Imperio Serrano - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca

 

» Fundação: 23 de Março de 1947 – Cores: Verde e Branco – Símbolo: Coroa – Bairro: Madureira «
Presidente: Sandro Avelar

Enredo 2023: “Lugares de Arlindo”

Carnavalesco: Alex de Souza – Diretor de Carnaval: Wilsinho Alves – Intérprete: Ito Melodia – Mestre de Bateria: Mestre Vitinho – Rainha de Bateria: Darlin Ferrattry – Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Marlon Flôres e Danielle Nascimento – Comissão de Frente: Júnior Scapin

Imperio Serrano 2023 - Lugares de Arlindo - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca

“Lugares de Arlindo”

 

No dedilhar das cordas, nascia o músico e, nos festivais, o compositor.
A luz de Candeia iluminou o caminho, que o levou ao seu lugar.
Onde fica esse lugar?
Fica no samba de roda, na roda de amigos, num bloco de caciques brincando o carnaval.
No fundo de quintal, onde o “bom aprendiz”, recebeu a maior “Lição de Malandragem”: a de ser um artista popular.
Junto ao partido-alto, ao batuque e ao pagode.
Em Madureira, sorriso, paz e prazer de um suburbano nato orgulhoso, do povo do gueto, dos becos e vielas.
Na fé de quem tem o corpo fechado. Na arte que vem do batuque dos terreiros, na tradição dos tambores de Xangô. Na herança cultural e religiosa que dá o tom de sua música.
Dentro do coração de um romântico Orfeu, senhor e cativo nas artes da paixão.
Em plena passarela, na “festa da massa”, que cantava seus hinos, onde imperou sua porta-bandeira, o grande amor.
No glorioso Império Serrano, que, com a proteção de São Jorge Guerreiro, também retorna ao seu verdadeiro lugar.
A recordar aquarelas de Silas, Mano Décio da Viola, com Beto Sem Braço, Aluísio Machado e Roberto Ribeiro. Está na Rainha Ivone, cantando ao alvorecer e lembrando que a Pérola Negra passou por aqui.
Está no palco com os amigos de sempre, seus parceiros e intérpretes.
O lugar de um “sambista perfeito”, neste show que jamais se encerrará.
Concentra-se na força desse homem que nada derruba e sabe que “ainda é tempo pra ser feliz”.
Esse lugar se encontra, enfim, em um de seus versos: “Sou eu, sou eu, sou eu, sou eu”.

 

Carnavalesco: Alex de Souza
Editor e pesquisador: Leonardo Lichote

“Lugares de Arlindo”

Autores: Sombrinha, Aluísio Machado, Carlos Senna, Carlitos Beto Br, Rubens Gordinho e Ambrósio Aurélio

Intérprete: Ito Melodia

A partideiro sem igual, nascia então, um samba do seu jeito
Reluz feito Candeia, imortal, o compositor, sambista perfeito
Levada de tantam, banjo e repique, poesia de um Cacique, malandragem deu lição
Inspiração de ventre ancestral, o dueto, a patente vem do fundo do quintal
Na boêmia, no subúrbio, na viela… O seu nome é favela: Madureira

Dagô, Dagô Saravá, Obá kaô
O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Deixa, o fim da tristeza ainda há de chegar
O show do artista vai continuar
Morando nos sambas que você fez pra mim
Imperiano sim!
No verso que aflora
Giram os sonhos da porta-bandeira
O amor de Orfeu melodia namora
Serrinha é teu canto pra vida inteira

Dagô, Dagô é a lua de Aruanda
A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Cercado de axé, semeia o bem, o povo a cantar laiá laiá laiá
Receba a gratidão, Reizinho desse chão, aqui é o teu lugar
Uma porção de fé… O filho do verde esperança nos conduz
Zambi da Coroa Imperial, abiaxé, Arlindo Cruz

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô
Império Serrano, falange de Jorge, oxê de Xangô
Laroyê Epa Babá
Há de roncar meu tambor
O verso de Arlindo, morada do amor

“Lugares de Arlindo”

Autores: Sombrinha, Aluísio Machado, Carlos Senna, Carlitos Beto Br, Rubens Gordinho e Ambrósio Aurélio

Intérprete: Ito Melodia

A partideiro sem igual, nascia então, um samba do seu jeito
Reluz feito Candeia, imortal, o compositor, sambista perfeito
Levada de tantam, banjo e repique, poesia de um Cacique, malandragem deu lição
Inspiração de ventre ancestral, o dueto, a patente vem do fundo do quintal
Na boêmia, no subúrbio, na viela… O seu nome é favela: Madureira

Dagô, Dagô Saravá, Obá kaô
O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Deixa, o fim da tristeza ainda há de chegar
O show do artista vai continuar
Morando nos sambas que você fez pra mim
Imperiano sim!
No verso que aflora
Giram os sonhos da porta-bandeira
O amor de Orfeu melodia namora
Serrinha é teu canto pra vida inteira

Dagô, Dagô é a lua de Aruanda
A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Cercado de axé, semeia o bem, o povo a cantar laiá laiá laiá
Receba a gratidão, Reizinho desse chão, aqui é o teu lugar
Uma porção de fé… O filho do verde esperança nos conduz
Zambi da Coroa Imperial, abiaxé, Arlindo Cruz

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô
Império Serrano, falange de Jorge, oxê de Xangô
Laroyê Epa Babá
Há de roncar meu tambor
O verso de Arlindo, morada do amor

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