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	<title>Abin &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Abin &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Abin projeta cenário de risco para 2026: eleições, IA e instabilidade global dominam agenda de segurança nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 14:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Desafios]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou, nesta terça-feira (2), a edição 2026 do relatório Desafios de Inteligência, documento que antecipa riscos estratégicos para o país e orienta decisões no mais alto nível da República. Embora trate de temas sensíveis, a publicação reforça o compromisso de transparência da agência, que busca respaldar políticas públicas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou, nesta terça-feira (2), a edição 2026 do relatório <em>Desafios de Inteligência</em>, documento que antecipa riscos estratégicos para o país e orienta decisões no mais alto nível da República. Embora trate de temas sensíveis, a publicação reforça o compromisso de transparência da agência, que busca respaldar políticas públicas e proteger conhecimentos essenciais ao Estado brasileiro.</p>
<p>Entre as principais preocupações, a segurança do processo eleitoral de 2026 e a crescente ameaça de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial (IA) ocupam posição central. No próximo ano, os brasileiros irão às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e deputados — um cenário que, segundo a Abin, pode atrair tentativas de deslegitimação institucional, interferência externa e ação de grupos criminosos.</p>
<h3><strong>Eleições sob pressão: desinformação, crime organizado e influência estrangeira</strong></h3>
<p>O relatório identifica “ameaças complexas e multifacetadas” ao pleito de 2026. A principal delas é a tentativa de desacreditar instituições democráticas — fenômeno intensificado pelo episódio de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.</p>
<p>A agência aponta, ainda, a crescente presença do crime organizado em regiões onde exerce controle territorial e o risco de interferências estrangeiras com potenciais objetivos geopolíticos. Segundo o documento, a combinação entre manipulação de massas, algoritmos e desinformação massiva representa um dos maiores desafios à integridade eleitoral.</p>
<h3><strong>Tecnologia como campo de batalha: IA, criptografia pós-quântica e soberania digital</strong></h3>
<p>A rápida evolução da inteligência artificial é tratada pela Abin como um ponto crítico. A agência alerta que agentes autônomos de IA poderão, em pouco tempo, planejar e executar ataques cibernéticos com capacidade de adaptação — aumentando o risco de incidentes que, eventualmente, possam escalar para conflitos militares.</p>
<p>Outro desafio urgente é a transição para a criptografia pós-quântica. A Abin prevê que, em 5 a 15 anos, a computação quântica tornará obsoletos os sistemas atuais de chaves públicas, impactando comunicações governamentais e transações digitais. O país, porém, enfrenta forte dependência de hardwares estrangeiros e de big techs, que “monopolizam dados e desafiam estruturas estatais”, ameaçando a autonomia nacional.</p>
<p>Apesar das vulnerabilidades, o relatório destaca avanços brasileiros em cibersegurança, como o desenvolvimento de tecnologias de comunicação protegidas por criptografia pós-quântica.</p>
<h3><strong>Reconfiguração das cadeias globais e a nova disputa entre potências</strong></h3>
<p>A Abin observa que o mundo vive uma “multipolaridade desequilibrada”, marcada pela competição entre Estados Unidos e China e pela desglobalização deliberada, com tarifas agressivas e queda da participação do dólar. Esse cenário afeta diretamente o Brasil, que ocupa uma posição de dependência dupla:</p>
<ul>
<li>comercial, em relação à China, grande compradora de commodities;</li>
<li>tecnológica e financeira, em relação aos EUA e ao Ocidente.</li>
</ul>
<p>Essas tensões, segundo a agência, têm impacto direto na segurança nacional, especialmente no acesso a insumos estratégicos e na vulnerabilidade das cadeias de suprimentos — questão que ganhou destaque após a pandemia.</p>
<h3><strong>Clima extremo, energia e segurança alimentar: riscos que já se materializam</strong></h3>
<p>O relatório também ressalta riscos derivados da crise climática. Em 2024, o planeta registrou o ano mais quente da história, superando em 1,5°C os níveis pré-industriais. No Brasil, eventos extremos se tornaram mais frequentes, como a seca na Amazônia e as enchentes no Rio Grande do Sul.</p>
<p>As consequências são expressivas:</p>
<ul>
<li><strong>perdas anuais de R$ 13 bilhões</strong> em diversos setores;</li>
<li>vulnerabilidade energética decorrente da redução dos “rios voadores”, com impacto estimado de <strong>R$ 1,1 bilhão</strong>;</li>
<li>agravamento das pragas agrícolas, com projeções de aumento de até 46% até 2100;</li>
<li>riscos às cidades costeiras diante da elevação do nível do mar.</li>
</ul>
<h3><strong>Demografia, migrações e disputa por talentos</strong></h3>
<p>O documento também aponta mudanças estruturais. O envelhecimento populacional e a queda da taxa de fecundidade devem reconfigurar a força de trabalho global. A saída de brasileiros qualificados para o exterior é considerada um ponto de atenção.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Brasil se consolida como destino migratório, o que demanda reforço em serviços públicos e vigilância fronteiriça, principalmente em regiões onde o crime transnacional avança.</p>
<h3><strong>América do Sul: zona de pressão e interesses estratégicos</strong></h3>
<p>A Abin projeta que o entorno estratégico do Brasil — especialmente a América do Sul — está cada vez mais permeável à disputa entre grandes potências pelo controle de recursos críticos, como lítio, terras raras e petróleo. O documento destaca que a China se consolidou como principal parceira comercial do Brasil, enquanto os EUA ampliam pressões por alinhamento, inclusive com sinais de aumento de presença militar na região.</p>
<h3><strong>Um mapa de riscos para decisões de Estado</strong></h3>
<p>Com participação de especialistas de universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais, o relatório <em>Desafios de Inteligência 2026</em> sintetiza transições globais em curso — climáticas, demográficas, tecnológicas e geopolíticas — e alerta que o Brasil deve agir rapidamente para preservar sua soberania.</p>
<p>Entre as ameaças mais urgentes destacam-se:</p>
<ul>
<li>a proteção do processo eleitoral;</li>
<li>a preparação para a era pós-quântica;</li>
<li>a defesa contra IA ofensiva;</li>
<li>a redução da dependência tecnológica externa;</li>
<li>a adaptação às mudanças climáticas e às cadeias globais de suprimento.</li>
</ul>
<p>Para a Abin, o domínio digital é a arena decisiva do século XXI — e o Brasil precisa se fortalecer para enfrentar um cenário marcado por instabilidade, competição e riscos inéditos à segurança nacional.</p>
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		<title>PF investiga Carlos Bolsonaro por uso irregular da Abin</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-carlos-bolsonaro-por-uso-irregular-da-abin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 14:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Vigilância Aproximada]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é um dos alvos da Operação Vigilância Aproximada, deflagrada nesta segunda-feira (29). A Câmara Municipal do Rio de Janeiro confirmou a presença de policiais federais em seu gabinete para cumprir mandado judicial de busca e apreensão. &#8220;A ação ocorreu das 7h às 9h, com o acompanhamento da equipe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é um dos alvos da Operação Vigilância Aproximada, deflagrada nesta segunda-feira (29). A Câmara Municipal do Rio de Janeiro confirmou a presença de policiais federais em seu gabinete para cumprir mandado judicial de busca e apreensão.</p>
<p>&#8220;A ação ocorreu das 7h às 9h, com o acompanhamento da equipe de segurança da Casa e um assessor do parlamentar&#8221;, informou a nota divulgada pela assessoria do órgão.</p>
<p>De acordo com a Polícia Federal, Carlos Bolsonaro é apontado como &#8220;a principal pessoa da família que recebia informações da Abin paralela&#8221;. As investigações sugerem que a ideia de criar esse grupo paralelo, que supostamente utilizava recursos da Agência Brasileira de Informação para monitorar ilegalmente autoridades públicas e outras pessoas, teria partido dele.</p>
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		<item>
		<title>PF realiza buscas em núcleo político suspeito de uso ilegal da Abin</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-realiza-buscas-em-nucleo-politico-suspeito-de-uso-ilegal-da-abin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 14:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo político]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federeal]]></category>
		<category><![CDATA[Uso Ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal está cumprindo, nesta segunda-feira (29), novos mandados de busca e apreensão como parte da Operação Vigilância Aproximada, com o intuito de investigar o possível envolvimento do núcleo político no uso ilegal de informações obtidas através da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). De acordo com os investigadores, esta nova fase busca identificar os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal está cumprindo, nesta segunda-feira (29), novos mandados de busca e apreensão como parte da Operação Vigilância Aproximada, com o intuito de investigar o possível envolvimento do núcleo político no uso ilegal de informações obtidas através da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).</p>
<p>De acordo com os investigadores, esta nova fase busca identificar os principais destinatários e beneficiários das informações produzidas de forma ilegal por meio de ações clandestinas da agência. Oito mandados de busca e apreensão estão sendo executados, sendo cinco no Rio de Janeiro e três em Brasília, Formosa (GO) e Salvador (BA).</p>
<p>A Operação Vigilância Aproximada foi iniciada na quinta-feira (25) com o objetivo de investigar uma organização criminosa que operava dentro da Abin. Suspeita-se que, nessas atividades, foram utilizadas técnicas de investigação semelhantes às das polícias judiciárias, porém sem qualquer controle judicial ou do Ministério Público.</p>
<p>Na semana passada, a investigação teve como alvo o ex-diretor da Abin e deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), nomeado diretor-geral da agência em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e exonerado em março de 2022 durante o governo Lula.</p>
<p>O uso ilegal da Abin envolvia o monitoramento ilícito de autoridades públicas e outras pessoas, utilizando ferramentas de geolocalização de dispositivos móveis sem autorização judicial, como a ferramenta First Mile. Essa prática já havia sido denunciada à Anatel por operadoras de telefonia.</p>
<p>Esta operação é uma continuação das investigações da Operação Última Milha, iniciada em outubro do ano passado, que apontou para a existência de uma estrutura paralela na Abin, utilizada para produzir informações para fins políticos e midiáticos, além de interferir em investigações da Polícia Federal.</p>
<p>Os investigados podem responder por crimes como invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações sem autorização judicial.</p>
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		<title>Governo transfere Abin do GSI para a Casa Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 18:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva transferiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para a Casa Civil, pasta chefiada pelo ministro Rui Costa. O decreto com a mudança foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2). Com a medida, a Abin sai do órgão que é [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva transferiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para a Casa Civil, pasta chefiada pelo ministro Rui Costa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O decreto com a mudança foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2).</p>
<p>Com a medida, a Abin sai do órgão que é comandado pelo ministro Marco Edson Gonçalves Dias, que é general da reserva do Exército e já cuidou da segurança de Lula durante seus primeiros mandatos.</p>
<p>Criada em 1999, a agência é órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência e tem por competência planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de inteligência do país. As ações têm a finalidade de fornecer subsídios ao presidente da República nos assuntos de interesse nacional.</p>
<p>Pela lei, o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9883.htm" target="_blank" rel="noopener">Sistema Brasileiro de Inteligência tem como fundamentos</a> a preservação da soberania nacional, a defesa do Estado Democrático de Direito e a dignidade do ser humano.</p>
</div>
</div>
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