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Home Entretê Cultura

Prefeitura de São Paulo retoma terreno do Teatro de Contêiner após quase uma década de ocupação

Desocupação surpreende companhia Mungunzá, que já havia aceitado transferência para novo espaço indicado pelo município

Rodrigo SouzaPorRodrigo Souza
15 de janeiro de 2026
em Cultura
Prefeitura De São Paulo Retoma Terreno Do Teatro De Contêiner Após Quase Uma Década De Ocupação - Expresso Carioca

© Rovena Rosa/Agência Brasil

A Prefeitura de São Paulo retomou, nesta quinta-feira (15), o terreno localizado no centro da capital que vinha sendo ocupado há quase dez anos pelo Teatro de Contêiner Mungunzá, referência da cena cultural independente paulistana. A área foi lacrada com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), em uma operação que, segundo a administração municipal, ocorreu sem intercorrências.

De acordo com comunicado oficial, a ação foi realizada com base em decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública, que determinou o encerramento do prazo de permanência da companhia teatral no local. A prefeitura afirma que pretende utilizar o terreno para a construção de moradias populares, além da implantação de uma quadra esportiva e ações de revitalização urbana no entorno.

Surpresa e pedido de diálogo

Representantes do teatro afirmam, no entanto, que a desocupação foi inesperada. Em entrevista à Agência Brasil, Lucas Breda, um dos gestores do Mungunzá, disse que o grupo tentava contato com o poder público desde o fim de dezembro.

“Foi uma surpresa total. Estamos desde o dia 26 de dezembro tentando contato com eles, mas não temos resposta”, afirmou. Segundo ele, os gestores agora buscam diálogo com a Secretaria Municipal de Cultura.

Em agosto do ano passado, a Justiça havia concedido uma liminar permitindo a permanência do grupo por 180 dias, prazo posteriormente reduzido para 90. Ainda assim, a companhia afirma que já havia concordado em deixar o local e se transferir para outro espaço indicado pela própria prefeitura, na rua Helvétia, nº 807, também na região central.

“Estamos em fase de mudança. Cumprimos todas as nossas atividades no teatro até o dia 19 de dezembro”, explicou Breda. O impasse, segundo ele, está no fato de que o grupo foi impedido de acessar o imóvel para retirar equipamentos, cenários e acervo histórico. “Como fazemos a mudança se fomos interditados de entrar?”, questionou.

Acervo lacrado e apelo público

Outro gestor da companhia, Marcos Felipe, publicou um vídeo nas redes sociais reforçando o pedido de mais prazo para a transição. No registro, ele relata que o lacre impediu o acesso aos bens da companhia.

“O teatro foi lacrado e estamos sem acesso às nossas coisas, à nossa história. Nós já aceitamos o terreno oferecido pela prefeitura, mas precisamos de tempo para tirar tudo daqui de forma organizada”, disse.

Felipe também fez um apelo direto às autoridades municipais. “Chamem a gente para conversar. Não somos intransigentes. Intransigência é chegar ao espaço e encontrá-lo lacrado, sem um mínimo de comunicação. Nós não merecemos isso”, declarou, citando as dificuldades financeiras da companhia para realizar uma mudança imediata.

Mobilização da classe artística

A ocupação do terreno vinha sendo alvo de uma disputa judicial prolongada entre a prefeitura e o grupo teatral. Ao longo de 2024, o caso ganhou repercussão nacional e mobilizou a classe artística. Nomes como Antônio Fagundes, Fernanda Torres e Marieta Severo se manifestaram publicamente em defesa da permanência do Teatro de Contêiner, destacando sua importância cultural, social e simbólica para a cidade.

Fundado como um projeto de ocupação cultural em contêineres marítimos adaptados, o Teatro Mungunzá se consolidou como espaço de experimentação artística, formação de público e resistência cultural no centro de São Paulo. A desocupação, ainda que prevista judicialmente, reacende o debate sobre políticas culturais, uso do espaço urbano e a relação entre poder público e iniciativas independentes na maior metrópole do país.

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Tags: Expresso CariocaNotíciasPrefeituraTeatro de Contêiner
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