<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ABL &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/abl/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Apr 2025 23:51:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>ABL &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Míriam Leitão é eleita para a Academia Brasileira de Letras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/miriam-leitao-e-eleita-para-a-academia-brasileira-de-letras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 23:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABL]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Míriam Leitão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83166</guid>

					<description><![CDATA[A jornalista e escritora Míriam Leitão foi eleita nesta quarta-feira (30) para a Cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo o cineasta Cacá Diegues, falecido em fevereiro deste ano. Míriam recebeu 20 dos 34 votos dos acadêmicos. O economista e ex-ministro Cristovam Buarque ficou com os outros 14 votos. Com a eleição, Míriam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista e escritora Míriam Leitão foi eleita nesta quarta-feira (30) para a Cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo o cineasta Cacá Diegues, falecido em fevereiro deste ano. Míriam recebeu 20 dos 34 votos dos acadêmicos. O economista e ex-ministro Cristovam Buarque ficou com os outros 14 votos.</p>
<p>Com a eleição, Míriam torna-se a 12ª mulher a integrar a ABL, sendo a quinta mulher entre os atuais membros da casa.</p>
<p>O presidente da ABL, Merval Pereira, destacou a amplitude da atuação da nova imortal: “Ela tem todas as qualificações para estar na Academia. É feminina, feminista, muito ativa e vai contribuir com a diversidade de temas que buscamos.”</p>
<p>A acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira comemorou a chegada de Míriam: “Ela é jornalista de todas as mídias, mulher conhecida em todo o Brasil e uma democrata. Essa eleição é motivo de festa.” Já o acadêmico Ruy Castro ressaltou o papel da jornalista como “militante da palavra”, algo essencial para a Academia.</p>
<h3>Trajetória</h3>
<p>Nascida em Caratinga (MG) em 1953, Míriam Leitão iniciou sua carreira no Espírito Santo, passando por Brasília e São Paulo, até se estabelecer no Rio de Janeiro em 1986. Trabalhou em veículos como <em>Gazeta Mercantil</em> e <em>Jornal do Brasil</em> antes de ingressar no Grupo Globo, onde atua desde 1991 como colunista do <em>O Globo</em>, comentarista da GloboNews, da CBN e do Bom Dia Brasil.</p>
<p>É autora de 16 livros, incluindo obras de não ficção, romance, crônicas e literatura infantil. Em 1972, aos 19 anos e grávida, foi presa por se opor à ditadura militar.</p>
<p>Casada com o cientista político Sérgio Abranches, Míriam é mãe dos jornalistas Vladimir Netto e Matheus Leitão, e tem quatro netos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83166</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Presença de um Indígena na ABL reflete a diversidade de 200 línguas, afirma Krenak</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presenca-de-um-indigena-na-abl-reflete-a-diversidade-de-200-linguas-afirma-krenak/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2023 16:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABL]]></category>
		<category><![CDATA[Ailton Krenak]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indígena]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=70022</guid>

					<description><![CDATA[A recente nomeação do escritor, filósofo e ativista Ailton Krenak como membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) é vista como surpreendente por ele, considerando que a instituição tem como foco principal a língua portuguesa. Krenak conquistou a posição de ser o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na ABL, após ser eleito na quinta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente nomeação do escritor, filósofo e ativista Ailton Krenak como membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) é vista como surpreendente por ele, considerando que a instituição tem como foco principal a língua portuguesa. Krenak conquistou a posição de ser o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na ABL, após ser eleito na quinta-feira (5), com o apoio de 23 votos.</p>
<p>“A academia é de língua portuguesa, então, admitir o Ailton lá é admitir mais ou menos 200 línguas diferentes”, disse</p>
<blockquote><p>“Isso não é brincadeira, é como se a academia tivesse se abrindo para uma multiplicidade de diálogos que implicaria traduzir os textos para dezenas de línguas nativas”, observa o escritor que completou 70 anos no último dia 29.</p></blockquote>
<p>Ailton Krenak se disse &#8220;muito surpreso&#8221; com a escolha de seu nome para a cadeira de número 5 da academia: “eu fiquei muito surpreso com a minha admissão neste lugar que, historicamente, nunca se abriu para a diversidade das culturas dos povos originários”.</p>
<p>Um fato que confirma a surpresa é que o escritor não acompanhou a votação na sede da ABL. Ele estava em um táxi, quando recebeu a ligação do presidente da academia, Merval Pereira, com a notícia de que fora eleito.</p>
<p>Para o mineiro de Itabirinha, na região do Vale do Rio Doce, o resultado da eleição rompe uma tradição na ABL. “A academia é uma instituição da lusofonia, da língua portuguesa, ela vigia o bom desenvolvimento da língua portuguesa. O Brasil é um país colonizado onde eu nasci, onde outros parentes nasceram de várias etnias”, diz.</p>
<h2>Direito na Constituição</h2>
<p>Krenak, autor de obras notáveis como &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221; (2019), &#8220;A vida não é útil&#8221; (2020), &#8220;Futuro ancestral&#8221; (2022), &#8220;Lugares de origem&#8221; (2021) e muitas outras, é conhecido não apenas por sua produção literária, mas também por seu ativismo socioambiental e em defesa dos direitos dos povos indígenas. Um dos momentos emblemáticos em sua trajetória ocorreu durante a Assembleia Constituinte, em Brasília, no ano de 1987.</p>
<p>Naquela ocasião, representando a União das Nações Indígenas, Krenak subiu ao púlpito vestindo um terno claro e com o rosto pintado de preto, em uma manifestação de crítica à postura anti-indígena que observava nas discussões parlamentares. Ele desempenhou um papel ativo na luta pela inclusão na Constituição brasileira de garantias aos direitos indígenas relacionados à cultura e à terra.</p>
<p>Curiosamente, sua eleição para a Academia Brasileira de Letras (ABL) coincidiu com o 35º aniversário da Constituição. Após mais de três décadas, Krenak considera que a Constituição Cidadã continua sendo de importância fundamental para os povos originários. Ele destaca também o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) na proteção e cumprimento dos direitos assegurados por essa lei. “Se não fosse assim, os povos indígenas teriam sido triturados”.</p>
<h2>Exemplo</h2>
<p>O recém-eleito membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), preocupado com o legado que deixará para os representantes das comunidades indígenas, enfatiza que seu objetivo é oferecer um exemplo, mais do que uma simples mensagem.</p>
<blockquote><p>“A gente não deixa mensagem, deixa exemplo. Quem convive comigo, outros jovens indígenas, crianças, meus netos, eles têm o meu exemplo, eles que escolham o que querem fazer”.</p></blockquote>
<h2>Novas gerações</h2>
<p>A jornada de Krenak serve de inspiração para outros artistas de origens indígenas, entre eles a ativista e artista visual Daiara Tukano. “Ele é um pensador de Brasil e sua flecha é afiada”, disse</p>
<p>Para Daiara, o acolhimento de Krenak pela ABL significa “muito mais que a chegada da primeira pessoa indígena nesse grupo historicamente fechado e dominado por homens brancos”.</p>
<p>“Ailton tem a rara qualidade de ser um corpo coletivo de território e pensamento. Caminha acompanhando as histórias de muitos povos e embalado nas vozes dos rios, das florestas e da própria natureza. Sua produção é mais que literária: carrega a força da oralidade que bate na alma ao declarar que o amanhã não está à venda, que a vida não é útil e o futuro é ancestral”, disse a artista plástica, inspirada em nomes de obras do novo imortal.</p>
<p>“Ele está espalhando sementes que conseguem segurar a terra no seu lugar, que nos permitem pensar em outros futuros”, conclui Daiara, que espera ver mais representantes de minorias eleitos para a ABL, para que a população brasileira “de fato, se reconheça”.</p>
<blockquote><p>“Que possam vir não apenas os indígenas. Eu quero ver o mestre Antônio Bispo, com o pensamento quilombola, contracolonial, a Conceição Evaristo, uma mulher negra, uma filósofa”, conclui.</p></blockquote>
<p>A eleição ocorrida esta semana na ABL foi notável por ter dois candidatos representantes de minorias. Daniel Munduruku, também indígena, conquistou o terceiro lugar, com quatro votos, enquanto a historiadora Mary Del Priore obteve 12 votos.</p>
<p>A posse de Krenak ainda não tem uma data definida, mas está prevista para ocorrer em 2024, de acordo com informações da ABL. A cadeira número cinco, anteriormente ocupada por José Murilo de Carvalho, que faleceu em 13 de agosto de 2023, será agora ocupada pelo novo membro eleito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">70022</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fernanda Montenegro toma posse na cadeira 17 da ABL</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fernanda-montenegro-toma-posse-na-cadeira-17-da-abl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2022 14:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABL]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=47337</guid>

					<description><![CDATA[A atriz Fernanda Montenegro, considerada uma das damas do teatro nacional, tomou posse hoje (25) à noite, na Academia Brasileira de Letras (ABL). Única concorrente à vaga, ela recebeu, no dia 4 de novembro do ano passado, 32 dos 35 votos possíveis e, aos 92 anos, é a primeira mulher a assumir a cadeira 17, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atriz Fernanda Montenegro, considerada uma das damas do teatro nacional, tomou posse hoje (25) à noite, na Academia Brasileira de Letras (ABL). Única concorrente à vaga, ela recebeu, no dia 4 de novembro do ano passado, 32 dos 35 votos possíveis e, aos 92 anos, é a primeira mulher a assumir a cadeira 17, sucedendo o diplomata Affonso Arinos de Melo Franco (1930-2020). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em seu discurso, Fernanda Montenegro agradeceu a classe artística e destacou a  posse de uma atriz para a ABL “William Shakespeare deixou eternizado esse  conceito estrutural da afirmação de uma arte. O mundo é um palco e todos nós, seres humanos, somos atores nesse palco. Agradeço muito ao meu coração e minha razão por estar sendo aceita nesta casa, protagonista, referenciada, da nossa mais alta cultura, que é a Academia Brasileira de Letras”, disse.</p>
<p>“Emocionada, tomo posse da cadeira número 17. Sou atriz, venho desta mística arte arcaica que é o teatro. Sou a primeira representante da cena brasileira a ser recebida nesta casa. Esse meu ofício expressa uma estranheza compreensão. A raiz dessa arte está na complexidade de só existir através do corpo e da alma de ator ou de uma atrizao trazer a literatura dramática para a verticalidade cênica”, acrescentou</p>
<p>Logo após ser eleita, Fernanda manifestou em sua rede social, que a Academia Brasileira de Letras é um referencial cultural de 125 anos. “Abrigou e abriga representantes que honram a diversidade da nossa criatividade em várias áreas. Vejo a academia como um espaço de resistência cultural. Agradeço a oportunidade”.</p>
<p>A atriz recebeu a notícia da eleição por meio da também imortal da ABL, Nélida Piñon.</p>
<h2>Arlete Torres</h2>
<p>Fernanda Montenegro é o nome artístico de Arlette Pinheiro Monteiro Torres, nascida no dia 16 de outubro de 1929, no Rio de Janeiro. Atriz e escritora, ela é considerada uma das melhores atrizes do país. Foi a primeira latino-americana e a única brasileira indicada ao Oscar de Melhor Atriz, em 1999, pelo filme <em>Central do Brasil</em>, do diretor Walter Salles. Foi também a primeira brasileira a ganhar o Emmy Internacional na categoria de melhor atriz pela atuação na série <em>Doce de Mãe</em>, da TV Globo, de 2013.</p>
<p>&#8220;Pelo reconhecimento ao destacado trabalho nas artes cênicas brasileiras&#8221;, Fernanda Montenegro foi condecorada, em 1999, pelo então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, com a maior comenda civil do país, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito. Além dos cinco prêmios Molière, ela ganhou em 1998 o Urso de Prata no Festival de Berlim, pela interpretação de Dora no filme <em>Central do Brasil</em>.</p>
<p>Em 2013, foi eleita a 15ª celebridade mais influente do Brasil pela revista Forbes. Durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, Fernanda leu o poema <em>A flor e a náusea</em>, de Carlos Drummond de Andrade, dublado em inglês pela também atriz Judi Dench.</p>
<p>Foi a primeira atriz contratada pela TV Tupi, em 1951, onde participou de 80 teleteatros. Em telenovelas, sua estreia ocorreu em 1954, como protagonista de<em> A Muralha</em>, na RecordTV. Trabalhou na maioria das emissoras produtoras de teledramaturgia, como Band, TV Cultura, RecordTV e Rede Globo, onde está desde 1981, além das extintas TV Excelsior, TV Rio e Rede Tupi.</p>
<p>Na área da literatura, a atriz publicou, em 2018, o livro<em> Fernanda Montenegro: Itinerário Fotobiográfico</em> e, no ano seguinte, lançou o livro <em>Prólogo, Ato, Epílogo</em>, pela Companhia das Letras, escrito em parceria com Marta Góes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47337</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
