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	<title>A Desmontagem Da Escravidão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Espetáculo &#8220;A Desmontagem da Escravidão&#8221; realiza circulação em espaços populares do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 01:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A Desmontagem Da Escravidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Criar uma dramaturgia focada no resgate do passado glorioso do continente ancestral, a resistência negra organizada em Quilombos, na África e nas Américas, demonstrando como o modelo de unidade dos Quilombos e estratégia militar, poderia ter frustrado a invasão europeia. Esse é o pano de fundo para o espetáculo “A Desmontagem da Escravidão”, que circulará [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criar uma dramaturgia focada no resgate do passado glorioso do continente ancestral, a resistência negra organizada em Quilombos, na África e nas Américas, demonstrando como o modelo de unidade dos Quilombos e estratégia militar, poderia ter frustrado a invasão europeia. Esse é o pano de fundo para o espetáculo “A Desmontagem da Escravidão”, que circulará por espaços populares do Rio de janeiro, no mês de julho e novembro. As apresentações serão nos dias 27 e 29 de agosto, no Instituto Benjamin Constant e Instituto Cultural Pena Máxima, na Glória.</p>
<p>A ideia do projeto é trazer mais informações sobre a história da África e das suas diásporas, dado que muitos informes estão em língua estrangeira, uma estratégia de impedir o acesso que é barrado pelo idioma português. O Brasil é a maior diáspora negra e possui, inclusive, a segunda maior população negra do mundo, atrás apenas da Nigéria. Segundo o dramaturgo e ator, Paulo Mileno, os objetivos da peça são resgatar a potência da resistência quilombola, a magia da ancestralidade, transformar a história e empoderar a população da zona oeste e das favelas.</p>
<p>“É uma alegria integrar um espetáculo que bebe na fonte do teatro popular, do terreno híbrido com a mistura de linguagens artísticas sempre com foco no brincante. E pela importância de dialogar com o público adolescente buscando, através da ótica de personagens uma Rainha e um Rei negros, revisitar o período da Escravidão dos povos africanos honrando os passos dos nossos ancestrais e buscando uma atitude mais consciente e coerente dos fatos para possibilitar a edificação da autoestima e a  construção do presente e do futuro com dignidade, valorização e preservação da nossa memória” &#8211; Aisha Jambo.</p>
<p>Contemplado no Edital “Fazendo Arte RJ”, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a circulação de “A Desmontagem da Escravidão” realizará 20 horas apresentações em escolas estaduais, unidades socioeducativas, ONGs e bibliotecas públicas.</p>
<p>“Para provocarmos a imaginação dos alunos, pediremos para que olhem para as imagens do retroprojetor no telão que revelam como a África é bem maior que a Europa. Com seus diversos Reinos e Impérios, poderia ter engolido a Europa se houvesse unidade. As fotos dos Castelos ainda de pé, dos Palacetes e das ruínas das Muralhas e Fortalezas Africanas, serão exibidas no telão durante esse momento de elucidação do conflito da dramaturgia”, explica Paulo Mileno.</p>
<p>Essa atividade será a revisão da ruptura histórica, onde revela uma forma de se ter evitado a colonização africana e consequentemente a escravização dos povos africanos e afrodescendentes, retomando os destinos através da magia efêmera do Teatro. Por ser uma peça encenada em escolas públicas, o público principal é de estudantes entre 15 e 17 anos.</p>
<p>Paulo Mileno reforça ainda que o espetáculo se direciona para as áreas culturais e territórios onde o público possa ser despertado por narrativas contra hegemônicas e assim se identifique num tema que remeta à sua representatividade e corporalidade, contribuindo com o movimento de busca pela construção identitária local e expressão territorial.</p>
<p>“Nesse acerto de contas com a história, devemos fazer um acerto de contas com a narrativa também. O que os europeus fizeram na África e Américas foram invasões e genocídio. Colonizar é povoar e transferir cultura”, finaliza.</p>
<p><strong>SOBRE OS ARTISTAS</strong></p>
<p>Paulo Mileno é um multi-artista. Escritor, ator, diretor e produtor cultural que vem realizando trabalhos de repercussão nacional e internacional. Ele é co-autor da obra The Routledge Handbook of Africana Criminologies (2021) publicada pela Routledge Taylor &amp; Francis Group, sendo o único escritor brasileiro participante desse livro.</p>
<p>Como ator, no cinema participou dos premiados 5 x Favela, Agora Por Nós Mesmos, Muitos Homens Num Só e A Divisão. Na televisão, participou da primeira temporada da série Stella Models, dirigida por Samir Abujamra, exibida no Canal Brasil, e da primeira temporada da série A Divisão, exibida na Globoplay. É o único ator negro do Canal Ventilador no Youtube. Recentemente, atuou na série que é sucesso absoluto de público e crítica, Top 1 na Globoplay, O Jogo que Mudou a História, produção da Afroreggae Audiovisual e dirigida por Heitor Dhalia, cineasta brasileiro com trabalho realizado em Hollywood.</p>
<p>Idealizou, produziu, atuou e dirigiu o cine teatro Quilombismo Em Tempos de Guerra! e se lançou como roteirista, diretor e produtor do documentário Encruzilhada Entre Terreiro e Quilombo em Jacarepaguá: Ressignificação Civilizatória no Sertão Carioca.</p>
<p>Mileno também é colaborador do Observatório da Imprensa de SP, Jornal do Brasil, Brasil de Fato, Efigênias, Black History Month (Londres &#8211; Inglaterra), Black Star News (New York &#8211; Estados Unidos), New York Amsterdam News. The New Black View (New York &#8211; Estados Unidos). San Francisco Bay View National Black Newspaper (San Francisco – Estados Unidos), Ufahamu: A Journal of African Studies da Universidade da Califórnia, UCLA (Los Angeles – Estados Unidos), e Africa Business (Cidade do Cabo &#8211; África do Sul).</p>
<p>Aisha Jambo é uma das melhores atrizes de sua geração. Para além de seu talento e beleza, Aisha vem fazendo vanguarda na representatividade na mídia, desde o seu primeiro trabalho no cinema, com o primeiro filme de maior elenco negro de estrelas da história da retomada do cinema brasileiro, o premiado longa Orfeu, que foi dirigido pelo consagrado cineasta Cacá Diegues.</p>
<p>Em seu primeiro papel na televisão, Aisha Jambo interpretou a personagem Naomi, no seriado Malhação, da TV Globo. Aisha deu vida a diversos personagens na televisão, ao exemplo dos sucessos como Cabocla (Globo), Alma Gêmea (Globo), Os Dez Mandamentos (Record), O Rico e Lázaro (Record) e interpretou a personagem protagonista da série Natália (TV Brasil).</p>
<p>Entre os seus principais prêmios e indicações de reconhecimento na indústria, destacamos sua indicação como Melhor Atriz Coadjuvante na 11ª edição do Prêmio SESI-SP de Cinema pelo filme Alemão;  no Troféu Raça Negra pela personagem Ritinha da novela Cabocla e no Festival de Tamoios por Neguinho.</p>
<p>Aisha foi premiada como Melhor Atriz com o curta Dias e Dias, no X Festival do Audiovisual de Campina Grande (PB) e Melhor Atriz Coadjuvante com o curta Neguinho nos festivais RIBACINE &#8211; Festival de Cinema de Rio Bonito (AC), CURTA SUZANO &#8211; Mostra de curta-metragem do Alto Tietê, FESTIVAL GUARNICÊ de CINEMA &#8211; UFMA, FESTIVAL de CINEMA de MURIAÉ e NOIA &#8211; Festival do Audiovisual Universitário.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇOS</strong></p>
<p><strong>Espetáculo A Desmontagem da Escravidão</strong></p>
<p>Instituto Benjamin Constant &#8211; Av. Pasteur, 368 &#8211; Urca, Rio de Janeiro. Dia 27 de agosto, às 10h.<br />
Instituto Cultural Pena Máxima &#8211; Casa da Glória, Endereço: Ladeira da Glória, 98 &#8211; Glória, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 22211-011.  Dia 29 de agosto, 19h.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Idealização, produção executiva, dramaturgia, pesquisa e elenco: Paulo Mileno<br />
Elenco: Aisha Jambo<br />
Copy Desk e Cenário: Sueli de Carvalho<br />
Direção, Visagismo e Caracterização: Alex Palmeira<br />
Figurino e acessórios: Abafu<br />
Audiodescrição: Damu Shiva<br />
Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa<br />
Social Media: Pérola Morena<br />
Design Gráfico: TAWeb Soluções Digitais &#8211; identidade visual<br />
Iluminação, Fotografia, Filmagem e Edição: Patrick Lima<br />
Produção: Nelson Neto<br />
Co Produção: Jambo Produções Artísticas<br />
Realização: Mpumelelo Kwami e Jambo Produções</p>
<p><strong>Apoio:</strong></p>
<p>Escola da Cultura RJ<br />
Centro de Artes Calouste Gulbenkian<br />
Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros<br />
Abafu Cultura e Movimento</p>
<p><strong>Patrocínio:</strong></p>
<p>Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Ministério da Cultura, Governo Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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