenenamento a cada duas horas, revela levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou 45.511 internações por envenenamento nos últimos dez anos, o que equivale a um caso a cada duas horas em emergências do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados, divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), incluem tanto intoxicações acidentais quanto episódios provocados de forma proposital. Segundo o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 45.511 internações por envenenamento nos últimos dez anos, o que equivale a um caso a cada duas horas em emergências do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados, divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), incluem tanto intoxicações acidentais quanto episódios provocados de forma proposital.</p>
<p>Segundo o levantamento, 3.461 internações foram causadas por terceiros, evidenciando o uso de substâncias tóxicas em crimes, muitas vezes ligados a disputas familiares ou relacionamentos abusivos.</p>
<p>A entidade alerta que a combinação de fácil acesso a venenos, falhas de fiscalização e impunidade contribui para o alto número de ocorrências.</p>
<h3><strong>As substâncias mais letais</strong></h3>
<p>Entre as causas de envenenamento acidental, os principais agentes foram:</p>
<ul>
<li><strong>Analgésicos e medicamentos comuns</strong> (2.225 casos);</li>
<li><strong>Álcool de origem não determinada</strong> (1.954);</li>
<li><strong>Pesticidas</strong> (1.830);</li>
<li><strong>Sedativos e anticonvulsivantes</strong> (1.941).</li>
</ul>
<p>Produtos químicos e drogas não especificadas também aparecem no topo da lista.</p>
<h3><strong>Onde os casos mais ocorrem</strong></h3>
<p>O Sudeste concentra quase metade das ocorrências (19 mil), com São Paulo liderando (10.161 registros), seguido por Minas Gerais (6.154). O Sul aparece em segundo lugar, com 9.630 atendimentos.</p>
<p>Apesar de ter menos registros absolutos, o Norte chama atenção pela gravidade: o Pará (2.047) e Rondônia (936) lideram na região.</p>
<h3><strong>Perfil das vítimas</strong></h3>
<ul>
<li>Homens representam a maioria dos casos (23.796).</li>
<li>Adultos jovens entre 20 e 29 anos (7.313) e crianças de 1 a 4 anos (7.204) são os grupos mais vulneráveis.</li>
<li>Idosos acima de 70 anos aparecem em menor número, mas com maior risco de complicações fatais.</li>
</ul>
<h3><strong>Casos recentes que chocaram o país</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Torres (RS), dezembro/2024</strong>: três pessoas de uma mesma família morreram após ingerir um bolo contaminado com arsênio.</li>
<li><strong>Parnaíba (PI), janeiro/2025</strong>: refeição adulterada com inseticida matou cinco pessoas, incluindo um bebê.</li>
<li><strong>Imperatriz (MA), abril/2025</strong>: duas crianças morreram após comerem um ovo de Páscoa envenenado.</li>
<li><strong>Natal (RN), abril/2025</strong>: açaí entregue como presente resultou na morte de uma bebê de 8 meses.</li>
</ul>
<p>A Abramede reforça a importância da atuação de médicos emergencistas e pede políticas mais rígidas de controle e regulamentação do acesso a substâncias tóxicas.</p>
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