<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>1 ano chuvas no Rio Grande do Sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/1-ano-chuvas-no-rio-grande-do-sul/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 May 2025 14:25:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>1 ano chuvas no Rio Grande do Sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Um ano após as enchentes históricas, Rio Grande do Sul ainda enfrenta desafios na reconstrução</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/um-ano-apos-as-enchentes-historicas-rio-grande-do-sul-ainda-enfrenta-desafios-na-reconstrucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 14:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1 ano chuvas no Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83209</guid>

					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (1º), o Rio Grande do Sul completa um ano desde que foi decretado estado de calamidade pública, em 1º de maio de 2024. A tragédia provocada pelas chuvas recordes resultou nas piores enchentes já registradas no estado, segundo estudo da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Os números dimensionam o impacto: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (1º), o Rio Grande do Sul completa um ano desde que foi decretado estado de calamidade pública, em 1º de maio de 2024. A tragédia provocada pelas chuvas recordes resultou nas piores enchentes já registradas no estado, segundo estudo da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).</p>
<p>Os números dimensionam o impacto: 478 dos 497 municípios foram afetados, atingindo diretamente 2,4 milhões de pessoas. Foram registradas 184 mortes, mais de 800 feridos e 25 desaparecidos. Quase 200 mil pessoas ficaram desalojadas ou desabrigadas.</p>
<p>No auge da crise, cerca de 81 mil pessoas buscaram abrigo temporário, enquanto forças de resgate, governos e voluntários de todo o país mobilizavam uma operação de guerra para salvar vidas e garantir assistência básica.</p>
<h3>Reconstrução em ritmo lento</h3>
<p>Um ano depois, o estado já não vive em calamidade, mas a normalidade ainda está distante. O principal gargalo é a moradia: milhares de famílias que perderam suas casas continuam em abrigos ou esperando por soluções definitivas. Programas como o Compra Assistida e a construção de moradias provisórias avançaram recentemente, mas a demanda é estimada em 22 mil novos lares.</p>
<p>A infraestrutura rodoviária também sofreu danos severos: mais de 13 mil quilômetros de estradas foram afetados. Embora 94% dos trechos tenham sido liberados para tráfego, ainda faltam obras de reconstrução de pontes e sistemas de contenção.</p>
<h3>Investimentos e crescimento econômico</h3>
<p>O governo federal já destinou R$ 111,6 bilhões ao estado, enquanto a gestão estadual aplicou R$ 8,3 bilhões em diferentes áreas. Um dos reflexos dessa mobilização foi o crescimento de 24% do PIB gaúcho em 2024 — desempenho bem acima da média nacional, que foi de 3,4%.</p>
<p>Apesar dos avanços, especialistas alertam: a reconstrução total levará anos, e a ausência de um consenso entre governos federais, estaduais e municipais tem atrasado o início de obras estruturantes para prevenir novas tragédias.</p>
<p>Enquanto isso, histórias de resiliência continuam a emergir em meio aos escombros — como as de moradores do interior que reconstroem suas rotinas e famílias que, um ano depois, seguem em abrigos na região metropolitana.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83209</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
